Entrevista:O Estado inteligente

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Clipping de 03/02/2009

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Primeira Página
Correio Braziliense

EIS OS GENERAIS DA MARCHA PARA 2010
Volta à aula sem 1.385 professores
Folha de S. Paulo
Edição 29161 20 mil perdem emprego na produção de frutas no Vale do São Francisco
Balança comercial tem 1º déficit em 8 anos
BNDES responde por 14% de todo o investimento feito no Brasil
Cursos para formação de professores perdem alunos
PMDB VENCE NA CÂMARA E NO SENADO
Gazeta Mercantil

APÓS 10 ANOS, CAI RECEITA COM EXPORTAÇÃO
Para ANP, déficit com o petróleo é de US$ 4,78 bi
Sarney e Temer querem priorizar combate à crise
Jornal de Brasília
Edição 12029 Militares Têm o reajuste Garantido
Jornal do Brasil

Eles estão de volta
Inadimplência e crédito preocupam
LULA EXIGE OUSADIA CONTRA A CRISE
O Estado de S. Paulo

Balança tem 1º déficit em 8 anos
Criação de novas instituições desacelera no País
PMDB DOMINA CONGRESSO E QUER VAGA DE VICE PARA 2010
Senadores veem traição na base governista
Venda de carros novos cresce 1,5% em janeiro
O Globo

Atrasado para votar, PSOL vai de jatinho
COM SARNEY E TEMER, PMDB COMANDA CONGRESSO ATÉ 2011
Déficit comercial volta após oito anos
MEC: federais formam mais que particulares
Valor Econômico

Azul vai à Justiça para pousar no Rio
China reduz importações do Brasil
EMPRESAS TÊM CUSTO MAIS ALTO EM CAPTAÇÕES
Receita aperta o cerco contra paraíso fiscal
Notí­cias do Dia
Artigo
A modernização das enpresas agrícolas fortalece o Brasil (Gazeta Mercantil)
A morte da confiança (Valor Econômico)
A nossa Câmara dos Lordes (Folha de S. Paulo)
A Renda Básica de Cidadania nas Américas (Jornal do Brasil)
Bolívia: uma lição de democracia (Folha de S. Paulo)
Crescer ou não crescer (O Globo)
Desafios ambientais da RMSP (O Estado de S. Paulo)
Destino de Battisti será selado até fim do mês (Jornal do Brasil)
Dez agrados para o crédito maltratado (Valor Econômico)
Em busca de um Brasil mais justo (Jornal do Brasil)
Filosofia na escola (Folha de S. Paulo)
Flexibilidade para todos (Valor Econômico)
Fora dos limites (Correio Braziliense)
It's the spread, stupid! (Folha de S. Paulo)
Mais dois anos de favores e submissão (Jornal do Brasil)
O pacote verde de Obama (Correio Braziliense)
Ousadia (Folha de S. Paulo)
Passada a crise, o emprego volta? (O Estado de S. Paulo)
PMDB mais do que nunca é ‘noiva’ cobiçada (Jornal do Brasil)
Por trás da concessão do refúgio político (Correio Braziliense)
Quanto o Brasil pode crescer este ano? (O Estado de S. Paulo)
Torcida no Pantanal (O Globo)
Um ar mais limpo em 2009 (Jornal do Brasil)
Colunas
A rua começa a rugir (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
A Serraglio o que era da Erenice (Jornal do Brasil - Informe JB)
As duas torres rumo a 2010 (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Baixar o "spread" no meio da crise é muito difícil, diz ex-BC (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Bancos sofrem, mas papéis caíram antes (Valor Econômico - De olho na bolsa)
Ecos da vitória (O Globo - Panorama Político)
Em campanha (Folha de S. Paulo - Mónica Bérgamo)
Exógeno, choque facilita tombo do juro (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Fugas e fugitivos (Folha de S. Paulo - Jânio de Freitas)
Lula ganhou mas pode não levar (Valor Econômico - Política)
Moniz Vianna (Folha de S. Paulo - Carlos Heitor Cony)
Moody´s reduz o rating do Barclays; ações caem (Valor Econômico)
Nada pessoal (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O "Dilmo" da Dilma (Folha de S. Paulo - Painel)
Olho na "t-shirt" (O Globo - Luiz Garcia)
Os limites do Estado (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Pressões internas (O Globo - Merval Pereira)
Problema deles (Folha de S. Paulo - Eliane Cantanhede)
Quércia é outro que está de volta (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Reajuste de militar garantido (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Réquiem de Davos (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Senador nega fraude em votação (Gazeta Mercantil)
Tempo das quedas (O Globo - Panorama Econômico)
Vai ter que aturar (O Globo - Ancelmo Gois)
Economia
''Spread depende da inadimplência'' (O Estado de S. Paulo)
''Voltaremos à liderança em 5 anos'' (O Estado de S. Paulo)
20 mil perdem emprego na produção de frutas no Vale do São Francisco (Folha de S. Paulo)
A meta é recuperar a liderança em cinco anos (Valor Econômico)
Agronegócio sustenta volume de exportações, mas preço cai (Folha de S. Paulo)
Além de prazo, municípios pedem revisão das dívidas (Valor Econômico)
Analistas reduzem previsão de expansão do PIB de 2009 (Gazeta Mercantil)
Aneel decide hoje se revoga direito da Cibe (Valor Econômico)
ANP quer mais biodiesel no diesel este ano (Valor Econômico)
Apelo do dividendo e baixos múltiplos integram seleção (Valor Econômico)
Apenas Ásia não reduz compras do Brasil (Folha de S. Paulo)
APÓS 10 ANOS, CAI RECEITA COM EXPORTAÇÃO (Gazeta Mercantil)
Balança comercial tem 1º déficit em 8 anos (Folha de S. Paulo)
Balança fecha janeiro com déficit de US$ 518 milhões (Gazeta Mercantil)
Balança tem 1º déficit em 8 anos (O Estado de S. Paulo)
Balança tem primeiro déficit mensal em oito anos (Jornal do Brasil)
Banco diz que baixar "spread" é "complexo" e alfineta governo (Folha de S. Paulo)
Biodiesel reduz em R$ 1 bilhão o gasto com petróleo (O Estado de S. Paulo)
BNDES amplia peso no total de investimentos do país (Folha de S. Paulo)
BNDES responde por 14% de todo o investimento feito no Brasil (Folha de S. Paulo)
Bolsa de SP cai 1,61% (O Globo)
Bovespa recua 1,6% em dia de perdas no setor bancário (Folha de S. Paulo)
Bradesco tem perdas de R$ 4,7 bi com derivativos (Jornal do Brasil)
Brasil lidera captação entre fundos de ações dedicados à América Latina (Valor Econômico)
Brasileiros demitidos fazem protesto em fábrica no Japão (O Estado de S. Paulo)
Básicos ajudam balança, mas janeiro tem saldo negativo (Valor Econômico)
CEB toma empréstimo de R$ 60 mi no BB (Correio Braziliense)
China reduz importações do Brasil (Valor Econômico)
Cliente do Santander avalia oferta de indenização (Valor Econômico)
Com crise global, 20 milhões de chineses perdem emprego (Folha de S. Paulo)
Consumo cai pelo 6º mês nos EUA; poupança cresce (Folha de S. Paulo)
Consumo de combustíveis bateu recorde no ano passado (Gazeta Mercantil)
Curtas - Camargo Corrêa (Valor Econômico)
Demanda por capital de giro supera R$ 1 bi (Folha de S. Paulo)
Desoneração a exportador preocupa EUA (O Estado de S. Paulo)
Diesel deve ter mais biodiesel (Gazeta Mercantil)
Dow Jones recua com dados de consumo (Valor Econômico)
Déficit comercial volta após oito anos (O Globo)
Déficit na conta petróleo sobe 105%, para US$ 4,78 bilhões (Gazeta Mercantil)
Em reunião ministerial, governo fala em reforço do PAC (Valor Econômico)
Em SP, mais 200 aceitam redução de salário (Valor Econômico)
Embalado com IPI menor, mercado reage (Valor Econômico)
Empresas de tecnologia demitem 124 mil no mês (O Estado de S. Paulo)
EMPRESAS TÊM CUSTO MAIS ALTO EM CAPTAÇÕES (Valor Econômico)
Especialistas preveem trimestre ruim para a balança (O Estado de S. Paulo)
Estatal vai contratar 4 mil pessoas (Gazeta Mercantil)
Estímulo à exportação é cobrado da Fazenda (O Estado de S. Paulo)
EUA e Europa devem emitir US$ 4 trilhões (Valor Econômico)
Exportações recuam 23% em janeiro (Folha de S. Paulo)
Exportação deve ter 1ª queda em dez anos (Valor Econômico)
Focus: Analistas já veem PIB abaixo de 2%, diz pesquisa do BC (Folha de S. Paulo)
Fundações demandam papéis e empresas já buscam alternativas (Valor Econômico)
Fórum: faltou diagnóstico da crise (O Globo)
Gastos com educação puxam alta do IPC-S (Gazeta Mercantil)
HSBC avança posição no grupo Marcopolo (Gazeta Mercantil)
Importação de bens de consumo ignora crise e cresce (Valor Econômico)
Inadimplência e crédito preocupam (Jornal do Brasil)
Inadimplência e volatilidade diminuem lucro do Bradesco (Valor Econômico)
Inflação na volta às aulas (Correio Braziliense)
Instituição encerrou o ano com lucro de R$ 7,625 bi (Jornal do Brasil)
Investimento externo para infraestrutura cresce 30% em 2008 e chega a R$ 3,8 bi (Valor Econômico)
Juros recuam com atividade fraca (O Estado de S. Paulo)
Lucro do Bradesco cai com maior provisão contra calote (Folha de S. Paulo)
Lula cobra ousadia para conter crise (O Globo)
LULA EXIGE OUSADIA CONTRA A CRISE (Jornal do Brasil)
Lula quer turno extra para acelerar as obras do PAC (Folha de S. Paulo)
Lula: ''Medidas foram insuficientes'' (O Estado de S. Paulo)
Materiais de construção podem receber isenção de IPI do governo (Folha de S. Paulo)
Mercado prevê expansão de só 1,8% do PIB (O Globo)
Mercado prevê taxa de juro a 10,75% este ano (O Estado de S. Paulo)
Militares Têm o reajuste Garantido (Jornal de Brasília)
Na era Coutinho, banco ajuda consolidação de grandes grupos (Folha de S. Paulo)
Nos EUA, balanços dos bancos pioram (Folha de S. Paulo)
PAC será turbinado (Correio Braziliense)
Pacote: Dirigente do BC americano critica proteção ao aço (Folha de S. Paulo)
Para ANP, déficit com o petróleo é de US$ 4,78 bi (Gazeta Mercantil)
Pesquisas divergem sobre estoques (Valor Econômico)
Petrobras pode cortar investimento (Folha de S. Paulo)
Petrobrás pode cortar investimentos (O Estado de S. Paulo)
Plano de negócios pode ser reajustado (Gazeta Mercantil)
Projeto define país como alvo de combate à corrupção (Valor Econômico)
Projeções para PIB e inflação têm nova queda (Valor Econômico)
Reação: Resultado era esperado, afirma Mantega (Folha de S. Paulo)
Receita aperta o cerco contra paraíso fiscal (Valor Econômico)
Reserva contra calote fez lucro do Bradesco cair 5% no ano passado (O Estado de S. Paulo)
Risco de calote reduz lucro do Bradesco (Gazeta Mercantil)
Rombo de US$ 1 tri no consumo abre debate sobre o futuro (Valor Econômico)
Se faltar crédito, Petrobras pode cortar investimentos (O Globo)
Seguradora faz provisões e reduz ganho trimestral (Valor Econômico)
Seguro-desemprego é corrigido em 12% (O Globo)
SERVIDOR PROJETOQUE ESTABELECE PREMIAÇÃO POR ECONOMIA VA I RECEBER SUGESTÕES (Jornal de Brasília)
Sob suspeita: Vagões de combustível são lacrados em ferrovia da ALL (Folha de S. Paulo)
Só crise curta livra balança de se deteriorar (Folha de S. Paulo)
Trava da UE à carne gera perda de US$ 586 mi (Valor Econômico)
Tributos não-cumulativos causam mais provisões (Valor Econômico)
Três empresas disputam venda de jatos ao Brasil (Valor Econômico)
Uma pitada de risco (Valor Econômico)
Vale fez segunda maior oferta da Nyse em 2008 (Valor Econômico)
Varejo pede prazo para pagar à indústria (Folha de S. Paulo)
Venda de carro volta a recuar em janeiro (Folha de S. Paulo)
Venda de carros novos cresce 1,5% em janeiro (O Estado de S. Paulo)
Vendas do agronegócio devem recuar 12% este ano (O Estado de S. Paulo)
Editorial
Apesar das promessas, caixa das empresas é prejudicado (Gazeta Mercantil)
Depois da eleição (Correio Braziliense)
Dez anos de chavismo (O Estado de S. Paulo)
Dose dupla (Folha de S. Paulo)
No estilo dos flanelinhas (O Estado de S. Paulo)
O Fórum de Belém (O Estado de S. Paulo)
Pouca luz (O Globo)
Prefeituras já sentem os efeitos negativos da crise (Valor Econômico)
Uma divisão que ameaça o governo (Jornal do Brasil)
Violência em baixa (Folha de S. Paulo)
Especial
Crise afetou o país, mas pacote oficial pode garantir PIB de 8% (Valor Econômico)
Governos querem programa para 5 anos (Valor Econômico)
Geral
Azul vai à Justiça para pousar no Rio (Valor Econômico)
Criação de novas instituições desacelera no País (O Estado de S. Paulo)
Cursos para formação de professores perdem alunos (Folha de S. Paulo)
EIS OS GENERAIS DA MARCHA PARA 2010 (Correio Braziliense)
Fim das férias e do trânsito fácil (Correio Braziliense)
Volta à aula sem 1.385 professores (Correio Braziliense)
Internacional
Americanos agora poupam mais e consomem menos (Valor Econômico)
Benedita vai participar de encontro com Obama (Jornal do Brasil)
Britânicos protestam contra mão-de-obra estrangeira (Valor Econômico)
Curtas - Exportações coreanas (Valor Econômico)
Desemprego já expulsou 20 milhões para o campo (Valor Econômico)
Disputa política na Colômbia atrasa soltura de mais reféns (Folha de S. Paulo)
Década chavista mantém país escravo do petróleo (Valor Econômico)
Feriado e visita de aliados marcam festa da década de Chávez no poder (Folha de S. Paulo)
França e EUA juntam forças em mediação (O Estado de S. Paulo)
Impasse adia resgate na Colômbia (O Estado de S. Paulo)
Libertação de reféns fica para hoje (O Globo)
Premiê da China promete mais estímulo à economia (Valor Econômico)
Política
"Sou eleito pela Casa e não pela cúpula" (Gazeta Mercantil)
''Devemos fazer melhores serviços gastando menos'' (O Estado de S. Paulo)
''Esta vitória é em 2009'', reage Dilma (O Estado de S. Paulo)
''Não venci para atuar em favor do PMDB'' (O Estado de S. Paulo)
'Foi uma traição ampla, geral e irrestrita' (O Globo)
'Não me chamem de homem retrógrado' (O Globo)
A bolada do PMDB (O Estado de S. Paulo)
A doce festa de Renan e do DEM (Correio Braziliense)
Acesso livre a inquéritos (Correio Braziliense)
AGU rejeita tese da OAB sobre Lei de Anistia (Valor Econômico)
Após renúncia, Renan retoma força na Casa (Folha de S. Paulo)
Assembleia de SP volta do recesso e discute eleição (O Estado de S. Paulo)
Atrasado para votar, PSOL vai de jatinho (O Globo)
Brasil é 8º país em ranking de transparência de gasto público (Folha de S. Paulo)
Cientistas dizem que Lula tem grande trunfo (Jornal do Brasil)
Ciro e Aldo sonhavam com petistas (Correio Braziliense)
COM SARNEY E TEMER, PMDB COMANDA CONGRESSO ATÉ 2011 (O Globo)
Comercial da Sabesp em rede nacional vira alvo do TRE-RJ (Folha de S. Paulo)
Corregedor absolveu mensaleiros (O Globo)
Curtas - Alencar 1 (Valor Econômico)
Câmara de Salvador elege 3.º presidente (O Estado de S. Paulo)
Decisão do STF sobre extradição de Battisti sai até o final do mês (Gazeta Mercantil)
Deputado desde 1987 (Correio Braziliense)
Dupla vitória torna PMDB parceiro privilegiado para 2010 (Gazeta Mercantil)
Eleição de Sarney tira Renan do ostracismo (O Globo)
Eles estão de volta (Jornal do Brasil)
Gilmar Mendes: STF não deve substituir os legisladores (Jornal do Brasil)
Inocêncio, o 'Clóvis Bornay' da Câmara (O Globo)
Itália viu surgir guerrilha em plena democracia (O Estado de S. Paulo)
Lei da Anistia é geral, diz novo parecer da AGU (Folha de S. Paulo)
Lei que embasou refúgio é constitucional, diz Tarso (Folha de S. Paulo)
Licitação de caças entra na fase final (O Estado de S. Paulo)
Londrina: Após acordo, campanha de 3º turno é adiada (Folha de S. Paulo)
Lula ficou aliviado com resultado (O Estado de S. Paulo)
Lula inaugura hoje a 1ª obra do PAC no estado do Rio (O Globo)
MEC: federais formam mais que particulares (O Globo)
Mendes diz que STF decide caso Battisti até março (O Estado de S. Paulo)
Mindlin e sua jornada em busca do tempo perdido (Gazeta Mercantil)
Na pressa, PSOL ''expropria'' jatinho (O Estado de S. Paulo)
No balanço final, petistas foram maiores derrotados (O Estado de S. Paulo)
No poder, Sarney festeja os 50 anos de política (Jornal do Brasil)
Operação Navalha: Procuradoria denuncia dono da Gautama (Folha de S. Paulo)
Oposição cresce na Câmara com Temer (Valor Econômico)
Para Dilma, haverá "maior governabilidade" (Jornal do Brasil)
Parecer da AGU defende anistia (O Estado de S. Paulo)
Parlamento Europeu analisará caso Battisti (O Globo)
Parlamento Europeu põe crise com Brasil na pauta (O Estado de S. Paulo)
PDT não integra bloco de apoio ao governo (Gazeta Mercantil)
Personagens de escândalos voltam à ribalta (O Estado de S. Paulo)
Planalto assume tese contra punição de torturadores (O Globo)
PMDB DOMINA CONGRESSO E QUER VAGA DE VICE PARA 2010 (O Estado de S. Paulo)
PMDB faz barba, cabelo e bigode (Jornal do Brasil)
PMDB promete cargos a aliados para garantir as duas vitórias (Folha de S. Paulo)
PMDB recupera a hegemonia (Valor Econômico)
PMDB VENCE NA CÂMARA E NO SENADO (Folha de S. Paulo)
Presidentes controlam a pauta de votações (Folha de S. Paulo)
Quércia defende aproximação do partido com Serra (O Estado de S. Paulo)
R$ 16,5 mil por um dia de trabalho (Correio Braziliense)
Relação PT–PMDB é inabalável, diz Berzoini (Jornal do Brasil)
Renan e Collor voltam de carona (Jornal do Brasil)
Rolo compressor neutraliza traições (Correio Braziliense)
Sarney e Temer assumem comando pela terceira vez (O Estado de S. Paulo)
Sarney e Temer querem priorizar combate à crise (Gazeta Mercantil)
Senadores veem traição na base governista (O Estado de S. Paulo)
Supremo assegura a advogados acesso aos autos dos processos (Folha de S. Paulo)
Supremo vai julgar anistia, afirma ministro (Folha de S. Paulo)
Tarso reitera autonomia para conceder asilo (Gazeta Mercantil)
Temer quer TV Câmara nos estados para provar que 'deputado trabalha' (O Globo)
Temer vence eleição tensa e promete medidas contra crise (Jornal do Brasil)
Traições marcam votação, mas sem mudar tendência (O Estado de S. Paulo)
Uma carona com o inimigo (Correio Braziliense)
Uma direção cheia de novatos (Correio Braziliense)
Vereadores aproveitam para cobrar emenda (Jornal do Brasil)
Vice-presidente: Alencar é transferido de UTI para unidade semi-intensiva (Folha de S. Paulo)
Vitória de Gim Argello e Tadeu Filippelli (Correio Braziliense)
Vitória de Sarney ajuda a manter aliança entre PT e PMDB em 2010 (Valor Econômico)
Zuleido e ex-chefe da PF em Sergipe são denunciados (O Estado de S. Paulo)
‘Navalha’ enquadra Zuleido e delegado (Jornal do Brasil)
É preciso acabar com ideia de que tudo só se resolve na Justiça, diz Mendes (O Estado de S. Paulo)
Última tentativa de hegemonia foi abatida por escândalo, CPI e cassações (O Estado de S. Paulo)
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Quanto o Brasil pode crescer este ano? Ilan Goldfajn


O Estado de S. Paulo - 03/02/2009
 

Era uma palavra diferente. E uma ideia interessante. As economias emergentes iriam se "desacoplar" dos países avançados e evitar a desaceleração econômica, talvez até brindar o mundo com um crescimento compensatório. Falava-se que a China tinha motor próprio e o Brasil, uma "riqueza" no seu grande mercado interno: prescindiriam do resto do mundo. Teria sido inédito. Não foi. O conceito de "desacoplamento" esvaiu-se na mesma velocidade em que a crise espalhou-se. Agora, a questão é saber quanto da desaceleração global irá afetar o Brasil. Qual é o crescimento possível para o Brasil este ano?

Tudo indica que o PIB teve uma queda relevante no último trimestre do ano passado. Vão pôr a culpa na globalização, suposta mãe de todos os males. É a reação natural. Não importa que, até pouco tempo atrás, o que estava sendo globalizado era o crescimento acelerado. O PIB do Brasil chegou a crescer 6,8% no terceiro trimestre do ano passado. Mas há sempre razões domésticas e heróis locais para justificar a fase de prosperidade.

A globalização é fruto do desenvolvimento tecnológico, da diminuição dos custos de transporte e do avanço na comunicação; talvez menos da força das ideias. A consequência é um mundo globalizado, com ciclos econômicos sincronizados, principalmente quando um choque atinge o centro de forma tão intensa. Sem desmerecer os importantes esforços locais, quanto o Brasil vai crescer neste ano (e nos próximos) vai depender em larga medida do crescimento mundial.

Mas a economia global precisa de um ajuste relevante, o que pode limitar a capacidade de crescimento no futuro. A crise global é mais do que o seu braço financeiro: envolve o lado real da economia, pela reestimação da riqueza global. O estouro da bolha financeira tem implicações importantes. Hoje está claro que havia uma riqueza falsa, inflada pela valorização enganosa do mercado imobiliário, das bolsas no mundo e dos ativos em geral. O problema é que o consumo era baseado nessa riqueza falsa. Muito do que era produzido no mundo se direcionava para satisfazer esse "falso" consumo (porque era baseado nessa riqueza falsa). E houve excesso de investimentos para ampliar a capacidade de produção a fim de satisfazer o consumo exagerado baseado nessa riqueza falsa. E, provavelmente, houve também exagero no planejamento e investimentos baseados numa demanda mundial de matérias-primas que se revelou exagerada.

Há, atualmente, um consenso de que pelo menos o sistema financeiro mundial inchou demais. E, também, de que o consumo americano era insustentável e deveria retrair-se. Nesse caso, é possível que as exportações chinesas para satisfazer o consumo dos EUA tenham sido igualmente exageradas, assim como as matérias-primas (vindas do Brasil, por exemplo) usadas para fabricar os produtos de exportação chineses. Dessa forma, não são necessários muitos passos lógicos para construir um cenário em que a economia mundial precise de um ajuste, no qual o consumo e o investimento caiam antes que possam voltar ao vigor anterior.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o crescimento mundial será de apenas 0,5% em 2009 (4,8% em 2006-2007 e 3,3% em 2008), uma queda substancial. Os números recentes de atividade em dezembro continuavam apontando para uma piora na atividade global.

A economia brasileira tem seguido o passo do resto do mundo, às vezes com alguma defasagem temporal (média de três a seis meses). Estimativas da Ciano Consultoria são de uma queda do PIB entre 1,5% e 2% no último trimestre do ano passado, o que indica um crescimento de 5,5% para o ano de 2008. Essa queda do PIB no final do ano passado gera um legado ingrato para este ano. Caso o nível de produção se mantenha no mesmo patamar do final do ano passado, o crescimento este ano sobre a média do ano passado (o famoso carry over, em economês) será nulo. Não faz muito tempo, estimava-se este carry em quase 2%. Com base nessa diferença, quem estimava um crescimento médio de 3% para 2009, faz pouco tempo, deveria ajustar sua projeção para 1%, a menos que esteja hoje enxergando novas forças propulsoras de crescimento, tanto globais como locais.

Com o legado reduzido (zero carry), o crescimento este ano vai depender da capacidade de recuperação da economia brasileira, principalmente no segundo semestre. Um exercício da Ciano utiliza as recuperações anteriores da economia brasileira - após as crises de 1998-1999 e 2002 - para calcular a possível taxa de crescimento em 2009 (ou seja, embutem-se as recuperações anteriores sobre o atual nível de produção). O resultado não é alentador. Mesmo embutindo recuperações rápidas da atividade no segundo semestre, baseadas em períodos saudáveis da economia mundial, o crescimento do PIB este ano ficaria entre 0,5% e 2%. Como a situação mundial é hoje pior do que nas recuperações passadas, será difícil atingir o limite superior dessa faixa de crescimento.

Em suma, a globalização, fruto das inovações tecnológicas e facilidade de transporte e comunicação, irradiou crescimento para vários cantos do planeta nos últimos anos. Agora espalha a desaceleração. As economias emergentes não se "desacoplaram" das economias avançadas. A ameaça é a revolta contra esta nova fase, com a volta do protecionismo no mundo, ao estilo da lambança recente promovida pelos Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a tentativa de emplacar licenças prévias para as importações brasileiras. Infelizmente, o mundo precisa de um ajuste global à nova estimativa de riqueza. Nossos cálculos recentes indicam que a economia brasileira deve desacelerar consideravelmente (em torno de 1%), a menos que ocorra uma súbita, mas improvável, recuperação da economia mundial.

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Celso Ming Os limites do Estado



O Estado de S. Paulo - 03/02/2009
 


Entre as perplexidades desfiladas em Davos, onde se realizou na semana passada o Fórum Econômico Mundial, apareceu nova candidata a certeza: a de que o Estado é tudo e que reassume a parte que lhe cabe no latifúndio.

Depois de tanta lambança do setor privado e da pretensa autorregulação dos mercados, finalmente o Estado comparece para colocar ordem no caos, voltar a regular, distribuir as contas e lembrar ao distinto público que a mão reguladora invisível é conversa fiada.

Entre um radicalismo e outro, convém apontar as limitações do Estado. E elas são tremendas. A primeira é de que o Estado também quebra e é mais vulnerável do que os salvadores da hora gostariam de admitir. O Brasil, por exemplo, quebrou três vezes nos últimos 25 anos. A Alemanha da República de Weimar quebrou nos anos 1920; a Hungria, entre 1989 e 1993; o México, em 1994; a Rússia, em 1998; a Argentina, em 2001... Todos os Estados em que se constituíram essas nações quebraram miseravelmente e nada garante que isso não aconteça com grandes potências. Basta para isso que a confiança acabe e que suas finanças e suas moedas virem pó.

Há, por exemplo, limites "físicos" para a escalada salvadora de bancos pelo Estado. Apenas duas das instituições americanas de Estado (o Federal Reserve, banco central, e o Tesouro) já injetaram mais de US$ 3 trilhões. Quanto mais poderão despejar sem que o dólar fique seriamente abalado?

Outra limitação consiste em definir quem decide o quê. As expectativas manifestadas em Davos são de que o Grupo dos 20 restabelecerá a ordem em abril, quando seus chefes de Estado se encontrarem para a segunda reunião de cúpula, esta destinada a remodelar definitivamente a economia global.

Em novembro, os mesmos 20 entenderam que a intervenção tem limites e que os mercados também devem procurar a saída. Nada mostra que, em quatro meses, tudo tenha mudado e que as autoridades no comando agora consigam agir.

Os governos dos países ricos (o Grupo dos Sete, G-7) já estão tentando de tudo, até muito além do seu mandato, para domar a crise e no entanto não há o que chegue. Além de insuficiente, o socorro foi discricionário porque grandes bancos receberam centenas de bilhões que poderão ser usados agora na concorrência desleal e predatória com instituições que se comportaram corretamente e que não receberam ajuda oficial.

Difícil imaginar o que de muito diferente os 13 chefes de Estado do G-20 que não fazem parte do G-7 poderão apresentar em abril de modo a virar o jogo até agora perdedor.

A terceira limitação é a de que o Estado moderno, tal como hoje formatado, não serve mais para xerifar as finanças globais. E este é um tema recorrente desta coluna. Os organismos reguladores nacionais falharam nos cinco continentes, não só porque as autoridades que os dirigem não previram, não entenderam, não supervisionaram e não proveram. Falharam também simplesmente porque são nacionais. Como controlar bancos, fundos de hedge, megasseguradoras, mercados de derivativos que operam globalmente com instituições cuja jurisdição é puramente local?

Enfim, o risco é de que, por falta de solução imediata, os mesmos de sempre agora esperem demais do Estado.

CONFIRA

Alvo errado - Na semana passada, o Ministério do Desenvolvimento tentou impor travas às importações. Nos resultados do mês, as importações caíram 12,6% em relação a janeiro de 2007. O maior problema é a queda das exportações, de 26%.

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Dora Kramer Antes, durante e depois

O ESTADO DE S. PAULO

O ex-governador do Acre Jorge Viana dizia na antevéspera da eleição que o grande benefício de uma eventual vitória do irmão, Tião Viana, para a presidência do Senado seria evitar que o PMDB se consolidasse na posição do partido que manda "antes, durante e depois", seja qual for o governo.

O vaticínio cumpre-se agora, ao inverso, com as eleições de José Sarney no Senado e Michel Temer na Câmara. Dominante no Legislativo, onde ocupa as duas presidências e detém as maiores bancadas em ambas as Casas; forte no Executivo, com cinco ministérios, presidências e diretorias de estatais importantes; predominante na quantidade de prefeitos e vereadores, o PMDB é o partido mais influente do cenário político nacional.

Desbancou o PT do primeiro lugar na coalizão que sustenta o governo Luiz Inácio da Silva, dará as cartas no processo da sucessão presidencial e se articula para preservar seu poder de fogo na futura administração federal, independente da bandeira partidária sob a qual se elegerá o próximo chefe da Nação.

Benefício ao País, tal situação não renderá nenhum, mas ao PMDB poupará desta vez o trabalho daquele faz-de-conta da candidatura própria, mediante o qual há quatro eleições presidenciais o partido engorda seu cacife para negociar a parceria do poder com o eleito.

Descontados a mesmice, a paralisia e o arquivamento de quaisquer esperanças de reformas - sobretudo a política, pois o PMDB é o que é graças às regras vigentes -, ou modernização nas relações Congresso-Poder Executivo, o PMDB marcou mais um gol no quesito causa própria.

O partido avança na ampliação da influência. De uma legenda de perfil regional, a notória "federação de interesses locais", o PMDB se transforma numa poderosa organização partidária de caráter federal.

Estará à frente do Congresso no processo sucessório e, sabendo jogar - atributo provado e comprovado -, continuará no mínimo pelos primeiros dois anos do próximo governo.

Não apenas porque a norma permite a reeleição dos dois eleitos agora, mas principalmente porque dispõe do melhor instrumento para ampliar suas bases regionais elegendo governadores, deputados (federais e estaduais) e senadores. Em 2010 estará em jogo a renovação de dois terços do Senado.

Isso quer dizer que, se não fizer grandes bobagens ou se o imponderável não lhe pregar nenhuma peça, o PMDB terá conquistado ontem o direito de posse sobre a faca e o queijo aqui e alhures.

José Sarney e Michel Temer vão administrar um orçamento de mais de R$ 6 bilhões e comandar uma estrutura com 20 mil funcionários, gráficas, centros de informática, informativos diários, duas emissoras de rádio e televisão.

O presidente do Senado é o presidente do Poder Legislativo e o da Câmara é o segundo na linha de sucessão presidencial, em seguida ao vice-presidente da República. Juntos, têm o poder de definir a agenda do Parlamento, o que, traduzido para o "fisiologuês" significa poder para facilitar ou dificultar a vida do governo.

Deles dependem, por exemplo, a tramitação das medidas provisórias, a votação dos vetos presidenciais, a aprovação de créditos extraordinários pedidos pelo Executivo, as indicações para a composição das agências reguladoras, a criação de comissões parlamentares de inquéritos, a abertura de processos contra parlamentares e até contra o presidente da República, em caso de pedidos de impeachment.

Mas, indagarão os mais atentos, o Congresso não é submisso aos ditames do Executivo? É, mas só quando quer. Quando interessa, exerce a soberania sob a forma de pressão e aí reside a importância do leme que o PMDB pegou para conduzir.

Adeus à majestade

Aos 78 anos de idade, 55 de vida pública, José Sarney coroa carreira com vitória suada e herança de risco no Senado. Empenhou a palavra em compromissos grandiosos e assume sem a aura de estadista conforme comprovou seu discurso de candidato na busca de voto a voto.

Ganhou, mas expôs o quanto minguou: em 1995 venceu por 61 a 7; em 2003 foi ungido por 76 votos. Agora conseguiu um 49 a 32 recorrendo ao poder de influência junto ao presidente para conter a sangria sob o discreto patrocínio do Palácio do Planalto.

Simulacros

O presidente Lula em reunião de ministério, os governadores de Minas Gerais e de São Paulo em férias; os três providencialmente distantes no dia da eleição para as presidências do Congresso, a fim de transparecer imparcialidade.

Tal desinteresse seria ruim se fosse verdadeiro. Mas é péssimo porque falso. Essa dissimulação contribui para o entendimento de que o Congresso é irrelevante aos governantes e, portanto, aos governados também.

O ideal seria a participação natural sem disfarces nem interferências indevidas que os obriga a disfarçar.
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