O GLOBO
A ministra Dilma Rousseff é contra o Brasil levar metas para Copenhague porque o número tem que ser "credível". Custa a crer que o Brasil queira chegar de costas a Copenhague. O país só tem a ganhar tendo objetivos ousados na reunião do clima, porque cada medida pensada traz ganhos econômicos para nós. Além disso, assumiríamos um papel de liderança que merecemos ter.
A divisão que paralisa o governo é provocada por uma visão distorcida do tema. Na reunião de terça-feira entre Lula, ministros e técnicos dos ministérios, os participantes levaram números pedidos pelo presidente. Lula queria saber quanto custaria cada política imaginada para o esforço de cada área na redução dos gases de efeito estufa.
O Ministério da Ciência e Tecnologia tem a ideia de que para aumentar a sua contribuição precisaria de mais investimentos em satélites. Assim, ajudaria de forma mais eficiente o monitoramento do desmatamento. Gostaria de pôr em prática propostas que nasceram na Academia Brasileira de Ciências, de maior integração entre pesquisa e cadeia produtiva. Desta forma, seriam criados centros produtivos em cidades médias da Amazônia, explorando produtos desenvolvidos por pesquisa em biotecnologia. Seriam clusters (pólos produtivos) que ofereceriam emprego, atividade econômica derivada da floresta, mas sem destruí-la. Isso exigiria investimentos de R$1 bilhão por ano.
A Agricultura poderia contribuir com uma redução substancial nas emissões dos gases de efeito estufa com medidas que só melhorariam nossa produtividade. Os projetos são a integração lavoura-pecuária, que permitiria um uso de área menor de terra para produção; incentivo ao plantio direto, que não revolve a terra, e por isso reduz emissões; recuperação de área degradada; fim da queima da cana-de-açúcar. Os números não estão fechados, mas um dado aproximado era de que isso exigiria R$5 bilhões de investimento anual.
O Ministério do Desenvolvimento teria muito a fazer criando normas de produção mais sustentável como, por exemplo, o aço verde, ou seja, uma produção siderúrgica que só use carvão vegetal de área de plantio. Se não for assim, o aço brasileiro pode ser barrado no mercado internacional. É por isso que o antigo Instituto Brasileiro de Siderurgia mudou o nome para Aço Brasil. Ele quer se diferenciar dos produtores de ferro gusa que ainda usam madeira de desmatamento.
O Ministério da Energia deveria olhar o pesado investimento que a China está fazendo em energia eólica e solar (fotovoltaica) e concluir que o melhor é abandonar projetos de termelétricas a carvão e a óleo combustível. Se a oferta futura de energia for de fontes renováveis, e não fósseis, o Brasil consolida a imagem de país de matriz energética mais limpa do que a de outros países.
Essas são algumas das medidas que se forem assumidas farão com que o Brasil apresente uma proposta mais ousada para Copenhague e se credencie para mecanismos de financiamento da nossa transição. Mas caminha-se para não ter meta alguma e para se limitar a prometer o já prometido: a redução do desmatamento em 80%. Como já expliquei neste espaço, é 80% a partir de 19 mil km de desmatamento por ano. Parte da queda já houve. Tendo como meta 80% até 2020, isso é o mesmo que ter uma cota anual de destruição de quase quatro mil km de florestas por ano. E na Amazônia quase todo desmatamento é ilegal. O compromisso com o desmatamento ilegal zero é lutar para que a lei seja cumprida. Isso não pode ser ruim para o Brasil. Pelo contrário.
O que paralisa o governo é a opinião da ministra Dilma Rousseff, do ministro Celso Amorim, e de outros, de que, como o Brasil não é obrigado a ter metas, por não ser do anexo 1 do Protocolo de Kioto - onde estão os países de industrialização mais antiga -, é melhor não se comprometer com coisa alguma em Copenhague. É um erro. Primeiro, porque combater o desmatamento ilegal, investir em biotecnologia, ter novas fontes de energia, aumentar a produtividade da agricultura, ter uma logística mais eficiente, não queimar floresta em alto-forno de siderúrgica, aumentar a eficiência energética, acabar com queimadas da cana são medidas de bom governo e não concessões ao mundo. São avanços para nós e, como consequência, aumentam nossa contribuição para a tarefa global de lutar contra o aquecimento. Favorece o Brasil primeiro, depois o mundo.
