Domingo, Setembro 04, 2011
O lulismo e o dilmismo GAUDÊNCIO TORQUATO
O Estado de S.Paulo - 04/09/11
Ao entrar no nono mês, o governo Dilma deixa transparecer os primeiros traços de sua cara. Que permite divisar contornos mais homogêneos e menos oblíquos que a do ciclo Lula. As diferenças não se devem a razões de natureza política e nem de longe se abrigam na discutível hipótese, de viés conspirador, de que as criaturas, mais cedo ou mais tarde, acabam se rebelando contra o criador. Quem apostar na ideia de que um dia a criatura Dilma tomará rumos diferentes do criador Luiz Inácio perderá feio. Os dois atores fazem parte do mesmo enredo. E até se completam, pois o que sobra nele falta nela, e vice-versa. Exemplo: carisma e experimentação, de um lado, apuro técnico e organicidade, de outro. Um distanciamento, mesmo ocasional, traria perda para ambos. A configuração mais retilínea da atual administração resulta da identidade da presidente, da qual se extrai a ênfase em vetores como planejamento, controles e cobranças, análise de performances, calibragem da máquina, substituição de peças e sintonia fina nos programas. O dilmismo, como se pode designar tal modelagem, terá o condão de lapidar o lulismo, expurgar excessos, preencher reentrâncias, aplainar caminhos.
A imagem do "pente-fino" cai bem nas operações que o lulismo desenvolveu em diversas frentes. Convém definir o lulismo: um ajuntamento de programas, alguns de argamassa frouxa, implantados sob o escudo do real estável, que geraram um "novo milagre brasileiro", expressão de Rudá Ricci para explicar o ingresso de 30 milhões de pessoas no meio da pirâmide. Ainda conforme o sociólogo, "o lulismo teria se formado a partir do encontro com as classes menos abastadas do País, que rejeitam ideologias". E, claro, trombeteado por um líder que, no dizer de José Nêumanne Pinto em seu livro O que Sei de Lula, "é e sempre foi, sobretudo, um manipulador de emoções da massa". Sendo assim, diferencia-se do petismo, porquanto este tinha como foco as classes trabalhadoras organizadas em estruturas tradicionais e aquele abre os braços a contingentes desorganizados, desideologizados e pragmáticos. A análise do ciclo Lula permite distinguir alta dose de experimentalismo, como se constata nas idas e vindas que marcaram o início do Fome Zero. E mesmo após arrumar as coordenadas na área social, a partir da integração de projetos da era FHC, que redundou no símbolo da redenção de milhões de brasileiros, o Bolsa-Família, o lulismo deixou, ao fim de oito anos de império de Luiz Inácio, a impressão de larga defasagem entre discurso e prática. Espaços como os de infraestrutura e educação registraram resíduos de improvisação, como se vê nas planilhas do PAC ou em livros didáticos editados sob o selo de patrulhas que ousaram apresentar nova versão para a História do País.
Aduz-se, portanto, que o dilmismo veste o figurino adequado ao momento. Primeiro, por mostrar disposição de cortar gorduras acumuladas no corpo administrativo, tarefa complexa, diga-se, porque decisão dessa natureza contraria interesses da base partidária. Confira-se, a título de exemplificação, a assepsia que a presidente tenta realizar nos recônditos ministeriais. De forma lenta e gradual, a chefe do governo desobstrui dutos congestionados por sujeira, formando novas composições com quadros técnicos. O estilo Dilma incomoda aliados? Sem dúvida. Os parceiros não lhe dão o troco, ouve-se à boca pequena, por sentirem que manobra contrária à limpeza seria um bumerangue. Andar na contramão da faxina é defender sujeira. Um risco para a imagem pública do representante do povo.
A condição de mulher, ademais, ajuda-a a empreender o mutirão de depuração, eis que projeta os valores encarnados pela dona de casa: zelo, preocupação, cuidados com a organização do lar. Se parcelas governistas ameaçam ir para o confronto, juntando-se à oposição, como indicam a votação da Emenda 29 e da PEC 300, o governo brande o argumento da crise que nos ameaça. No planeta quase em chamas, onde nações poderosas dão sinais cada vez mais próximos de calote em credores, o Brasil não se pode dar ao luxo de gastança desbragada, como se via na era Lula. Querem mais dinheiro para a saúde? Indiquem a fonte, diz a presidente. Eis mais um elemento de diferenciação entre o ontem e o hoje. Luiz Inácio era um ás no campo da articulação política. Escudava-se na conversa ao pé do ouvido, no conchavo, na capacidade de convencimento. Lábia declamada com o mel do carisma é puro acalento. Tranquilizante. Já o estilo duro, direto, conciso de Dilma gera temor. É inegável, porém, que o País não aguentaria mais uma jornada de experimentações, andando em curvas, algumas bem fechadas, subindo em palanques no interregno de pleitos, escancarando cofres, expandindo ao infinito os gastos públicos. Se o dilmismo aperfeiçoar a rota da governança sob a marca da responsabilidade, ganhará o reconhecimento da sociedade.
Neste ponto, convém pinçar mais um traço relevante na metodologia da atual governante: a altanaria, a capacidade de não se deixar envolver pela competição interpartidária quando estão em jogo questões de absoluta prioridade. O programa Brasil sem Miséria, que complementa e ajusta a rede social tecida no ciclo anterior, foi lançado no Palácio dos Bandeirantes, ao lado do governador Alckmin e do ex-presidente Fernando Henrique. Significado: a vida pátria deve ser uma obra comum. Compartilhada por gregos e troianos. Gestos como esse abrem a esperança de que o dilmismo faça muito bem ao País.
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2011
(2527)
-
▼
Setembro
(254)
- Verdades ofendem - Dora Kramer
- Equação incompleta - Míriam Leitão
- Difícil acordo Merval Pereira
- Insensatez em marcha Rogério Furquim Werneck
- Bandidos de toga Paulo Delgado
- O 28º elemento DORA KRAMER
- O roto e o rasgado CELSO MING
- Crise lá fora não assusta ALBERTO TAMER
- Petrobras no vale MIRIAM LEITÃO
- A guerra do óleo MERVAL PEREIRA
- À sombra de Jabotinsky DEMÉTRIO MAGNOLI
- Prioridades MERVAL PEREIRA
- Drogas: o labirinto LYA LUFT
- Custo da crise MIRIAM LEITÃO
- A aposta do BC e o calote ROLF KUNTZ
- Câmbio ANTONIO DELFIM NETTO
- Muda para ficar como está CELSO MING
- O Brasil de hoje é o Maranhão de 1966 JOSÉ NÊUMANN...
- Reforço de caixa DORA KRAMER
- Nada a ver J.R. Guzzo
- Pouco e tarde MIRIAM LEITÃO
- Socorro aos bancos - Celso Ming
- Reinventar a democracia Merval Pereira
- Intenção e gesto Dora Kramer
- Um poder de costas para o país Marco Antonio Villa...
- Quebra de tabus José Paulo Kupfer
- Memória diplomática Rubens Barbosa
- A demografia não espera a política José Pastore
- A classe média tupiniquim Marcelo Côrtes Neri
- Negócio tem,mas é difícil de fazer CARLOS ALBERTO ...
- Longe da verdade RICARDO NOBLAT
- Tudo para salvar o Zé REVISTA VEJA
- A festa dos bodes REVISTA VEJA
- Adeus à ideologia Denis Lerer Fosenfield
- Sobra dinheiro, falta vigilância ENTREVISTA - ROBE...
- Quebrando o tabu da crise SUELY CALDAS
- Risco de desarrumação CELSO MING
- Quando o bicho nos pegou FERREIRA GULLAR
- Semana de frustrações ALBERTO TAMER
- Futuro ameaçado MIRIAM LEITÃO
- Perigosas tentações DANUZA LEÃO
- Lula der Grosse JOÃO UBALDO RIBEIRO
- TCU não assusta ninguém ETHEVALDO SIQUEIRA
- Custos sociais MERVAL PEREIRA
- Silenciando a verdade na Argentina MAC MARGOLIS
- A mãe e o berçário político do país VINICIUS TORR...
- A régua civilizatória GAUDÊNCIO TORQUATO
- Pobreza americana Merval Pereira
- Quebrar ou não quebrar CELSO MING
- Ambiente mutante MIRIAM LEITÃO
- O contrato social PAUL KRUGMAN
- A paz é feminina? RUTH DE AQUINO
- Deu tudo certo e errado VINICIUS TORRES FREIRE
- Uma nova tempestade LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS...
- Moeda é vítima de um'efeito batata quente' JOSÉ PA...
- Geleia eleitoral MERVAL PEREIRA
- Solavancos no câmbio CELSO MING
- O custo do salto MIRIAM LEITÃO
- Sarkozy, Obama e Israel GILLES LAPOUGE
- A saúde dos impostos FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Os garotos do Brasil RUY CASTRO
- Política externa de Dilma afasta-se da de Lula só ...
- Revisão de uma realidade ADRIANO PIRES e ABEL HOLT...
- Nada de novo sob o Sol João Mellão Neto
- Enquanto a bola rola Nelson Motta
- Dia D de DilmaMarco Aurélio Cabral
- As razões para a alta estão mais perto do que se i...
- Dilma faz o que Lula queria CARLOS ALBERTO SARDENB...
- Mágicas e milagres nos EUA VINÍCIUS TORRES FREIRE
- Revolução educacional - Merval Pereira
- O xarope do Fed Celso Ming
- Em frente ao mundo - Míriam Leitão
- Ah, esse dólar.... Alberto Tamer
- O ruim pelo pior José Serra
- A impostura do impostaço VINICIUS TORRES FREIRE
- Fase perigosa MIRIAM LEITÃO
- O caminho do PSDB MERVAL PEREIRA
- Garantia legal ANTONIO DELFIM NETTO
- Novo conflito no Oriente Médio? ROBERTO ABDENUR
- FMI aprova corte de juros no Brasil ROLF KUNTZ
- O câmbio muda na moita CELSO MING
- Seis por meia dúzia Roberto DaMatta
- Mercado interno, externo ou ambos? Maílson da Nób...
- Veja e Epoca
- A CPMF é vital para a saúde GUILHERME FIUZA
- É muito poder REVISTA VEJA
- Rolos aqui e no exterior REVISTA VEJA
- É preciso preencher a cabeça deles REVISTA VEJA
- A marcha a ré JANIO DE FREITAS
- Aonde vai andar o dólar VINICIUS TORRES FREIRE
- Tarefas inescapáveis MIRIAM LEITÃO
- Operação Twist CELSO MING
- Jogo de pôquer Merval Pereira
- Às ruas! Rodrigo Constantino
- Para mudar o Congresso Luiz Felipe D'Ávila
- Competição nas ferrovias José Luiz Alquéres
- Reinaldo Azevedo
- Em água de rosas - Paulo Brossard
- Um olho aberto RICARDO NOBLAT
- Briga fratricida GEORGE VIDOR
- Relógio cuco RUBENS RICUPERO
- Aeroportos da fila única CARLOS ALBERTO SARDENBERG...
- A desindustrialização no Brasil LUIZ CARLOS MENDON...
- Déjà vu PAULO GUEDES
- O programa mais ineficiente do mundo Fabio Giambia...
- Gato por lebre Jorge Darze
- Faxina verde-amarela Carlos Alberto Di Franco
- Imposto zumbi CELSO MING
- Atalho bancário MIRIAM LEITÃO
- Pode ser que me engane... FERREIRA GULLAR
- O luxo DANUZA LEÃO
- Quanto custa comprar proteção VINICIUS TORRES FREI...
- Ainda avionando JOÃO UBALDO RIBEIRO
- Nascem flores no pântano GAUDÊNCIO TORQUATO
- Qualidade em xeque MERVAL PEREIRA
- Mais um puxadinho CELSO MING
- Enfim, a sinceridade MIRIAM LEITÃO
- Política sem política MARCO ANTONIO VILLA
- Governo federal é ameaça à Copa EDITORIAL O Globo
- Lambança político-industrial EDITORIAL Estadão
- Doralice, eu bem que te disse RUTH DE AQUINO
- No tribunal - Merval Pereira
- Os royalties da discórdia MERVAL PEREIRA
- Custo invisível MIRIAM LEITÃO
- Mais esparadrapo na Europa VINICIUS TORRES FREIRE
- Os bancos centrais agem Celso Ming
- Nomes próprios : Nelson Motta
- As vozes que não se calam : Fernando Gabeira
- A luta e a glória são do povo : Gilles Lapouge
- A conta da rigidez do gasto público :Rogério Furqu...
- Turismo para quê? EDITORIAL
- Taxa de juros, inflação, incertezas e o mercado RO...
- Palestina mutilada DEMÉTRIO MAGNOLI
- Dilma, enfim, tem uma meta VINÍCIUS TORRES FREIRE
- Uma enciclopédia de corrupção EDITORIAL O GLOBO
- Brasil manobra, mas Haia julga caso Battisti Feli...
- Agenda cheia - Míriam Leitão
- Mudança de critério Merval Pereira
- Dos Brics para os Piigs Celso Ming
- Heterodoxos ANTONIO DELFIM NETTO
- A crise e o juro: deslocar a curva GUSTAVO FRANCO
- Uma lição na Ata do Copom ROLF KUNTZ
- Dez do onze ROBERTO DaMATTA
- Contraponto Merval Pereira
- Consumo aquecido Celso Ming
- Aço e dívidas Panorama - Míriam Leitão
- Por que a PF não busca quem matou Toninho? José Nê...
- Instituições de ensino privadas são essenciais Cu...
- A poeta do toma lá, dá cá FERNANDO DE BARROS E SIL...
- O xis da questão do mensalão EDITORIAL O Estado de...
- Palavras e atos MERVAL PEREIRA
- Ciência ou aumento da incerteza? ANTONIO DELFIM NE...
- Contradições na Eurolândia Celso Ming
- Arco de fogo - Míriam Leitão
- Retrato da turbulência José Paulo Kupfer
- O rio do filósofo e a Dilma Luiz Werneck Vianna
- O mundo não mudou com o 11 de Setembro : Rubens Ba...
- O divórcio entre salários e produtividade José Pas...
- Necessário, mas insuficiente JOSÉ ROBERTO DE TOLED...
- Petrobras abusa do consumidor Claudio J. D. Sales...
- Mais inflação, menos crescimento Carlos Alberto Sa...
- Estado de Direito e questão indígena Denis Lerrer...
- Energia elétrica na época do telex e na era do Twi...
- Desindustrialização, juros e o ilustre desconhecid...
- A defasagem regulatória do setor Antonio Ribeiro d...
- Educação: reprovada LYA LUFT
- CHANTAGEM EXPLÍCITA REVISTA VEJA
- O mundo se curva J. R. GUZZO
- A ação mais antiga do Supremo EDITORIAL
- O Brasil do PT GAUDÊNCIO TORQUATO
- Ousadia e responsabilidade PEDRO S. MALAN
- 2008, 2011: setembros VINICIUS TORRES FREIRE
- 11 que parece 13 FERREIRA GULLAR
- Mudanças DANUZA LEÃO
- Dia sem fim MÍRIAM LEITÃO
- Voto consciente MERVAL PEREIRA
- A democracia sob medida Mac Margolis
- Avionando João Ubaldo Ribeiro
- Desconfiança eleitoral Celso Ming
- Obama não nos oferece nada Alberto Tamer
- A esperteza chinesa Suely Caldas
- O fim da poliomielite DRAUZIO VARELLA
- Voto distrital MERVAL PEREIRA
- Crime e corrupção no Rio GILBERTO VELHO
- Paciência tem limite EDITORIAL O Estado de S.Paul...
- Nas mãos de Deus CELSO MING
- O culto ao 11/9 GUILHERME FIUZA
- Roteiro velho MIRIAM LEITÃO
- Grécia poderá sair da zona do euro? GILLES LAPOUGE...
- Uma ata ruim para o Copom EDITORIAL ESTADÃO
- Diário de uma semana em Londres LUIZ CARLOS MENDON...
- Obama, o fraco VINICIUS TORRES FREIRE
- Pontos soltos MIRIAM LEITÃO
- O guerreiro do povo NELSON MOTTA
- Manual de picaretagem intelectual JOÃO MELLÃO NETO...
- Faltou explicação CELSO MING
- O passado cobra MERVAL PEREIRA
- Internet contorna cooptação lulopetista Editorial ...
- A melhor âncora MIRIAM LEITÃO
- Duplo espanto ANTONIO DELFIM NETO
- A Europa se enforca na recessão VINICIUS TORRES FR...
- RDC em discussão MERVAL PEREIRA
- Dois setembros ROBERTO ABDENUR
- O impasse JANIO DE FREITAS
- O Brasil é um bonde Roberto Damatta
- Mais dinheiro para o ralo Rolf Kuntz
- 'Tem ninguém jogando bonito' Daniel Piza
- Celso Ming A inflação se acirra
- Mais uma tentativa MERVAL PEREIRA
- Em setembro MIRIAM LEITÃO
- Uma nova independência RODRIGO CONSTATINO
- Paradeira na Europa CELSO MING
- Queda nos juros "pra valer" VINICIUS TORRES FREIRE...
- A década perdida deles ILAN GOLDFAJN
- Feijão maravilha XICO GRAZIANO
- Um viva para o Copom ANTÔNIO DELFIM NETTO
- Perigos Previdenciários Maílson da Nóbrega
- STF e jornalismo de buldogues CARLOS ALBERTO DI FR...
- Sem intermediários JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO
- Entre a economia e a política CARLOS ALBERTO SARDE...
- Abrindo caminho Merval Pereira
- Colhendo o que plantou FERREIRA GULLAR
- O lulismo e o dilmismo GAUDÊNCIO TORQUATO
- Por que não me ufano do meu país DANUZA LEÃO
- Mundo piora, BC agradece VINICIUS TORRES FREIRE
- A meta e a dúvida MÍRIAM LEITÃO
- Sob medida Dora Kramer -
- Crônica de um tempo difícil Fernando Henrique Card...
- Crescimento ou inflação? Alberto Tamer
- Incontinência verbal Suely Caldas
- Piorou por quê? Celso Ming
- Reforma na corrupção João Ubaldo Ribeiro
- RUTH DE AQUINO - Vamos criar a CCMEF?
- PT, mídia, muquifo FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Tempo breve MÍRIAM LEITÃO
- Exame de Ordem MIGUEL REALE JÚNIOR
- Transição MERVAL PEREIRA
- O consumo puxa o PIB Celso Ming
- O petróleo da Líbia Gilles Lapouge
- Certo ou errado, foi esquisito VINICIUS TORRES FRE...
- Alguma coisa acontecendo, Mr. Jones FERNANDO GABEI...
- O nó cego Miriam Leitão
- Novos caminhos Merval Pereira
- Derivativo da Fazenda Celso Ming
- Falar mais alto Dora Kramer
- Encenação de austeridade Rogério Furquim Werneck
- Com a mão na massa Nelson Motta
- BC cedeu MÍRIAM LEITÃO
- Maioria insidiosa DORA KRAMER
- Difícil acordo MERVAL PEREIRA
- É a confiança, senhores! Alberto Tamer
- Engasgado no álcool Celso Ming
- A UNE deles e a nossa Demétrio Magnoli
- A lei e os porões Gilmar Mendes
-
▼
Setembro
(254)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA