O GLOBO
A discussão sobre o papel do Estado no desenvolvimento do país — ressuscitada pelo governo Lula como maneira de rebater as críticas ao gasto público crescente e à tendência estatizante do governo, exacerbada neste segundo mandato — é na verdade uma tentativa de impor uma linha ao debate político, e levar a oposição ao córner na campanha eleitoral.
O governo se coloca como “nacionalista” e “patriota”, e os que são contra a maneira como está enfrentando a crise seriam genericamente “entreguistas” defensores do “estado mínimo” e contra os pobres.
Com supostas medidas anticíclicas, o governo fortaleceu o mercado interno e possibilitou que os pobres ajudassem o país a sair da crise econômica internacional mais rapidamente, na definição do próprio presidente Lula.
Para a ministra Dilma Rousseff, candidata oficial à sucessão presidencial, a tese do “estado mínimo” é própria de “tupiniquins”e está “falida”.
Os que acusam o governo de estar colocando em risco o equilíbrio fiscal com seus gastos crescentes, segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, estariam pura e simplesmente fazendo “terrorismo”, com o objetivo de forçar uma subida de juros.
O fato concreto é que o mercado financeiro já está aumentando os juros futuros por conta do desarranjo fiscal que está sendo montado pelo governo, e o próprio Banco Central já fez advertências sobre os riscos do desequilíbrio das contas públicas.
Nada indica, porém, que existam sinais a curto e médio prazo de que a inflação será pressionada. Na opinião de analistas das mais variadas tendências, a “herança maldita” dos gastos públicos excessivos só será cobrada do futuro governo, que terá que assumir uma série de “maldades” para reequilibrar as contas públicas.
A previsão de subida dos juros não estaria acontecendo por conta dessa sinalização de longo prazo, mas teria sido impulsionada agora pela maquiagem que o governo foi obrigado a fazer por conta da queda acentuada da receita.
Além de receber dividendos das estatais em nível muito acima do normal, o governo ainda teve que contabilizar como receita os depósitos judiciais.
Quanto às chamadas “políticas anticíclicas” do governo, e a participação dos mais pobres no fortalecimento do mercado interno “salvando o capitalismo” na definição de Lula, uma análise detalhada dos gastos governamentais mostra que a distância entre o discurso e a prática é grande.
O economista José Roberto Afonso, em recente palestra em seminário promovido pela Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), demonstrou que a maior parte dos gastos do governo acabou favorecendo a classe média ou os mais ricos.
Com base em uma análise da MB consultoria, de José Roberto Mendonça de Barros, constata-se que do incremento de renda familiar estimado para 2009, num total de R$ 56,2 bilhões, equivalente a 1,6% do PIB, 49,7% foram provenientes do governo federal, sendo assim distribuídos: 30% funcionalismo federal; 18% benefícios ligados ao salário-mínimo (pensões, seguros); 1% transferência de renda para pobres (Bolsa Família).
Como, segundo estudo do Ipea, o serviço público é concentrador de rendas, a maior parte dos recursos liberados pelo governo como parte da estratégia de combate à crise foi para os de renda mais alta.
Além do mais, a decisão de aumentar o funcionalismo público fora tomada antes mesmo da crise, o que a descaracteriza como medida anticíclica.
O mesmo fenômeno se verifica quando se analisa a política de renúncia de receita prevista para este ano.
Dos R$ 13,6 bi, equivalentes a 0,4% PIB, cerca de 45% foram dedicados às vendas de automóveis, com a redução a zero do IPI.
De acordo com pesquisas de consumo familiar, o décimo mais pobre da população (com rendimentos até dois salários mínimos) gasta 1,6% em compra de veículos, enquanto o décimo mais rico (mais de 30 salários mínimos) gasta 8,2%.
A política governamental de redução de IPI, que fez bater recordes de venda de automóveis, beneficiou mais, portanto, os de maior renda.
Uma comparação com países que usaram a força do Estado para a recuperação da crise financeira mostra que, apesar de o conceito de atuação estatal ser o mesmo, a estratégia é completamente diferente.
Nos Estados Unidos, os gastos governamentais têm um objetivo claro: estimular mudanças estruturais. O melhor exemplo é a luta do presidente Barack Obama na implantação de um sistema de saúde que atinja toda a população, uma medida tão arrojada como se aqui o governo resolvesse reformar a Previdência Social.
Também a inovação científica está sendo estimulada, especialmente pesquisas sobre combustíveis alternativos, para reduzir a dependência do petróleo.
Na China, uma das principais obras de infraestrutura é a construção de uma rede de metrô que pretende tornar-se maior que a dos Estados Unidos a médio prazo.
É a idéia de oferecer transporte coletivo à imensa população chinesa, para reduzir a dependência do petróleo e a poluição atmosférica.
No Brasil, o governo comemorou a pré-existência do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como um sinal de que já tínhamos um programa de investimentos em obras de infraestrutura para fazer face à crise econômica.
Mas a maior parte do programa, que já foi o carro-chefe da candidatura da ministra Dilma Rousseff, apelidada pelo presidente de “mãe do PAC”, não consegue sair do papel, por problemas burocráticos e de gestão.
Ao mesmo tempo, passamos a priorizar a exploração do petróleo sem uma contrapartida para pesquisas de combustíveis alternativos, que é um dos nossos fortes. É o “estado máximo” mostrando sua ineficiência.
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2009
(3759)
-
▼
Outubro
(331)
- CESAR MAIA Narcovarejo
- CELSO MING - O preço eleitoral
- Dora Kramer A praxe do colegiado
- MERVAL PEREIRA - Ecologia, saída ou escape?
- Miriam Leitão Sinais de Honduras
- Carlos Vereza Pacifista às avessas
- Villas-Bôas Corrêa Catadores de papel e formadores...
- Eliane Cantanhêde Massacre na TV
- Veja Carta ao leitor
- Sucessão Marqueteiros já moldam o discurso de Di...
- Drogas O desafio do crack
- Crise Os Estados Unidos saem da recessão
- IPI baixo só para eletrodomésticos eficientes
- Venezuela O desastre da estatização da economia
- Argentina De volta ao sistema bancário internaci...
- Honduras Pressão americana leva a um acordo
- Espaço Uma visão do início dos tempos
- Especial O apocalipse em 2012
- Saúde Marketing ajuda bancos de cordão umbilical...
- Sociedade Manual da civilidade
- Educação Má gestão
- mprensa Lula agora quer editar os jornais
- VEJA Entrevista Robert Aumann
- Lya Luft Não fui eu!
- Radar Lauro Jardim
- Maílson da Nóbrega O estado voltou?
- Diogo Mainardi Manual de sabotagem
- Roberto Pompeu de Toledo Woody Allen no Rio
- AUGUSTO NUNES O PAC da Conversa Fiada
- Miriam Leitão É o fim da crise?
- Fernando Gabeira O ovo da serpente
- Merval Pereira A busca da utopia
- Transgenifobia Celso Ming
- No meio do caminho Dora Kramer
- É um lamentável fato consumado Rubens Ricupero
- Câmbio: mais lenha na fogueira LUIZ CARLOS MENDON...
- Bênção e maldição NELSON MOTTA
- A verdade única da transposição Washington Novaes...
- Vinicius Torres Freire O pior dos mundos e fundos
- Celso Ming O salto no crédito
- Miriam Leitão Maquiagem verde
- José Nêumanne Freios e contrapesos, cheques e bala...
- Fernando Rodrigues DEM, biruta de aeroporto
- Dora Kramer Parceiros indóceis
- Merval Pereira Mulheres e terror
- Rituais vazios José Arthur Giannotti
- Míriam Leitão Papel da oposição
- Merval Pereira Além da guerra de religiões
- Editoriais 27/10/2009
- Visão de vanguarda - Dora Kramer
- O dólar, nos derivativos - Celso Ming
- Novo colonialismo ou novas oportunidades? Rubens B...
- Só o Brasil tem armas para crescer mais este ano A...
- A censura está de volta Roberto Muylaert
- VINICIUS TORRES FREIRE Quem é bom de bolha?
- ELIANE CANTANHÊDE Fiscalização já!
- Qual Estado para qual democracia? Lourdes Sola
- O paradoxo que complica Suely Caldas
- Luiz Carlos Mendonça de Barros Um olhar - preocupa...
- RUY CASTRO O pé não esquece
- FERNANDO RODRIGUES Hegemonia em construção
- Os mistérios da redenção segundo Lula José Augusto...
- Excesso ou regra? DENIS LERRER ROSENFIELD
- Ricardo Noblat -Quem se importa?
- DANUZA LEÃO O pior inimigo é o falso amigo
- FERREIRA GULLAR Beleza não põe mesa
- Adeus, macroeconomia ELI NOAM
- VINICIUS TORRES FREIRE A bolha e a balbúrdia no g...
- Lembram-se quando afirmei que Obama era a chegada ...
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ Removiendo en los submundos d...
- MARIANO GRONDONA La fuerza y la violencia en nuest...
- Miriam Leitão O destino do Rio
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Singrando os ares
- Camisa de força
- Lula e o desconforto das leis
- Ruy Fabiano -O paradoxo chamado Serra
- O direito à violação Mauro Chaves
- Câmbio chinês ameaça economia mundial PAUL KRUGMAN...
- CESAR MAIA Voto da direita
- DORA KRAMER - Companheiro Iscariotes
- CELSO MING - Problemas no biodiesel
- Miriam Leitão Fim da era dólar?
- VEJA CARTA ao leitor
- Entrevista Paulo Renato Souza
- Claudio de Moura Castro
- Radar
- O gangsterismo explícito nas entidades de classe
- Dilma pavimenta a estrada rumo a 2010
- As consequências da taxação do capital externo
- O terceiro mandato de Daniel Ortega
- Uma só encrenca
- O papa abre as portas aos anglicanos
- Tomadas e plugues vão mudar
- Verdades incômodas sobre o crime no Rio
- Centro analisa exames a distância
- O minicarro elétrico de Jaime Lerner
- Fogo no acervo de Hélio Oiticica
- Às Cegas, de Claudio Magris
- Perfil do compositor J. Adams
- Boatos sobre a morte de Kanye West tumultuam a red...
- Pânico: Suplicy de sunga fora do ar
- VEJA Recomenda
- Mudanças nas regras da Fórmula 1
- O inventário do mundo
- Alô, Alô, Terezinha, de Nelson Hoineff
- Garota Infernal, com Megan Fox
- Os livros mais vendidos
- Coco Antes de Chanel, de Anne Fontaine
- J. R. Guzzo Tempo de trapaça
- Diogo Mainardi O bonde do MC Beltrame
- Miriam Leitão Evitar bolhas
- Nelson Motta - A vingança da imaginação
- Jogo de profissional - Dora Kramer
- De paliativo em paliativo - Celso Ming
- Rio ao alvo FERNANDO GABEIRA
- Por um tênis e um casaco?: DENIS MIZNE
- LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS Ainda a questão do ...
- Miriam Leitão Batalha do Rio
- Alberto Tamer Não se está ligando muito para o IOF...
- Até governo se queixa do novo IOF VINICIUS TORRES ...
- Eliane Catanhêde Nem Judas escapa
- Dora Kramer Pão, pão, queijo, queijo
- Billie Holiday
- Aço de sobra Miriam Leitão
- O tamanho do estrago Celso Ming
- Um Brasil pré-datado? Roberto DaMatta
- José Márcio Camargo As vantagens da moeda forte
- VINICIUS TORRES FREIRE A "Economist" se rende a Lu...
- PAULO RABELLO DE CASTRO "Desta vez vai ser diferen...
- Dora Kramer ""Suposta"" Campanha
- Mendes: “Sorteio, entrega de brindes, cantores… Is...
- Janio de Freitas Sem um toque especial
- Miriam Leitão Questão de todos
- Celso MingPedágio para os capitais
- Dora Kramer Mais alto o coqueiro
- Yoshiaki Nakano Desacoplamento e guerra cambial di...
- Tiro ao alvo Fernando de Barros e Silva
- Reinaldo Azevedo HOSTILIDADE PERMANENTE DO GOVERNO...
- Villas-Bôas Corrêa A velha Câmara antes de Brasíli...
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ Kirchner ordenó la radicaliza...
- MARIANO GRONDONA Los valores que perdemos y los íd...
- Miriam Leitão Tudo no clima
- As dificuldades da política externa de Obama LUI...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Futuro tecnológico
- Dora Kramer Sinuca de bico
- Uma arena de raposas
- Os perigos do triunfalismo
- A caravana do São Francisco
- Cesar Maia Chavismo por aqui?
- : Villas-Bôas Corrêa Previsão de Sarney desequili...
- Dora Kramer Sua excelência é o candidato
- VEJA CARTA ao leitor
- Clara Rojas, seis anos sequestrada pelas Farc
- Ideias O poder da mente contra as catástrofes
- Voluntariado Como fazer para participar
- Barriga de aluguel a preços módicos
- A manipulação de imagens em discussão
- Acesso à banda larga vira direito na Finlândia
- Beber moderadamente evita a depressão
- Drogas As perigosas misturas que põem os jovens ...
- Especial O cérebro de Albert Einstein
- A Casa Branca ataca a Fox News e cai no ridículo
- França O empregão do filho de Sarkozy
- Vale A pressão do governo para ditar os rumos da...
- Aparece a agenda da ex-secretária Lina Vieira
- Abin O Senado aprova o nome do novo diretor da a...
- veja Entrevista Biz Stone
- Lya Luft A gente decide
- Radar
- Maílson da Nóbrega Mitos e verdades sobre o FMI
- Diogo Mainardi O planeta que se dane
- Roberto Pompeu de Toledo A volúpia do fracasso
- Fascismo de Esquerda, de Jonah Goldberg
- As memórias do "tremendão" Erasmo Carlos
- Caim, de José Saramago
- As faculdades-butique
- VEJA Recomenda E Os mais vendidos
- CELSO MING -Agressividade no câmbio
- Luiz Carlos Mendonça de Barros A recuperação se co...
- Eliane Cantanhêde Boa coisa não sai daí
- NELSON MOTTA Bolivarianismo esportivo
- Nova ameaça à Vale
- Miriam Leitão Política na Fazenda
- Dora KramerMais forte que a lei
- VINICIUS TORRES FREIRE Quanto vale o ataque à Val...
- Assédio na Vale
- Zona de perigo
- Miriam Leitão Luta pela Vale
- Demétrio Magnoli O consenso clientelista
- Dora Kramer Uma nação de cócoras
- Tentando ser florentino, Gaspari ainda acaba na Si...
- ELIO GASPARI Vale x Planalto, um jogo a ser degust...
- Miriam Leitão O retrocesso
- ROBERTO DAMATTA - Colunas de colunas de colunas
- José Neumanne Será que Lula está testando seu tefl...
- Paulo Renato Souza Aos mestres, com respeito
- Dora Kramer Degradação programada
- Dora Kramer Mudança de hábito
- Denis Lerrer Rosenfield Arbítrio
- Luiz Garcia - Em cena aberta
- Miriam Leitão Ruralismo ambiental
- Rubens Barbosa O Brasil e a (não) proliferação nuc...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO O ideal olímpico
- Mariano Grondona Matar al mensajero, ¿más que un c...
- Joaquín Morales Solá El análisis Ante una democrac...
- Miriam Leitão No número 10
- José Arthur Giannotti Marx no tempo da dispersão
- Suely Caldas A Belíndia sem Índia
- Dora Kramer Fora do foco e de propósito
- Merval Pereira A "mãe" das reformas
- Ruy Fabiano Direitos humanos de esquerda
- Miriam Leitão Em Westminster
- Cesar Maia 200 anos depois
- Fernando Rodrigues Ideologia zero
- Villas-Bôas Corrêa A candidata oficial puxa a fil...
- Dora Kramer Dura lex? Ora, a lex
- Merval Pereira Nobel para uma visão
- VEJA Carta ao leitor
- Entrevista Ben-Hur Ferraz Neto
- Radar
- Diogo Mainardi Do Kotscho à Chaui
- J. R. Guzzo A capital perdida
- Zé Dirceu a todo o vapor pela candidatura Dilma
- Venezuela As milícias fascistas de Chávez
- As confissões do ministro pedófilo
- Bolsa guerrilha: indenização milionária
- Vida brasileira A rua dos evangélicos
- As distorções do IDH da ONU
- MST Como funciona a máquina do terror no ca...
- Em Paris, um desfile de sapatos excêntricos
- A Amazon lança o Kindle no Brasil
- Cabelo branco não é para todas
- Nobel Obama ganha o Prêmio da Paz
- Os 400 mais ricos dos EUA
- Enem: as novas medidas de segurança
- Pênalti: Fifa quer o fim da paradinha
- Especial O guia do bebê da Sociedade Brasileir...
- A Boeing anuncia atraso no projeto do novo Jumbo
- Distrito 9, de Neill Blomkamp
- O Desinformante!, com Matt Damon
- A perenidade das ideias de Darwin
- A Vida Secreta do Senhor de Musashi, de Junichiro ...
- VEJA Recomenda
- VEJA Os mais vendidos
- Miriam Leitão Visão inglesa
- Celso Ming Câmbio, ação e reação
- Nelson Motta Resenha portenha
- Ninguém é louco : João Mellão Neto
- Merval Pereira Plano de Obama avança
- Fernando Gabeira Uma chance para o Rio
- Luiz Carlos Mendonça de Barros Ainda a questão da ...
- Dora Kramer Agitação e Propaganda
- “Lula está muito comprometido com Chávez”
- Carlos Alberto Sardenberg Risco e oportunidade
- O País com medo dos sem-terra
- Miriam Leitão Sinal vermelho
- Villas-Bôas Corrêa A campanha é prioridade até 201...
- Dora Kramer Só para civilizados
- Merval Pereira A longo prazo
- Futuro incerto Miriam Leitão
- Merval Pereira Sinais desencontrados
- Dora Kramer Certificado sem garantia
- Augusto Nunes Os vampiros aliados festejam a amp...
- Mírian Leitão Sem horizonte
- Dora Kramer Seriedade é posto
- Merval Pereira Revitalizar o Rio
- Meirelles, terrorista? Carlos Alberto Sardenberg
- É só o que falta Ricardo Noblat
- PT pune a liberdade de expressão Carlos Alberto Di...
- Arnaldo Jabor Devo pedir champanhe ou cianureto?
- Myths About Landing the Olympics Stefan Szymans...
- Petróleo novamente Fernando Henrique Cardoso
- DANUZA LEÃO A dura vida de um turista
- FERREIRA GULLAR Achados e perdidos
- Novas crises financeiras à vista Yoshiaki Nakano
- Lula e PT - antes e depois Suely Caldas
- Ilegalidade consentida Dora Kramer
- Estados 'mínimos' e 'máximos' Merval Pereira
- Ele ainda não pôde Miriam Leitão
- De bem a pior JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Joaquín Morales Solá Una nueva derrota de la polít...
- Mariano Grondona El poder de Kirchner sube y baja ...
- A ideologização da diplomacia por Ruy Fabiano
- A Olimpíada-2016 e os votos de 2010 Villas-Bôas Co...
- Que venham os anéis Miriam Leitão
- Atomizar, polarizar Cesar Maia
- Um humanista na política Miguel Reale Júnior
- Dora Kramer Medida cautelar
- Merval Pereira O fim do "complexo de vira-latas"
- VEJA Carta ao Leitor
- VEJA Entrevista Yoani Sánchez
- Henrique Meirelles no PMDB: o sonho de ser vice
- Fichas-sujas: abaixo-assinado reabre a discussão
- A paralisação de 41 obras do governo
- Aprovado no Senado, Toffoli vai para o Supremo
- A hora de o Brasil crescer
- A genética na raiz do progresso?
- Trabalho e suicídio na França
- Agricultura Censo revela aumento da produti...
- Honduras Enviada de VEJA mostra a situação na capi...
- Entrevista exclusiva com o presidente interino Mic...
- Lya Luft Contraponto: deixar desabrochar
- Maílson da Nóbrega Um fascínio de alto risco
- Reinaldo Azevedo Alternância de poder e Constituiç...
- Diogo Mainardi O nosso futuro
- Cosméticos: o dono da Clarins abre o jogo
- Roberto Pompeu de Toledo A arte de morrer
- Como os cães veem o mundo
- Um parente de 4,4 milhões de anos
- O vazamento que adiou o Enem
- Em sessenta anos de revolucão, só o centralismo so...
- A prisão de Polanski a pedido dos EUA
- Europa Na crise, o continente teme a esquer...
- Ásia Terremoto mata centenas na Indonésia
- Terrorismo Comerciante brasileiro sequestra...
- A Volta para Casa, de Bernhard Schlink
- O Albatroz Azul, de João Ubaldo Ribeiro
- VEJA Recomenda
- OS MAIS VENDIDOS
- A CONFISSÃO DE ZELAYA
- Com Lula, na trilha de Bush e Teddy Roosevelt
- Dora Kramer Toffoli 10, Senado 0
- Merval Pereira Pacto à vista
- A sorte numa sexta-feira Fernando Gabeira
- Miriam Leitão O pódio sonhado
- Demóstenes Torres Não se colhe maçãs em pé de lara...
- Dora Kramer Depois do Carnaval
- Merval Pereira Quem, afinal, é ´o cara´?
- Miriam Leitão Velho inimigo
- DEMÉTRIO MAGNOLI Personagens de um filme antigo
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG A China do 'Capital'
-
▼
Outubro
(331)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA