Entrevista:O Estado inteligente

quarta-feira, outubro 12, 2005

Macunaíma, Gramsci e o partido que é legião Por Reinaldo Azevedo

PRIMEIRA LEITURA

Lembram-se de uma das frases-emblema de Macunaíma? "Ai, que preguiça!" O herói mixuruca de Mário de Andrade passou seis anos sem falar outra coisa, só repetindo o símbolo de sua indolência. Tudo à sua volta podia se danar, e lá estava ele: "Ai, que preguiça!". E se dedicando a "brincar" com as mulheres, que era a parte boa de sua vagabundagem. Pois é. Em muitos aspectos, sou um anti-Macunaíma. Só o sigo nos folguedos brincalhões, mas sou escravo das minhas obsessões. O trabalho é uma delas. Nem me orgulho disso, não. Descansar deve ter seu lado bom... No caso do PT, no entanto, é a primeira coisa que me ocorre: "Ai, que preguiça!". E, é claro, também sou diferente de Marilena Chaui e de Macunaíma: nunca me calo.  CONTINUA

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