O Globo
Enquanto a presidente Dilma prossegue na sua ação saneadora no Ministério dos Transportes, para espanto de seus aliados no Congresso e também do próprio ex-presidente Lula, que estaria preocupado com o risco de isolamento que a presidente correria, podemos assistir a um desfile de desfaçatez que exemplifica bem a deterioração das relações políticas nos dias atuais.
O líder do Partido da República, que está no centro do alvo da limpeza ética que se processa sob a orientação da presidente, não se constrange em mais uma vez utilizar a arma da chantagem política para tentar reequilibrar o jogo, a esta altura francamente desfavorável a seu partido.
O deputado Lincoln Portela acha que as demissões a conta-gotas estão desgastando o seu partido diante da opinião pública, e diz que o governo está "demonizando" o PR, lembrando os bons serviços prestados pelo partido, na sua encarnação PL, com a indicação de José Alencar para a vice-presidência de Lula.
Esqueceu-se o nobre deputado que está na origem dessa escolha, numa reunião entre Valdemar da Costa Neto e Delúbio Soares, com a presença de José Dirceu, uma das pontas do mensalão.
Não podendo discordar da decisão da presidente de demitir os envolvidos em corrupção, finge que está apenas querendo equilíbrio nas decisões. "A balança tem de ser uma só", disse ele, pedindo de maneira pouco sutil a cabeça do diretor de infra-estrutura do Dnit, Hideraldo Caron, indicado pelo PT que continua aparentemente firme no cargo.
A ameaça mais ostensiva o deputado deixou para o fim da entrevista, quando fez uma previsão sobre os trabalhos no Congresso no segundo semestre, depois do recesso legislativo: "Se o governo federal não mudar a forma de tratar a base, haverá problemas na condução dos trabalhos legislativos no segundo semestre".
Nesses comentários de fim de expediente estão reunidos vários ingredientes para uma crise institucional grave: a disputa de nacos do poder com o PT; a percepção de que o PR está perdendo terreno dentro do governo e, pior que isso, está sendo desmoralizado perante a opinião pública; e a ameaça de, com seus 41 deputados e sete senadores, dar o troco no governo em alguma votação importante no Congresso.
A facilidade com que os partidos da base ameaçam o governo em busca de melhores posições na sua estrutura, ou simplesmente atrás de liberação de verbas, só se torna aceitável numa democracia que se acostumou com distorções funcionais que vêm de longa data, com o Executivo subjugando o Legislativo e o Judiciário tomando para si a tarefa de legislar ou de interpretar a Constituição mesmo contra o que está escrito na lei.
O auge dessa situação de submissão do Congresso ao Executivo foi atingido no governo Dilma, que controlou a pauta do Legislativo durante esses primeiros seis meses através da emissão de medidas provisórias ou de projetos de lei com urgência, que impediram a votação de outros assuntos que não fossem os considerados prioritários pelo Executivo.
A estranheza da situação, que ocorreu pela primeira vez na história de nossa vida democrática, foi registrada pela reportagem do "Estado de S. Paulo", mas não recebeu dos senhores parlamentares nenhuma referência.
Ao contrário, o presidente da Câmara, o petista Marcos Maia, atuou sempre em consonância com o Palácio do Planalto, legitimando essa forma de controle do Legislativo pelo Executivo.
Nesse ambiente político, sobra para os deputados que se conformam com a impossibilidade de não terem iniciativas próprias as migalhas do poder, disputadas a tapas dentro da coligação governista. Os poucos que não participam desse conluio têm espaço reduzido nos partidos para atuar de maneira independente.
O favor que os partidos aliados podem prestar ao Executivo é barrar iniciativas que, aprovadas por cochilos dos governistas, tentam superar a situação de submissão em que se encontra o Legislativo.
É o caso da mudança na tramitação das medidas provisórias, que o senador Aécio Neves, de posse da relatoria de um projeto oriundo da própria presidência do Senado, tentou transformar em uma afirmação do Legislativo sobre o Executivo, ao que tudo indica sem sucesso.
As medidas provisórias entram em vigor assim que editadas, e o governo quer que essa prerrogativa continue. O senador Aécio Neves propunha que elas só vigorassem depois de serem analisadas por uma comissão mista do Congresso, que teria um prazo mínimo para verificar se a medida se enquadra nas exigências legais, coisa que hoje não é levado em conta pelo Congresso, que aceita medidas provisórias que não têm nem urgência nem relevância, e também as que tratam de diversos assuntos desconexos ao mesmo tempo.
O mais provável é que o Congresso não imponha ao Executivo nenhuma restrição, e que o Senado apenas ganhe mais tempo para analisar as medidas provisórias, ficando cada Casa com um prazo fixo determinado para a análise do conteúdo das emendas, ao contrário de hoje, quando o prazo é conjunto e quase sempre gasto na Câmara, por onde entram as MPs.
À medida que abrem mão de suas prerrogativas, só resta aos parlamentares um papel coadjuvante no exercício do poder, que se torna protagonista quando estoura algum escândalo.
A pressão política que os partidos da base aliada podem exercer sobre o Executivo, quando abrem mão de programas partidários, será sempre fisiológica, o que os transforma em partícipes secundários do poder, ou potenciais promotores de escândalos. Um triste papel.
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2011
(2527)
-
▼
Julho
(245)
- DILMA: OS ENORMES RISCOS DA ESTRATÉGIA DE IMAGEM! ...
- O poder pelo poder GAUDÊNCIO TORQUATO
- A nova era na roda do chope JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Teatro do absurdo MÍRIAM LEITÃO
- Foco errado CELSO MING
- As marcas do atraso JANIO DE FREITAS
- Uns craseiam, outros ganham fama FERREIRA GULLAR
- Chapa quente DORA KRAMER
- Corrupção - cortar o mal pela raiz SUELY CALDAS
- Liberdade, oh, liberdade DANUZA LEÃO
- Como Dilma está dirigindo? VINICIUS TORRES FREIRE
- Prévias? Não no meu partido MARCO ANTONIO VILLA
- Dilma se mostra Merval Pereira
- A reforma tributaria possível. Ives Gandra da Sil...
- Um plano para o calote Celso Ming
- O ''PAC'' que funciona EDITORIAL ESTADÃO
- Mudança de enfoque - Merval Pereira
- Dilma e as sofríveis escolhas ALOISIO DE TOLEDO CÉ...
- Refrescar a indústria Míriam Leitão
- Míriam Leitão O dragão na porta
- Prévias da discórdia Merval Pereira
- O governo e a batalha do câmbio Luiz Carlos Mendon...
- Coragem e generosidade Nelson Motta
- O discreto charme da incompetência Josef Barat
- O que pensa a classe média? João Mellão Neto
- Mensagem ambígua Celso Ming
- Um boné na soleira Dora Kramer
- O sucesso de um modelo ALON FEUERWER KE
- Merval Pereira Bom sinal
- IVES GANDRA DA SILVA MARTINS - A velhice dos tempo...
- VINÍCIUS TORRES FREIRE - Dólar, bomba e tiro n"águ...
- A Copa não vale tudo isso EDITORIAL O ESTADÃO
- ALBERTO TAMER - Mais investimentos. Onde?
- CELSO MING - O dólar na mira, outra vez
- DORA KRAMER - Jogo das carapuças
- Dólar e juros MÍRIAM LEITÃO
- Ética flexível Merval Pereira
- Roubar, não pode mais EDITORIAL O Estado de S.Paul...
- Da crise financeira à fiscal e política Sergio Ama...
- Ficção científica nos EUA Vinicius Torres Freire
- Dólar, o que fazer? Míriam Leitão
- Lá se vão os anéis Dora Kramer
- Mundo que vai, mundo que volta Roberto de Pompeu ...
- Desembarque dos capitais Celso Ming
- E se não for o que parece? José Paulo Kupfer
- Economia Criativa em números Lidia Goldenstein
- A inundação continua Rolf Kuntz
- Abaixo a democracia! Reinaldo Azevedo
- Veja Edição 2227 • 27 de julho de 2011
- Faxina seletiva MERVAL PEREIRA
- Eles não falam ararês MÍRIAM LEITÃO
- O impasse continua - Celso Ming
- Insensata opção Dora Kramer
- O Brasil e a América Latina Rubens Barbosa
- Justiça, corrupção e impunidade Marco Antonio Vill...
- Agronegócio familiar Xico Graziano
- Ruy Fabiano - A criminalização do Poder
- Imprensa, crime e castigo - Carlos Alberto Di Fran...
- Quando o absurdo se torna realidade Antonio Pentea...
- Vale-tudo ideológico EDITORIAL O Globo
- O bagrinho Igor Gielow
- Com o dinheiro do povo Carlos Alberto Sardenberg
- Questão de fé RICARDO NOBLAT
- Celso Ming O que muda no emprego
- Alberto Tamer E aquela crise não veio
- João Ubaldo Ribeiro A corrupção democrática
- Danuza Leão Alguma coisa está errada
- Janio de Freitas Escândalos exemplares
- Merval Pereira Dilma e seus desafios
- Dora Kramer Vícios na origem
- Ferreira GullarTemos ou não temos presidente?
- Roberto Romano Segredo e bandalheira
- Agência Nacional da Propina-Revista Época
- Presidencialismo de transação:: Marco Antonio Vill...
- Dilma e sua armadilha Merval Pereira
- Guerra fiscal sem controle Ricardo Brand
- A Pequena Depressão Paul Krugman
- Longo caminho Míriam Leitão
- De quintal a reserva legal KÁTIA ABREU
- O que vem agora? Celso Ming
- Marco Aurélio Nogueira O turismo globalizado
- Os perigos de 2012 Editorial O Estado de S. Paulo
- Guerra de dossiês Eliane Cantanhêde
- Sinais de alerta Merval Pereira
- União reforçada Miriam Leitão
- Pagar, doar, contribuir NELSON MOTTA
- Roncos da reação DORA KRAMER
- Festa cara para o contribuinte EDITORIAL O Estado ...
- Em torno da indignação FERNANDO GABEIRA
- Brasil esnobou os EUA. Errou - Alberto Tamer
- O baixo risco de ser corrupto no Brasil Leonardo A...
- Triste papel Merval Pereira
- Financiamento da energia elétrica - Adriano Pires ...
- O partido do euro - Demétrio Magnoli
- Trem-bala de grosso calibre - Roberto Macedo
- A cruz e a espada - Dora Kramer
- O grande arranjo - Celso Ming
- À luz do dia ELIANE CANTANHÊDE
- Entrevista: Maílson da Nóbrega
- Arminio Fraga "Europa entre o despreparo e a perpl...
- Corrida do ouro MIRIAM LEITÃO
- Nerval Pereira Difícil equilíbrio
- André Meloni Nassar Commodities e autopunição
- José Neumanne Quais são mesmo os porcos nesta hist...
- Dora Kramer A paga da praga
- Roberto DaMatta. Pescadores
- Gelo enxuto. Alon. Feuerwerker
- Alexandre Schwartsman Sintoma não é cura
- Mil e uma utilidades DORA KRAMER
- Dilemas do Copom MÍRIAM LEITÃO
- Ditadura do Executivo EDITORIAL O Estado de S.Paul...
- Loucura política no mundo rico VINÍCIUS TORRES FRE...
- Ideia fronteiriça JANIO DE FREITAS
- Roscas espanadas CELSO MING
- Sem solução MERVAL PEREIRA
- Por que não reagimos? FERNANDO DE BARROS E SILVA
- O facínora amigo - Alon Feuerwerker
- Veja Edição 2226
- A força da Opinião Pública - Veja
- O inverno do nosso desalento Lya Luft
- Rouba mas faz - Paulo Brossard
- Mestre do engodo RICARDO NOBLAT
- Trovoada sem chuva J. R. GUZZO
- Segurança e terra de estrangeiros DENIS LERRER ROS...
- Brasil, um exemplo de quê? CARLOS ALBERTO SARDENBE...
- Fora de hora e de lugar EDITORIAL FOLHA DE SP
- Os mistérios de Chalita
- O verão da anarquia direitista VINICIUS TORRES FRE...
- O risco dos bancos europeus Editorial O Estado de ...
- Brasil sofre com a China Alberto Tamer
- Passos: dois pra lá, dois pra cá ELIANE CANTANHÊDE...
- Olhos em Berlim MÍRIAM LEITÃO
- O bolo dos noivos DORA KRAMER
- De volta a Versalhes CELSO MING
- O dinheiro no subsolo JANIO DE FREITAS
- Redescoberta de Oswald de Andrade FERREIRA GULLAR
- Quatro rodas, mil problemas YOANI SÁNCHEZ
- O direito feudal MARIO VARGAS LLOSA
- Informação, sigilo e direito do cidadão GAUDÊNCIO ...
- O que os vizinhos pensam do Brasil SERGIO FAUSTO
- Estão querendo enganar quem? JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Tarefas pendentes EDITORIAL FOLHA DE SÃO PAULO
- A volta de Lula ao palanque JOÃO BOSCO RABELLO
- Preferências DANUZA LEÃO
- À sombra - Merval Pereira
- Celso Ming -Bancos postos à prova
- Vigilância na fronteira Editorial Folha de São Pau...
- Estado da desunião Editorial Folha de São Paulo
- PAUL KRUGMAN - Beirando a loucura
- MÍRIAM LEITÃO - Eles não podem
- MERVAL PEREIRA - Obsessão
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG - Não precisa fazer, bas...
- CELSO MING - Outra vez, o helicóptero?
- MERVAL PEREIRA - Propostas "rudimentares"
- MÍRIAM LEITÃO - Fusão e confusão
- DORA KRAMER - Tristeza não tem fim
- EUGÊNIO BUCCI - A globalização da ética de imprens...
- Um trem alucinado JOSÉ SERRA
- Alfredo Kaefer Controle necessário
- José Márcio Camargo A intensidade do ajuste e a m...
- Um pouco de udenismo ZUENIR VENTURA
- A persona internacional do Brasil ROBERTO ABDENUR
- Europa pensa o impensável VINÍCIUS TORRES FREIRE
- Vá reclamar com o bispo ALON FEUERWERKE
- Os riscos dos ricos MIRIAM LEITÃO
- A questão dos limites ROBERTO DaMATTA
- Surrealismo MERVAL PEREIRA
- O bônus da prova DORA KRAMER
- DANUZA LEÃO Queima de arquivo
- É pegar ou largar ELIANE CANTANHÊDE
- A via da corrupção JANIO DE FREITAS
- O projeto 85/95 PAULO TAFNER e FABIO GIAMBIAGI
- O nosso dólar é mais barato CARLOS ALBERTO SARDENB...
- Câmbio, desligo MIRIAM LEITÃO
- Pagando contas de Lula EDITORIAL O Estado de S. Pa...
- Real forte, o problema é outro Alberto Tamer
- O ataque às agências Celso Ming
- Montanha-russa Dora Kramer
- Feudos Merval Pereira
- Porcas emendas parlamentares Roberto Macedo
- PDE - aspectos a ponderar Adriano Pires e Abel Hol...
- O poder no FMI Demétrio Magnoli
- Crediário brazuka, fofoca mundial VINÍCIUS TORRES ...
- Fotos reveladoras VALDO CRUZ
- O problema do ''ex'' ROBERTO DaMATTA
- No tiroteio - Míriam Leitão
- Medo de água fria Dora Kramer
- Ficou mais difícil Celso Ming
- Gritar sem demitir só humilha, não resolve José Nê...
- Atenção aos vulneráveis Bo Mathiasen e Pedro Chequ...
- Reinaldo Azevedo
- Estranho no ninho DORA KRAMER
- Números que contam MIRIAM LEITÃO
- Tempo de conciliação MERVAL PEREIRA
- CELSO MING - Tratamento dúbio
- Ameaçada a cota de Lula no governo RAYMUNDO COSTA
- MUXOXOS SOBRE O BRASIL VINÍCIUS TORRES FREIRE
- Os gays e a paranoia do mundo ARNALDO JABOR
- Por que o Cade acerta Onofre Carlos de Arruda Samp...
- Newton que se cuide... Gil Catello Branco
- Excesso de endividamento no pós-crise - Ilan Goldf...
- Aviso prévio proporcional José Pastore
- A dependência da China Antenor de Barros Leal
- Reinaldo Azevedo
- FERNANDO DE BARROS E SILVA Itamar, o acidental
- O mensalão do PR - REVISTA VEJA
- Devagar com essa política de ''campeões nacionais'...
- J. R. GUZZO - Opção pelo disparate
- RICARDO NOBLAT - Nas asas de Eike
- Reforma tributária e poder Everardo Maciel
- O germe do autoritarismo Denis Lerrer Rosenfield
- Comprando com o dinheiro público Carlos Alberto Sa...
- Reinaldo Azevedo
- GAUDÊNCIO TORQUATO - O Supremo legislador
- Ferreira Gullar - E a diamba, hein, quem diria!
- Danuza Leão O último ato
- Míriam Leitão Ricos no furacão
- Merval Pereira - Ao centro
- Fernando Henrique Cardoso -A soma e o resto
- João Ubaldo Ribeiro - Vida de escritor
- Gilles Lapouge -O destino grego
- Celso Ming - Novo passivo trabalhista
- Alberto Tamer - Semestre incerto e inseguro
- Suely Caldas -Seis meses de Dilma
- Dora Kramer - Portas da corrupção
- Sinais - Merval Pereira
- Próximos lances MIRIAM LEITÃO
- Governo e BNDES recuam EDITORIAL
- Quebrando o tabu MIGUEL REALE JÚNIOR
- Na serra gaúcha DRAUZIO VARELLA
- E a venda de maconha? CESAR MAIA
- Criminoso ou vítima? GILLES LAPOUGE
- Promiscuidade CELSO MING
- A verba e o voto - Merval Pereira
- Muito mais alimentos, sem reduzir a pobreza : Wash...
- Lei forte e carne fraca DORA KRAMER
- Violência virtual ELIANE CANTANHÊDE
- Como Dilma quer investir? VINICIUS TORRES FREIRE
- Fusão esquisita CELSO MING
- O que faz a diferença JOÃO MELÃO NETO
- A capitulação de Dilma EDITORIAL FOLHA DE SÃO PAUL...
- O governo na vitrine EDITORIAL O Estado de S.Paulo...
- Como dantes? MIRIAM LEITÃO
- Perdidos no ciberespaço NELSON MOTTA
- Uma agenda confusa e perigosa LUIZ CARLOS MENDONÇA...
-
▼
Julho
(245)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA