segunda-feira, junho 30, 2008

The Obama Agenda by: Paul Krugman,

Monday 30 June 2008

The New York Times



Paul Krugman compares policies of Ronald Reagan, Bill Clinton and Barack Obama.


It's feeling a lot like 1992 right now. It's also feeling a lot like 1980. But which parallel is closer? Is Barack Obama going to be a Ronald Reagan of the left, a president who fundamentally changes the country's direction? Or will he be just another Bill Clinton? Current polls - not horse-race polls, which are notoriously uninformative until later in the campaign, but polls gauging the public mood - are strikingly similar to those in both 1980 and 1992, years in which an overwhelming majority of Americans were dissatisfied with the country's direction.

So the odds are that this will be a "change" election - which means that it's very much Mr. Obama's election to lose. But if he wins, how much change will he actually deliver?

Reagan, for better or worse - I'd say for worse, but that's another discussion - brought a lot of change. He ran as an unabashed conservative, with a clear ideological agenda. And he had enormous success in getting that agenda implemented. He had his failures, most notably on Social Security, which he tried to dismantle but ended up strengthening. But America at the end of the Reagan years was not the same country it was when he took office.

Bill Clinton also ran as a candidate of change, but it was much less clear what kind of change he was offering. He portrayed himself as someone who transcended the traditional liberal-conservative divide, proposing "a government that offers more empowerment and less entitlement." The economic plan he announced during the campaign was something of a hodgepodge: higher taxes on the rich, lower taxes for the middle class, public investment in things like high-speed rail, health care reform without specifics.

We all know what happened next. The Clinton administration achieved a number of significant successes, from the revitalization of veterans' health care and federal emergency management to the expansion of the Earned Income Tax Credit and health insurance for children. But the big picture is summed up by the title of a new book by the historian Sean Wilentz: "The Age of Reagan: A history, 1974-2008."

So whom does Mr. Obama resemble more? At this point, he's definitely looking Clintonesque.

Like Mr. Clinton, Mr. Obama portrays himself as transcending traditional divides. Near the end of last week's "unity" event with Hillary Clinton, he declared that "the choice in this election is not between left or right, it's not between liberal or conservative, it's between the past and the future." Oh-kay.

Mr. Obama's economic plan also looks remarkably like the Clinton 1992 plan: a mixture of higher taxes on the rich, tax breaks for the middle class and public investment (this time with a focus on alternative energy).

Sometimes the Clinton-Obama echoes are almost scary. During his speech accepting the nomination, Mr. Clinton led the audience in a chant of "We can do it!" Remind you of anything?

Just to be clear, we could - and still might - do a lot worse than a rerun of the Clinton years. But Mr. Obama's most fervent supporters expect much more.

Progressive activists, in particular, overwhelmingly supported Mr. Obama during the Democratic primary even though his policy positions, particularly on health care, were often to the right of his rivals'. In effect, they convinced themselves that he was a transformational figure behind a centrist facade.

They may have had it backward.

Mr. Obama looks even more centrist now than he did before wrapping up the nomination. Most notably, he has outraged many progressives by supporting a wiretapping bill that, among other things, grants immunity to telecom companies for any illegal acts they may have undertaken at the Bush administration's behest.

The candidate's defenders argue that he's just being pragmatic - that he needs to do whatever it takes to win, and win big, so that he has the power to effect major change. But critics argue that by engaging in the same "triangulation and poll-driven politics" he denounced during the primary, Mr. Obama actually hurts his election prospects, because voters prefer candidates who take firm stands.

In any case, what about after the election? The Reagan-Clinton comparison suggests that a candidate who runs on a clear agenda is more likely to achieve fundamental change than a candidate who runs on the promise of change but isn't too clear about what that change would involve.

Of course, there's always the possibility that Mr. Obama really is a centrist, after all.

One thing is clear: for Democrats, winning this election should be the easy part. Everything is going their way: sky-high gas prices, a weak economy and a deeply unpopular president. The real question is whether they will take advantage of this once-in-a-generation chance to change the country's direction. And that's mainly up to Mr. Obama.

Clipping do dia 30/06/2008


Correio Braziliense
LEI SECA FLAGRA UM MOTORISTA A CADA CINCO HORAS NO DF
Sucessão municipal
Cúpula começa hoje com críticas à União Européia
Folha de S. Paulo
"APAGÃO" DO GÁS FREIA EXPANSÃO INDUSTRIAL
PT lança Marta para prefeitura e prioriza Lula na campanha
ProUni tem 47 mil vagas ociosas no 2º semestre
Gazeta Mercantil
Projeções trimestrais são importantes para o Ipea
Jornal do Brasil
Rio tem 10 candidatos a prefeito, 7 com chances
Arraiá’ do Torto teve de galinha a caldo de mocotó
O Estado de S. Paulo
EUA TENTAM BARRAR A ESPECULAÇÃO DO PETRÓLEO
Volume de recalls dobra no Brasil
Começa bloqueio ao crédito na Amazônia
O Globo
DEM LANÇA SOLANGE E CESAR VAI AO ATAQUE
Governo pode reestatizar minas
Valor Econômico
REAJUSTE SALARIAL CONTINUA ACIMA DA INFLAÇÃO EM 2008
Novo modelo traria riscos, diz Petrobras
Especial
REAJUSTE SALARIAL CONTINUA ACIMA DA INFLAÇÃO EM 2008 (Valor Econômico)
Negociações ficam mais complicadas (Valor Econômico)
Brasil
Brasil fecha acordo de serviços com o Chile (Valor Econômico)
Curtas - IGP-M sobe 1,98% (Valor Econômico)
Dilma quer mudança em pagamento de royalties (Valor Econômico)
Governo de SP discute brecha para leiloar Cesp (Valor Econômico)
Índia exige mais proteção agrícola (Valor Econômico)
Investimento federal cresce, mas ainda é baixo em relação ao PIB (Valor Econômico)
Modelo proposto por Lobão é inadequado à Petrobras, diz Gabrielli (Valor Econômico)
No Brasil, ministro da Economia japonês discute parcerias (Valor Econômico)
Nova tributação do setor de bebidas vale a partir de 2009 (Valor Econômico)
Sem projetos para florestas, país deixa de usar US$ 125 mi (Folha de S. Paulo)
Agronegócio
Governo pode reestatizar minas (O Globo)
Cada vez mais comum, assédio moral rende indenizações (Gazeta Mercantil)
Colunas
Ancelmo Gois - Corrida do óleo (O Globo)
Brasil - Impacto dos preços no comércio externo (Valor Econômico)
Brasil S.A - A metamorfose (Correio Braziliense)
Cláudio Humberto - Inclusão na 2ª MP garantida (Jornal de Brasília)
Informe JB - As incertezas sobre a infidelidade (Jornal do Brasil)
Mercado Aberto - Carteira de crédito do BB atinge R$ 200 bi (Folha de S. Paulo)
Painel - Brasil informal (Folha de S. Paulo)
Painel - Censo de prefeitos (Folha de S. Paulo)
Política - Votar e ser votado (Valor Econômico)
Por dentro do mercado - TJLP de 6,25% já pode estar negativa (Valor Econômico)
Ribamar Oliveira - O maior choque desde os anos 70 (O Estado de S. Paulo)
Valdo Cruz - Santa incompetência! (Folha de S. Paulo)
Política
DEM LANÇA SOLANGE E CESAR VAI AO ATAQUE (O Globo)
Sucessão municipal (Correio Braziliense)
PT lança Marta para prefeitura e prioriza Lula na campanha (Folha de S. Paulo)
"Lula está se tornando um mito" (Gazeta Mercantil)
'Arraiá do Torto' em ritmo de ano eleitoral (O Globo)
Alckmin critica nacionalização de campanha do PT (Folha de S. Paulo)
Cassado pode tentar reeleição no interior de SP (Folha de S. Paulo)
Começa a disputa eleitoral em BH (Correio Braziliense)
Cúpula tucana intervém, e PSDB homologa candidatura própria (Folha de S. Paulo)
Definido o cenário da sucessão de Cesar Maia (O Estado de S. Paulo)
Dinheiro para atrair eleitores (Correio Braziliense)
Divido, PSDB decide lançar candidato em Porto Alegre (O Estado de S. Paulo)
Em BH, Pimentel elogia Aécio na convenção do PSB (O Globo)
Em convenção, Marta mira Serra e Kassab e deixa Alckmin de lado (O Estado de S. Paulo)
Em evento de aliado, tucano faz crítica indireta a prefeito (O Estado de S. Paulo)
Em Florianópolis, adversários prevêem 2º turno (Valor Econômico)
Em Fortaleza, Luizianne Lins ainda não escolheu o vice (Jornal do Brasil)
Esquema de desvio atingiu convênios da Funasa (Folha de S. Paulo)
Ex-secretário de Aécio Neves é indicado candidato por PT e PSB (Jornal do Brasil)
Festa sem Aécio sela aliança em BH (O Estado de S. Paulo)
Governo lança programa que equipa professores com computadores (Valor Econômico)
Jandira: esquerda não teve bom senso (O Globo)
João da Costa e a 'Frente do Recife' (O Globo)
Juiz do Rio avisa que vai confrontar TSE e barrar candidato ficha-suja (O Estado de S. Paulo)
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Legado marca início de campanha em SP (Folha de S. Paulo)
Luizianne é escolhida, sem Cid (O Globo)
Lula domina lançamento de Marta em SP (Valor Econômico)
Lula mantém o que já virou tradição em seu governo (Jornal do Brasil)
Mais pressão sobre Márcio Fortes (Correio Braziliense)
Marta abre campanha com Aldo (Correio Braziliense)
Marta pega carona na popularidade de Lula (O Globo)
Mendes foi alvo de doleiro (O Estado de S. Paulo)
Mesmo ausente, Lula foi destaque em evento (O Estado de S. Paulo)
MST anuncia ofensiva para cobrar assentamentos no Pontal (O Estado de S. Paulo)
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No Rio, um exemplo que oferece resultados muito positivos (Jornal do Brasil)
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Preconceito está presente entre os que querem adotar (Jornal do Brasil)
Primeira impugnação deve sair hoje, contra o PMDB (Jornal do Brasil)
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PT com poucos palanques (Correio Braziliense)
PT confirma Marta e aliança com o bloquinho de esquerda (Gazeta Mercantil)
PT não quer repetir erros da derrota de 2004 (O Globo)
PT oficializa João da Costa em ampla aliança (O Estado de S. Paulo)
Redução de tributo empaca a reforma (Correio Braziliense)
Rio de Janeiro já tem 10 candidatos na disputa (Gazeta Mercantil)
Rio terá oito candidatos com visibilidade eleitoral (Valor Econômico)
São Paulo tem 400 casos de compra de voto (Folha de S. Paulo)
Senado quer barrar candidatos (Gazeta Mercantil)
Senadores voltam ao batente, após semana de folga (Jornal do Brasil)
Solange Amaral é candidata oficial do DEM (Jornal do Brasil)
Vereadores da capital aumentam salários (Gazeta Mercantil)
Economia
"APAGÃO" DO GÁS FREIA EXPANSÃO INDUSTRIAL (Folha de S. Paulo)
EUA TENTAM BARRAR A ESPECULAÇÃO DO PETRÓLEO (O Estado de S. Paulo)
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Banco Mercantil tem perspectiva rebaixada (Valor Econômico)
Bancos centrais se reúnem para debater inflação (O Globo)
Banrisul diz que denúncia não afeta bons resultados do banco (Valor Econômico)
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Política orquestrada (Correio Braziliense)
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Opinião
A concessão de portos (O Estado de S. Paulo)
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Chute por chute... (O Estado de S. Paulo)
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D. João 6º e a constitucionalização do Brasil (Gazeta Mercantil)
De alegrias e tristezas (Correio Braziliense)
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Disputas inúteis (O Globo)
Droga! (Folha de S. Paulo)
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