Segundo, porque o Brasil está no time que decide. Na Rio-92 éramos um país com inflação descontrolada, dívida externa alta, presidente sob risco de impeachment, e mesmo assim conseguimos ter uma posição de liderança na convenção do clima. Hoje, o Brasil é um dos grandes, tem economia sólida, respeito internacional. Não deve se apequenar aproveitando as brechas para nada fazer em Copenhague. Brechas dadas por um protocolo que pode morrer em 2012. O Brasil pode liderar a construção do futuro.
Não é crível que o Brasil se perca nos atalhos, nas miudezas, nas mesquinharias, em vez de embarcar para Copenhague com a estatura que merece ter, com metas voluntárias, mas ousadas e que possam ser medidas e cobradas de nós. Não porque o mundo nos impõe isso, mas porque isso é o sensato a fazer. Por nós, nossos filhos e netos.
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2009
(3759)
-
▼
Novembro
(246)
- Carta ao Leitor
- Entrevista Michael J. Fox
- Lya Luft
- Maílson da Nóbrega
- RADAR
- Será que genro é parente?
- "Triste e abatido"
- O mensalão de Brasília
- Derrota da diplomacia petista
- Mujica não assusta
- Tempestade no deserto
- O lixo diário de cada um
- Sem medo da verdade
- Reinaldo Azevedo:
- Clipping 23/11/2009
- Ahmadinejad e os direitos humanos Denis Lerrer Ro...
- Ricardo Noblat Quem planta colhe
- CELSO MING Especulação com juros
- Los dos nuevos delitos que nos desafían Por Marian...
- Extorsiones de un monarca Por Joaquín Morales Solá...
- Dora Kramer Engenharia de obra feita
- Rubens Ricupero:: Extradição e crime político
- Bloco dos sujos Miriam Leitão
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Tecnofobia num boteco do Leblo...
- Saúde na UTI
- MERVAL PEREIRA Sem terceira via
- A censura na perspectiva histórica Boris Fausto
- Propostas para a era pós-Lula Gaudêncio Torquato
- As lições de Ricupero e o apagão Suely Caldas
- Reinaldo Azevedo A BOBAGEM DE LULA SOBRE O ORIENTE...
- Ricardo Noblat - Estatais põem anúncio de 2 página...
- 21/11/2009
- VEJA Carta ao Leitor
- Entrevista Adolfo Pérez Esquivel
- Claudio de Moura Castro Tecnologia para ricos ou p...
- Radar Lauro Jardim
- Propaganda A divinização do presidente Lula
- Apagão: uma explicação mais lógica
- STF Decisão que pode ou não ser cumprida
- Copenhague: ainda há esperança de avanço
- Pequenos se destacam nas vendas pela internet
- Vale investigar a herança contida nos genes?
- Diogo Mainardi Quem é o "Filho do Brasil"
- Polêmica sobre a mamografia confunde as mulheres
- Rainha e Maroni: o sem-terra e o sem-boate
- Os absurdos do sistema eleitoral brasileiro
- Cerco ao fumo dissemina-se pelo país e pelo mundo
- Venezuela O país do petróleo mergulha na recessão...
- Política econômica O namoro com a heterodox...
- Julie & Julia, com Meryl Streep
- O sucesso do R&B no Brasil
- VEJA Recomenda e Os mais vendidos
- O Original de Laura, de Nabokov
- O Terremoto Financeiro, de Norman Gall
- J. R. Guzzo É nisso que dá
- “A LULA O QUE É DE CESARE"
- Está nas mãos de Lula salvar a face do STF-Ricardo...
- Vigor no emprego Celso Ming
- Teatro do oprimido Dora Kramer
- Apagão: explicação do governo não convence especia...
- Gaudêncio Torquato O apagão e as oposições
- Apagou geral por Ricardo Noblat
- Os torpes labéus JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Entendeu, minha filha?Eduardo Graeff, 13/11/09Dilm...
- Augusto Nunes Uma lição ao país sem memória
- Carta ao Leitor
- Entrevista Abraham Lowenthal
- Lya Luft
- Radar Lauro Jardim
- Roberto Pompeu de Toledo
- Diogo Mainardi
- A Uniban tenta consertar o estrago
- Encontrada água na Lua
- O transatlântico de vinte andares
- Brasileiros reforçam as outras seleções
- Bebês imitam a voz das mães
- Os bonitões aderem ao cavanhaque
- As crianças estão cada vez mais altas
- A polícia de Fidel espanca blogueira
- As redes sociais a serviço do ensino
- A reação da indústria automobilística
- Maílson da Nóbrega
- Especial Corpo humano: novo manual de instruções...
- Os interesses secretos do defensor dos curdos
- Terrorismo Autores do 11 de setembro serão julga...
- Estados Unidos A volta do terror islâmico
- O Enade faz propaganda do governo
- Bolsa-celular: artimanha eleitoreira
- O apagão do governo Lula
- Teoria da conspiração do mensalão
- Duplo apagão em Brasília
- A China mexe um dedo Celso Ming
- Merval Pereira Vitória de Marina
- Vinicius Torres Freire O ministro está encerrado
- Luiz Carlos Mendonça de Barros:: Apagão: um sinal ...
- Miriam Leitão Malabarismo verde
- Serra critica o sistema e Aécio, a ministra
- Eliane Cantanhêde Apareceu a margarida
- Fernando de Barros e Silva Os iluminados
- Dora Kramer Chuvas e trovoadas
- Raios e Trovões-Adriano Pires
- Lula não quer chutar(Giulio Sanmartini)
- Augusto Nunes sobre o apagão
- A politização do Enade-O ESTADO DE S PAULO EDITORI...
- Merval Pereira - Gestão inteligente
- Os outros apagões Celso Ming
- Cegos no tiroteio Dora Kramer
- Uma percepção sobre a tributação no setor elétrico...
- Mentiras no rádio de pilha VINICIUS TORRES FREIRE
- Leviatã -Demétrio Magnoli
- 'Nunca antes na História'
- Miriam Leitão:: Apagão mental
- 'Rede inteligente' seria solução do sistema, diz e...
- Adriano Pires: 'Faltam investimento e gestão mais ...
- CELSO MING - Deslumbramento
- Anotações para uma reedição da história universal ...
- Fernando de Barros e Silva:: Caetano é "neguinha"
- Miriam Leitão:: Governo manipula
- Dora Kramer:: Turbulência no tribunal
- Merval Pereira:: Jogo jogado
- Perna de fora : RUY CASTRO
- Hitler, o Pateta e a eleição federal: José Nêumann...
- Lula administra empurra-empurra de Itaipu e Furnas...
- O APAGÃO NO PAÍS DO JEGUE PÓS-MODERNO
- Míriam Leitão - LIÇÕES DO APAGÃO
- Conheça o histórico dos grandes apagões brasileiro...
- Ideia inviável Celso Ming
- Penas: pouco progresso: Luiz Garcia
- Olha o subperonismo aí gente!: Arnaldo Jabor
- Mikhail Gorbatchov:Mais muros para cair
- Vinicius Torres Freire:: Muros e mumunhas da histó...
- José Pastore:: Empregos americanos e brasileiros
- Miriam Leitão Mundo plural
- Dora Kramer-De calças curtas
- Fernando de Barros e Silva:: A mídia "partidarizad...
- Merval Pereira:: A sociedade se mobiliza
- A realidade das ferrovias Josef BARAT
- Ricardo NoblatPor que Serra demora
- Uma breve teoria do poder Ives Gandra Martins
- Os linchadores da Uniban FERNANDO DE BARROS E SILV...
- Megalomania FERNANDO RODRIGUES
- Investir para crescer mais RAUL VELOSO
- Diplo-MÁ-cia Autor(es): Denis Lerrer Rosenfield
- MARIANO GRONDONA ¿Comenzó la cuenta regresiva o es...
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ Bajo el gobierno de gremiali...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Guerra tecnológica
- Alberto Dines:: Antes do muro
- Merval Pereira:: Nivelando por baixo
- Dora Kramer:: Tempo de estio
- FERREIRA GULLAR Uma experiência-limite
- DANUZA LEÃO Para não esquecer
- VINICIUS TORRES FREIRE Aritmética da Emília e da ...
- ELIANE CANTANHÊDE O julgamento
- CLÓVIS ROSSI O câmbio, o peixe e o gato
- Visita incômoda
- Os próximos 12 meses muito dirão Pedro S. Malan
- Felizes trópicos! Felizes tempos! Gaudêncio Torqua...
- Até onde Lula acertou O ESTADO DE S PAULO EDITORIA...
- Míriam Leitão:: Perigos da floresta
- CELSO MING - Pressão neles
- A Olimpíada pode ser uma festa Miguel Reale Júnior...
- Meu rol de implicâncias Mauro Chaves
- Miriam Leitão:: Dois pesos medidos
- Cesar Maia: : Formadores de opinião
- Dora Kramer:: A leite de pato
- Merval Pereira:: Protagonistas e coadjuvantes
- VEJA Carta ao Leitor
- VEJA Entrevista Bruno Senna
- Ética A rotina de transgressões dos nossos polít...
- A proposta do Brasil em Copenhague
- Investimentos A nova aposta de Warren Buffett: f...
- Alemanha O que mudou no país desde a queda do mu...
- Estados Unidos A vitória dos republicanos em ele...
- Astronautas treinam para enfrentar stress espacial...
- O chef da Le Cordon Bleu no Brasil
- Por que os vinhos tintos não combinam com peixe
- Vândalos destroem bicicletas públicas de Paris
- Obesos sofrem com o preconceito
- Maurren Maggi, ouro olímpico, desempregada
- Medicina Paciente processa médico da cirurgia de...
- Memória Claude Lévi-Strauss
- Radar Lauro Jardim
- Diogo Mainardi Os moluscos do Brasil
- J. R. Guzzo- Fim do mundo
- Poemas inéditos do jovem Drummond
- O Seminarista, de Rubem Fonseca
- Pureza Fatal: uma biografia de Robespierre
- 2012, de Roland Emmerich
- VEJA REcomenda e Os mais vendidos
- Celso Ming -Demanda para os dólares
- Fala Armínio - Miriam Leitão
- Vinicius Torres Freire-Um tabu e uma atração fatai...
- Fernando de Barros e Silva: FHC, PSOL e Dilmita
- Dora Kramer: Casa de ferreiro
- Merval Pereira: Alquimia política
- Negócios especiais CARLOS ALBERTO SARDENBERG
- Sem rumo: Míriam Leitão
- Tucanos fritos e aflitos - Vinicius Torres Freire
- Cautela prejudicial - Merval Pereira
- A desordem das coisas - Dora Kramer
- Poupança fraca Celso Ming
- FMI alerta para aquecimento do mercado Alberto Tam...
- Uma nova arquitetura mundial George Soros
- O Brasil e os perigos do pós-crise Rolf Kuntz
- FHC ataca ''inércia da oposição'' diante de ''auto...
- Perfurar as bolhas Celso Ming
- Sobre-sal: Miriam Leitão
- Roberto Freire,: ''PAC virou órfão, é uma irrelevâ...
- O ''autoritarismo popular'' de Lula
- FHC, Lula, apatia e "autoritarismo": Vinicius Torr...
- Olho vivo e faro fino: Dora Kramer
- Estado autoritário: Merval Pereira
- Dora Kramer Em feitio de autocrítica
- CELSO MING - Cautela na roça
- Oxente! Deu Baiana no 'Times' Lucas Mendes
- Sarkozy no chuveiro Ivan Lessa
- Reinaldo Azevedo-VALOR DA SOCIEDADE DE MERCADO E V...
- FERNANDO DE BARROS E SILVA A Marcha de Jesus e o ...
- Dora Kramer Em feitio de autocrítica
- MIRIAM LEITÃO - Lula não viu
- Luiz Garcia - Desbridamento no Congresso
- Ilan Goldfajn - Câmbio e equilíbrio
- MERVAL PEREIRA - Marcas para 2010
- Yoshiaki Nakano: A guerra cambial e o IOF
- Ricardo Noblat: O que Maria levou
- Judas, imprensa e poder Carlos Alberto Di Franco
- Acordo em Honduras
- Augusto Nunes A mentira como rotina tenta camuflar...
- CELSO MING -A desmoralização do Mercosul
- Dora Kramer Vícios insanáveis
- MARIANO GRONDONA Hecha la trampa, ¿sólo después se...
- Pelea entre dos derrotados Por Joaquín Morales Sol...
- Miriam Leitão Tempo elástico
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Plugue deles, tomada nossa
- Uma política fracassada JULITA LEMGRUBER
- De fora para dentro
- MERVAL PEREIRA - O gato verde
- FERREIRA GULLAR Em direção à desordem
- DANUZA LEÃO Poder compartilhar
- VINICIUS TORRES FREIRE "LUV": um amor de crise
- Suely Caldas Serra e Dilma, diferenças e semelhanç...
- A recuperação americana
- A deterioração das contas públicas
- Mercosul bolivariano?
- A perereca é um detalhe Gaudêncio Torquato
- Para onde vamos? Fernando Henrique Cardoso
-
▼
Novembro
(246)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA