![]() NÃO HÁ ALTERNATIVA A DECISÃO É ESSA MESMA |
O DERRADEIRO EMBAÇADO NUM PAÍS TRANSPARENTE
Especulando um pouco
Fala-se pra cá, diz-se pra lá, tanto que acabei esquecendo e nem me lembrando. Afinal o AliBabá era chegado a uma afanação ou apenas assistiu a outros afanando? O caso antigo, da carochinha, que traz imediatamente à imagem de Lula, compromete mais Lula pela comparação com AliBabá, ou compromete mais Ali, comparando-o a Lula? Vamos lá. Lula, que, sem contatos maiores, descobriu que haviam 300 picaretas no Congresso, como não percebeu, já no poder, os 40 picaretas (e também, olálá, muitos foices e martelos) que lhe estavam em volta?
Segui a trajetória de Lula através do AliBabá. Sigam comigo.
AliBabá, vendedor de lenha, trepado em uma árvore, viu a tiurma de ladrões entrando numa caverna depois de ordenar: Abre-te Sésamo. A caverna brilhou, cheia dos badulaques dourados.
Assim que os companheiros (perdão, ladravazes) foram embora, AliBabá não bobeou. Usou o código, entrou na caverna, carregou seu burro com tudo que é moeda e pedra preciosa, e se mandou.
Os quarenta Ladrões descobriram e resolveram se vingar de Ali. Mas, antes que pudessem agir, foram derrotados por Morgiana, heroína de Sheherazade e escrava de AliBabá. Dentro da caverna, Morgiana descobriu as quarenta jarras em que dormiam os larápios. Para sermos exatos, 39 jarras. Ela encheu de azeite essa única jarra vazia, ferveu o azeite, e derramou-o em cada uma das 39 jarras. Sobrou ladrão fervido gritando e saltando pra todo lado. Depois, naturalmente, Morgiana se casou com o filho do Lulalá, perdão, do AliBabá.
Bom, quando lembram essa história, os assessores do Lula ignoram que AliBabá também levou o dele. Bem, se pensam sinceramente que Lula não sabia de nada, têm que concordar que Lula é um AliBabaca.
Pergunta MORAL: Vocês acham que o procurador-geral Antônio Fernando de Souza é a nossa Morgiana?
P.S.: Pergunta técnica: Esse pessoal esquerdóide que pretende ser moderninho vai conseguir isso se não trocar a foice e o martelo por um chip e uma placa-mãe?
Consertando a História
