Quinta-feira, Agosto 11, 2011
A corrupção tende a diminuir Maílson da Nóbrega
Veja - 08/08/2011
A o contrário do que diz o título, a impressão é que a corrupção só aumenta, a julgar pelo tenebroso escândalo no Ministério dos Transportes e por outros mais recentes. Nos últimos oito anos, elevou-se a percepção do fenômeno. No índice da Transparência Internacional (www.transparency.org), o Brasil caiu da 45ª para a 69ª posição entre 2002 e 2010. Empatamos com Cuba e perdemos para Tunísia, Gana e Ruanda.
Uma explicação seria a maior capacidade de detectar a corrupção, que assim apareceria mais em vez de aumentar. Outra seria o maior loteamento de cargos. Indicações políticas podem levar bons quadros para o governo. Em excesso e sem cuidados, pescam gente sem valores e sem princípios sólidos, que pensa em se locupletar. A piora da corrupção, percebida ou real, não quer dizer que a degradação continue. A corrupção é inerente às organizações e às pessoas. O desafio é construir instituições e ter atitudes para reprimi-la.
A corrupção era endêmica no reinado de Ramsés II, o Grande, faraó egípcio (século XIII a.C.). Contribuiu para o declínio do Império Romano. Motivou a instituição do celibato pelo papa Gregório VII (século XI). Ao se subordinarem aos reis, casarem e constituírem família, os padres se tornavam patrimonialistas e corruptos.
Na Europa dos séculos XVI a XVIII, vendiam-se funções públicas para que indivíduos influentes pudessem cobrar tributos para si mesmos. Monarcas corruptos concediam isenções tributárias e outros privilégios a nobres, comerciantes e juízes. Na França, segundo Francis Fukuyama, o governo "era privatizado em suas funções básicas e as repartições se tornavam propriedade privada hereditária", Processos semelhantes aconteciam na Espanha e na Inglaterra.
A corrupção infesta países em desenvolvimento sem boas instituições, mas também sobrevive nos desenvolvidos. No século XIX, era ampla nos Estados Unidos, como nas concessões de ferrovias. Nos anos 1970, o primeiro-ministro japonês Kakuei Tanaka e o vice-presidente americano Spiro Agnew renunciaram por aceitar propina. Entre 1994 e 1995, ministros belgas caíram com o escândalo Agusta-Dassault, da compra de helicópteros pelo Exército. Em julho passado, uma empresa do primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi foi condenada por subornar um juiz na compra de um grupo editorial. Nas escutas ilegais do tabloide inglês News of the World, corromperam-se policiais da respeitada Scotland Yard.
Ao longo dos séculos, a corrupção diminuiu pela conjugação de avanços institucionais com intolerância da opinião pública. Cinco são os fatores básicos que explicam a mudança: (1) democracia, (2) Judiciário independente, (3) serviço público profissionalizado, (4) imprensa livre e independente e (5) educação. Nos países em desenvolvimento, foram ainda importantes a privatização de empresas estatais e a eliminação do controle de preços e do licenciamento de importações. Mais recentemente, o arsenal inclui os avanços da tecnologia digital, que permite gravar cenas com câmeras e celulares, fazer escutas telefônicas legais e transmitir imagens pela internet.
Mesmo inconscientemente, o corrupto avalia custos e benefícios. O principal custo é mofar na cadeia; o benefício, enriquecer ilicitamente. Ele percebe os riscos quando há instituições e crenças da sociedade que permitem detectar e punir a corrupção. O Brasil está chegando a esse patamar. Já consolidamos a democracia e a imprensa livre. Cada vez mais detectamos a perversão, com a participação decisiva da imprensa. Os corruptos não ficam presos, mas já são expostos à opinião pública. Um novo avanço poderia ser a maior profissionalização do serviço público, incluindo a limitação substancial das indicações políticas. No governo federal, existem espantosos 25000 cargos desse tipo.
Uma classe média crescente, mais educada e mais informada diminuirá muito a passividade dos brasileiros diante da corrupção, potencializando os respectivos inibidores institucionais e mentais. A melhoria não será súbita, pois tais mudanças são lentas e incrementais. Nem por isso, não esmoreçamos nem percamos a esperança. A corrupção tende a diminuir. Corruptos irão para a cadeia. É uma questão de tempo.
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2011
(2527)
-
▼
Agosto
(223)
- Três espantos - Míriam Leitão
- Muita sede ao pote Dora Kramer
- Agora nem confissão condena malfeitor José Nêumann...
- Cafezinhos e parábolas Roberto Damatta
- Embromação 29 Rolf Kuntz
- Falta de respeito Merval Pereira
- A hora dos juros Celso Ming
- Boa promessa MÍRIAM LEITÃO
- Governo poupa a loteria federal VINICIUS TORRES FR...
- É o novo mix Celso Ming
- Ilegal legitimado Dora Kramer
- A jabuticaba explicada Merval Pereira
- Bom, bonito... e barato? Adriano Pires
- Dize-me com quem andas Paulo Brossard
- Nova liderança no etanol EDITORIAL O ESTADO DE SÃ...
- Democracia e moralidade DENIS LERRER ROSENFIELD
- Não tem nada de mais CARLOS ALBERTO SARDENBERG
- Adeus à faxineira RICARDO NOBLAT
- Não em nome do Brasil JOSÉ SERRA
- A sustentável leveza dos setentões GAUDÊNCIO TORQU...
- Noivas em fuga MÍRIAM LEITÃO
- A César o que é de César SERGIO AUGUSTO
- Um programa de oposição radical VINÍCIUS TORRES F...
- Uma experiência radical FERREIRA GULLAR
- Jabuticaba eleitoral MERVAL PEREIRA
- Certos momentos DANUZA LEÃO
- Eles adiam o que a gente faz ALBERTO TAMER
- As voltas que o mundo dá SUELY CALDAS
- Arrumar sótãos e porões LYA LUFT
- Paixão oficial J. R. GUZZO
- O Poderoso Chefão REVISTA VEJA
- A classe média ganha força Celso Ming
- Pé na estrada Dora Kramer
- O problema Perry de Bernanke PAUL KRUGMAN
- A classe média ganha força CELSO MING
- Um erro perigoso MÍRIAM LEITÃO
- A presidente Dilma e o governo-conluio RUBENS FIGU...
- Distorções MERVAL PEREIRA
- Uma mão suja outra Dora Kramer -
- A nova Líbia MÍRIAM LEITÃO
- Faxina agrária XICO GRAZIANO
- Nova postura CELSO MING
- Mais do mesmo MERVAL PEREIRA
- De gestora a faxineira MARCO ANTONIO VILLA
- Ainda não é o fim do capitalismo ANTONIO DELFIM NE...
- O voo do oligarca FERNANDO DE BARROS E SILVA
- De pipoca e refrigerante ALON FEUERWERKE
- A diversificada tecnologia da corrupção EDITORIAL ...
- Fruta de entressafra Dora Kramer
- O que houve? - Paulo Brossard
- Os sem-iPad LUIZ FELIPE PONDÉ
- Radiografia da corrupção CARLOS ALBERTO DI FRANCO
- O dilema de Dilma EDITORIAL O Estado de S.Paulo
- O herói e o antagonista-Ruy Fabiano
- Entrevista - Jarbas Vasconcelos:
- Sólido e vulnerável MÍRIAM LEITÃO
- O papel de Dilma MERVAL PEREIRA
- Em time que está ganhando... FERREIRA GULLAR
- Acelera, Dilma DANUZA LEÃO
- Gritos e sussurros na economia VINICIUS TORRES FRE...
- Jogo de cena FERNANDO DE BARROS E SILVA
- O éden ao lado do inferno Gaudêncio Torquato
- Percepções do Brasil no mundo Celso Lafer
- Dedicação exclusiva a - O Estado de S.Paulo Editor...
- Receita de ex-presidente Ruy Fabiano
- Isso não vai dar muito certo João Ubaldo Ribeiro...
- O modelo precisa mudar Suely Caldas
- Brasil pronto para o pior Alberto Tamer
- Remédio duvidoso Celso Ming
- Sem pai nem mãe Dora Kramer
- Economia dita tom político João Bosco Rabello -
- A crise de 2011 é a mais grave de todas LUIZ FELIP...
- Maré vermelha MÍRIAM LEITÃO
- Solução distante CELSO MING
- Seremos algum dia japoneses? RUTH DE AQUINO
- Agricultura tropical e saúde KÁTIA ABREU
- Mobilização MERVAL PEREIRA
- O Planalto, a PF e as prisões escandalosas FÁBIO T...
- Dilmuska FERNANDO DE BARROS E SILVA
- Crise, comida, ferro e petróleo VINICIUS TORRES FR...
- Copa do Mundo, entre laranjas e ONGs FERNANDO GABE...
- Apoios à faxina MERVAL PEREIRA
- Modo crise MÍRIAM LEITÃO
- Para valer? LUIZ GARCIA
- Quem demitiu o ministro? O Estado de S. Paulo-Edit...
- Um toque de pudor Dora Kramer
- Treme-treme Celso Ming
- Turismo de mosca é no lixo Nelson Motta
- A fantasia de ver a crise como solução Rogério L. ...
- ''Corrupção atinge níveis inimagináveis'', dizem d...
- EUA e a crise ANTONIO DELFIM NETTO
- Dilma, a diarista, e sua vassoura VINICIUS TORRES ...
- Verdadeira ameaça MÍRIAM LEITÃO
- Para que trocar o ladrão descoberto pelo incerto? ...
- Sem expectativa Merval Pereira
- Prova dos nove - Dora Kramer
- Pragas da política Rolf Kuntz
- Eurogovernança Celso Ming
- De cabeça para baixo Roberto Damatta
- Os erros argentinos MÍRIAM LEITÃO
- Apoio necessário MERVAL PEREIRA
- Dilma, efeito Obama, chá e lama VINICIUS TORRES FR...
- Itaquerão tem oferta de R$ 300 mi Wagner Vilaron
- Inversão de valor Dora Kramer
- Chicote neles Celso Ming
- Um ajuste fiscal convencional Fabio Giambiagi
- O perigo está na curva ascendente Alexandre Barros...
- O desafio americano: reinterpretando Churchill Lo...
- A proteção no desligamento da empresa José Pastore...
- Cesar Maia: DILMA: AUTORITARISMO, DESTEMPERO OU DE...
- Win Together or Lose Together - By THOMAS L. FRIED...
- Treze tristes crises VINÍCIUS TORRES FREIRE
- Como tirar proveito da longa crise JOSEPH STIGLITZ...
- Arthur Bispo e a arte contemporânea FERREIRA GULLA...
- A Bolsa ou a vida DANUZA LEÃO
- Populismo e corrupção - Merval Pereira
- China e clima - Míriam Leitão
- Equilíbrio em zigue-zague Gaudêncio Torquato
- Lições da beira do abismo? Pedro S. Malan
- A base desensarilha as armas -Editorial O Estado...
- Governo sabia da operação João Bosco Rabello
- Ajuste longo e doloroso Celso Ming
- Pater certus João Ubaldo Ribeiro
- O Brasil na crise - do susto à fuga Suely Calda...
- Ainda não é hora de respirar Alberto Tamer
- Reinaldo Azevedo
- O grande massacre de bancos VINICIUS TORRES FREIRE...
- Vantagens e desvantagens - MERVAL PEREIRA
- Armas e fraquezas Míriam Leitão
- No foco, os bancos Celso Ming
- Mais crise, mais dólar - Alberto Tamer
- É preciso preços competitivos Adriano Pires e Abe...
- O Brasil e a crise: estresse, não catástrofe José...
- A agressão do "Dr. Júlio"
- E se a pressão aumentar mais?
- A corrupção tende a diminuir Maílson da Nóbrega
- Prêmios da semana Roberto Pompeu de Toledo
- Reinaldo Azevedo:
- Cinco anos de recessão? VINICIUS TORRES FREIRE
- Tea Party e quadro político nos EUA ROBERTO ABDEN...
- O novo PT de sempre EDITORIAL O ESTADÃO
- Um dia de trégua - Míriam Leitão
- Incêndio nos bombeiros Celso Ming
- Alinhamentos Merval Pereira
- Controle da mídia Ives Gandra da Silva Martins
- Bom senso e crise externa Rolf Kuntz
- Canais de contágio Míriam Leitão
- Um Supremo petista? Merval Pereira
- Perda de chão Celso Ming
- Jogo da memória Xico Graziano
- Capitalismo ao estilo chinês Rubens Barbosa
- Do que a indústria precisa - Raul Velloso
- GUSTAVO FRANCO -Entrevista
- Jornalismo, agenda positiva CARLOS ALBERTO DI FRAN...
- Precisa-se de governo CARLOS ALBERTO SARDENBERG
- Certos encontros DANUZA LEÃO
- O maior perigo MÍRIAM LEITÃO
- Dependência econômica MERVAL PEREIRA
- Mentira tem pernas curtas FERREIRA GULLAR
- PT, saudações! Ao passado GAUDÊNCIO TORQUATO
- EUA tiram nota baixa; e o Brasil? VINICIUS TORRES ...
- Vida arriscada João Ubaldo Ribeiro
- Terremoto Celso Ming
- Uma semana terrível Alberto Tamer
- Nota mais baixa, custos mais altos José Paulo Kup...
- Política ou choque de gestão? Suely Caldas
- O meltdown político de Obama Mac Margolis
- Davi e Golias Fernando Henrique Cardoso
- Crédito estrangulado CELSO MING
- As preocupações erradas PAUL KRUGMAN
- Por que eu não? MIGUEL REALE JÚNIOR
- O Brasil de ontem e a Grécia de hoje MAÍLSON DA NÓ...
- A CPI da faxina GUILHERME FIUZA
- Letras e cenários MIRIAM LEITÃO
- Uma escolha infeliz EDITORIAL O ESTADÃO
- Mudança de rumo? MERVAL PEREIRA
- Uma epidemia que mata 100 por dia RUTH DE AQUINO
- Só no Brasil AUGUSTO NUNES
- Míriam Leitão Bolhas e pânicos
- Mudança estratégica Merval Pereira
- Derreteu Celso Ming
- Elas, eles e nós Nelson Motta
- Copa do Mundo e suas armadilhas Fernando Gabeira
- Impostos e perfumarias VINICIUS TORRES FREIRE
- Sai dívida e entra recessão ALBERTO TAMER
- Uma CPI útil JANIO DE FREITAS
- O enigma Dilma MERVAL PEREIRA
- Uma bolsa que cai MÍRIAM LEITÃO
- Todos pagam, alguns recebem CARLOS ALBERTO SARDENB...
- Paradeira global Celso Ming
- O começo do fim Luiz Felipe Lampreia
- EUA - déficit cai, dívida sobe. E Obama? Roberto M...
- A lei dos juízes Autor(es): Demétrio Magnoli
- A incongruência entre juros e prêmio de risco Nat...
- Os EUA iam acabar em 1861 ELIO GASPARI
- Volta ao passado MÍRIAM LEITÃO
- Política de guerra cambial VINICIUS TORRES FREIRE
- A luta continua Merval Pereira
- Acordos acrobáticos Gilles Lapouge
- Gastança e competitividade Rolf Kuntz
- Plano fraco Celso Ming
- A esmo no lodaçal Dora Kramer
- Um país ensanduichado José Serra
- Travessuras bilionárias de Juquinha e Jucazinho Jo...
- Dilma e seus governos Marco Antônio Villa
- O rei está nu MÍRIAM LEITÃO
- A encrenca dos EUA e a nossa VINICIUS TORRES FREIR...
- O pior e o melhor JANIO DE FREITAS
- Limitações MERVAL PEREIRA
- O porquê de não se fazer 'varredura geral' EDITORI...
- O que vem agora Celso Ming
- Camarote cósmico Dora Kramer
- Obama cede na questão da dívida Paul Krugman
- Faxina geral na Esplanada Gil Castello Branco
- Acordo na beirada Ilan Goldfajn
- A dívida e os empregos nos Estados Unidos José Pa...
- Saudades de Gilda! RICARDO NOBLAT
- PAC continua devagar EDITORIAL O Estado de S.Paulo...
- Elevando a inflação Carlos Alberto Sardenberg
- Elevando a inflação Autor(es): Carlos Alberto Sard...
- Lições do passado para o Dnit Edmar Bacha
- Crime e mal Denis Lerrer Rosenfield
- A crise da política Everardo Maciel
-
▼
Agosto
(223)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA