segunda-feira, março 31, 2008

do Blog REINALDO AZEVEDO

ESPANTOSO: GOVENO ADMITE O DOSSIÊ. É A TERCEIRA VERSÃO!


AS AMEAÇAS DE GILBERTO CARVALHO


Pega na mentira: TCU não pediu nem recomendou levantar dados do governo FHC, ao contrário do que diz Dilma


Para novo presidente do STF, dossiê é "covardia institucional"

Ricardo Noblat Dilma é mãe duas vezes


Lula, o problema é o seguinte, meu filho: seu primeiro governo foi salpicado de escândalos. Mal começou o segundo e já tem escândalo novo na praça: o do dossiê montado na Casa Civil da presidência da República para chantagear a oposição e impedir que a CPI Mista do Cartão Corporativo cumpra com o seu dever. Assim não dá. Resolve sua crise.

Sem essa de apresentar a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, como coitadinha, vítima de “fogo amigo” disparado pelos que se opõem à sua candidatura à sucessão de Lula. Sem essa de que ela possa ter sido traída por seu braço direito no ministério, a secretária-executiva Erenice Guerra, a quem delegou a tarefa de montar um “banco de dados” a respeito de despesas do governo com cartão feitas de 2002 para cá.

Por conta própria, Erenice teria recuado no tempo para acrescentar despesas do segundo governo de Fernando Henrique Cardoso. E produzido um dossiê de 13 páginas com informações pinçadas sob medida para constranger Fernando Henrique e a ex-primeira-dama Ruth Cardoso, intimidar a oposição interessada em investigar as chamadas contas sigilosas do período Lula, e esvaziar a CPI do Cartão.

De fato, Dilma é mãe duas vezes. Do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), conforme escolha de Lula, e do dossiê que lista entre outras coisas a compra de 144 lixas de unha, 30 toucas de banho, 24 sabonetes infantis, bacalhau e vinhos finos, além do aluguel de carros e o valor do salário da ex-chef da cozinha do Palácio da Alvorada, Roberta Sudbrack. Por ora não se sabe quem é o pai do dossiê.

Sabe-se que a primeira pista pública sobre a disposição do governo de se defender atacando foi dada pelo ministro Franklins Martins, da Comunicação Social, no dia 6 de fevereiro último. Ele disse: “Ninguém colocará o governo nas cordas. Vamos abrir o suprimento de fundos desde lá atrás". Foi uma advertência que pode ser traduzida assim: se querem apurar o que fizemos vamos apurar o que se fez no governo passado.

Criado em 1998, o cartão corporativo para uso em serviço de autoridades da administração federal foi implementado pelo decreto 3.892 de agosto de 2001. Antes dele existia um fundo que bancava despesas sigilosas do governo. Foi a esse fundo que se referiu Martins. Somente a partir de 2003 permitiu-se o uso do cartão para saques em dinheiro vivo. A ministra da Igualdade Racial perdeu o emprego por causa de um desses saques.

Os gastos com cartão se multiplicaram desde o primeiro ano do governo Lula. Foram de R$ 8,7 milhões em 2003; R$ 13 milhões em 2004; R$ 20,9 milhões em 2005; R$ 34,6 milhões em 2006; e R$ 78 milhões em 2007. Quer dizer: em cinco anos os gastos com cartões cresceram quase 900%. Dos R$ 78 milhões gastos no ano passado, R$ 58 milhões foram sacados na boca do caixa por cerca de 11.500 funcionários. Uma farra. Que deu em CPI.

Ela, que parecia mortinha, ganhou sobrevida com a história do dossiê. Ainda haverá muito barulho por lá. Mas a folgada maioria de votos da base aliada impedirá a aprovação pela CPI de qualquer requerimento capaz de causar danos mais graves ao governo. Convocação de Dilma para depor? Esqueça. Dilma anunciou que tem mais o que fazer do que perder tempo respondendo a senadores e deputados.

Quem manda o Congresso desfrutar da confiança de apenas 0,5% dos brasileiros, segundo a mais recente pesquisa do Instituto Sensus? Mesmo assim, se quiser, e por maioria simples de votos,o Senado poderá convocar Dilma para depor. Ela deve explicações à beça. Uma delas: por que em 20 de fevereiro passado disse a 30 industriais paulistas que o governo levantava informações sobre gastos com cartão na Era FHC? Outra: por que atribuiu ao Tribunal de Contas da União a paternidade do levantamento? O tribunal negou.

Se necessário Lula sairá em defesa de Dilma, como saiu em defesa de José Dirceu e de Antonio Palocci, abatidos no rastro de outros escândalos. Mas se surgirem novos fatos que a incriminem, tchau e benção para ela, que Lula não é de ir para o inferno com ninguém.

Clipping de 31/03/2008


Correio Braziliense
CÂMARA PAGA ATÉ ENXOVAL PARA IMÓVEIS FUNCIONAIS
Dossiê contra tucanos tem nova versão
Folha de S. Paulo
SERRA MANTÉM FAVORITISMO PARA 2010
Lula obtém sua melhor avaliação
Dossiê é 'covardia institucional', diz ministro do STF
Gazeta Mercantil
INSUMOS ACUMULAM ALTA DE 3,69% NO TRIMESTRE
Governo ignora fraudes levantadas pela GCU
Jornal do Brasil
HOSPITAIS DE GUERRA ABREM HOJE NO RIO
Lula em Caxias pelo PMDB
O Estado de S. Paulo
CPI DOS CARTÕES TERÁ DADOS QUE COMPLICAM MINISTROS
PCC planeja financiar campanhas políticas
Professores de matemática ensinam sem curso superior
O Globo
TRIBUNAIS DO TRÁFICO DESAFIAM A SOCIEDADE
Dossiê foi para fazer o mal, diz Múcio
A epidemia do caos
Valor Econômico
LEILÃO DE JIRAU JÁ MOVIMENTA EMPREITEIRAS
Taxa de desemprego natural indica crescimento no limite
Aumentam as denúncias de autoridades
Entrevista
"Bancos não sabem atender baixa renda" (Folha de S. Paulo)
"Nossa proposta é mais audaciosa" (Jornal do Brasil)
América Latina tem que ampliar projetos em infra-estrutura (Folha de S. Paulo)
Hora de crescer nos EUA é agora, diz analista (Folha de S. Paulo)
Dossiê é 'covardia institucional', diz ministro do STF (Folha de S. Paulo)
Cidades
HOSPITAIS DE GUERRA ABREM HOJE NO RIO (Jornal do Brasil)
Um dia de caos e tensão nos hospitais da cidade (Jornal do Brasil)
Brasil
TRIBUNAIS DO TRÁFICO DESAFIAM A SOCIEDADE (O Globo)
A epidemia do caos (O Globo)
Agronegócio
Mesmo com boa rentabilidade, trigo não atrai agricultores (Gazeta Mercantil)
Suspenso o locaute na Argentina (Gazeta Mercantil)
Vaivém do mercado adia planos das usinas (Gazeta Mercantil)
Empresa e Tecnologia
Anac planeja mudar regras para aéreas em Congonhas (Valor Econômico)
Deságio em Jirau poderá ser menor que em Santo Antônio (Valor Econômico)
Cultura
"Precisamos de fomento" (Jornal do Brasil)
"Só quero transparência" (Jornal do Brasil)
Bancos devem divulgar tarifas a partir de hoje (O Estado de S. Paulo)
Colunas
Ancelmo Gois - Bom enquanto durou (O Globo)
Brasil - Fiesp insiste em mudar real valorizado (Valor Econômico)
Brasil S.A - Seleção tumultuada (Correio Braziliense)
Informe JB - O Planalto solta os bichos (Jornal do Brasil)
Mercado Aberto - BC se equivoca no cálculo da massa de rendimentos, diz LCA (Folha de S. Paulo)
Mónica Bérgamo - Serventia da casa (Folha de S. Paulo)
Painel - Temporada de caça (Folha de S. Paulo)
Política - Raças, confiança e injustiça (Valor Econômico)
Por dentro do mercado - Aperto é visto como fato consumado (Valor Econômico)
Ribamar Oliveira - É o PIB potencial, de novo (O Estado de S. Paulo)
Valdo Cruz - Perguntar não ofende (Folha de S. Paulo)
Política
CPI DOS CARTÕES TERÁ DADOS QUE COMPLICAM MINISTROS (O Estado de S. Paulo)
CÂMARA PAGA ATÉ ENXOVAL PARA IMÓVEIS FUNCIONAIS (Correio Braziliense)
SERRA MANTÉM FAVORITISMO PARA 2010 (Folha de S. Paulo)
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Enxoval parlamentar (Correio Braziliense)
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Economia
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Amazônia azul (O Globo)
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Brasil busca alternativas para crescer nos Estados Unidos (Gazeta Mercantil)
Brasil Telecom está mais perto de ser adquirida pela Oi (Gazeta Mercantil)
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Clientes de baixa renda são o alvo (Jornal do Brasil)
Comércio global pára de crescer na passagem do ano (Folha de S. Paulo)
Conselho flexibiliza regras do drawback (Valor Econômico)
Corretoras reavaliam a Cesp após fracasso na privatização (Folha de S. Paulo)
Economia frustrada (Correio Braziliense)
Exportação de manufaturados sente a crise (Folha de S. Paulo)
Fabricantes locais sucumbem à onda 'made in China' (O Estado de S. Paulo)
Governo central registra superávit primário de R$ 20 bi até fevereiro (Gazeta Mercantil)
Greve na Receita pára 8,5 mil caminhões nas fronteiras (Valor Econômico)
Instituições criam meios contra inadimplência (Jornal do Brasil)
Investidores esperam fala de Bernanke nos EUA (Folha de S. Paulo)
Juro do cartão sobe e assusta investidor (Folha de S. Paulo)
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Nem alta de preço reduz importação (O Estado de S. Paulo)
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Papéis de elétricas devem subir com consolidação do setor (Gazeta Mercantil)
Política industrial do Brasil propõe integrar países da AL (O Estado de S. Paulo)
Programa nuclear brasileiro renasce (Jornal do Brasil)
Redução de barreiras alfandegárias em pauta (Jornal do Brasil)
Ritmo acelerado de compra externas preocupa governo (O Estado de S. Paulo)
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Uma disputa em águas internacionais (O Globo)
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Unimed absorve usuários da Caarj (Jornal do Brasil)
Xstrata pode virar caçador, diz Citigroup (Gazeta Mercantil)
Aumentam as denúncias de autoridades (Valor Econômico)
Opinião
"Ora pro nobis"... (Folha de S. Paulo)
A capacidade da indústria (O Estado de S. Paulo)
A crise financeira - reflexões :: Fernão Bracher (Valor Econômico)
A crise nas urnas (Folha de S. Paulo)
A cura keynesiana :: J. Bradford DeLong (Valor Econômico)
A esquecida classe média (Folha de S. Paulo)
A integração das bolsas (O Estado de S. Paulo)
A ira da mídia e a realidade (Correio Braziliense)
Armadilha autoritária (Folha de S. Paulo)
As falas do rei da cocada preta (O Estado de S. Paulo)
Bandoleiros (O Globo)
Causas reais (O Globo)
Compromisso com a igreja e com o Brasil (Folha de S. Paulo)
Controle educacional (Correio Braziliense)
De cães, estômago e moral (Folha de S. Paulo)
Do consumo à produção em massa (O Globo)
Dois gumes (O Globo)
Eles como nós, nós melhores do que eles (Valor Econômico)
Estratégico é o que funciona (O Estado de S. Paulo)
Fonte Inspiradora (O Globo)
Imposto e fortuna (O Globo)
Impostos e fortuna (O Estado de S. Paulo)
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Morte zero nas estradas (O Estado de S. Paulo)
Mosquitos e faniquitos (Jornal do Brasil)
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