| O Estado de S. Paulo - 02/03/2011 |
E o que é isso? Durante um determinado período, provavelmente seis meses antes da eleição seguinte, ou do fim da legislatura, os parlamentares poderiam mudar livremente de partido sem incorrer na sanção prevista pela interpretação dada à Constituição pelo Supremo Tribunal Federal: a perda do mandato legislativo. A respeito dos postos no Executivo o tribunal ainda não se pronunciou, ficando a questão, portanto, mais ou menos em aberto. Mais ou menos porque o princípio é o mesmo e, por analogia, imagine-se que seria aplicado também a prefeitos, governadores e presidente. Desde 2007, quando o STF se pronunciou corroborando posição do Tribunal Superior Eleitoral estabelecida mediante consulta, a regra em vigor é a seguinte: os detentores de mandato não podem trocar de partido, a não ser em caso de criação de uma nova legenda, fusão entre agremiações, comprovada perseguição política ou se houver mudança de orientação programática da qual discorde cabalmente o filiado. Quem quiser mudar pode, desde que entregue o mandato. O que o Supremo estabeleceu não foi um aprisionamento, mas um obstáculo a trocas injustificadas. Daquelas que a cada início de legislatura permitiam a fraude aos resultados das urnas: o partido x elegia y número de deputados e, entre a eleição e a posse, o número de bancadas era totalmente alterado. Favorecendo claro, ao partido que havia conquistado a Presidência da República. O que pretende o Congresso? Criar, por lei, um atalho para se desviar da regra. Um jeito de escapulir da interpretação do Supremo (cristalina) de que o mandato pertence ao partido e não ao eleito, autorizando, por determinado período, a suspensão da interpretação constitucional. O caráter casuístico da medida é óbvio. Há parlamentares que assim consideram, mas admitem mudar de posição caso a "janela indiscreta" seja aberta ao fim do mandato. Cabe a dúvida: por que seria casuísmo agora e mais à frente não seria? Afinal, a data não altera o conceito. Da mesma forma, configura-se um "gato" na lei a criação de partidos trampolim, com o único objetivo de permitir a troca e não se formar uma agremiação política com identidade específica. Se a troca de partido desrespeita a vontade do eleitor, o faz a qualquer tempo. No início do mandato, mudando o voto dado nas urnas, ou no fim, subtraindo seis meses daquela delegação. Pois encurta de quatro anos para três anos e meio a validade do voto dado na eleição anterior ao deputado y pertencente a partido x. A conferir. Discurso da ministra dos Direitos Humanos em Genebra condenando fortemente as violações nos países do Oriente Médio e da África onde ditadores enfrentam o basta das populações foi o que se esperava de uma representante de país democrático. Cedo, porém, para interpretar que essa posição traduz uma efetiva mudança na política externa do governo do PT nas relações com ditaduras. Maria do Rosário, com razão, criticou os países que com seu silêncio sustentaram regimes de força. No governo Lula o presidente fez mais que silenciar, externou apoio e da maneira mais vil: ao lado de Fidel Castro posou sorridente no dia da morte de um dissidente por greve de fome e ainda comparou os presos políticos da ilha a criminosos comuns. Quando o tirano do Irã enfrentou protestos por causa das eleições fraudadas, Lula comparou os manifestantes aos torcedores de futebol insatisfeitos com a derrota de seus times. Antes de o Brasil considerar que há uma mudança mesmo no trato de ditaduras é preciso observar qual será a posição do País em relação aos déspotas que ainda não estão moribundos. Uma coisa é chutar os que estão quase mortos, outra é se posicionar contra os que ainda têm força para subjugar seus povos. |
Quarta-feira, Março 02, 2011
Dora Kramer Janela indiscreta
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2011
(2527)
-
▼
Março
(225)
- Combaten con las mismas armas Joaquín Morales Solá...
- Joaquín Morales Solá Un país que camina hacia el a...
- Uma viagem útil :: Paulo Brossard
- CELSO MING Alargamento do horizonte
- DENIS LERRER ROSENFIELD Fraternidade e natureza
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG Pouca infraestrutura e m...
- Con amigos como Moyano, ¿quién necesita enemigos? ...
- Otra crisis con la Corte Suprema Joaquín Morales S...
- Gaudencio Torquato A democracia supletiva
- VINÍCIUS TORRES FREIRE Futricas público-privadas ...
- Um itaparicano em Paris JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Tão bela e tão brega DANUZA LEÃOFOLHA DE SÃO PAULO...
- Ferreira Gullar A espada de Damocles
- Miriam Leitão No mar,de novo
- Durou Caldas Poder autoritário
- Dora Kramer Itamaraty, o retorno
- Nerval Pereira Desafios na gestão
- JAMES M. ACTON Energia nuclear vale o risco
- GUILHERME FIUZA Obama e o carnaval
- Boris Fauto Século das novas luzes
- Fernando de Barros e Silva Yes, we créu!
- Ricardo Noblat Ó pai, ó!
- Luiz Carlos Mendonça de Barros A presidente Dilma ...
- Fabio Giambiagi O mínimo não é mínimo
- José Goldemberg O acidente nuclear do Japão
- Carlos Alberto Di Franco Imprensa e política
- PAULO RABELLO DE CASTRO Sobre os demônios que nos ...
- MAÍLSON DA NÓBREGA Tributos: menor independencia o...
- RUTH DE AQUINO Militantes, “go home”
- CELSO LAFER A ''Oração aos Moços'', de Rui Barbosa...
- YOANI SÁNCHEZ Letras góticas na parede
- MÍRIAM LEITÃO Afirmação e fato
- CELSO MING Perigo no rótulo
- ETHEVALDO SIQUEIRA A segurança está em você
- JIM O'NEILL O Japão e o iene
- VINICIUS TORRES FREIRE Chiclete com Obama
- SUELY CALDAS A antirreforma de Dilma
- FERREIRA GULLAR O trinado do passarinho
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Vivendo de brisa
- DANUZA LEÃO Pode ser muito bom
- MARCELO GLEISER Conversa Sobre a Fé e a Ciência
- Riodan Roett: ''O estilo Lula foi um momento, e já...
- Dora Kramer Conselho de Segurança
- Merval Pereira O sexto membro
- Rubens Ricupero Decepção na estréia
- VINICIUS TORRES FREIRE Dilma está uma arara
- Míriam Leitão Cenários desfeitos
- Merval Pereira O Brasil e a ONU
- Guilherme Fiuza O negro, a mulher e o circo
- ENTREVISTA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
- Nelson Motta -O tango do absurdo
- Míriam LeitãoAntes e depois
- Fernando de Barros e Silva Inflação na cabeça
- Merval Pereira Modelo aprovado?
- Roberto Freire Todo cuidado é pouco
- Celso Ming Não à inflação
- Dora Kramer Boa vizinhança
- Fernando Gabeira Obama no Brasil
- Rogério Furquim Werneck Instrumentos adulterados
- Energia - a chance de discutir sem soberba- Washin...
- Míriam Leitão Sol levante
- Merval Pereira A janela de Kassab
- Dora Kramer Pela tangente
- Celso Ming -Mudar o paradigma?
- Alberto Tamer Japão tem reservas anticrise
- Roberto Macedo Um filme ruim só no título
- Adriano Pires O monopólio da Petrobrás no setor el...
- Eugênia Lopes Jetom de estatais faz ministros esto...
- Carlos Alberto Sardenberg Eles vão sair dessa!
- Demétrio Magnoli A maldição do pré-sal
- Fábio Giambiagi A lógica do absurdo
- O presunçoso gerente de apagões veste a fantasia d...
- VINICIUS TORRES FREIRE Síndrome do pânico e do Jap...
- Yoshiaki Nakano Para aprimorar o sistema de metas
- Merval Pereira Acordo no pré-sal
- Celso Ming Mais incertezas
- Dora Kramer Inversão de culpa
- Paul Krugman Fusão macroeconômica
- Rolf Kuntz Emprego, salário e consumo
- José Nêumanne A caixa-preta da Operação Satiagraha...
- Vinícius Torres Freire-A importância de ser pruden...
- Míriam Leitão-Efeito Japão
- Raymundo Costa-A força do mensalão no governo Dilm...
- Fernando de Barros e Silva -Liberais de fachada
- Merval Pereira Começar de novo
- Celso Ming - Risco nuclear
- Dora Kramer Em petição de miséria
- José Serra Cuidado com a contrarreforma
- José Pastore A real prioridade na terceirização
- J. R. Guzzo Beleza e desastre
- Paulo Brossard Orçamento clandestino
- Marco Antonio Rocha Só indiretamente dá para perce...
- DENIS LERRER ROSENFIELD Falsas clivagens
- GUSTAVO CERBASI O melhor pode sair caro
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG Tolerância com a inflaçã...
- Os EUA podem entrar arregaçando na Líbia? O mundo ...
- Fúrias e tsunamis - Alberto Dines
- BARRY EICHENGREEN A próxima crise financeira
- VINICIUS TORRES FREIRE Economia, o império do efêm...
- GAUDÊNCIO TORQUATO Maria-Fumaça e a 7ª economia
- MARCELO GLEISER Teoria de tudo: fato ou fantasia?
- FERREIRA GULLAR Se a História tem lógica...
- CELSO MING Controle de capitais
- SUELY CALDAS A proposta Palocci para desonerar a f...
- MERVAL PEREIRA O difícil consenso
- DORA KRAMER Nas próprias pernas
- DANUZA LEÃO Cemitério virtual
- AMIR KHAIR Crescimento e inflação
- PEDRO S. MALAN Dilma, lidando com ''o pós-Lula''
- MÍRIAM LEITÃO Dois mundos
- La campaña y las batallas de la Presidenta Por Joa...
- El modelo de Cristina y el modelo de Perón Por Mar...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO O novo carnaval no boteco
- Míriam Leitão Megaeventos
- Celso Ming Divergências sobre o euro
- Gaudêncio Torquato O fóssil corporativista está vi...
- Merval PereiraSem proteção
- CESAR MAIA - Presidentes, PIB e política
- LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS - Os sinais que vêm...
- VINICIUS TORRES FREIRE - Sob nova administração, d...
- FERNANDO DE BARROS E SILVA - Segurança em xeque
- JOÃO MELLÃO NETO - Quem está certo?
- MERVAL PEREIRA - Passado condena
- MÍRIAM LEITÃO - Tom do novo BC
- CELSO MING - Pontas soltas
- PAULO R. HADDAD - O Nordeste sem ilusões
- Ignácio de Loyola Brandão Scliar se foi numa madru...
- Nelson Motta Carnaval bem-comportado
- VINICIUS TORRES FREIRE - O fim do "relax" american...
- MÍRIAM LEITÃO Silêncio conveniente
- MERVAL PEREIRA Distorções eleitorais
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG A Constituição para algu...
- Até quando? O Estado de S. Paulo-Editorial
- Alberto Tamer Petróleo fica em US$ 105?
- Rolf Kuntz O lado político da crise
- Celso Ming - Não há bala de prata
- ROBERTO DaMATTA - Carnaval & cinzas
- Vinicius Torres FreirePetróleo, choques e faíscas
- Evolução da renda no Governo Lula: Conclusões defi...
- Fernando Rodrigues A banalização do mal
- Míriam LeitãoFim do carnaval
- Celso Ming 60 dias duros
- Rodrigo Constantino O Custo da Burocracia
- CELSO MING Reservas para investir?
- Vinicius Torres Freire Depois que o Carnaval passa...
- Rubens Barbosa Visita de Obama e visão de futuro
- Wilson Figueiredo Oposição e arte de perder tempo
- Marco Antonio VillaO Congresso virou um balcão
- Moacyr Scliar:Literatura feita de vida e amor
- Paulo Brossard Depois da festa, a conta
- GAUDÊNCIO TORQUATO O fóssil corporativista
- Roberto Pompeu de Toledo O fascínio do ão
- Suely Caldas Investimento: a má notícia do PIB
- Celso Ming As PPPs não decolaram
- Foi Carnaval JANIO DE FREITAS
- VAGUINALDO MARINHEIRO Dinheiro sangrento
- FERREIRA GULLAR A obra necessária
- DANUZA LEÃO Evoé momo
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Enlouquecendo as mulheres
- Míriam Leitão Baile de máscaras
- Clóvis Rossi Nunca antes? Nada disso
- Alberto Dines Ruptura e alianças
- Rubens Ricupero Fim das ditaduras?
- Fernando Henrique Cardoso Silêncios que falam
- Falsos confetes por Daniel Piza
- Cristina, entre la obsecuencia y la moderación Por...
- CESAR MAIA - Ópera popular
- FERNANDO VELOSO O milagre chinês
- ROBERTO ROMANO Futebol e reforma política
- FERNANDO DE BARROS E SILVA PindaLeaks
- MÍRIAM LEITÃO O risco da bolh
- CELSO MING Continua solta
- MIGUEL REALE JÚNIOR Era carnaval
- Nelson Motta Carnaval politicamente correto
- ROBERTO FREIRE A presidente imperial
- MERVAL PEREIRA Bom, mas nem tanto
- MARCO ANTONIO VILLA Governo Dilma não tem vida pró...
- VINICIUS TORRES FREIRE O jeitinho do PIB brasileir...
- MÍRIAM LEITÃO Um novo FMI?
- MONICA BAUMGARTEN DE BOLLE A insustentável não lev...
- FERNANDO DE BARROS E SILVA Camelô de cátedra
- DIOGO MAINARDI O BRASIL EXPLICADO PARA “COELHINHO...
- Dora Kramer Tom pastel
- Luiz Garcia Mais uma
- Celso Ming Maior que as pernas
- Mansueto Almeida As compras da Petrobras: controle...
- Fernando Gabeira Brasil, Líbia e os outros
- Rogério Furquim Werneck Malabarismo na Fazenda
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG A bolsa é para a escola
- VINICIUS TORRES FREIRE - O governo morde e assopra...
- Míriam Leitão Nova dose
- Merval Pereira Sempre pode piorar
- Dora Kramer PDB mostra sua face
- Alberto Tamer - Juro ajuda mas não segura a inflaç...
- Celso Ming Estabilização cambial
- Roberto Macedo O shop-shop de turistas brasileiros...
- Demétrio Magnoli Na tenda de Kadafi
- Moacyr Scliar, o mestre da ironia - Felipe Fortuna...
- Hisham Matar "Líbios estão redescobrindo o que sig...
- MARTHA MEDEIROS - Bicicletas levadas a sério
- Míriam Leitão Os sinais do painel
- Fernando de Barros e Silva Dá o pé, Dilma
- Merval Pereira Morde e assopra
- Celso Ming Mais incertezas
- Dora Kramer Janela indiscreta
- Newton Carlos O visitante Barack Obama
- David Kupfer Entrando nos trilhos
- Jacques Rogge O grande perigo
- Roberto DaMatta De que lado está o Estado?
- José Nêumanne Copa de 2014: crônica do mico anunci...
- Rolf Kuntz A dignidade do orçamento
- Celso Ming A tesoura do governo
- Dora Kramer Orientação programática
- EROS ROBERTO GRAU Um panfleto anticlerical
- VINICIUS TORRES FREIRE "Eu acredito em duendes"
- ARTHUR VIRGÍLIO A conta da gastança
- Míriam LeitãoTesoura e Tesouro
- Wilson FigueiredoEmpurra que pega
- Merval Pereira Credibilidade
- Celso Ming - Trato é trato
- Dilma decide afastar diretoria de Furnas Raymundo ...
- Dora Kramer A falência da elite Dora Kramer
- Adriano Pires Dilemas de Dilma no pré-sal
- José Pastore Avanços nas relações do trabalho
- Ilan Goldfajn A volta do dragão
-
▼
Março
(225)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA