O ESTADO DE S. PAULO
Conhecida nos anos 80 como o continente das crises, hoje a América Latina está numa posição ímpar, que lembra em alguns aspectos sua situação durante a Grande Depressão. Da mesma forma que 80 anos atrás, e em contraste com episódios mais recentes, nossa região se encontra novamente na condição de vítima, não de causadora da crise econômica. Outra semelhança com os anos 30 é que a maioria das economias latino-americanas vai se recuperar mais rapidamente do que as economias centrais.
Naqueles anos, quase todos os países da América Latina, exceto Chile e Cuba, superaram seu pico real do PIB pré-depressão bem antes dos Estados Unidos: a Colômbia em 1932, o Brasil em 1933, o México em 1934 e a Argentina em 1935.
A explicação básica para o impacto relativamente menor dessa crise na América Latina e na Ásia pode ser encontrada num fato quase ignorado, mas essencial: o canal de contágio. O colapso financeiro das economias centrais se espalhou para os chamados países emergentes não por intermédio de suas causas primárias, mas dos seus efeitos. As mesmas causas - bolhas imobiliárias, pacotes securitizados de hipotecas subprime, desregulamentação financeira excessiva e níveis perigosos de alavancagem - produziram os mesmos resultados catastróficos nos Estados Unidos e onde quer que estivessem presentes, como no Reino Unido, na Irlanda, na Espanha e na Islândia.
Em vez disso, na América Latina em geral, assim como na Ásia, o contágio veio dos subprodutos da crise, principalmente a retração brusca das finanças e do comércio. Não houve colapso de instituições financeiras importantes. As únicas exceções mais sérias foram as perdas em derivativos no México - US$ 4 bilhões no último trimestre de 2008 - e no Brasil - estimadas em US$ 25 bilhões.
Houve, sim, uma acentuada redução na oferta de crédito às atividades produtivas, em decorrência da perda de linhas de crédito estrangeiras. Mas alguns dos aspectos dolorosos da retração econômica poderiam ter sido evitados, não fosse por erros de avaliação sobre a natureza da crise. Tais erros obstaculizaram políticas contracíclicas enérgicas e rápidas em economias que não estavam preparadas para a previsível piora das condições externas.
Uma das lições do gerenciamento da crise na região foi lançar uma nova luz sobre uma questão antiga: tão indispensáveis quanto a correção das respostas políticas são sua clareza, intensidade e velocidade. O caso exemplar de políticas com as qualidades desejáveis foi o Chile, onde, a certa altura, o Banco Central cortou resolutamente a taxa de juro em impressionantes 250 pontos básicos. De um só golpe, e logo no início da crise. Agora mesmo, na terceira semana de junho, acabou de cortar de novo 50 pontos, reduzindo a taxa básica de juro a 0,75%.
Além disso, graças à lucidez e à prudência na criação de um fundo contracíclico, Chile e Peru puderam socorrer suas economias declinantes com um robusto pacote de estímulo fiscal. Cabe notar que tanto o Chile como o Peru eram mais vulneráveis à crise internacional do que o Brasil, pois seus coeficientes de exportação em relação ao PIB são três a quatro vezes superiores ao coeficiente brasileiro, o que eleva o multiplicador negativo da retração do comércio mundial sobre a economia doméstica.
O momento em que as autoridades nacionais deveriam ter enviado um sinal firme e inequívoco para o mercado foi na altura do pânico criado pela falência do Lehman Brothers, em 15 de setembro de 2008. Nesse momento crucial, não havia mais qualquer justificativa para mirar a inflação, em vez da recessão, como o perigo mais claro e presente para a economia. Onde quer que as autoridades não conseguiram responder de forma adequada, a consequência foi a demora da recuperação econômica.
O desempenho na gestão da crise tem sido confuso em alguns países. No Brasil, os primeiros sinais de recuperação puxada pelo consumo começam a aparecer. A recuperação é em grande parte resultado da expansão nos gastos correntes do governo federal com pessoal e de uma variedade de programas de assistência social, bem como das reduções de impostos sobre veículos automotores e eletrodomésticos. Isso provavelmente vai ajudar a estimular o consumo por algum tempo. No entanto, a sustentabilidade da atual taxa de crescimento das despesas, sem aumento adicional dos impostos, dependerá de uma vigorosa retomada do investimento produtivo e da expansão industrial.
Coisas positivas poderiam ser ditas sobre as medidas de política econômica pós-Lehman Brothers no Brasil: redução da exigência de depósito compulsório dos bancos junto ao Banco Central (logo no início), garantias para depósitos bancários a prazo (embora um pouco tardias), aumento dos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem organizado com agilidade e substância operações para reestruturar empresas afetadas pela crise.
Mesmo assim, não há como negar a evidência: no momento crítico, em setembro-outubro de 2008, a política monetária não deu aos empresários e aos mercados estímulo suficientemente forte e oportuno para evitar uma queda acentuada da produção industrial e do investimento. A taxa real de juros do Brasil, a mais alta do mundo, só começou a ser reduzida, e muito ligeiramente, três meses depois do 15 de setembro. A taxa real brasileira continua a ser a mais alta, levando a moeda nacional a uma excessiva e desnecessária revalorização desde janeiro deste ano, que pode retirar o Brasil do grupo de países que sairão com mais sucesso desta grande crise. Além disso, o investimento público em infraestrutura não atingiu massa crítica suficiente para compensar o investimento privado que despencou.
Por trás de algumas características comuns, a América Latina apresenta uma grande diversidade de condições e de intensidade do impacto da crise, que nos alerta contra qualquer tentativa de simplificar a realidade. Algumas economias menores, principalmente na América Central e no Caribe, são dependentes do turismo ou de remessas de imigrantes e foram particularmente atingidas pela recessão. Outras, como as economias e países dolarizados que concentram uma alta proporção do seu comércio no espaço econômico da América do Norte, acompanham de perto as vicissitudes dos Estados Unidos e terão de esperar mudanças afortunadas na economia americana. Já os países que são principalmente exportadores de produtos derivados de recursos naturais têm tido a sorte de encontrar na China uma fonte sustentada de demanda.
Estou falando da evolução dos acontecimentos no Brasil e na América do Sul, em vez dos problemas financeiros dos Estados Unidos e do mundo, porque quero salientar um fato central a respeito da gestão da crise. Independentemente de atribuir culpas pelas raízes primárias da crise - banqueiros, reguladores e policy makers americanos -, a responsabilidade última por aceitar passivamente ou neutralizar as repercussões dessa crise em outros países depende da adequação das respostas políticas nacionais. A qualidade das políticas nacionais faz a diferença.
Isso me remete ao que devemos esperar das estratégias do governo dos Estados Unidos. A primeira conclusão a tirar da crise é a necessidade de preservar o espaço político nacional. Ou seja, os países devem ser livres para adotar políticas de desenvolvimento de acordo com suas próprias especificidades e interesses.
No passado recente, o setor financeiro dos países desenvolvidos pressionou reiteradamente seus governos a impor aos países em desenvolvimento concessões prematuras e perigosas de liberalização financeira, que beneficiaram principalmente a mesma gente que provocou a atual crise. Demasiadas vezes, essa dimensão internacional da volúpia de Wall Street foi uma precondição para acordos de livre comércio. Até organizações internacionais e bancos oficiais participaram ativamente dessa tentativa insensata de promover um falso conceito de globalização. Não é de modo algum coincidência que os dois países que conseguiram resistir mais à pressão - China e Índia - são as duas economias menos afetadas pelo colapso.
Além disso, devemos esperar que o governo dos Estados Unidos mantenha seu compromisso com um vigoroso pacote de estímulo fiscal pelo tempo necessário para consolidar a recuperação econômica, sem temores prematuros de volta da inflação. Cabe saudar a determinação do presidente Obama de dar prioridade central à criação de empregos e a reverter o aumento da desigualdade ao longo de décadas de fundamentalismo de mercado. Também louvo sua tentativa de vincular a recuperação econômica à prioridade urgente da luta contra o aquecimento global e pelo desenvolvimento de fontes limpas e renováveis de energia.
Ao mesmo tempo, esperamos que o novo governo não adote medidas protecionistas, com dispositivos ao estilo "Buy American". Acima de tudo, desejamos que os Estados Unidos recuperem sua liderança perdida nas negociações comerciais multilaterais, abandonando sua atual dependência de enormes subsídios agrícolas.
Finalmente, algumas palavras sobre o futuro papel do G-20. Esse grupo pode não expressar a fórmula ideal e definitiva para a gestão de um mundo globalizado. Não deve ser visto como um substituto para uma reforma do Conselho de Segurança nem como uma espécie de panaceia para resolver todos os problemas internacionais. É, no entanto, um arranjo prático e razoavelmente representativo para enfrentar desafios onde o tamanho e o peso dos países são importantes.
Para realizar seu potencial, o G-20 tem de cumprir as ambiciosas promessas feitas em Londres sobre a regulamentação e a supervisão financeiras, especialmente quanto à adoção de uma total transparência e abertura dos mercados de derivativos e outros criados pela inovação financeira. O governo norte-americano está dando um exemplo, ao apresentar um plano abrangente para atualizar e revisar a regulamentação e a supervisão financeiras. Mas, como Geithner e Summers declararam num artigo em jornal, as ações nacionais terão pouco efeito se não forem acompanhadas por normas internacionais semelhantes. Por isso, prometeram que os Estados Unidos irão liderar o esforço para melhorar a regulação e a supervisão no mundo inteiro.
É necessário um esforço renovado dos membros do G-20 para honrar seus compromissos de produzir uma significativa reforma do setor financeiro, que o coloque a serviço da promoção da produção e do emprego, e não como um poderoso foco de desestabilização da economia internacional e um fim em si mesmo. Essa tarefa deve ter prioridade total, ou correremos o risco de perder a oportunidade de mudança representada pela crise, permitindo que o esforço de reforma esmoreça à medida que as pessoas relaxem e se deixem iludir por sinais prematuros de uma recuperação superficial.
O G-20 deve manter sua palavra e cumprir o solene compromisso de assegurar uma representação mais equilibrada na direção do FMI e do Banco Mundial, dando mais voz e voto aos países em desenvolvimento. A reforma das instituições de Bretton Woods será vista como um teste decisivo da sinceridade e equanimidade das economias industriais avançadas, pois envolve uma redistribuição do poder e da influência de países sobrerrepresentados, principalmente da Europa, em favor de continentes inteiros como a Ásia, a América Latina e a África.
Em termos imediatos, é imperativo que o FMI receba efetivamente recursos adicionais para apoiar aqueles que necessitam de ajuda especial. Isso vai além da recém-criada Linha Flexível de Crédito (FCL), mecanismo cuja utilidade já foi demonstrada pela concessão de linhas de crédito de US$ 47 bilhões para o México e de US$ 10,5 bilhões para a Colômbia. É igualmente necessário que os países mais vulneráveis, que hoje não se qualificam para a FCL, não fiquem sem assistência adequada.
Gostaria de concluir esta parte deixando aqui uma sugestão prática sobre um tema que é tido como essencial para uma nova ordem mundial. Não mais de 15 países, considerando a União Europeia como uma entidade única, são responsáveis por cerca de 80% de todas as emissões de gás que estão na origem do aquecimento global. Todos eles são membros G-20. O G-20 se tornaria uma instância indispensável da nova ordem internacional se fosse utilizado como fórum de negociação de um compromisso bem-sucedido entre todas as principais economias mundiais - que mereceria ser aprovado na próxima Conferência sobre as Alterações Climáticas de Copenhague. Depois de ter servido como ponto de encontro de perspectivas diferentes, mas convergentes, sobre o risco da crise financeira no presente e no futuro imediato, por que não utilizar o G-20 contra a mais séria ameaça para a civilização humana nos próximos anos?
Finalmente, farei um resumo breve sobre a nova dinâmica de crescimento da economia mundial. A posição relativa dos mercados emergentes - vis-à-vis o mercado mundial - deverá ser fortalecida nos próximos anos, em decorrência de três diferenças: 1) nas taxas de crescimento econômico; 2) nos desequilíbrios de conta corrente; e 3) nos níveis de endividamento público.
A recuperação econômica será liderada pelas economias emergentes, em particular as economias da Ásia e da América Latina, que dispõem de considerável mercado interno. Antes do colapso do Lehman, esses países apresentavam sólida expansão, a despeito do crescimento declinante das economias maduras. O evento Lehman representou uma inflexão, ao encolher a liquidez mundial e afetar profundamente as economias emergentes. Quando as condições de liquidez se normalizarem no mundo, todavia, deve ser retomada a diferenciação nas taxas de crescimento.
A expansão econômica mundial será moderada por algum tempo, mas as diferenças no ritmo de crescimento dos países serão maiores do que antes. Claro, as economias emergentes não podem ser descritas como um bloco: na América Latina, há países com políticas econômicas insustentáveis, como é o caso da Venezuela. Em países da Europa do Leste, os vínculos adversos entre as desvalorizações cambiais e o setor bancário magnificaram a contração da liquidez do choque LB, provocando forte queda da atividade econômica. Na Ásia, algumas economias voltadas às exportações, como a Coreia, têm dificuldades para substituir a demanda externa pela interna. Mas de maneira geral pode-se afirmar que o crescimento das economias emergentes em 2009 e 2010 será superior à expansão nas economias maduras.
A comparação entre ambos os grupos de economias mostra que a conta corrente dos balanços de pagamentos esteve praticamente equilibrada (próxima a zero) até 1998. A partir daí, as economias emergentes foram ampliando superávits, que a crise reduziu (de US$ 438 bilhões em 2007 para aproximadamente US$ 300 bilhões em 2009, conforme estimativas do IIF), mas o desequilíbrio deve aumentar novamente em 2010. O chamado arranjo informal Bretton Woods II não se dissipou e as economias emergentes continuarão sendo credoras.
A ampla adoção de políticas fiscais contracíclicas levará ao aumento da relação dívida/PIB no mundo inteiro, mas o impacto será mais dramático nas economias do G-7. A dívida líquida dos EUA e do Reino Unido, por exemplo, crescerá para 70% até o final de 2010, quase o dobro dos níveis pré-crise. Outras economias maduras serão mais afetadas ainda. Consequentemente, a percepção de risco relativo dos mercados deve se alterar em favor das economias emergentes, pelo menos daquelas cujos governos saibam praticar políticas econômicas inteligentes.
Deve-se esperar, como disse antes, uma redistribuição do poder nas instituições multilaterais como o FMI, além de uma certa apreciação real das moedas nacionais nos mercados emergentes em relação aos países maduros e um aumento do comércio entre economias emergentes. Em alguns casos, isso poderá levar a acordos para o uso das moedas desses países no comércio entre si. Do mesmo modo, deverá haver um aumento dos fluxos financeiros e de investimento entre companhias de economias emergentes, dispensando a intermediação das instituições financeiras das economias maduras.
Quais países, entre os emergentes, se sairão melhor e quais países, entre os de economia madura, não se sairão tão mal? A resposta vai depender de circunstâncias objetivas de sua atual inserção na economia internacional e, sobretudo, da qualidade do aproveitamento das políticas econômicas nacionais para, como já disse acima, promover o desenvolvimento, de acordo com suas especificidades e seus interesses.
Arquivo do blog
-
►
2012
(836)
-
►
Maio
(77)
- Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local er...
- Celso de Mello: ação de Lula foi indecorosa - O Gl...
- De parar o trânsito Miriam Leitão
- Danuza Leão - Olé
- Espalha brasa:: Dora Kramer
- As bienais e as vanguardas:: Ferreira Gullar
- Falsos remédios :: Suely Caldas
- "A Decadência do Ocidente":: Vinicius Torres Freir...
- O euro, ou vai ou racha:: Celso Ming
- Crescimento modesto em 2012:: José Roberto Mendonç...
- O "B" e o "C":: Merval Pereira
- Fernando Gabeira Coisa Nossa
- Marco Antônio Villa Verdade ? que verdade?
- Mantega cria o “realismo fantástico” do câmbio
- Augusto Nunes Vaccarezza mostrou que no peito de a...
- Reinaldo Azevedo 20/5/12
- Suely Caldas. Dilemas do setor elétrico
- “Cosa Nostra” - DORA KRAMER
- Freada na Argentina - CELSO MING O Estado de S...
- Tiro no pé - MERVAL PEREIRA
- Há espaço para crescer mais - ALBERTO TAMER
- Campo da floresta - MIRIAM LEITÃO
- Seca a CPI do Cachoeira - EDITORIAL O ESTADÃO
- Sobre a Comissão da Verdade - CELSO LAFER
- A nova ordem e a força social - GAUDÊNCIO TORQUATO...
- Um pequeno grande jornal - FERREIRA GULLAR
- De sacolinhas e pieguices - DANUZA LEÃO
- A mulher a ciência e o coco João Ubaldo
- Agenda econômica em fase de mudança. Editorial O G...
- camarada que pôs fogo na crise - VINICIUS TORRES F...
- Cláudio Humberto
- Maratona e reina dos bancos. Vinicius Torres Freir...
- Celso Ming. Energia mais barata
- Exceção a velha regra. Dora Kramer
- Pêndulo da balança. Miriam leitão
- Meia verdade,meia mentira. Carlos Alberto Sardenbe...
- Agricultura salva PIB
- A v aia dos prefeitos. Editorial O Globo
- Para fazer a lei `pegar' - EDITORIAL O ESTADÃO
- Um luxo Merval Pereira
- Querem salvar a Delta via BNDES - SÉRGIO GUERRA
- A crise europeia está em plena forma - GILLES LAPO...
- Como apagar o desejo de consumir drogas - FERNANDO...
- Maílson da Nóbrega (VEJA)
- Augusto Nunes:..Volta ao palco o papagaio de pirat...
- O preço do crescimento :Raul Velloso
- Fatalidades e voluntária os Pedro Malan
- Merval Pereira Sem revanchismos
- Lucia Guimarães Uma trama em que em que terrorismo...
- 'Carcará' e Falcão contra a liberdade de expressão...
-
►
Maio
(77)
-
▼
2009
(3759)
-
▼
Junho
(349)
- SAMBA DE UMA NOTA SO'- MODERN JAZZ QUARTET
- EDITORIAIS
- Clipping de 30/06/2009
- Celso Ming E agora, Kirchner?
- Joseph Stiglitz,Acordo sobre a crise é um pequeno ...
- Míriam Leitão Bolsa Juros
- Vinicius Torres Freire O grande pacotão de Lula
- Yoshiaki Nakano A recuperação da crise e as diverg...
- Dora Kramer Socialização do prejuízo
- A alternância redundante Wilson Figueiredo
- Merval Pereira Sem controle
- Reinado Azevedo
- Bolsa Ditadura
- Golpe? Onde?
- Traído pela arrogância petista
- Clipping de 29/06/2009
- O cara
- EDITORIAIS
- Carlos Alberto Di Franco Simbiose - oligarquia e p...
- Roberto Romano Lulla, o porta voz dos aiatolás e d...
- Eis aqui, leitor, um intelectual de verdade
- Sarney não deverá renunciar, diz historiador
- Vinicius Torres Freire Gasto público em ritmo elei...
- EDITORIAIS
- José Serra Uma visão latino-americana da crise
- Dora Kramer Jogo dos sete erros
- Celso Ming Sem anestesia
- Sérgio Fausto Problemas na vizinhança
- O fracasso da greve na USP
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ La muerte se coló en medio de...
- MARIANO GRONDONA ¿Cómo explicar el disenso entre M...
- Miriam Leitão Lento regresso
- Merval Pereira A voz rouca das ruas
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Não se salva ninguém?
- Míriam Leitão Contas amarelas
- Celso Ming BCs mais poderosos
- EDITORIAIS
- Villas-Bôas Corrêa Exemplar secretário- geral da C...
- Cesar Maia:Ken Starr e Joseph McCarthy
- Rompendo a censura Zuenir Ventura
- Dora Kramer Cerimônia do adeus
- O governo não sabe... (Giulio Sanmartini)
- Nelson Motta Questão de estilo
- Merval Pereira O joio e o trigo
- VEJA Carta ao Leitor
- Veja Entrevista Leonardo Nascimento de Araújo
- Diogo Mainardi Dois mil anos depois...
- Roberto Pompeu de Toledo Politicolíngua, série Sar...
- Maílson da Nóbrega O incrível Lula e o BC
- Lya Luft
- MILLÔR
- Panorama
- Senado Hora de esvaziar as lixeiras
- Araguaia Curió fala das execuções sumárias de guer...
- Irã Mulheres lideram os gritos por liberdade
- A morte de Michael Jackson
- Distúrbio fronteiriço: a vida à beira do abismo
- HPV: teste detecta a atividade do vírus
- O transplante de Steve Jobs, da Apple
- Casa Opções de aquecimento para o inverno
- Alex e Eu, a cientista e o papagaio
- A Criação da Juventude, de Jon Savage
- VEJA Recomenda
- da Veja-Livros mais vendidos
- Celso Ming Decolando e descolando
- Clipping de 26/06/2009
- EDITORIAIS
- Merval Pereira Por um fio
- Dora Kramer Dupla face
- Fernando Gabeira Futuro do Senado
- Luiz Carlos Mendonça de Barros Fed, saindo à franc...
- Vinicius Torres Freire Banca estrangeira segura cr...
- Míriam Leitão Nervos de aço
- CELSO MING Aperto adiado
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG Dinheiro dado
- Clipping de 25/06/2009
- Vinicius Torres Freire Polícia para o golpe no Sen...
- Míriam Leitão O incomum
- Demétrio Magnoli Revolução na revolução
- EDITORIAIS
- Dora Kramer Débito de confiança
- Merval Pereira Esperteza demais
- PODCAST Diogo Mainardi
- José Arthur Giannotti* - A baderna e a esclerose d...
- Vale a pena ver de novo
- Miriam Leitão Clima frio
- Editoriais
- Clipping de 24/06/2009
- Celso Ming Para os pobres
- José Nêumanne A diferença entre servir à Pátria e ...
- Roberto DaMatta Coluna em pedaços: o problema da p...
- Dora Kramer O que não tem remédio
- Merval Pereira Santo de casa
- Dora Kramer Um pontapé no rapapé
- Momento de decisão Merval Pereira
- Clipping de 23/06/2009
- EDITORIAIS
- Governança global Celso Ming
- Engenheiros, taxistas e empregos Vinicius Torres F...
- Irã: As muitas faces Míriam Leitão
- Rubens Barbosa,BRIC: ALLEGRO MA NON TROPO
- EDITORIAIS
- De "Secreta" a Lula Fernando de Barros e Silva
- Clipping de 22/06/2009
- A hora é de aproveitar, sem fazer marola Marco Ant...
- O risco Lula Carlos Alberto Sardenberg
- O que é o lulismo Denis Lerrer Rosenfield
- AUGUSTO NUNES O outono da procissão de espantos
- DORA KRAMER Tanto vale quanto pesa
- EDITORIAIS
- Lula Colunista
- Mordomo de Roseana ganha R$12 mil do Senado
- Celso Ming Controle de capitais
- O desgoverno do mundo Rubens Ricupero
- Gaudêncio Torquato ''A menor nódoa destrói a maior...
- No centenário de Isaiah Berlin Celso LafeR
- Os Brics e suas diferenças Suely Caldas
- O BNDES é amigo da motosserra? Vinicius Torres Fre...
- Míriam Leitão Temas cruzados
- MARIANO GRONDONA Lucha improbable entre las peras ...
- JOAQUÍN MORALES SOLÁ Los últimos días de tranquili...
- JOÃO UBALDO RIBEIRO Sangue novo na imprensa
- Esperando Obama Merval Pereira
- O que Lula foi fazer no Cazaquistão? Por Giulio Sa...
- Alô, Reitoria! Alô, PM! Alô, governador Serra! Gre...
- KENNEDY ALENCAR Popularidade subiu à cabeça de Lul...
- Mordomo da casa de Roseana Sarney é pago pelo Sena...
- Meu rol de implicâncias Mauro Chaves
- EDITORIAIS
- Curso parado no ar Míriam Leitão
- Vício insanável Dora KrameR
- Entre dois fogos Merval Pereira
- VEJA Carta ao Leitor
- VEJA Entrevista Guido Mantega
- Congresso Um recado dos brasileiros aos parlamenta...
- Esporte Correr é fazer amigos
- Sociedade Garoto de 10 anos ensina como se aproxim...
- Fotografia O novo calendário Pirelli agita Trancos...
- Ciência Bactéria acorda depois de 120 000 anos
- Aviação Aumentam os cuidados com a segurança
- Cidades O portal da transparência de Kassab
- Ambiente Falta racionalidade à disputa entre verde...
- Educação USP: sob a ameaça de uma minoria autoritá...
- Negócios Empresas pesquisam os hábitos de consumo ...
- Crise Obama propõe controle do sistema financeiro ...
- Irã A revolta contra Ahmadinejad
- Argentina Como fazer pouco com muito
- Os widgets facilitam a vida de quem acessa a rede
- As opções para assistir a vídeos, além do YouTube
- Jean Charles, com Selton Mello
- Entre irmãs
- MILLÔR
- Radar
- A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao, de Junot Día...
- Hammerstein ou a Obstinação, de H.M. Enzensberger
- Diogo Mainardi Gafanhoto e a barbárie
- J. R. Guzzo Empregos secretos
- VEJA Recomenda -Livros mais vendidos
- Augusto Nunes A ressurreição do pecador
- Segunda-feira sem Lula PODCAST Diogo Mainardi
- Os modernos revolucionários João Mellão Neto
- Celso Ming -Mão pesada nos bancos
- Clipping de 19/06/2009
- MERVAL PEREIRA -O diploma e o monge
- EDITORIAIS
- Dora Kramer A hora do umbigo
- Pra lá de Teerã Fernando Gabeira
- O novo crédito de Mantega Vinicius Torres Freire
- Juros em queda Míriam Leitão
- Afinal, o que une os Brics? Luiz Carlos Mendonça d...
- A crise na USP
- Demóstenes Torres : Rolando lero teórico
- CLIPPINGs 18/06/2009
- A USP trabalhando Roberto Macedo
- Editoriais
- Brasil, o bonzinho dos Bric Rolf Kuntz
- Advogado do diabo Dora Kramer
- Rédea curta nos bancos Celso Ming
- Sem o G-7 a economia mundial afunda Alberto Tamer
- Merval Pereira Lula sem 'principismos'
- Novo mercado Míriam Leitão
- Estarrecimentos de coluna ROBERTO DaMATTA
- CLIPPING DE 17/06/2009
- EDITORIAIS
- O Bric e a tijolada no dólar Vinicius Torres Freir...
- Os quatro tijolos Celso Ming
- Míriam Leitão Bric, Bricamac
- Dora Kramer Perdido no espaço
- Merval Pereira Uma nova visão
- A “igualdade” pregada pelo PT, na hora da verdade ...
- CLIPPing de 16/6/2009
- Copyright -ALI KAMEL
- Editoriais
- Celso Ming Estratégia de saída
- Miriam Leitão Alavanca ou peso
- Dora Kramer Falência múltipla
- Forjando o futuro Merval Pereira
- REINALDO AZEVEDO 15/06/2009 MAIS
- A obamanização do mundo
- Editoriais
- CLIPPING 15/06/2009
- REINALDO AZEVEDO 15/06/2009
- FERNANDO DE BARROS E SILVA USP, polícia e demagogi...
- Suely Caldas A muralha dos juros
- Celso Ming PGBLs, VGBLs... ai, ai, ai!
- Editoriais
- Os perigos do "pior já passou" Yoshiaki Nakano
- Quase-lógica revisitada Dora Kramer
- ''Aterradora figura'' na Torre de Babel Gaudêncio ...
- Respostas à crise - economia e política Pedro S. M...
- MIRIAM LEITÃO - A notícia vive
- MERVAL PEREIRA - Sem antiamericanismos
- JOÃO UBALDO RIBEIRO O nadaviol
- Mariano Grondona El Gobierno, en el desierto, y la...
- Joaquín Morales Solá La campaña más sucia de la nu...
- Foi ele Celso Ming
- A corrupção secreta
- Miriam Leitão Contrafilé
- editoriais
- villas-Bôas Corrêa - O escândalo que saiu do baú
- Merval Pereira Brics, além do acrônimo
- Dora Kramer Meras marionetes?
- VEJA Carta ao leitor
- Sucessão Lula quer "eleição plebiscitária"
- Senado A triste rotina de escândalos
- Crise Queda do PIB brasileiro não assusta
- Europa Vitória eleitoral da direita
- Líbano Uma derrota do Hezbollah
- Irã Uma eleição que agitou o país
- Times Square vira um boulevard
- Estados Unidos Pandemônio no Senado de Nova York
- Conflitos políticos e a música pop
- Especial Voo 447: o que revelam os corpos resgatad...
- Imprensa Liberdade de imprensa em discussão na Câm...
- Uma entrevista com Gay Talese
- VEJA Entrevista Rudolph Giuliani
- MILLÔR
- Lya Luft Os vivos e os mortoS
- Radar-Lauro Jardim
- Maílson da Nóbrega O terceiro mandato arruinaria a...
- Livros Entremilênios, de Haroldo de Campos
- Diogo Mainardi Eugh!
- Roberto Pompeu de Toledo Palavras no muro
- VEJA Recomenda
- VEJA -LIVROS MAIS VENDIDOS
- EDITORIAIS
- Luiz Carlos Mendonça de Barros Sinais de mudança n...
- Longe não existe Míriam Leitão
- Brasil no mundo Fernando Gabeira
- O ilícito é a lei Dora Kramer
- A defesa de Battisti Merval Pereira
- Augusto Nunes A Petrobras já está privatizada
- Barack contra a jihad Demétrio Magnoli
- Editoriais
- Crônica dos juros anunciados Miriam Leitão
- Conto dos vigários Dora Kramer
- Merval Pereira Tiro curto
- Petrobras tenta intimidar Congresso e imprensa com...
- ROBERTO DAMATTA -Em torno do progresso e do sofrim...
- Diogo Mainardi O pigmeu de Pyangyong e o gigante m...
- MERVAL PEREIRA - Uma outra Amazônia
- Editoriais
- Negativo festejado Míriam Leitão
- Clipping de 10/06/2009
- Um tiro certeiro Dora Kramer
- Menos ruim Celso Ming
- O ''se colar, colou'' de Lula e Dilma José Nêumann...
- Reinaldo Azevedo Mais um discurso indecente
- OBAMA NÃO É MAGICO Nahun Sirotsky
- Luiz Garcia - O fato novo
- MERVAL PEREIRA - O mundo de olho
- Editoriais
- Na travessia Míriam Leitão
- Água mole Dora Kramer
- Rejeição ao verde Celso Ming
- Rubens Barbosa, PÁGINA VIRADA
- Editoriais
- As cicatrizes que a crise vai deixar Luiz Carlos M...
- Clipping de 08/06/2009
- A verdadeira história do pré-sal Adriano Pires
- Suely Caldas A secular concentração da renda
- LULA: STALINISMO SEM STALIN
- FERREIRA GULLAR Uma experiência radical
- DANUZA LEÃO Pequenos prazeres da vida
- Os dez laços de Lula Gaudêncio Torquato
- Fernando Henrique Cardoso Mudança climática, decis...
- Dora Kramer Em feitio de salvo-conduto
- Editoriais
- MERVAL PEREIRA - Transparência total
- Enigma monetário Miriam Leitão
- JOÃO UBALDO - Vergonha da mesóclise
- Mariano Grondona Quien mucho aprieta poco abarca, ...
- Joaquín Morales Solá La reacción de un hombre dese...
- FERNANDO GABEIRA Uma semana no clima
- É bola ou bolada?-Demostenes Torres
- Merval Pereira O Supremo e a política
- Novas ameaças Miriam Leitão
- A China não virou o jogo Celso Ming
- Editoriais
- O Fura-Fila de Dilma Fernando Rodrigues
- Fantasmas ao meio-dia Dora Kramer
- VEJA Carta ao Leitor
- Aviação A tragédia no Atlântico e o medo de voar
- Simbolismo e realidade da estatização da GM
- PAC VEJA foi aos principais canteiros de obras
- Um marajá em Caçapava
- A jovem que escapou de uma seita de fanáticos
- O índice da repugnância
- A nova geração de empreendedores no Brasil
- Veja Entrevista: James Heckman
- MILLÔR
- Claudio de Moura Castro Educar é contar histórias
- Panorama-Radar
- Diogo Mainardi Platitudes e asnices
- J.R. Guzzo Fogo amigo
- Duplicidade, com Julia Roberts
- Intrigas de Estado, com Russell Crowe
- Renato Russo: o Filho da Revolução
- O Senhor March, de Geraldine Brooks
- As autoras das adolescentes
- VEJA Recomenda e Livros mais vendidos
- Na real, vai mal - Mírian Leitão
- Só união contra Lula Merval Pereira
- Agitação e propaganda Carlos Alberto Sardenberg
- Políticas de governo ou de ministros? Rolf Kuntz
- Bem entendido Dora Kramer -
- Quem é o patrão? Celso Ming -
- Enxugar o gelo seco Vinicius Torres Freire
- Augusto Nunes Mãe do PAC protagoniza o parto mais ...
- "A Cebola", a bolha e dólar frito Vinicius Torres ...
- Crocodilos no brejo - Mírian Leitão
- Briga no escuro Merval Pereira
- Alinhamento dos juros Celso Ming
- Adeus às ilusões Dora Kramer
- Consumir ou não consumir Celso Ming
- Clipping de 02/05/2009
- Editoriais
- Dia difícil Míriam Leitão
- "Eles estão de volta" Yoshiaki Nakano
- Oposição, "ricos", pobres e Lula Vinicius Torres F...
- Na ausência dos oponentes Dora Kramer
- Lula faz a diferença Merval Pereira
- Clipping de 01/06/2009
- O velho e bom capitalismo Carlos Alberto Sardenber...
- Totalitarismo e intolerância Carlos Alberto Di Fra...
- Editoriais
- RUY CASTRO 1969 errou
- FERNANDO RODRIGUES Lula, certeza única
- ENTREVISTA da Folha:PERSIO ARIDA
-
▼
Junho
(349)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA