| O Globo - 04/01/2012 |
Chega o Ano Novo, mas os nossos grandes problemas estão nos velhos hábitos situados naquela zona malandra centrada entre o estado (essa milionária máquina gerencial pública com suas regras opostas ao bom-senso) e a sociedade. Nós, os cidadãos comuns que não recebemos milionários auxílios-residência, não temos licença-prêmio ou atrasados a receber e nem fomos eleitos para algum cargo público com o propósito de usá-lo para virarmos nobres e, melhor que isso, ficarmos fora do alcance da lei. Nós, os comuns, não temos emprego - temos impostos e trabalho!
Entramos o Ano Novo com o Poder Judiciário em crise. Quem julga os juízes numa terra onde tudo tem lei, mas os "bandidos" (eis uma categoria cada vez mais ampla) continuam leves, livres e soltos? A Lei da Ficha Limpa foi adiada e bloqueada, o mensalão pode ser devidamente engavetado. Há, pasmem, uma lei da palmada! E o Poder Executivo faz sinal de faxina e chama falcatruas de malfeitos, enquanto a foto de Daniel, filhinho do senador ficha-suja Jader Barbalho - empossado com o ritual que aristocratiza os eleitos - fazendo o antigo sinal que nos chama de otários, é o melhor símbolo deste 2011 que findou.
Entrementes, o capitalismo vai mal. Mas a nossa economia cresce e ultrapassamos o Reino Unido. Aqui há clareza. Sabemos quem vai mal ou bem. O diabólico mercado pune os bandidos e dá um pontapé chapliniano na bunda dos hiperespeculadores. Quando não promove cadeia e uma nova consciência social nos Estados Unidos. Hoje, sabemos que o maior inimigo do capitalismo não é a classe operária, mas os gênios de Wall Street e do Silicon Valley que inventam bolhas de dinheiro fácil e superprogramas de comunicação enquanto seus usuários não têm nada pra dizer.
Mas, como compensação positiva, entramos o ano com uma intolerância maior para a bem estabelecida desigualdade dos poderosos (localizados no estado) e a igualdade devida a cada um de nós como cidadãos efetivamente republicanos. Desse aspecto, ninguém mais do que imprensa tem atuado com eficiência e equilíbrio. Pois é ela quem tem mostrado como é importante, numa sociedade igualitária, separar o que deve ter limites do mandonismo ilimitado.
Aqui, destaca-se a discussão implícita, mas em curso, do que é, de fato, servir ao governo. Não foram poucas as vezes que perguntamos aos responsáveis pela máquina pública se, afinal de contas, os mais "altos funcionários públicos" trabalham para si mesmos - como manda a ética do "corporativismo" brasileiro que, no fundo, é uma ação entre amigos com o consentimento legal do estado - ou se eles trabalham para o Brasil. Neste caso, é preciso tomar consciência que quando um sujeito vira ministro ele não tem mais vida privada quando se trata - obviamente - de consultorias e outros trabalhos que configuram conflito de interesse. Nesse ponto eu me pergunto se não precisamos de uma psicanálise coletiva.
Na entrada de um Ano Novo, vale uma pausa para pensar se vamos continuar assistindo à riqueza de todos ser desperdiçada ou seguir para o bolso de nossa aristocracia governamental e dos seus apaniguados. Esses "altos funcionários" que tudo sabem, tudo decidem e - aí está a chave no negócio - tomam um copo de vinho com quem comanda essa incrível máquina de produzir dinheiro sem aparentemente dar prejuízos a ninguém porque é um aparelho isento de responsabilidade. Máquina montada por uma elite escravista que realizou uma brutal internalização do seu espírito hierárquico e patrimonialista em todo o sistema. Esse espírito que até hoje nos isenta de culpa pelo que somos e pelo enorme descaso relativamente aos nossos próximos desiguais.
A igualdade cívica é um ideal. E, no entanto, a desigualdade é, no Brasil, não apenas um fato histórico capital, mas é também - apesar de alguns esforços - um valor. Temos altos funcionários e representantes do povo que são intocáveis. Suspenda-se por um momento a norma da hierarquia, instituindo uma corregedoria atuante em nível nacional, e temos uma crise no Judiciário que decorre da igualdade. Onde há igualdade, há conflito e, como consequência, ausência de bom-senso na sua resolução. O "engavetamento" e a "prescrição", esses gêmeos do nosso DNA legalístico forjado em Coimbra, conforme aprendi com José Murilo de Carvalho, são o modo (ou o "jeitinho") de mostrar quem fala mais alto.
Em 2011 voltamos a ser atrapalhados não apenas pela economia, onde perdas e danos sempre existem e são - eis o ponto - relativamente impessoais, mas pelo estado. Um estado que continua personalizado e aristocratizante, insensível à racionalidade num mundo claramente preocupado com a suficiência e com a sustentabilidade.
Registro, com um pesar indizível, a morte de Daniel Piza, que lia e admirava. Envio a todos os seus próximos um meu abraço solidário. Ninguém deve morrer aos 41 anos. Mas assim corre o mundo e agora cabe a cada um de nós honrar a sua busca, o seu amor aos livros, a sua inteligência e a sua honestidade.
|
Quarta-feira, Janeiro 04, 2012
Ano novo, velhos hábitos Roberto DaMatta
Arquivo do blog
-
▼
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
▼
Janeiro
(218)
- O iPad, os chineses e nós Pedro Doria
- Naufrágio do euro continua Gilles Lapouge
- Longe de uma solução Celso Ming
- É o câmbio, é o câmbio... - Denfim Netto
- O dono do voto Dora Kramer
- A última chance Merval Pereira
- Contágio português Miriam Leitão
- TCU, o mordomo da hora - Denise Rothenburg
- Conselho a Cabral Ricardo Noblat
- Questão de decoro Melchiades Filho
- O tango do crioulo doido Roberto Giannetti da Fon...
- A fraude na renúncia Demóstenes Torres
- Funai e meio ambiente Denis Lerrer Rosenfield
- Da janela vê-se Primrose Hill Ivan Lessa
- O sobrenatural sumiço da direita Eugênio Bucci
- Aperto na lei seca-Dora Kramer
- No mesmo barco Merval Pereira
- Alianças cruzadas - Gaudêncio Torquato
- Juventude, velhice Danuza Leão
- Nasce o poema Ferreira Gullar
- No mesmo passo - Míriam Leitão
- Bazucas em ação - Celso Ming
- Meta de crescimento - Amir Khair
- BC e Fed, a meta é crescer - ALBERTO TAMER
- Capitalismo sem rumo? - SUELY CALDAS
- Governo do trilhão - MIRIAM LEITÃO
- Energia cara demais - CELSO MING
- Manter o sonho - MERVAL PEREIRA
- Oposição sem rumo - MARCO ANTONIO VILLA
- Prazeres da "melhor idade" - RUY CASTRO
- Pleno emprego e juros - CELSO MING
- O que representa o Obelisco - JOÃO MELLÃO NETO
- Meta de juros - MIRIAM LEITÃO
- Alta ansiedade - DORA KRAMER
- Darth Vaders de toga - NELSON MOTTA
- Tão perto, tão longe - HÉLIO SCHWARTSMAN
- Por que alguns malfeitos tornam-se escândalos? - M...
- Merval Pereira - Em busca do caminho
- Tráfico e classe média Carlos Alberto Di Franco
- 2012: sem catástrofe, mas ainda dificil José Rober...
- Kassab e o espírito do tempo - VINICIUS TORRES FRE...
- G-20 diz não à zona do euro - ALBERTO TAMER
- Saindo do faz de conta - SUELY CALDAS
- A tempestade pode não vir - CELSO MING
- A competitividade chinesa - MERVAL PEREIRA
- Que rei sou eu? - MÍRIAM LEITÃO
- Dura Lex - FERREIRA GULLAR
- Fora da curva - DORA KRAMER -
- Paris 2012 - DANUZA LEÃO
- As nossas coisas atípicas - GAUDÊNCIO TORQUATO
- "Olha a cabeleira do Zezé" - Carlos Brickmann,
- Travas no Mercosul - CELSO MING
- Justiça degradada - EDITORIAL FOLHA DE SP
- O verdadeiro problema - EDITORIAL O ESTADÃO
- A China inova - MERVAL PEREIRA
- Dúvidas do álcool - MIRIAM LEITÃO
- Transparência pública - HÉLIO SCHWARTSMAN
- Controle da magistratura - IVES GANDRA DA SILVA MA...
- Balé paulistano - EDITORIAL FOLHA DE SP
- Carros de sobra - MIRIAM LEITÃO
- O STF e a maconha - MERVAL PEREIRA
- Enquanto Inês é viva - ELIANE CANTANHÊDE
- Os direitos humanos do dinheiro - VINICIUS TORRES ...
- Todos por um Dora Kramer
- Pior sem elas Celso Ming
- Sombras do passado Nelson Motta
- O crescimento necessário Rogério Furquim Werneck
- Em torno do verbo blindar Fernando Gabeira
- É preparar-se para o pior - CELSO MING
- Na descendente - MIRIAM LEITÃO
- O parto da montanha - DORA KRAMER
- Bom sinal - MERVAL PEREIRA
- Havel, cebolas e cenouras - DEMÉTRIO MAGNOLI
- Crise? Não ligue para ela... Alberto Tamer
- BNDES - mais recursos do Tesouro Roberto Macedo
- No meu tempo Zuenir Ventura
- Arrogância - ANTONIO DELFIM NETTO
- O vento bom - MIRIAM LEITÃO
- Sem oposição - MERVAL PEREIRA
- Corpo & alma - ROBERTO DaMATTA
- Especulações chinesas - VINICIUS TORRES FREIRE
- Efeito fio de cabelo Celso Ming
- Cabeça de juiz Dora Kramer
- PCHs - em coma induzido Adriano Pires e Abel Holtz...
- Nova defesa para o cofre Rolf Kuntz
- ... E os oligarcas ainda mandam José Nêumanne
- De aço ou renda DORA KRAMER
- A charada do etanol - EDITORIAL O ESTADÃO
- O primeiro ano do governo Dilma - LUIZ CARLOS MEND...
- Abuso legal - DENIS LARRER ROSENFIELD
- Oposição por dentro - JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO
- Povo bobo - RICARDO NOBLAT
- O Etanol e política - JOSÉ GOLDEMBERG
- Gregos e troianos - GEORGE VIDOR
- A China não é mais aquela Vinicius Torres Freire
- Sem futuro - SUELY CALDAS
- Os sem direitos - MIRIAM LEITÃO
- Reflexões sobre a USP - CELSO LAFER
- O aparelho dos Coelho antecedeu o do PT - ELIO GAS...
- Desemprego, o risco esquecido - ALBERTO TAMER
- Revolução no Carnaval - FERREIRA GULLAR
- Matar a serpente - MERVAL PEREIRA
- O BCE injeta dinheiro - CELSO MING
- Para o que der e vier - DORA KRAMER
- Coisas de Paris - DANUZA LEÃO
- Os domínios da drogalândia - GAUDÊNCIO TORQUATO
- O coronelismo do clã Coelho - JULIA DUAILIBI
- Rebaixamento - CELSO MING
- EUA não são uma empresa - PAUL KRUGMAN
- Passo atrás - MIRIAM LEITÃO
- No Egito, um Islã político sem petróleo - THOMAS L...
- Grandes atuações - RUY CASTRO
- Assim se passaram os anos Caca Diegues
- Conciliação II Merval Pereira
- Chovendo no molhado Zuenir Ventura
- Site oficial de Nara Leão reúne discos, fotos e pr...
- - Bicho digital Nelson Motta
- Serial killer JOÃO MELLÃO NETO
- Vinte e dois Mônica B. de Bolle
- Bases da construção - MIRIAM LEITÃO
- Tédio e soluços de crescimento Vinicius Torres Fre...
- Postura ambígua Celso Ming
- Minha bola de cristal para 2012 Luiz Carlos Mendon...
- O nome do jogo Dora Kramer
- Governo da infeliz cantilena :: Roberto Freire
- Entrevista: Luiz Werneck Vianna
- Conciliação - MERVAL PEREIRA
- Reinaldo Azevedo
- Reinaldo Azevedo
- Ambição reduzida - MERVAL PEREIRA
- EUA reagem, Europa afunda - ALBERTO TAMER
- O grande beneficiário - CELSO MING
- Comissão de frente - MIRIAM LEITÃO
- Estatismos, álcool e gasolina - VINICIUS TORRES FR...
- Tudo como dantes - DORA KRAMER
- Reinaldo Azevedo
- PIB do puxadinho - CELSO MING
- As aparências enganam? - MERVAL PEREIRA
- O mundo como ele é - ANTONIO DELFIM NETO
- Vender melhor - MIRIAM LEITÃO
- Irã e crise nos EUA - VINICIUS TORRES FREIRE
- Catástrofes vergonhosas e gastanças obscenas - ROB...
- Defeito de fabricação Dora Kramer
- O contra-ataque do Império Rolf Kuntz
- Maiores em conflito com a lei Eduardo Graeff
- Clipping de 11/01/2012
- Falta para enchentes, sobra para política - PAULO ...
- Ministério da Verdade - MARCO ANTONIO VILLA
- Imposto da nota fiscal - MAÍLSON DA NÓBREGA
- Flor do recesso Ricardo Noblat
- Corporativismo do Judiciário Carlos Alberto Di Fra...
- A hora e vez da infraestrutura Raul Velloso
- A ameaça chinesa Marcilio R. Machado
- O vexame sem fim do FMI - VINICIUS TORRES FREIRE
- A utopia matou um rato - FERREIRA GULLAR
- Paris - DANUZA LEÃO
- Todos 'japoneses' - MERVAL PEREIRA
- Arma de repetição - MIRIAM LEITÃO
- Corrida à Casa Branca - SERGIO FAUSTO
- Uma nova Lei Fiscal SUELY, CALDAS
- Banco não confia em banco CELSO MING
- Saindo de férias - JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Viva a China? Mais ou menos - ALBERTO TAMER
- Casa de concordância - DORA KRAMER
- 2012 e os sinais de mudança - GAUDÊNCIO TORQUATO
- A culpa não é das chuvas - EDITORIAL O ESTADÃO
- A ordem espontânea - MARIO VARGAS LLOSA
- A tentação de Mussolini - Resenha Marcos Guterman
- A festa da inflação - EDITORIAL O ESTADÃO
- Desafios à firmeza de Dilma - MIGUEL REALE JÚNIOR
- Bateu na trave, mas entrou - CELSO MING
- Mais um cadáver à solta - GUILHERME FIUZA
- Além da inflação - MERVAL PEREIRA
- A desintegração nacional - RUTH DE AQUINO
- Mãe gentil - MIRIAM LEITÃO
- Política miúda, pequena - ELIANE CANTANHÊDE
- Comida para pensar - FERNANDO GABEIRA
- Dilema americano - MIRIAM LEITÃO
- Silêncio dos coniventes - DORA KRAMER
- Falta também gerência - EDITORIAL O ESTADÃO
- Evidências do problema do Custo Brasil - EDITORIAL...
- Pelo telefone - Merval Pereira
- Presidencialismo de embarcação - VINICIUS TORRES F...
- A passos de tartaruga Celso Ming
- Não é bem assim Luís Eduardo Assis
- Mercosul versus burocracia
- Ano novo, velhos desejos Nelson Motta
- Soberania em baixa Celso Ming
- Loteamento irregular Dora Kramer
- Brasil vai ter um ano bom Alberto Tamer
- Velho ou novo, outro ano da tartaruga Roberto Mace...
- Os epígonos despedem-se em Iowa Demétrio Magnoli
- Imobilismo e centralização Adriano Pires
- Uma guerra por vez para os EUA
- Catástrofe de 2011 na Serra foi em vão - EDITORIAL...
- Sem desistir do doente - DEMÓSTENES TORRES
- Duplo papel - MERVAL PEREIRA
- Dívidas que vencem - MIRIAM LEITÃO
- Pacote não é política - ROLF KUNTZ
- Saldo devedor Dora Kramer
- Metas demais Celso Ming
- 2012, crescimento sem ilusões Paulo R. Haddad
- Agentes da impunidade nos três Poderes José Nêuma...
- Ano novo, velhos hábitos Roberto DaMatta
- Um país defasado João Guilherme Sabino Ometto
- O custo dos desvios Editorial Folha
- RENATA LO PRETE - Dedos cruzados
- Eliane Cantanhêde - Que potência é essa?
- Compras pela internet - CELSO MING
- Além dos números - MERVAL PEREIRA
- Linha de frente - Míriam Leitão
- País gasta muito com seguro-desemprego-José Pastor...
- No intervalo - Míriam Leitão
- Feliz ano-novo - JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Um país mais sério e justo - GAUDÊNCIO TORQUATO
- Do tango ao tangolomango - FERREIRA GULLAR
- ALBERTO TAMER Consumidor, o Homem do Ano
- Melhor para a Alemanha-CELSO MING
-
►
Maio
(77)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA