| O Estado de S. Paulo - 20/06/2011 |
O ministro Guido Mantega chamou a imprensa na semana passada para alardear: o risco americano, ou seja, o risco de se aplicar em títulos do governo americano, é maior que o risco Brasil. E isso, acrescentou, se explicava pela fraqueza da economia americana e pela fortaleza da nossa; pelo fracasso da política econômica lá deles e pelo sucesso da dele, Mantega. O ministro se baseava numa situação de fato insólita. Há um papel no mercado internacional chamado CDS (Credit Default Swap), uma espécie de seguro que o investidor compra para se proteger de eventual calote em títulos de governo. Assim: o sujeito compra um papel do Tesouro brasileiro e, para se proteger, um CDS vinculado. Quanto maior o risco de não pagamento da dívida, maior o preço do seguro (do CDS). Pois na semana passada o CDS americano de um ano custava mais que o papel brasileiro equivalente. Viram só? Qual é o outro lado da história? Não foi o risco Brasil que diminuiu, foi o americano que subiu. E por razões políticas. Nos EUA, republicanos, que têm a maioria no Congresso, se recusam a aprovar uma lei proposta por Barack Obama que aumenta o teto da dívida americana, já no limite. Nessa circunstância, o governo americano não pode emitir títulos novos para pagar os que estão vencendo e mais os juros. O que vai acontecer? O governo vai pagar em dólares (monetizar a dívida, encher o mercado mundial de mais moeda desvalorizada)? Teria recursos para isso? Ou vai atrasar os pagamentos? É mais provável que os republicanos estejam apenas esticando a corda, de modo a arrancar outras coisas do presidente Obama. Mas, enquanto isso, o CDS deles subiu, piorou no curtíssimo prazo. E vai cair quando se resolver o embrulho político. E foi tudo. Não decorre daí que o Brasil está melhor. Se estivesse, a taxa básica de juros aqui - os 12,25% do Banco Central - não seria a maior do mundo, disparada. A taxa real de juros não seria de 5,5% ao ano, enquanto está em torno de zero em boa parte do mundo e é negativa em muitos países, inclusive nos EUA. Para colocar os títulos da dívida de dez anos, os EUA pagam 2,9% ao ano e o governo brasileiro paga 4,7%, em dólares. Para se financiar em reais, o governo brasileiro paga 12,3% ao ano, e o Tesouro americano paga 0,5% em moeda local. Juros elevados num mundo de juros baixos exibem o sintoma da doença brasileira. Por que não caem? Essa é a pergunta que o ministro Mantega deveria responder. É nisso que deveria estar trabalhando. O Brasil melhorou muito, mas chegou a um ponto em que exige mudanças importantes para continuar avançando. Eis algumas histórias de que tomei conhecimento nos últimos dias: o advogado Eduardo Fleury, de São Paulo, estava numa conference call com clientes de uma empresa americana, preparando novos investimentos no Brasil. Estavam quebrando a cabeça para descobrir como superar as variadas barreiras burocráticas. Após algumas horas de conversa, o CFO americano comenta: "Mas será que vale a pena isso tudo?"; o diretor de uma empresa industrial alemã conversa com possíveis parceiros numa fábrica em São Paulo: "Mas por essas contas, o custo de produção no Brasil é 30% maior que na Alemanha. É isso mesmo?"; de um executivo francês que trabalha no Brasil e tem família em Santos: "Pelo telefone fixo, é mais caro falar de Santos para São Paulo do que de Paris para São Paulo. Como pode?"; de outro: "O Brasil tem tudo para produzir energia - rios, quedas d"água, ventos, petróleo, biocombustíveis e até minério de urânio. E tem também a energia mais cara do mundo. Como pode?"; um operador do JP Morgan, nos EUA, comentando com brasileiros: "O Brasil tem prazo de validade, vai até a Copa. Depois, todo mundo vai rever investimentos". E, por falar nisso, também ficamos sabendo que funcionários do governo brasileiro procuraram recentemente colegas alemães para buscar informações sobre a preparação da Copa. "Agora!?" - foi a resposta (e o espanto) dos alemães. A Copa tem sido uma das preocupações centrais do governo Dilma - e precisa mesmo ser assim. Há atrasos em todos os projetos e na organização geral. O Congresso ainda está votando a lei que regulamenta (e simplifica) as licitações de obras ligadas ao campeonato. O BNDES já tem os recursos para financiar estádios, mas a falta de alguma coisa (projeto, licitação, licença, contratos, etc.) tem bloqueado os empréstimos para obras cruciais. Na reforma do Maracanã, por exemplo, o governo do Rio está utilizando recursos próprios para não deixar as obras paradas enquanto espera o dinheiro do BNDES. Gasta, assim, verbas orçamentárias que deveriam ser destinadas a escolas, hospitais, segurança (os bombeiros!) e unidades de pacificação. Em São Paulo, a Odebrecht iniciou a terraplenagem do estádio do Corinthians por sua conta e risco. Simplesmente não há contrato assinado para as obras e a Câmara de Vereadores da cidade ainda está votando a lei que concede as reduções de impostos sem as quais o estádio não é viável. A Fifa vai anunciar a cidade da abertura da Copa agora em julho. E assim segue a ciranda. Foram impressionantes a inação e a incapacidade do governo Lula de colocar o evento num ritmo forte e seguro. O caso dos aeroportos é o mais visível. O que o atual governo percebeu - que o setor público não tem nem os recursos nem a capacidade para tocar as obras e os serviços necessários - estava amplamente demonstrado por analistas independentes desde que o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa. Mas, além desse caso, por toda parte se encontra uma falha de governo - do federal, dos estaduais e dos municipais. Estamos de novo num ambiente do quebra-galho. A Copa vai sair assim, no puxadinho. Mas não se faz um país assim. Os problemas da Copa também são um sintoma. |
Segunda-feira, Junho 20, 2011
'É nóis!' Carlos Alberto Sardenberg
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2011
(2527)
-
▼
Junho
(310)
- Serra: até as paredes sabem sobre Mercadante
- Nem tanto ao mar Dora Kramer - Dora Kramer
- Mais coerência Celso Ming
- Pressionada MERVAL PEREIRA
- Pão de Açúcar-Pão francês MIRIAM LEITÃO
- Pão de Açúcar-O cofre e os negócios JANIO DE FREIT...
- O que é Estado laico? IVES GANDRA MARTINS FILHO
- Amigo ou inimigo, o jogo continua SERGIO FAUSTO
- Crônica ou parábola? ROBERTO DaMATTA
- Indecentes úteis DORA KRAMER
- Exorbitâncias do BNDES Editorial - O Estado de S.P...
- Encruzilhada MIRIAM LEITÃO
- Sem convencer Merval Pereira
- A pergunta ANTONIO DELFIM NETTO
- A Europa compra tempo Celso Ming
- Regime diferenciado e imoral José Serra
- Sigilo para incompetência? Rolf Kuntz
- Veja Edição 2223 • 29 de junho de 2011
- Verdes e cidadania MERVAL PEREIRA
- O tamanho da sombra MIRIAM LEITÃO
- Mundo bizarro José Paulo Kupfer
- Um brasileiro na FAO Editorial- O Estado de S.Paul...
- Os avanços tecnológicos e as novas formas de guerr...
- Bandidagem agrária - Xico Graziano
- GOVERNO SÉRGIO CABRAL: O REI ESTÁ NU !
- É mais investimento Celso Ming
- Redução de danos Dora Kramer
- A competência generosa José Serra
- Coisas estranhas Paulo Brossard
- FHC e o carcereiro ROBERTO POMPEU DE TOLEDO Revist...
- Falácias e verdades MAÍLSON DA NÓBREGA Revista Vej...
- No Reino dos Coliformes CLAUDIO DE MOURA CASTRO Re...
- MINISTÉRIO DE ALOPRADOS REVISTA VEJA
- Segredos de liquidificador MELCHIADES FILHO
- Diga aí, Cabral! RICARDO NOBLAT
- Não existe almoço de graça LUIZ FELIPE PONDÉ
- Água no etanol JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO
- Sinal vermelho na Petrobrás EDITORIAL O Estado de ...
- Segredo de Estado e corrupção Carlos Alberto di Fr...
- Como surge o separatismo Paulo R. Haddad
- Paulo Renato sabia o que fazer na Educação e perse...
- Razões que a razão desconhece FERREIRA GULLAR
- Os oráculos MIRIAM LEITÃO
- Depois do dilúvio de dólares VINICIUS TORRES FREIR...
- Sejamos civilizados DANUZA LEÃO
- Eliane Cantanhêde Hackers pela ética
- A Era dos hackers Alberto Dines
- Ideologias Merval Pereira
- Suspense grego Editorial Estadão
- A ficha caiu Adriano Pires e Abel Holtz
- Itália e Brasil, aproximações Luiz Sérgio Henrique...
- Presos na teia de aranha Gaudêncio Torquato
- Esboços de uma obra capital José Arthur Giannotti
- Desonestidade é cultura João Ubaldo Ribeiro
- Obama aciona as reservas Celso Ming
- Em nome da Copa Dora Kramer
- Alimento e petróleo assustam Alberto Tamer
- O visto de Battisti é ilegal Editorial O Estado de...
- Obama aciona as reservas Celso Ming
- Inquietação na Grã-Bretanha Gilles Lapouge
- A política vai mudar KÁTIA ABREU
- Redes & redes! Cesar Maia
- Cabral, o bom amigo FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Laranja madura na beira da estrada... Sandra Caval...
- Na contramão VALDO CRUZ
- Governabilidade MERVAL PEREIRA
- Crise de confiança Celso Ming
- Segredo é para quatro paredes Fernando Gabeira
- Disputa tecnológica Merval Pereira
- O Supremo e o custo do emprego VINICIUS TORRES FRE...
- Antes da queda DORA KRAMER
- Proposta irresponsável O Globo Editorial
- O grande momento de FH Rogério Furquim Werneck
- A luta do século Nelson Motta
- Fed diz que fez o que podia Alberto Tamer -
- Governo reage:: Merval Pereira
- Sem eira nem beira DORA KRAMER
- Drogas e gravatas CONTARDO CALLIGARIS
- A promiscuidade na vida pública EDITORIAL
- Gregos e bárbaros MIRIAM LEITÃO
- Festa macabra DEMÉTRIO MAGNOLI e ADRIANO LUCCHESI
- Muito além do Big Mac JOSÉ SERRA
- Os sigilos e a presidente EDITORIAL O Estado de S....
- Alegria e farsa nos mercados VINICIUS TORRES FREIR...
- Recesso à vista! VALDO CRUZ
- Metas e inflações MIRIAM LEITÃO
- O último tango em Atenas ALEXANDRE SCHWARTSMAN
- Jabuti maroto DORA KRAMER
- Elogio ao sociólogo que virou tese JOSÉ NÊUMANNE
- Desigualdade persiste MERVAL PEREIRA
- Desmandos e calotes ROLF KUNTZ
- O piano e o banquinho ELENA LANDAU
- O problema do passado Roberto DaMatta
- A economia de Dilma é essa aí VINICIUS TORRES FREI...
- Absoluto e relativo MIRIAM LEITÃO
- Visão autoritária MERVAL PEREIRA
- DEPUTADOS NÃO LEGISLAM?
- A Europa vacila CELSO MING
- Exercício da razão Dora Kramer
- A presidente hesita João Augusto de Castro Neves
- A convenção da OIT sobre as domésticas José Pastor...
- Tragédia expõe relação de Cabral e empresários e c...
- E a malandragem? J. R. GUZZO
- Este nosso Brasil LYA LUFT
- POLÍTICA EXTERNA COM DILMA: NADA, ABSOLUTAMENTE NA...
- Questionar dogmas AMIR KHAIR
- Dilma e seu paradoxo FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Resgate da memória DENIS LERRER ROSENFIELD
- Por que Dilma Rousseff não mostra a sua cara? MARC...
- Câmbio - a doença é brasileira, não holandesa Nath...
- A hora e a vez das energias renováveis José Goldem...
- 'É nóis!' Carlos Alberto Sardenberg
- Aos 80, FHC se reinventa Fernando de Barros e Silv...
- Além do básico MIRIAM LEITÃO
- Teoria e prática MERVAL PEREIRA
- Às cegas FERREIRA GULLAR
- Políticas sociais para o século 21 EDMAR BACHA e S...
- O tempo DANUZA LEÃO
- A Realpolitik e a utopia Gaudêncio Torquato
- FHC aos 80 Celso Lafer
- Nova prisão do ''companheiro'' Editorial- O Estado...
- A leniência da Aneel Editorial - O Estado de S.Pau...
- A alma do negócio Dora Kramer
- Preços agrícolas sob pressão Alberto Tamer
- Suely Caldas As concessões elétricas
- Teorias & manias Humberto Werneck
- João Ubaldo Prossegue a reforma política
- Evitar derrota na Copa e Olimpíadas EDITORIAL O GL...
- Quem pagará esse estádio EDITORIAL O ESTADÃO
- A serviço de quem? JOSÉ ÁLVARO MOISÉS
- A calcinha da Luluzinha RUTH DE AQUINO
- Politicagem e inoperância VALDO CRUZ
- Redesenho eleitoral MERVAL PEREIRA
- Grãos em alta MIRIAM LEITÃO
- FHC: parabéns e obrigado! LUIZ CARLOS MENDONÇA DE ...
- CLAUDIO HUMBERTO
- Lei Palocci ELIANE CANTANHÊDE
- O futuro nuclear MIRIAM LEITÃO
- FH se reinventa aos 80 MERVAL PEREIRA
- Mãezonas, megeras e mulherzinhas NELSON MOTTA
- Delito coletivo Dora Kramer
- São Paulo na economia brasileira Paulo R.Haddad
- 30 anos da lei ambiental, que fazer para cumpri-la...
- Onde está o Wally Cardozo? Eliane Cantanhêde
- Assim é se lhe parece - Merval Pereira
- VINICIUS TORRES FREIRE - Os EUA se rendem ao Brasi...
- JANIO DE FREITAS - Sigilo sem segredo
- Brasil com miséria e sem lógica ROBERTO MACEDO
- Primeiro round Dora Kramer
- Uma variável desaparecida Marcelo Coutinho
- Miséria e sem lógica Roberto Macedo
- Gustavo Franco:déficit do governo é de 12% do PIB
- O grande dilúvio dos salários VINICIUS TORRES FREI...
- Respeito à História EDITORIAL O Estado de S.Paulo
- De Gaulle e a escolinha ROLF KUNTZ
- Dois filmes ROBERTO DaMATTA
- Unidos e desconfiados MIRIAM LEITÃO
- Limites à democracia MERVAL PEREIRA
- Equilíbrio macroeconômico sob ameaça GUSTAVO LOYOL...
- Ideli e os peixes miúdos ELIANE CANTANHÊDE
- Flores na entressafra Dora Kramer
- Fantasia e realidade Marco Antonio Villa
- Copa e infraestruturas urbanas Josef Barat
- Como a China ainda pode fracassar Martin Wolf
- Alemanha e bombeiros Fernando Jordão
- A bolha dos imóveis era bolha VINICIUS TORRES FREI...
- Incêndio no quartel Editorial - Folha de S. Paulo
- Portão 13 - MIRIAM LEITÃO
- O leilão A-3 de energia elétrica - Adriano Pires e...
- Terras raras, questão estratégica - Rubens Barbosa...
- Arte do impossível DORA KRAMER
- A única vez que vi João Gilberto ARNALDO JABOR
- Metáforas infelizes XICO GRAZIANO
- Tutela MERVAL PEREIRA
- A Classe operária vai ao paraíso Lúcio Vaz
- Senador gafanhoto Hugo Marques
- As bolsas no novo cenário da economia PAULO GUEDES...
- A CPI de Palocci, o “querido companheiro” GUILHERM...
- A Dilma da Dilma Guilherme Fiúza
- Operação Satiagraha-Impunidade anunciada
- A ascensão da China Maílson da Nóbrega
- Sorria. A senhora está sendo filmada Roberto Pompe...
- PIB gordo e salvador Raul Velloso
- Herói do combate às drogas Carlos Alberto Di Franc...
- FHC merece os parabéns Carlos Alberto Sardenberg
- Chernobyl e Fukushima Witold Lepecki
- Com açúcar, com afeto FERNANDO DE BARROS E SILVA
- -Wálter Maierovitch fala sobre o caso Palocci
- Sexta-feira sombria lá fora Alberto Tamer
- Canalhices africanas Gilles Lapouge
- Agora é definir limites Suely Caldas
- Creio que nem Antônio encara João Ubaldo Ribeiro
- O inverno ainda não começou VINICIUS TORRES FREIRE...
- Sim, ela pode MIRIAM LEITÃO
- A desindustrialização ETHEVALDO SIQUEIRA
- Nós, os extraditados JANIO DE FREITAS
- Não vale o escrito DORA KRAMER
- Instituição e rebeldia FERREIRA GULLAR
- À espera do cavaleiro Lula ELIANE CANTANHÊDE
- Sintomas de hiperpresidencialismo MERVAL PEREIRA
- O papel dos ex-presidentes GAUDÊNCIO TORQUATO
- Quero acreditar, mas cadê os ETs? MARCELO GLEISER
- O primeiro inverno do governo Dilma PEDRO MALAN
- Palocci, o herói DANUZA LEÃO
- Battisti…, Fernando Mottola*
- Ideli é premiada de novo — pelo que não fez - Rica...
- Ideli 2.0 Merval Pereira,
- FERNANDO DE BARROS E SILVA - Ideli vai à pesca
- Bolor BARBARA GANCIA
- Cuidar da casa LUIZ GARCIA
- Dilma e a política FERNANDO RODRIGUES
- A ministra do perfil arrebitado VINICIUS TORRES FR...
- Pedagogia do amém DORA KRAMER
- PT, de Palocci a Delúbio FERNANDO DE BARROS E SILV...
- Síntese de uma derrota - ALON FEUERWERKE
- A miséria do ‘Brasil Sem Miséria’ - JOSÉ SERRA
- As amazonas petistas - MERVAL PEREIRA
- Barulho ao fundo - MIRIAM LEITÃO
- Lição de pornopolítica - NELSON MOTTA
- Nuestra América vermelha - FERNANDO GABEIRA
- O uso do cachimbo DORA KRAMER
- A pior ideologia é a incompetência JOSÉ SERRA
- Gerência política MERVAL PEREIRA
- Palocci como sintoma DEMÉTRIO MAGNOLI
- AUGUSTO NUNES A coincidência de 1 bilhão de reais
- PIB ANTONIO DELFIM NETO
- Quem acordou a fera? ALEXANDRE SCHWARTSMAN
- Dilma faz política FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Inflação: é bom não relaxar ROLF KUNTZ
- Procurar é preciso DORA KRAMER
- Curvas divergentes MIRIAM LEITÃO
- Recomeço MERVAL PEREIRA
- Chutar o balde da ética e pisar na jaca da gestão ...
- Confusão mundial e o dinheirinho VINICIUS TORRES F...
- Nem um dia mais JANIO DE FREITAS
- Resistência à nova realidade mundial Ilan Goldfajn...
- Ganhos dos parlamentares na livre iniciativa José ...
- Demóstenes: Gurgel ‘se acovardou’ de olho no cargo...
- A crise e a sombra FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Solidão ELIANE CANTANHÊDE
- Sair ou sair MERVAL PEREIRA
- Ocaso de Palocci MIRIAM LEITÃO
- Sem mais delongas DORA KRAMER
- Quem vai ao ar perde o lugar! SANDRA CAVALCANTI
- O pepino de Dilma RUTH DE AQUINO
- Da gasolina ao shopping center - ÉPOCA
- Dinheiro do além na eleição -ÉPOCA
- Insepultos JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO
- A descentralização do poder PAULO GUEDES
- Código Ambiental Internacional DENIS LERRER ROSENF...
- Entrevista DEMÓSTENES TORRES - VEJA
- O ministro não conta J. R. GUZZO
- Variação patrimonial MELCHIADES FILHO
- O Delúbio da banca FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Jantares inteligentes LUIZ FELIPE PONDÉ
- Sócios na crise RICARDO NOBLAT
- O STF e a reforma EVERARDO MACIEL
- Só a escola tira da pobreza CARLOS ALBERTO SARDENB...
- EDITORIAL - O ESTADO DE SÃO PAULO - O nefasto efei...
- A estratégia é desafiar o público ou debochar dele...
- O elo perdido
- Apertem os cintos, o dinheiro sumiu
- O raio X da corrupção
- A penúltima do Palocci-Augusto Nunes
- Ares de transição Maria Celina D'Araujo
- Feitiço do tempo Dora Kramer
- Aperto prolongado Celso Ming
- A agenda neoliberal do PT Suely Caldas
- A reforma política já chegou João Ubaldo Ribeiro
- Uma confissão sub-reptícia CLÓVIS ROSSI
- Um punhado de vergonhas DANUZA LEÃO
- Interesse público Merval Pereira
- Quando urubu está de azar... FERREIRA GULLAR
- Novos desafios FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
- Ser e estar no governo GAUDÊNCIO TORQUATO
- As suspeitas ficam JANIO DE FREITAS
- Quem falou em escândalo? ETHEVALDO SIQUEIRA
- Sem convencer MERVAL PEREIRA
- Pontos fora da curva CESAR MAIA
- Dois tempos MIRIAM LEITÃO
- Dois movimentos ROBERTO RODRIGUES
- A grandeza dos baixinhos - NELSON MOTTA
- Energia nuclear agita o panorama WASHINGTON NOVAES...
- As causas estruturais do real forte LUIZ CARLOS ME...
- Os "indignados" e o banqueiro VINÍCIUS TORRES FREI...
- Um xerife para a Europa CELSO MING
- Prestar contas LUIZ GARCIA
- Sim, é possível MIRIAM LEITÃO
- Saco de gatos MERVAL PEREIRA
- Origens da crise DORA KRAMER
- Senhora presidente JOÃO MELLÃO NETO
- Situação-limite EDITORIAL O Estado de S.Paulo
- Dilma e a abertura dos aeroportos VINICIUS TORRES ...
- O coronel e a tortura - PERSIO ARIDA
- Situação crítica MERVAL PEREIRA
- Volta em si mesmo MIRIAM LEITÃO
- A maior conta JANIO DE FREITAS
- Não tem solução Dora Kramer
- A força das exportações Celso Ming
- Vocês querem dólar? Carlos Alberto Sardenberg
- A direita, o papagaio e o facão Eugênio Bucci
- 'Bullying' é bulir com a língua portuguesa Roberto...
- FMI precisa da Lagarde Alberto Tamer -
- A empada e a azeitona. Rolf Kuntz
- OS ABUSOS DAS TERCEIRIZAÇÕES NO BRASIL!
- Chantagem - Merval Pereira
- O PIB subiu no telhado. E daí? VINÍCIUS TORRES FRE...
- O efeito Fukushima Celso Ming
- Exemplo de superação Dora Kramer
- 'Somo tudo palaciano Roberto DaMatta
-
▼
Junho
(310)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA