O ESTADO DE S. PAULO
Autor vê nas teses do filósofo um sistema aberto: não foi por falta de tempo que O Capital ficou inacabado
Minha obsessão em estudar Marx como clássico sempre esteve ligada ao projeto de examinar suas teses em vista das aberturas teóricas e práticas que propiciam. Nunca as vi como um sistema fechado, até mesmo O Capital, sua obra máxima, atira em várias direções, e tenho fortes suspeitas de que não foi por falta de tempo que restou inacabada.
O próprio Marx se recusava a ser identificado como marxista. Suas teses valem antes de tudo para serem prosseguidas. É sintomático que, analisando os Grundrisse, Antonio Negri tenha escrito Marx Oltre Marx. Meu novo título, Marx - Além do Marxismo, obviamente inspirado neste último, tenta sublinhar que a base a ser negada é o marxismo cristalizado numa profissão de fé ou numa corrente de pensamento que não se deixa correr. Se a obra de Marx procura desvendar os meandros das estruturas capitalistas de produção, é seu próprio equipamento intelectual que precisa ser renovado, na medida em que o objeto de estudo explode em várias direções.
Meus críticos irão dizer que tento confinar o marxismo aos muros das universidades, que apenas sublinho o lado filosófico da obra de Marx, quando a tarefa, antes de compreender, é transformar o mundo combatendo o capital. O conhecimento não se integra numa práxis? Mas tanto o capital como o mundo explodiram em várias direções, de sorte que nem mesmo podemos falar deles se não levarmos em conta essa dispersão. Além do mais, como detectar o empuxo transformador quando, hoje em dia, o que se tomou como motor da história, o proletariado, não encontra a unidade do capital social total para se contrapor como classe unificada? Não é por isso que as lutas de classe de hoje se fazem por direitos, por conseguinte, repondo o Estado em vez de contestá-lo?
"Marxismo" e "socialismo" se tornaram palavras equívocas. Enquanto havia Estados e partidos que se diziam marxistas, a adesão a ambos tinha, ao menos, um sentido político razoavelmente determinado. Na medida, porém, em que a revolução desaparece do horizonte efetivo da política, que sentido pode ter se assumir como marxista ou socialista? Não somos todos social-democratas nos seus mais variados sentidos? Diante da obra de Marx, sobra apenas tentar pensá-la pela raiz, vale dizer, a partir dela, como somos obrigados a fazer quando procuramos entender Aristóteles ou Kant, ou até mesmo Wittgenstein. Quando alguém ainda se identifica como marxista ou socialista, sem explicar o sentido dessa invocação, logo desconfio que está querendo fazer política sem sujar as mãos no seu jogo efetivo, muitas vezes contentando-se em votar num candidato cuja irrelevância parece ser compensada pela vácua sonoridade de seu discurso.
A crise econômica atual recoloca o problema do automatismo do capital e das contradições do sistema capitalista de produção. Depois de uma longa hegemonia do pensamento liberal, volta-se a falar em Keynes, e Marx passa a ser olhado sob novas perspectivas. Não é significativo que este opúsculo venha a ser reeditado neste momento? Essa crise atualiza certos conceitos marxistas, em particular aquele de um modo de produção cuja reposição passa por crises específicas. Não sei como as ciências sociais contemporâneas lidarão com esse tópico. Mas não vejo como escapar desse conceito de modo de produção, a não ser deixando de lado a específica historicidade de nosso modo de se repor em sociedade. Não é o próprio conceito de história que precisa ser considerado, nos seus dois vetores, história categorial, de um lado, a história do vir a ser, de outro. Esta me parece a primeira grande contribuição de Marx para o pensamento social.
O sistema capitalista se mostrou muito mais lábil do que se imaginava. Por certo essa maleabilidade não apagou suas contradições, continua sendo um extraordinário processo de criação de riqueza e de miséria, mas desapareceu de cena aquele vetor da história, o proletariado, que poderia contestá-lo pela raiz. Além do mais, as experiências do socialismo real mostraram a impossibilidade de uma produção da riqueza social sem as informações produzidas pelo mercado. Para Marx, dado o mercado, ele naturalmente se desdobraria no sistema do capital. Nosso desafio é impedir essa continuidade, por conseguinte, dar liberdade suficiente para que os agentes marquem os preços de seus produtos, sem que sejam levados pelo automatismo de um sistema produtivo, que se transforma num robô visando produzir e acumular riquezas em vista da simples acumulação.
Diante da tarefa de conciliar dois processos contraditórios, uma economia de mercado e uma política que se legitime na medida em que impeça a alienação desses mesmos mercados, pouco vale lamentar-se diante da miséria criada pela exploração capitalista. Mas qual seria a prática adequada para lidar com esses processos contraditórios? Creio que, nessa explosão dos mercados e na necessidade de repô-los num patamar mais humano e racional, no fundo se percebe a urgência de uma política capaz de se controlar a si mesma, em resumo, uma política democrática.
Se a questão é política, então façamos política. Mas eficaz, que tome como ponto de partida as condições dos sistemas políticos atuais, e examinemos teórica e praticamente suas possibilidades de mudança. Foram desmoralizados os arautos do novo homem, ou políticos que imaginavam suprimir o Estado à medida que o reforçavam. Marx desconfiava da democracia formal e, depois da Comuna de Paris, acreditou que uma ditadura do proletariado seria mais democrática do que ela. Mas esse conceito de ditadura serviu para justificar o lema "Todo poder aos sovietes", e hoje sabemos o golpe que ele significou na democracia russa.
Não me parece mais adequado pensar numa política que desemboque numa negação política, a partir da qual uma nova história teria início. Desconfio dos profetas do "novo homem" ou dos Zaratustras da vida. Aceito a política como ela é, mas sempre procurando seu dever ser. Por conseguinte, política democrática, sempre inacabada, precisando começar de novo.
Sob esse ângulo privilegio os textos de Marx que mostram como ações humanas terminam tendo consequências imprevistas e até mesmo indesejadas por elas enquanto atos individualizados. Sob esse aspecto, interessa-me particularmente o conceito hegeliano de alienação, mas torcido de tal forma que escape dos perigos do idealismo absoluto. Daí a necessidade de ler esses textos com lupa fina, cuidando de detectar as torções por que passam os conceitos quando tratam de configurar uma nova forma de práxis dialética. Por isso, depois de minha introdução, achamos conveniente apresentar alguns textos do próprio Marx, mas traduzidos de tal forma que pelo menos deixam transparecer essas torções conceituais. É o que procura fazer a tradução de Luciano Codato. Tarefa difícil, a ser retomada pelos leitores, porque o próprio Marx, numa carta ao tradutor d"O Capital para o francês, aconselha que deixe de lado essas nuances, pois os franceses não são dados a elas. Espero que os leitores de língua portuguesa compreendam a importância filosófica dessas torções.
Domingo, Outubro 11, 2009
José Arthur Giannotti Marx no tempo da dispersão
Labels:
O ESTADO DE S PAULO
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2009
(3759)
-
▼
Outubro
(331)
- CESAR MAIA Narcovarejo
- CELSO MING - O preço eleitoral
- Dora Kramer A praxe do colegiado
- MERVAL PEREIRA - Ecologia, saída ou escape?
- Miriam Leitão Sinais de Honduras
- Carlos Vereza Pacifista às avessas
- Villas-Bôas Corrêa Catadores de papel e formadores...
- Eliane Cantanhêde Massacre na TV
- Veja Carta ao leitor
- Sucessão Marqueteiros já moldam o discurso de Di...
- Drogas O desafio do crack
- Crise Os Estados Unidos saem da recessão
- IPI baixo só para eletrodomésticos eficientes
- Venezuela O desastre da estatização da economia
- Argentina De volta ao sistema bancário internaci...
- Honduras Pressão americana leva a um acordo
- Espaço Uma visão do início dos tempos
- Especial O apocalipse em 2012
- Saúde Marketing ajuda bancos de cordão umbilical...
- Sociedade Manual da civilidade
- Educação Má gestão
- mprensa Lula agora quer editar os jornais
- VEJA Entrevista Robert Aumann
- Lya Luft Não fui eu!
- Radar Lauro Jardim
- Maílson da Nóbrega O estado voltou?
- Diogo Mainardi Manual de sabotagem
- Roberto Pompeu de Toledo Woody Allen no Rio
- AUGUSTO NUNES O PAC da Conversa Fiada
- Miriam Leitão É o fim da crise?
- Fernando Gabeira O ovo da serpente
- Merval Pereira A busca da utopia
- Transgenifobia Celso Ming
- No meio do caminho Dora Kramer
- É um lamentável fato consumado Rubens Ricupero
- Câmbio: mais lenha na fogueira LUIZ CARLOS MENDON...
- Bênção e maldição NELSON MOTTA
- A verdade única da transposição Washington Novaes...
- Vinicius Torres Freire O pior dos mundos e fundos
- Celso Ming O salto no crédito
- Miriam Leitão Maquiagem verde
- José Nêumanne Freios e contrapesos, cheques e bala...
- Fernando Rodrigues DEM, biruta de aeroporto
- Dora Kramer Parceiros indóceis
- Merval Pereira Mulheres e terror
- Rituais vazios José Arthur Giannotti
- Míriam Leitão Papel da oposição
- Merval Pereira Além da guerra de religiões
- Editoriais 27/10/2009
- Visão de vanguarda - Dora Kramer
- O dólar, nos derivativos - Celso Ming
- Novo colonialismo ou novas oportunidades? Rubens B...
- Só o Brasil tem armas para crescer mais este ano A...
- A censura está de volta Roberto Muylaert
- VINICIUS TORRES FREIRE Quem é bom de bolha?
- ELIANE CANTANHÊDE Fiscalização já!
- Qual Estado para qual democracia? Lourdes Sola
- O paradoxo que complica Suely Caldas
- Luiz Carlos Mendonça de Barros Um olhar - preocupa...
- RUY CASTRO O pé não esquece
- FERNANDO RODRIGUES Hegemonia em construção
- Os mistérios da redenção segundo Lula José Augusto...
- Excesso ou regra? DENIS LERRER ROSENFIELD
- Ricardo Noblat -Quem se importa?
- DANUZA LEÃO O pior inimigo é o falso amigo
- FERREIRA GULLAR Beleza não põe mesa
- Adeus, macroeconomia ELI NOAM
- VINICIUS TORRES FREIRE A bolha e a balbúrdia no g...
- Lembram-se quando afirmei que Obama era a chegada ...
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ Removiendo en los submundos d...
- MARIANO GRONDONA La fuerza y la violencia en nuest...
- Miriam Leitão O destino do Rio
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Singrando os ares
- Camisa de força
- Lula e o desconforto das leis
- Ruy Fabiano -O paradoxo chamado Serra
- O direito à violação Mauro Chaves
- Câmbio chinês ameaça economia mundial PAUL KRUGMAN...
- CESAR MAIA Voto da direita
- DORA KRAMER - Companheiro Iscariotes
- CELSO MING - Problemas no biodiesel
- Miriam Leitão Fim da era dólar?
- VEJA CARTA ao leitor
- Entrevista Paulo Renato Souza
- Claudio de Moura Castro
- Radar
- O gangsterismo explícito nas entidades de classe
- Dilma pavimenta a estrada rumo a 2010
- As consequências da taxação do capital externo
- O terceiro mandato de Daniel Ortega
- Uma só encrenca
- O papa abre as portas aos anglicanos
- Tomadas e plugues vão mudar
- Verdades incômodas sobre o crime no Rio
- Centro analisa exames a distância
- O minicarro elétrico de Jaime Lerner
- Fogo no acervo de Hélio Oiticica
- Às Cegas, de Claudio Magris
- Perfil do compositor J. Adams
- Boatos sobre a morte de Kanye West tumultuam a red...
- Pânico: Suplicy de sunga fora do ar
- VEJA Recomenda
- Mudanças nas regras da Fórmula 1
- O inventário do mundo
- Alô, Alô, Terezinha, de Nelson Hoineff
- Garota Infernal, com Megan Fox
- Os livros mais vendidos
- Coco Antes de Chanel, de Anne Fontaine
- J. R. Guzzo Tempo de trapaça
- Diogo Mainardi O bonde do MC Beltrame
- Miriam Leitão Evitar bolhas
- Nelson Motta - A vingança da imaginação
- Jogo de profissional - Dora Kramer
- De paliativo em paliativo - Celso Ming
- Rio ao alvo FERNANDO GABEIRA
- Por um tênis e um casaco?: DENIS MIZNE
- LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS Ainda a questão do ...
- Miriam Leitão Batalha do Rio
- Alberto Tamer Não se está ligando muito para o IOF...
- Até governo se queixa do novo IOF VINICIUS TORRES ...
- Eliane Catanhêde Nem Judas escapa
- Dora Kramer Pão, pão, queijo, queijo
- Billie Holiday
- Aço de sobra Miriam Leitão
- O tamanho do estrago Celso Ming
- Um Brasil pré-datado? Roberto DaMatta
- José Márcio Camargo As vantagens da moeda forte
- VINICIUS TORRES FREIRE A "Economist" se rende a Lu...
- PAULO RABELLO DE CASTRO "Desta vez vai ser diferen...
- Dora Kramer ""Suposta"" Campanha
- Mendes: “Sorteio, entrega de brindes, cantores… Is...
- Janio de Freitas Sem um toque especial
- Miriam Leitão Questão de todos
- Celso MingPedágio para os capitais
- Dora Kramer Mais alto o coqueiro
- Yoshiaki Nakano Desacoplamento e guerra cambial di...
- Tiro ao alvo Fernando de Barros e Silva
- Reinaldo Azevedo HOSTILIDADE PERMANENTE DO GOVERNO...
- Villas-Bôas Corrêa A velha Câmara antes de Brasíli...
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ Kirchner ordenó la radicaliza...
- MARIANO GRONDONA Los valores que perdemos y los íd...
- Miriam Leitão Tudo no clima
- As dificuldades da política externa de Obama LUI...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Futuro tecnológico
- Dora Kramer Sinuca de bico
- Uma arena de raposas
- Os perigos do triunfalismo
- A caravana do São Francisco
- Cesar Maia Chavismo por aqui?
- : Villas-Bôas Corrêa Previsão de Sarney desequili...
- Dora Kramer Sua excelência é o candidato
- VEJA CARTA ao leitor
- Clara Rojas, seis anos sequestrada pelas Farc
- Ideias O poder da mente contra as catástrofes
- Voluntariado Como fazer para participar
- Barriga de aluguel a preços módicos
- A manipulação de imagens em discussão
- Acesso à banda larga vira direito na Finlândia
- Beber moderadamente evita a depressão
- Drogas As perigosas misturas que põem os jovens ...
- Especial O cérebro de Albert Einstein
- A Casa Branca ataca a Fox News e cai no ridículo
- França O empregão do filho de Sarkozy
- Vale A pressão do governo para ditar os rumos da...
- Aparece a agenda da ex-secretária Lina Vieira
- Abin O Senado aprova o nome do novo diretor da a...
- veja Entrevista Biz Stone
- Lya Luft A gente decide
- Radar
- Maílson da Nóbrega Mitos e verdades sobre o FMI
- Diogo Mainardi O planeta que se dane
- Roberto Pompeu de Toledo A volúpia do fracasso
- Fascismo de Esquerda, de Jonah Goldberg
- As memórias do "tremendão" Erasmo Carlos
- Caim, de José Saramago
- As faculdades-butique
- VEJA Recomenda E Os mais vendidos
- CELSO MING -Agressividade no câmbio
- Luiz Carlos Mendonça de Barros A recuperação se co...
- Eliane Cantanhêde Boa coisa não sai daí
- NELSON MOTTA Bolivarianismo esportivo
- Nova ameaça à Vale
- Miriam Leitão Política na Fazenda
- Dora KramerMais forte que a lei
- VINICIUS TORRES FREIRE Quanto vale o ataque à Val...
- Assédio na Vale
- Zona de perigo
- Miriam Leitão Luta pela Vale
- Demétrio Magnoli O consenso clientelista
- Dora Kramer Uma nação de cócoras
- Tentando ser florentino, Gaspari ainda acaba na Si...
- ELIO GASPARI Vale x Planalto, um jogo a ser degust...
- Miriam Leitão O retrocesso
- ROBERTO DAMATTA - Colunas de colunas de colunas
- José Neumanne Será que Lula está testando seu tefl...
- Paulo Renato Souza Aos mestres, com respeito
- Dora Kramer Degradação programada
- Dora Kramer Mudança de hábito
- Denis Lerrer Rosenfield Arbítrio
- Luiz Garcia - Em cena aberta
- Miriam Leitão Ruralismo ambiental
- Rubens Barbosa O Brasil e a (não) proliferação nuc...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO O ideal olímpico
- Mariano Grondona Matar al mensajero, ¿más que un c...
- Joaquín Morales Solá El análisis Ante una democrac...
- Miriam Leitão No número 10
- José Arthur Giannotti Marx no tempo da dispersão
- Suely Caldas A Belíndia sem Índia
- Dora Kramer Fora do foco e de propósito
- Merval Pereira A "mãe" das reformas
- Ruy Fabiano Direitos humanos de esquerda
- Miriam Leitão Em Westminster
- Cesar Maia 200 anos depois
- Fernando Rodrigues Ideologia zero
- Villas-Bôas Corrêa A candidata oficial puxa a fil...
- Dora Kramer Dura lex? Ora, a lex
- Merval Pereira Nobel para uma visão
- VEJA Carta ao leitor
- Entrevista Ben-Hur Ferraz Neto
- Radar
- Diogo Mainardi Do Kotscho à Chaui
- J. R. Guzzo A capital perdida
- Zé Dirceu a todo o vapor pela candidatura Dilma
- Venezuela As milícias fascistas de Chávez
- As confissões do ministro pedófilo
- Bolsa guerrilha: indenização milionária
- Vida brasileira A rua dos evangélicos
- As distorções do IDH da ONU
- MST Como funciona a máquina do terror no ca...
- Em Paris, um desfile de sapatos excêntricos
- A Amazon lança o Kindle no Brasil
- Cabelo branco não é para todas
- Nobel Obama ganha o Prêmio da Paz
- Os 400 mais ricos dos EUA
- Enem: as novas medidas de segurança
- Pênalti: Fifa quer o fim da paradinha
- Especial O guia do bebê da Sociedade Brasileir...
- A Boeing anuncia atraso no projeto do novo Jumbo
- Distrito 9, de Neill Blomkamp
- O Desinformante!, com Matt Damon
- A perenidade das ideias de Darwin
- A Vida Secreta do Senhor de Musashi, de Junichiro ...
- VEJA Recomenda
- VEJA Os mais vendidos
- Miriam Leitão Visão inglesa
- Celso Ming Câmbio, ação e reação
- Nelson Motta Resenha portenha
- Ninguém é louco : João Mellão Neto
- Merval Pereira Plano de Obama avança
- Fernando Gabeira Uma chance para o Rio
- Luiz Carlos Mendonça de Barros Ainda a questão da ...
- Dora Kramer Agitação e Propaganda
- “Lula está muito comprometido com Chávez”
- Carlos Alberto Sardenberg Risco e oportunidade
- O País com medo dos sem-terra
- Miriam Leitão Sinal vermelho
- Villas-Bôas Corrêa A campanha é prioridade até 201...
- Dora Kramer Só para civilizados
- Merval Pereira A longo prazo
- Futuro incerto Miriam Leitão
- Merval Pereira Sinais desencontrados
- Dora Kramer Certificado sem garantia
- Augusto Nunes Os vampiros aliados festejam a amp...
- Mírian Leitão Sem horizonte
- Dora Kramer Seriedade é posto
- Merval Pereira Revitalizar o Rio
- Meirelles, terrorista? Carlos Alberto Sardenberg
- É só o que falta Ricardo Noblat
- PT pune a liberdade de expressão Carlos Alberto Di...
- Arnaldo Jabor Devo pedir champanhe ou cianureto?
- Myths About Landing the Olympics Stefan Szymans...
- Petróleo novamente Fernando Henrique Cardoso
- DANUZA LEÃO A dura vida de um turista
- FERREIRA GULLAR Achados e perdidos
- Novas crises financeiras à vista Yoshiaki Nakano
- Lula e PT - antes e depois Suely Caldas
- Ilegalidade consentida Dora Kramer
- Estados 'mínimos' e 'máximos' Merval Pereira
- Ele ainda não pôde Miriam Leitão
- De bem a pior JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Joaquín Morales Solá Una nueva derrota de la polít...
- Mariano Grondona El poder de Kirchner sube y baja ...
- A ideologização da diplomacia por Ruy Fabiano
- A Olimpíada-2016 e os votos de 2010 Villas-Bôas Co...
- Que venham os anéis Miriam Leitão
- Atomizar, polarizar Cesar Maia
- Um humanista na política Miguel Reale Júnior
- Dora Kramer Medida cautelar
- Merval Pereira O fim do "complexo de vira-latas"
- VEJA Carta ao Leitor
- VEJA Entrevista Yoani Sánchez
- Henrique Meirelles no PMDB: o sonho de ser vice
- Fichas-sujas: abaixo-assinado reabre a discussão
- A paralisação de 41 obras do governo
- Aprovado no Senado, Toffoli vai para o Supremo
- A hora de o Brasil crescer
- A genética na raiz do progresso?
- Trabalho e suicídio na França
- Agricultura Censo revela aumento da produti...
- Honduras Enviada de VEJA mostra a situação na capi...
- Entrevista exclusiva com o presidente interino Mic...
- Lya Luft Contraponto: deixar desabrochar
- Maílson da Nóbrega Um fascínio de alto risco
- Reinaldo Azevedo Alternância de poder e Constituiç...
- Diogo Mainardi O nosso futuro
- Cosméticos: o dono da Clarins abre o jogo
- Roberto Pompeu de Toledo A arte de morrer
- Como os cães veem o mundo
- Um parente de 4,4 milhões de anos
- O vazamento que adiou o Enem
- Em sessenta anos de revolucão, só o centralismo so...
- A prisão de Polanski a pedido dos EUA
- Europa Na crise, o continente teme a esquer...
- Ásia Terremoto mata centenas na Indonésia
- Terrorismo Comerciante brasileiro sequestra...
- A Volta para Casa, de Bernhard Schlink
- O Albatroz Azul, de João Ubaldo Ribeiro
- VEJA Recomenda
- OS MAIS VENDIDOS
- A CONFISSÃO DE ZELAYA
- Com Lula, na trilha de Bush e Teddy Roosevelt
- Dora Kramer Toffoli 10, Senado 0
- Merval Pereira Pacto à vista
- A sorte numa sexta-feira Fernando Gabeira
- Miriam Leitão O pódio sonhado
- Demóstenes Torres Não se colhe maçãs em pé de lara...
- Dora Kramer Depois do Carnaval
- Merval Pereira Quem, afinal, é ´o cara´?
- Miriam Leitão Velho inimigo
- DEMÉTRIO MAGNOLI Personagens de um filme antigo
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG A China do 'Capital'
-
▼
Outubro
(331)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA