Entrevista:O Estado inteligente

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segunda-feira, outubro 13, 2008

Consumo no Bric cai em nova ameaça para economia global

Andrew Batson, Daria Solovieva e Eric Bellman
The Wall Street Journal, de Pequim, Moscou e Mumbai, Índia

A crise internacional do crédito já começa a atingir um grupo de países que há vários anos vêm levantando economia mundial: as grandes economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia e China, os chamados Bric.

Nesta década, o crescimento global foi impulsionado pelos países do Bric e pelos Estados Unidos. Como os EUA saíram do jogo devido à fragilidade do seu sistema financeiro, a esperança era que os países em desenvolvimento assumissem o lugar vago. Em vez disso, porém, aumentam as evidências de que a economia desses quatro está retrocedendo, agora que seus consumidores sentem a dor que emana do mundo desenvolvido.

Na Rússia, o crédito fácil que foi o motor do consumo agora está se contraindo. Na Índia, o mercado de trabalho terceirizado pelas firmas financeiras do Ocidente está encolhendo. No Brasil, o preço das commodities que o país exporta está caindo. Na China, foco das atenções mundiais nos últimos anos, quedas na bolsa e nos preços dos imóveis estão fazendo os consumidores pensarem duas vezes antes de comprar.

O crescimento dessas grandes economias ainda é muito mais acelerado do que nos EUA ou Europa. Mas indicadores sugerem que seus consumidores, agora com mais renda, não vão sustentar o crescimento global sozinhos.

Um dos que estão sentindo o impacto é Yan Jian, empresário de Xangai. Ele diz que sua firma de exportação de roupas e brinquedos já foi atingida pela queda nas encomendas para os EUA. Com isso, Yan teve de adiar a reforma do apartamento que comprou no ano passado, e está mais cauteloso enquanto vê as perspectivas econômicas ficarem mais sombrias. "As coisas podem piorar ainda mais no futuro próximo", diz ele. "Preciso evitar os gastos, ao máximo possível."

Se essa atitude se generalizar, é uma má notícia para a economia global. Embora os consumidores das quatro grandes economias emergentes ainda sejam muito mais pobres do que o americano ou europeu médio, nos últimos oito anos seu apetite crescente por geladeiras, carros e TVs de tela plana representou um crescimento da demanda global quase igual ao dos EUA, segundo a Goldman Sachs. A expectativa vinha sendo de que a demanda desses países ultrapassaria a dos EUA e cresceria firmemente, até ultrapassar a demanda agregada de todo o Grupo dos Sete, formado pelos países mais industrializados.

"Essas economias não podem mais depender do crescimento de suas exportações, nem do aumento no preço das commodities", diz Fred Hu, um diretor-gerente da Goldman Sachs.

Muitas vezes os consumidores continuam gastando, mesmo quando os mercados financeiros caem. Mas da mesma forma como os problemas de Wall Street afetaram toda a população americana, o turbilhão nessas grandes economias emergentes está crescendo — e se alastrando. A principal Bolsa de Valores da Rússia está fechada desde quarta-feira, por causa de uma febre de vendas de ações. No Brasil, o real caiu bastante nos últimos dias, aumentando o custo de mercadorias importadas. E na China o consumo esteve forte na maior parte do ano, mas começou a cair mais recentemente.

Em alguns desses países, o crédito é outra área que está se contraindo, tal como no mundo desenvolvido. Na Rússia, o crédito fácil e o aumento dos salários em termos reais animaram o consumo nos últimos anos. Mas o crédito está secando depressa, agora que os bancos, sofrendo com a escassez de fundos, estão aumentando as exigências para hipotecas, carros e outros empréstimos. A venda de carros novos, muitos dos quais financiados, subiu 22% em setembro — um índice espantoso, mas inferior a vários meses consecutivos de crescimento de 50% e menor resultado mensal desde 2001.

"A alta do consumo na Rússia foi devida, em grande parte, ao crédito fácil", diz Alexander Potavin, analista sênior da corretora Antanta-Pioglobal, de Moscou. "Neste momento está realmente difícil conseguir um empréstimo bancário."

Os varejistas na Índia , onde a bolsa também foi atingida, estão se preparando para enfrentar tempos difíceis. Normalmente esta é uma boa época para as vendas — logo antes do Diwali, feriado da religião hinduísta que neste ano cai no final de outubro — mas já se espera uma redução no consumo. O setor financeiro americano, que está no centro do turbilhão global, é um enorme cliente para as empresas indianas de call centers e serviços terceirizados.

A retração já está afetando empresas indianas. Build a Bear, varejista americana de brinquedos, fechou suas três lojas na Índia; também a rede francesa de lingerie Etam fechou quatro lojas no país. Um dos maiores varejistas indianos, a Shoppers Stop Ltd., anunciou prejuízos, enquanto que a Pantaloon Retail India Ltd. reduziu seus planos de abrir lojas de calçados no país inteiro.

Indicadores antecedentes dão suporte a esses exemplos. Na Índia, a venda de carros de passeio, que vinha crescendo em média 20% ao ano nos últimos cinco anos, caiu para 8% este ano. "Existe uma certa pressão, e um desaquecimento", diz Vaishali Jajoo, analista do setor bancário da Angel Broking em Mumbai. "Os bancos aumentaram as restrições para conceder empréstimos."

A China também apresenta alguns indicadores preocupantes. Embora as vendas no varejo, tomadas em conjunto, apresentem forte crescimento, de 15% a 16% nos meses recentes, poucos economistas acreditam nos números oficiais, em especial devido ao recuo nas vendas de certos bens de maior preço.

Pelo visto, os dois principais pontos fracos da economia chinesa são as indústrias de exportação que vendem para os EUA, e o mercado imobiliário. Os preços dos imóveis no país inteiro caíram, depois de uma acentuada alta no ano passado. Embora poucas cidades tenham tido uma queda real nos preços, a população não está comprando. A Macquarie Securities avalia que as transações imobiliárias nas grandes cidades caíram de 40% a 60% nos últimos meses.

Isso está afetando também outros setores. As vendas da China para a Kingfisher PLC, firma britânica de materiais para reparos domésticos, caíram 19,4% na primeira metade de 2008. A venda de aparelhos domésticos para apartamentos novos também está em queda. Há sinais de que até mesmo a compra de artigos mais baratos para as necessidades diárias também está caindo.

Apesar dessas preocupações, poucos acreditam que a China terá um colapso nos gastos dos consumidores. Hu, da Goldman Sachs, nota que o fraco desempenho econômico se deve às restrições do governo central, impostas para refrear a inflação. As autoridades financeiras em Pequim já começaram a mudar de rumo, tendo cortado os juros duas vezes no mês passado. Essa reação lembra a que se viu em 1998, durante a crise financeira na Ásia, quando a China conseguiu sobreviver à tempestade graças às rápidas ações do governo para estimular a economia.

"O governo terá que ficar muito vigilante", diz Hu.

Mas pode ser difícil convencer os consumidores chineses a reduzir seu alto índice de poupança. Boa parte de suas economias se destina a pagar despesas importantes com educação e saúde não cobertas pelos programas governamentais nem por seguradoras particulares.

"A menos que a China recorra ao sistema americano de empréstimos — isto é, sem exigência de documentação, nem entrada— é difícil ver como o governo chinês pode transformar seus cidadãos em consumidores que sejam o último recurso", diz Andy Rothman estrategista da CLSA especializado assuntos chineses, em relatório divulgado esta semana.

Até agora, a economia emergente que parece mais firme é a do Brasil. Mesmo assim, alguns economistas dizem que o crédito ao consumidor provavelmente ficará mais caro.

(Colaboraram Antonio Regalado em São Paulo, Ellen Zhu em Xangai e Ian Johnson em Pequim)

sexta-feira, setembro 26, 2008

WSJ.COM/PORTUGUES

Da recessão a um final feliz, os cenários para a economia dos EUA
Os danos causados pelas duas últimas semanas de turbulência em Wall Street estão abalando a já enfraquecida economia americana, atingindo as famílias e as empresas sob a forma de crédito escasso e juros mais altos, o que, por sua vez, pode aumentar o desemprego e corroer o lucro das empresas.
PORTUGUESE
Mercado de crédito e bolsa dão sinais opostos
Durante gerações, a maneira de um americano responder à pergunta "Como foi o mercado hoje?" era fácil: bastava dizer qual foi o desempenho da Média Industrial Dow Jones. Mas não agora. Agora, a bolsa muitas vezes parece estar fora de sintonia com a crise de crédito que tumultua o sistema financeiro.


SPANISH
Como o Congresso dos EUA quer limitar a remuneração dos executivos no resgate
Motivado pela indignação com os altos salários dos executivos de empresas financeiras que quebraram, o Congresso americano pretende limitá-los como parte do pacote de resgate de US$ 700 bilhões.


PORTUGUESE
Crise financeira põe à prova a influência econômica dos EUA
A turbulência no sistema financeiro americano está repercutindo em debates políticos ao redor do mundo, dando munição a autoridades estrangeiras que questionam a liderança econômica dos Estados Unidos e se opõem a políticas que seguem o modelo americano.


PORTUGUESE
Entre nozes e Coca-Cola, Buffett jogou a bóia para a Goldman Sachs
[Goldman]
Getty Images
A decisão de Warren Buffett de investir agora na Goldman é um indício de como o famoso investidor acha que a crise financeira americana vai acabar. No mínimo, ele acha que a Goldman vai sobreviver, embora os lucros da firma possam cair com o ajuste de seus negócios à esfera de holding bancária, que assume menos riscos e tem mais regras a seguir.


PORTUGUESE
Preços seguem altos em Wall Street (para jóias, aluguel, suco de frutas)
"Wall Street é uma abstração", disse aos senadores semana passada Ben Bernanke, presidente do banco central americano. Também é uma rua com apartamentos, duas academias de ginástica, alguns restaurantes, uma loja da Tiffany's, um museu e uma vendinha de suco, onde numa tarde qualquer Rob Smith comprava um de manga, abacaxi e cenoura.


PORTUGUESE
Quem vai substituir os bancos de investimento na nova Wall Street?
Com bancos de investimento como Goldman Sachs Group Inc. e Morgan Stanley dando passos para se tornarem bancos comerciais, eles devem também se tornar mais conservadores em vários negócios importantes que os diferenciavam. Wall Street nunca mais será a mesma. E quem é que vai lucrar com as mudanças?


PORTUGUESE
Bancos japoneses avançam nos EUA
Os bancos japoneses voltaram à cena mundial como compradores, aproveitando oportunidades que surgiram com a crise financeira americana para expandir sua presença no exterior.


PORTUGUESE
Guru da tecnologia investe em patentes
O milionário Nathan Myhrvold, conhecido em toda a indústria da computação por sua versatilidade, que o torna um verdadeiro homem da Renascença, tem uma mensagem menos nobre para as empresas de tecnologia: Tratem de pagar.


PORTUGUESE
Mittal cortará produção devido à queda do aço
A ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo por produção, está pronta para cortar 15% do que produz atualmente, em resposta à redução da demanda em alguns países.


PORTUGUESE
Uma forte parceria por trás do novo WTC
Desde os atentados de 11 de setembro, o incorporador nova-iorquino Larry Silverstein tem sido a face pública do grupo imobiliário que briga com seguradoras, arquitetos e agências governamentais para reconstruir o espaço comercial do World Trade Center. Mas nos bastidores outro ator poderoso está emergindo: Lloyd Goldman, o rico sócio de Silverstein que deve algum dia assumir o controle das monumentais torres de escritórios.


Outras notícias importantes
O J.P. Morgan fechou acordo para adquirir o grosso das operações do banco comercial Washington Mutual, um dos maiores dos EUA. Os números ainda não estavam claros, e o negócio poderia ser anunciado ainda ontem à noite. O governo americano intermediou a transação, para evitar que o WaMu quebrasse.
O Departamento de Trabalho dos EUA informou ter cobrado da Cemex, fabricante de cimento mexicana, o pagamento de US$ 5 milhões em horas extras a 2.000 empregados. A Cemex foi investigada entre setembro de 2005 e setembro de 2008.


PORTUGUESE
Operador lucra com anúncio de resgate e aí o achincalha
William O. Perkins III diz que ganhou semana passada US$ 1,25 milhão negociando ações da Goldman Sachs. Mas a experiência o deixou tão enfurecido com o colapso do capitalismo que ele diz que decidiu gastar esse lucro em propagandas que atacam o plano do presidente americano George W. Bush de resgatar Wall Street com US$ 700 bilhões.


PORTUGUESE
Pequenos bancos de investimento resistem
Enquanto os maiores bancos de investimento dos Estados Unidos saem desse segmento específico do mercado financeiro, cerca de uma dezena de bancos de investimento menores permanecem. Analistas esperam que eles sobrevivam e mantenham vivo o modelo de operação independente, sem ligação com algum banco comercial, ainda que num nível muito mais modesto que o de Wall Street.


PORTUGUESE
Carro elétrico é apresentado como grande esperança da GM
A possível chave para a sobrevivência da General Motors Corp. saiu da garagem.

A conturbada montadora americana apresentou esta semana seu Chevrolet Volt, um carro movido a bateria que deve chegar ao mercado em 2010. Ele foi projetado para dar à GM o tipo de veículo econômico de que ela precisa para concorrer em tempos de gasolina cara.

Mas o carro também tem outro propósito, mais estratégico: mudar mentalidades.


PORTUGUESE
Presidente da Pepsi ajusta-se a um consumidor mais difícil
[PepsiCo]
Gianni Cipriano/WSJ
Indra Nooyi, a presidente da PepsiCo Inc., está guiando a gigante de bebidas e salgadinhos em meio a seus maiores desafios em quase dez anos.


PORTUGUESE
George Lucas libera a Força em videogame
[Force]
Mesmo sem nenhum novo filme da série "Guerra nas Estrelas" planejado, George Lucas ainda soma peças ao seu império. Depois de um longo adiamento, "Star Wars: The Force Unleashed" chega a plataformas como o Xbox 360 e o PlayStation 3 na próxima semana.


PORTUGUESE
Snow, a nova cerveja nº 1 do mundo
Sem sair de seu mercado doméstico, uma obscura cerveja chinesa está desafiando a posição da americana Bud Light como marca mais vendida no mundo.

quinta-feira, setembro 25, 2008

WSJ.COM/PORTUGUES

Crise financeira põe à prova a influência econômica dos EUA
A turbulência no sistema financeiro americano está repercutindo em debates políticos ao redor do mundo, dando munição a autoridades estrangeiras que questionam a liderança econômica dos Estados Unidos e se opõem a políticas que seguem o modelo americano.
PORTUGUESE
Entre nozes e Coca-Cola, Buffett jogou a bóia para a Goldman Sachs
[Goldman]
Getty Images
A decisão de Warren Buffett de investir agora na Goldman é um indício de como o famoso investidor acha que a crise financeira americana vai acabar. No mínimo, ele acha que a Goldman vai sobreviver, embora os lucros da firma possam cair com o ajuste de seus negócios à esfera de holding bancária, que assume menos riscos e tem mais regras a seguir.


PORTUGUESE
Preços seguem altos em Wall Street (para jóias, aluguel, suco de frutas)
"Wall Street é uma abstração", disse aos senadores semana passada Ben Bernanke, presidente do banco central americano. Também é uma rua com apartamentos, duas academias de ginástica, alguns restaurantes, uma loja da Tiffany's, um museu e uma vendinha de suco, onde numa tarde qualquer Rob Smith comprava um de manga, abacaxi e cenoura.


PORTUGUESE
Quem vai substituir os bancos de investimento na nova Wall Street?
Com bancos de investimento como Goldman Sachs Group Inc. e Morgan Stanley dando passos para se tornarem bancos comerciais, eles devem também se tornar mais conservadores em vários negócios importantes que os diferenciavam. Wall Street nunca mais será a mesma. E quem é que vai lucrar com as mudanças?


PORTUGUESE
Bancos japoneses avançam nos EUA
Os bancos japoneses voltaram à cena mundial como compradores, aproveitando oportunidades que surgiram com a crise financeira americana para expandir sua presença no exterior.


PORTUGUESE
Guru da tecnologia investe em patentes
O milionário Nathan Myhrvold, conhecido em toda a indústria da computação por sua versatilidade, que o torna um verdadeiro homem da Renascença, tem uma mensagem menos nobre para as empresas de tecnologia: Tratem de pagar.


PORTUGUESE
Mittal cortará produção devido à queda do aço
A ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo por produção, está pronta para cortar 15% do que produz atualmente, em resposta à redução da demanda em alguns países.


PORTUGUESE
Presidente da Pepsi ajusta-se a um consumidor mais difícil
[PepsiCo]
Gianni Cipriano/WSJ
Indra Nooyi, a presidente da PepsiCo Inc., está guiando a gigante de bebidas e salgadinhos em meio a seus maiores desafios em quase dez anos.


PORTUGUESE
Carro elétrico é apresentado como grande esperança da GM
A possível chave para a sobrevivência da General Motors Corp. saiu da garagem.

A conturbada montadora americana apresentou esta semana seu Chevrolet Volt, um carro movido a bateria que deve chegar ao mercado em 2010. Ele foi projetado para dar à GM o tipo de veículo econômico de que ela precisa para concorrer em tempos de gasolina cara.

Mas o carro também tem outro propósito, mais estratégico: mudar mentalidades.

quarta-feira, setembro 24, 2008

WSJ.COM/PORTUGUES

Pacote de resgate dos EUA aumenta pressões por mais regulamentação
Uma rápida seqüência de iniciativas prometeu ontem ampliar o alcance do governo americano nas empresas do país, dando uma visão mais clara de como a crise financeira pode remodelar o relacionamento entre o Estado e a economia.
PORTUGUESE
Warren Buffett investe US$ 5 bilhões em ações da Goldman Sachs
[Goldman]
Getty Images
A Goldman Sachs Group Inc. recebeu ontem uma injeção de US$ 5 bilhões do bilionário Warren Buffett, num impressionante voto de aprovação para um dos dois bancos de investimentos que sobreviveram à carnificina em Wall Street.


PORTUGUESE
Custo do pacote americano deve ser menor do que aparenta
O governo americano pode estar pedindo US$ 700 bilhões para seu plano de resgate do setor financeiro, mas essa quantia não deve aparecer no orçamento americano.


PORTUGUESE
Quem vai substituir os bancos de investimento na nova Wall Street?
Com bancos de investimento como Goldman Sachs Group Inc. e Morgan Stanley dando passos para se tornarem bancos comerciais, eles devem também se tornar mais conservadores em vários negócios importantes que os diferenciavam. Wall Street nunca mais será a mesma. E quem é que vai lucrar com as mudanças?


PORTUGUESE
Bancos japoneses avançam nos EUA
Os bancos japoneses voltaram à cena mundial como compradores, aproveitando oportunidades que surgiram com a crise financeira americana para expandir sua presença no exterior.


PORTUGUESE
Guru da tecnologia investe em patentes
O milionário Nathan Myhrvold, conhecido em toda a indústria da computação por sua versatilidade, que o torna um verdadeiro homem da Renascença, tem uma mensagem menos nobre para as empresas de tecnologia: Tratem de pagar.


PORTUGUESE
Mittal cortará produção devido à queda do aço
A ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo por produção, está pronta para cortar 15% do que produz atualmente, em resposta à redução da demanda em alguns países.


PORTUGUESE
Presidente da Pepsi ajusta-se a um consumidor mais difícil
[PepsiCo]
Gianni Cipriano/WSJ
Indra Nooyi, a presidente da PepsiCo Inc., está guiando a gigante de bebidas e salgadinhos em meio a seus maiores desafios em quase dez anos.


PORTUGUESE
Carro elétrico é apresentado como grande esperança da GM
A possível chave para a sobrevivência da General Motors Corp. saiu da garagem.

A conturbada montadora americana apresentou esta semana seu Chevrolet Volt, um carro movido a bateria que deve chegar ao mercado em 2010. Ele foi projetado para dar à GM o tipo de veículo econômico de que ela precisa para concorrer em tempos de gasolina cara.

Mas o carro também tem outro propósito, mais estratégico: mudar mentalidades.


Outras notícias importantes
A Életricité de France fechou acordo para comprar por US$ 23 bilhões a operadora de energia nuclear British Energy, disse uma pessoa a par do negócio. A fusão deve mudar o setor de energia no Reino Unido. O governo britânico tem 35% das ações da BE. As duas empresas devem anunciar o acerto hoje.
O exército do Equador recebeu ordens do presidente Rafael Correa para ocupar um pequeno aeroporto, duas hidrelétricas e um projeto de irrigação rural, propriedades da Odebrecht no país avaliadas em US$ 800 milhões. O governo questiona a qualidade de uma barragem feita pela empreiteira baiana.


PORTUGUESE
George Lucas libera a Força em videogame
[Force]
Mesmo sem nenhum novo filme da série "Guerra nas Estrelas" planejado, George Lucas ainda soma peças ao seu império. Depois de um longo adiamento, "Star Wars: The Force Unleashed" chega a plataformas como o Xbox 360 e o PlayStation 3 na próxima semana.


PORTUGUESE
Maior colaboração global aperta cerco à corrupção de empresas
Está ganhando força rapidamente um esforço mundial contra empresas que usam suborno para alcançar seus interesses em negócios internacionais. Governo de vários países reforçaram suas investigações e processos desses casos nos últimos anos, graças a inúmeras leis anticorrupção que têm obtido cooperação internacional cada vez maior.


PORTUGUESE
Carlos Slim investe no 'New York Times'
O bilionário mexicano Carlos Slim tornou-se um dos três homens mais ricos do mundo com uma combinação de práticas empresariais impiedosas e um extraordinário faro para os negócios. Sua surpreendente aposta na New York Times Co. deflagrou uma onda de apreço pelas ações da empresa jornalística americana.


PORTUGUESE
Private equity vai parar no tribunal
Jon Huntsman, o presidente do conselho da empresa química americana Huntsman Corp., não se importa em jogar duro. Agora, Huntsman, de 71 anos, está brigando com alguém que não tem fama de recuar. Na segunda-feira, sua empresa, que tem sede em Woodland, no Texas, começou uma disputa judicial com a firma de private equity Apollo Management LP, de Leon Black, num tribunal de Delaware.


PORTUGUESE
Snow, a nova cerveja nº 1 do mundo
Sem sair de seu mercado doméstico, uma obscura cerveja chinesa está desafiando a posição da americana Bud Light como marca mais vendida no mundo.


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Uma forte parceria por trás do novo WTC
Desde os atentados de 11 de setembro, o incorporador nova-iorquino Larry Silverstein tem sido a face pública do grupo imobiliário que briga com seguradoras, arquitetos e agências governamentais para reconstruir o espaço comercial do World Trade Center. Mas nos bastidores outro ator poderoso está emergindo: Lloyd Goldman, o rico sócio de Silverstein que deve algum dia assumir o controle das monumentais torres de escritórios.


PORTUGUESE
Royalties musicais agora chegam à web
A revolução digital transformou música gravadas em commodity, vendidas por 99 centavos de dólar ou baixadas gratuita e ilegalmente por muita gente. Agora, uma empresa iniciante chamada SongVest está apostando que as músicas e letras ainda têm valor para fãs dedicados.

terça-feira, setembro 23, 2008

WSJ.COM/PORTUGUES

WSJ.COM/PORTUGUES

Quem vai substituir os bancos de investimento na nova Wall Street?
Com bancos de investimento como Goldman Sachs Group Inc. e Morgan Stanley dando passos para se tornarem bancos comerciais, eles devem também se tornar mais conservadores em vários negócios importantes que os diferenciavam. Wall Street nunca mais será a mesma. E quem é que vai lucrar com as mudanças?
PORTUGUESE
Pacote americano só funciona se estancar queda dos imóveis
O sucesso ou o fracasso do plano do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos para gastar até US$ 700 bilhões com créditos imobiliários podres pode se resumir à seguinte pergunta: será que conseguirá parar a queda do mercado de imóveis?


PORTUGUESE
Bancos japoneses avançam nos EUA
Os bancos japoneses voltaram à cena mundial como compradores, aproveitando oportunidades que surgiram com a crise financeira americana para expandir sua presença no exterior.


PORTUGUESE
Governo Bush enfrenta dura negociação para salvar bancos
O governo de George W. Bush e o Congresso americano, dominado pelo Partido Democrata, de oposição, ficaram mais perto de um acordo em relação ao pacote de US$ 700 bilhões para resgatar empresas financeiras em dificuldade, com o Departamento do Tesouro fazendo a maioria das concessões, diante de uma reação cada vez mais forte de muitos economistas, especialistas e parlamentares.


PORTUGUESE
Turbulência dá novo rumo ao capitalismo americano
O Setembro Negro, o maior choque financeiro desde a Grande Depressão, está levando dois republicanos, o secretário do Tesouro, Henry Paulson, e o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, a realizar a maior intervenção do governo na economia desde os anos 30, numa tentativa de impedir a devastação econômica daquela crise.


PORTUGUESE
Guru da tecnologia investe em patentes
O milionário Nathan Myhrvold, conhecido em toda a indústria da computação por sua versatilidade, que o torna um verdadeiro homem da Renascença, tem uma mensagem menos nobre para as empresas de tecnologia: Tratem de pagar.


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Mittal cortará produção devido à queda do aço
A ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo por produção, está pronta para cortar 15% do que produz atualmente, em resposta à redução da demanda em alguns países.


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Carro elétrico é apresentado como grande esperança da GM
A possível chave para a sobrevivência da General Motors Corp. saiu da garagem.

A conturbada montadora americana apresentou esta semana seu Chevrolet Volt, um carro movido a bateria que deve chegar ao mercado em 2010. Ele foi projetado para dar à GM o tipo de veículo econômico de que ela precisa para concorrer em tempos de gasolina cara.

Mas o carro também tem outro propósito, mais estratégico: mudar mentalidades.


PORTUGUESE
Bolívia tenta evitar guerra civil
O presidente boliviano Evo Morales aceitou negociar um fim para os conflitos com províncias lideradas pela oposição, depois que a violência política matou pelo menos 30 pessoas durante a semana passada e que tropas do governo foram destacadas.


Outras notícias importantes
A preocupação com o socorro do governo dos EUA ao setor financeiro e seus possíveis efeitos nefastos sofre a cotação do dólar foi um dos principais fatores por trás da maior alta do petróleo já ocorrida em um só dia: US$ 16, para US$ 121 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York.
A Argentina estuda reestruturar sua dívida com os credores que não quiseram participar da renegociação de 2005, disse a presidente Cristina Kirchner, sem dar maiores detalhes. A proposta teria sido apresentada por três bancos internacionais e envolveria US$ 20 bilhões.


PORTUGUESE
Otimismo cauteloso volta às bolsas e dólar pode perder força
Numa semana em que todo o sistema financeiro americano estremeceu, tanto o mercado acionário quanto o dólar resistiram relativamente bem. As bolsas voltaram ao mesmo patamar de uma semana antes. Uma fuga em massa de investimentos vistos como arriscados ajudou a evitar que o dólar tivesse grandes perdas. Mas o quadro deve ser diferente a partir de agora.


PORTUGUESE
George Lucas libera a Força em videogame
[Force]
Mesmo sem nenhum novo filme da série "Guerra nas Estrelas" planejado, George Lucas ainda soma peças ao seu império. Depois de um longo adiamento, "Star Wars: The Force Unleashed" chega a plataformas como o Xbox 360 e o PlayStation 3 na próxima semana.


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Maior colaboração global aperta cerco à corrupção de empresas
Está ganhando força rapidamente um esforço mundial contra empresas que usam suborno para alcançar seus interesses em negócios internacionais. Governo de vários países reforçaram suas investigações e processos desses casos nos últimos anos, graças a inúmeras leis anticorrupção que têm obtido cooperação internacional cada vez maior.


PORTUGUESE
Carlos Slim investe no 'New York Times'
O bilionário mexicano Carlos Slim tornou-se um dos três homens mais ricos do mundo com uma combinação de práticas empresariais impiedosas e um extraordinário faro para os negócios. Sua surpreendente aposta na New York Times Co. deflagrou uma onda de apreço pelas ações da empresa jornalística americana.


PORTUGUESE
Private equity vai parar no tribunal
Jon Huntsman, o presidente do conselho da empresa química americana Huntsman Corp., não se importa em jogar duro. Agora, Huntsman, de 71 anos, está brigando com alguém que não tem fama de recuar. Na segunda-feira, sua empresa, que tem sede em Woodland, no Texas, começou uma disputa judicial com a firma de private equity Apollo Management LP, de Leon Black, num tribunal de Delaware.


PORTUGUESE
Snow, a nova cerveja nº 1 do mundo
Sem sair de seu mercado doméstico, uma obscura cerveja chinesa está desafiando a posição da americana Bud Light como marca mais vendida no mundo.


PORTUGUESE
Uma forte parceria por trás do novo WTC
Desde os atentados de 11 de setembro, o incorporador nova-iorquino Larry Silverstein tem sido a face pública do grupo imobiliário que briga com seguradoras, arquitetos e agências governamentais para reconstruir o espaço comercial do World Trade Center. Mas nos bastidores outro ator poderoso está emergindo: Lloyd Goldman, o rico sócio de Silverstein que deve algum dia assumir o controle das monumentais torres de escritórios.


PORTUGUESE
Royalties musicais agora chegam à web
A revolução digital transformou música gravadas em commodity, vendidas por 99 centavos de dólar ou baixadas gratuita e ilegalmente por muita gente. Agora, uma empresa iniciante chamada SongVest está apostando que as músicas e letras ainda têm valor para fãs dedicados.

segunda-feira, setembro 22, 2008

WSJ.COM/PORTUGUES

Grandes firmas de Wall Street continuam sob forte pressão
O Mogan Stanley estava em adiantadas negociações ontem para fechar uma fusão com um banco regional americano, o Wachovia Corp., num negócio que poderia pôr mais um prego no caixão dos bancos de investimento independentes.
PORTUGUESE
Negociação de pacote da Casa Branca se intensifica no Congresso dos EUA
Parlamentares americanos estão lutando para imprimir suas marcas no plano de US$ 700 bilhões da Casa Branca para salvar os mercados financeiros — uma competição acirrada que pode mudar o formato de um dos maiores pacotes de socorro da história americana.


PORTUGUESE
Turbulência dá novo rumo ao capitalismo americano
O Setembro Negro, o maior choque financeiro desde a Grande Depressão, está levando dois republicanos, o secretário do Tesouro, Henry Paulson, e o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, a realizar a maior intervenção do governo na economia desde os anos 30, numa tentativa de impedir a devastação econômica daquela crise.


PORTUGUESE
Guru da tecnologia investe em patentes
O milionário Nathan Myhrvold, conhecido em toda a indústria da computação por sua versatilidade, que o torna um verdadeiro homem da Renascença, tem uma mensagem menos nobre para as empresas de tecnologia: Tratem de pagar.


PORTUGUESE
Mittal cortará produção devido à queda do aço
A ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo por produção, está pronta para cortar 15% do que produz atualmente, em resposta à redução da demanda em alguns países.


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A possível chave para a sobrevivência da General Motors Corp. saiu da garagem.

A conturbada montadora americana apresentou esta semana seu Chevrolet Volt, um carro movido a bateria que deve chegar ao mercado em 2010. Ele foi projetado para dar à GM o tipo de veículo econômico de que ela precisa para concorrer em tempos de gasolina cara.

Mas o carro também tem outro propósito, mais estratégico: mudar mentalidades.


PORTUGUESE
Bolívia tenta evitar guerra civil
O presidente boliviano Evo Morales aceitou negociar um fim para os conflitos com províncias lideradas pela oposição, depois que a violência política matou pelo menos 30 pessoas durante a semana passada e que tropas do governo foram destacadas.


PORTUGUESE
Maior colaboração global aperta cerco à corrupção de empresas
Está ganhando força rapidamente um esforço mundial contra empresas que usam suborno para alcançar seus interesses em negócios internacionais. Governo de vários países reforçaram suas investigações e processos desses casos nos últimos anos, graças a inúmeras leis anticorrupção que têm obtido cooperação internacional cada vez maior.


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Outras notícias importantes
Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, disse que está trabalhando com as autoridades americanas para devolver ao seu país US$ 8 bilhões que a filial britânica do banco de investimento americano Lehman Brothers transferiu para a matriz pouco antes de pedir concordata. A rapidez com que o dinheiro foi transferido para Nova York está sendo questionada.
A PDVSA, empresa estatal venezuelana, firmou acordo com várias petrolíferas estrangeiras para desenvolver seu projeto de gás natural Delta Caribe. A PDVSA criará duas empresas conjuntas: uma com a Chevron, dos EUA, a Qatar Petroleum e as japonesas Mitsubishi, Mitsui e Itochu; e outra com a Gazprom, da Rússia, a Eni, da Itália, e a Petronas, da Malásia.


PORTUGUESE
Otimismo cauteloso volta às bolsas e dólar pode perder força
Numa semana em que todo o sistema financeiro americano estremeceu, tanto o mercado acionário quanto o dólar resistiram relativamente bem. As bolsas voltaram ao mesmo patamar de uma semana antes. Uma fuga em massa de investimentos vistos como arriscados ajudou a evitar que o dólar tivesse grandes perdas. Mas o quadro deve ser diferente a partir de agora.


PORTUGUESE
Acionistas da AIG estudam plano alternativo
Importantes acionistas da American International Group Inc., preocupados com o acordo com o governo dos Estados Unidos para um empréstimo de US$ 85 bilhões, devem se reunir hoje para discutir uma alternativa ao plano, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.


PORTUGUESE
Efeito dominó nas economias de Londres e Nova York
A fornalha chamada Wall Street, que há décadas impulsiona as economias de Nova York e Londres, talvez esteja arrefecendo. As duas cidades dependem muito do setor financeiro, que gera não só empregos e impostos, mas também uma prosperidade que beneficia os restaurantes, lojas, a venda de automóveis, a moda, o entretenimento e muitas outras áreas.


PORTUGUESE
Carlos Slim investe no 'New York Times'
O bilionário mexicano Carlos Slim tornou-se um dos três homens mais ricos do mundo com uma combinação de práticas empresariais impiedosas e um extraordinário faro para os negócios. Sua surpreendente aposta na New York Times Co. deflagrou uma onda de apreço pelas ações da empresa jornalística americana.


PORTUGUESE
Private equity vai parar no tribunal
Jon Huntsman, o presidente do conselho da empresa química americana Huntsman Corp., não se importa em jogar duro. Agora, Huntsman, de 71 anos, está brigando com alguém que não tem fama de recuar. Na segunda-feira, sua empresa, que tem sede em Woodland, no Texas, começou uma disputa judicial com a firma de private equity Apollo Management LP, de Leon Black, num tribunal de Delaware.


PORTUGUESE
Menor crescimento na China é novo problema para montadoras
A indústria automobilístia mundial, já às voltas com queda das vendas na Europa e nos Estados Unidos, agora tem mais um motivo para se preocupar: uma possível redução do crescimento na China.


PORTUGUESE
Snow, a nova cerveja nº 1 do mundo
Sem sair de seu mercado doméstico, uma obscura cerveja chinesa está desafiando a posição da americana Bud Light como marca mais vendida no mundo.


PORTUGUESE
Uma forte parceria por trás do novo WTC
Desde os atentados de 11 de setembro, o incorporador nova-iorquino Larry Silverstein tem sido a face pública do grupo imobiliário que briga com seguradoras, arquitetos e agências governamentais para reconstruir o espaço comercial do World Trade Center. Mas nos bastidores outro ator poderoso está emergindo: Lloyd Goldman, o rico sócio de Silverstein que deve algum dia assumir o controle das monumentais torres de escritórios.


PORTUGUESE
Royalties musicais agora chegam à web
A revolução digital transformou música gravadas em commodity, vendidas por 99 centavos de dólar ou baixadas gratuita e ilegalmente por muita gente. Agora, uma empresa iniciante chamada SongVest está apostando que as músicas e letras ainda têm valor para fãs dedicados.


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quarta-feira, setembro 17, 2008

WSJ.COM/PORTUGUES

Governo dos EUA tenta salvar a AIG
O governo dos Estados Unidos estava agindo ontem à noite no sentido de resgatar a American International Group Inc. — uma das maiores seguradoras do mundo — num sinal da intensidade de suas preocupações com o perigo que um colapso representaria para o sistema financeiro.
PORTUGUESE
Medo faz secar fundos de curto prazo essenciais para bancos
Uma peça fundamental do sistema financeiro mundial engasgou ontem. Os bancos pararam subitamente de emprestar fundos uns para os outros ou passaram a cobrar juros exorbitantes, atingidos pelos crescentes temores de que as dificuldades da American International Group Inc. e da Lehman Brothers Holdings Inc. poderiam levar a mais perdas.


PORTUGUESE
Desaquecimento econômico já começa a aliviar inflação
Enquanto a crise do crédito continua a derrubar a economia, uma boa notícia se destaca: a inflação está cedendo nos Estados Unidos e em muitos outros lugares do mundo.


PORTUGUESE
Presidente da Pepsi ajusta-se a um consumidor mais difícil
[PepsiCo]
Gianni Cipriano/WSJ
Indra Nooyi, a presidente da PepsiCo Inc., está guiando a gigante de bebidas e salgadinhos em meio a seus maiores desafios em quase dez anos.


PORTUGUESE
Carro elétrico é apresentado como grande esperança da GM
[Volt]
General Motors
A possível chave para a sobrevivência da General Motors Corp. saiu da garagem.

A conturbada montadora americana apresentou esta semana seu Chevrolet Volt, um carro movido a bateria que deve chegar ao mercado em 2010. Ele foi projetado para dar à GM o tipo de veículo econômico de que ela precisa para concorrer em tempos de gasolina cara.

Mas o carro também tem outro propósito, mais estratégico: mudar mentalidades.


PORTUGUESE
No vácuo da crise, surge um setor bancário mais conservador
[crisis]
AFP
Funcionário sai de escritório da Lehman levando seus pretences.
Mais de 200 anos depois de ter nascido sob uma árvore, a Wall Street que todos conheciam está deixando de existir.

A rápida liquidação do banco de investimentos Lehman Brothers Holding Inc., fundado 158 anos atrás, e a repentina aquisição da Merrill Lynch & Co., de 94 anos, representam um marco na maior reestruturação dos bancos americanos desde a Depressão dos anos 30.


PORTUGUESE
Bolívia tenta evitar guerra civil
O presidente boliviano Evo Morales aceitou negociar um fim para os conflitos com províncias lideradas pela oposição, depois que a violência política matou pelo menos 30 pessoas durante a semana passada e que tropas do governo foram destacadas.


PORTUGUESE
Maior colaboração global aperta cerco à corrupção de empresas
Está ganhando força rapidamente um esforço mundial contra empresas que usam suborno para alcançar seus interesses em negócios internacionais. Governo de vários países reforçaram suas investigações e processos desses casos nos últimos anos, graças a inúmeras leis anticorrupção que têm obtido cooperação internacional cada vez maior.


PORTUGUESE
George Lucas libera a Força em videogame
[Force]
Mesmo sem nenhum novo filme da série "Guerra nas Estrelas" planejado, George Lucas ainda soma peças ao seu império. Depois de um longo adiamento, "Star Wars: The Force Unleashed" chega a plataformas como o Xbox 360 e o PlayStation 3 na próxima semana.


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Carlos Slim investe no 'New York Times'
O bilionário mexicano Carlos Slim tornou-se um dos três homens mais ricos do mundo com uma combinação de práticas empresariais impiedosas e um extraordinário faro para os negócios. Sua surpreendente aposta na New York Times Co. deflagrou uma onda de apreço pelas ações da empresa jornalística americana.


PORTUGUESE
Menor crescimento na China é novo problema para montadoras
A indústria automobilístia mundial, já às voltas com queda das vendas na Europa e nos Estados Unidos, agora tem mais um motivo para se preocupar: uma possível redução do crescimento na China.


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Private equity vai parar no tribunal
Jon Huntsman, o presidente do conselho da empresa química americana Huntsman Corp., não se importa em jogar duro. Agora, Huntsman, de 71 anos, está brigando com alguém que não tem fama de recuar. Na segunda-feira, sua empresa, que tem sede em Woodland, no Texas, começou uma disputa judicial com a firma de private equity Apollo Management LP, de Leon Black, num tribunal de Delaware.


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Uma forte parceria por trás do novo WTC
Desde os atentados de 11 de setembro, o incorporador nova-iorquino Larry Silverstein tem sido a face pública do grupo imobiliário que briga com seguradoras, arquitetos e agências governamentais para reconstruir o espaço comercial do World Trade Center. Mas nos bastidores outro ator poderoso está emergindo: Lloyd Goldman, o rico sócio de Silverstein que deve algum dia assumir o controle das monumentais torres de escritórios.


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