Entrevista:O Estado inteligente

quarta-feira, abril 01, 2009

Clipping de 01/04/2009


Primeira Página
Correio Braziliense
Edição 16754 Aumento para servidor, só se crescer a arrecadação
CONTAS DO GOVERNO ENTRAM NO VERMELHO
Puxadinho de luxo para idosos na W3 Sul
Folha de S. Paulo
Edição 29218 PF aponta elo entre doleiro e diretores da Camargo Corrêa
Planalto já cogita novo aumento de taxa sobre cigarro
QUEDA DE RECEITA E ALTA DE GASTOS DERRUBAM SUPERÁVIT
Gazeta Mercantil
Edição 24044 BOLSA REAGE E ACUMULA ALTA DE 9% NO ANO
Superávit primário cai 54% em fevereiro
Jornal do Brasil
Edição 117724 Ensino de religião divide o Congresso
Estudo revela descaso com saúde dos indígenas
MEDIDAS ÁGEIS PODEM SALVAR O PAÍS DA CRISE
O Estado de S. Paulo
Edição 42169 GASTOS COM SERVIDOR E RECEITA MENOR DERRUBAM SUPERÁVIT
Lula culpa os países ricos pelos males da humanidade
Presidente do STF quer que Justiça fiscalize PF
O Globo

ARRECADAÇÃO E GASTOS COM PESSOAL ESTOURAM CONTAS
Para substituir vestibular, Enem deve ter 2 provas
PF acusa juiz por vazamento de doações
Valor Econômico
Edição 2229 Argentina entra na Petrobras Energia
PACOTE GLOBAL PARA COMÉRCIO TERÁ US$ 250 BI
Superávit primário tem queda de 54% em fevereiro
Notí­cias do Dia
Artigo
Acesso a informações públicas (Correio Braziliense)
Bolhas, paradigmas e arquiteturas (O Estado de S. Paulo)
Caos no clube nuclear (Correio Braziliense)
Direitos humanos, ideologia ocidental (Folha de S. Paulo)
etO enfraquecimento tecnológico do Estado (Valor Econômico)
Fim da aura (Folha de S. Paulo)
Formação da opinião pública (Folha de S. Paulo)
Hora de paliativos (Jornal do Brasil)
Lula, de algoz a herói das montadoras (Gazeta Mercantil)
O PT de volta às origens (Jornal do Brasil)
O que esperar do G-20 (O Estado de S. Paulo)
O retorno do filho pródigo (Folha de S. Paulo)
Porque os líderes do G-20 fracassarão (Valor Econômico)
Preocupações (Folha de S. Paulo)
Projeto antifumo é constitucional e necessário (Gazeta Mercantil)
Racismo nem como 'metáfora' (O Globo)
Raízes da nossa depressão (O Estado de S. Paulo)
Todos estamos comprometidos (Jornal do Brasil)
Brasil
Cortes ameaçam principal programa de segurança (Correio Braziliense)
Menos “decoreba” (Correio Braziliense)
Cidades
Concurso da PM será para nível médio (Jornal de Brasília)
Colunas
"Quero saber quem mudou" (Folha de S. Paulo - Painel)
"Selic" privada cai de 10,67% para 9,80% (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
A longa noiteda República (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Abril pode reservar surpresas agradáveis (Valor Econômico - De olho na bolsa)
Ajoelhou, tem de rezar (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Avestruzes (Folha de S. Paulo - Fernando Rodrigues)
Brasília órfã do animador de festa (Jornal do Brasil - Informe JB)
Cenários distorcidos (Valor Econômico - Política)
Divisão antecipada (O Globo - Merval Pereira)
EBP: uma parceria público-privada (Valor Econômico - Brasil)
Lições esquecidas (O Globo - Panorama Econômico)
Malabarismo (O Globo - Panorama Político)
MEMÓRIA (Folha de S. Paulo - Mónica Bérgamo)
Mudou tudo (O Globo - Ancelmo Gois)
O erro e o golpe (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O muro do Cabral e o bilhete da Marta (O Globo - Élio Gaspari)
O primeiro ano do resto das nossas vidas (Valor Econômico)
Poupança intacta (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Rodando em falso (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Toyota vê menor impacto em nova queda de IPI (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Uma questão de falta de vergonha (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Viagem aos Estados Unidos (Correio Braziliense - Ari Cunha)
Economia
''Ambiguidade é característica da carreira de Lula'' (O Estado de S. Paulo)
''Redução de 3% na Cofins da moto é pequena'' (O Estado de S. Paulo)
Acordo para redução de jornada na WEG atinge 7 mil (Valor Econômico)
Acordo reduz salários na Weg (O Estado de S. Paulo)
Aneel reduz em 30% valor de encargo (Gazeta Mercantil)
Apesar de longe do ritmo de 2008, atividade industrial inicia retomada (Valor Econômico)
Argentina entra na Petrobras Energia (Valor Econômico)
Auditoria discorda do registro das dívidas da Aracruz (Valor Econômico)
Aumento para servidor, só se crescer a arrecadação (Correio Braziliense)
BB dá crédito para construção (O Estado de S. Paulo)
BC avalia medida que preserva status de risco de produtor (Valor Econômico)
BC pressiona empresas de cartões de crédito (Folha de S. Paulo)
BC vê "fortes indícios" de abuso de poder nos cartões (Valor Econômico)
Bird tem US$ 50 bi para ativar o comércio (Jornal do Brasil)
Bolsa ensaia recuperação e registra ganho de 9% no ano (Gazeta Mercantil)
BOLSA REAGE E ACUMULA ALTA DE 9% NO ANO (Gazeta Mercantil)
Brasil ajudará GM a fazer carro pequeno nos EUA, diz Ardila (Gazeta Mercantil)
Camex reduz alíquota de aditivo químico polêmico (Valor Econômico)
Carga pesada (Valor Econômico)
Carga tributária continua menor do que nos anos 90 (Valor Econômico)
Cartões de crédito podem ter nova regulação (O Estado de S. Paulo)
Cesp perde R$ 2,3 bi com reavaliação (Valor Econômico)
Comércio pessimista com vendas da Páscoa (Correio Braziliense)
Confiança da indústria avança pelo terceiro mês consecutivo (Gazeta Mercantil)
Consulta pública (Jornal de Brasília)
CONTAS DO GOVERNO ENTRAM NO VERMELHO (Correio Braziliense)
Crise leva fundos de private equity a se desfazer de imóveis no Brasil (Valor Econômico)
Crédito pode demorar a voltar (Valor Econômico)
Curtas - Paranaguá em ação (Valor Econômico)
Curtas - VarigLog vai à Justiça (Valor Econômico)
Desapropriações mobilizam bancas (Valor Econômico)
Desemprego vai cair para 7,5% este ano, diz Lupi (O Estado de S. Paulo)
Desoneração para construtoras se estende até 2013 (Folha de S. Paulo)
Divergências entre as turmas (Jornal de Brasília)
Economia abaixo da meta oficial (O Globo)
Economistas veem déficit primário com preocupação (O Estado de S. Paulo)
Efeito da crise na AL vai durar 5 anos (O Globo)
Eike Batista decide pôr à venda ativos de mineração (Gazeta Mercantil)
Eike Batista negocia minas da MMX com empresas chinesas (Valor Econômico)
Empresas negam crítica e dizem colaborar com governo (Valor Econômico)
Entrevista | Eduardo Shimahara: A arte de poupar para investir (Jornal do Brasil)
Estados querem mudar pacote (O Estado de S. Paulo)
EUA reclamam de dificuldade em exportar para o Brasil (Folha de S. Paulo)
FAO alerta para uma nova crise alimentar (Valor Econômico)
FGTS Petrobras liderou aplicações em março (O Globo)
França já ameaça deixar a reunião do G-20 (O Globo)
Funasa Divulgado edital com 411 vagas em todo o país (Jornal de Brasília)
Funasa vai contratar 411 (Correio Braziliense)
G-20 se vê forçado a abdicar de grandes metas (Valor Econômico)
G20 começa sob previsão de piora da crise (Folha de S. Paulo)
Gasto 19% maior cria déficit em fevereiro (Valor Econômico)
Gasto do governo com juro cai para R$ 10,18 bi (O Estado de S. Paulo)
GASTOS COM SERVIDOR E RECEITA MENOR DERRUBAM SUPERÁVIT (O Estado de S. Paulo)
GCET não será descontada (Jornal de Brasília)
Geap informa (Jornal de Brasília)
Governo aplica medida antidumping no acrilato (Valor Econômico)
Governo central tem 1º- déficit desde 1997 (Gazeta Mercantil)
Governo tenta enquadrar cartões de crédito e critica concentração no setor (O Globo)
Governo trava luta contra credenciadores (Jornal do Brasil)
Imóveis: Renegociação de dívidas do FCVS poderá beneficiar 500 mil (Folha de S. Paulo)
Incertezas afetam commodities em março (Valor Econômico)
Industriais apostam em novo rito das MPs para aprovar leis (Gazeta Mercantil)
Indústria do Brasil quer aproveitar acordos de livre comércio do Chile (Valor Econômico)
Indústria supera o pior momento (O Estado de S. Paulo)
Informações incorretas na Dirf (Jornal de Brasília)
INSS convoca aprovados (Jornal de Brasília)
Justiça bloqueia, pela terceira vez, pagamento de dividendos da CSN (Gazeta Mercantil)
Lula culpa ricos pelos males da humanidade (O Estado de S. Paulo)
Lula culpa ricos por insegurança (O Globo)
Líderes terão 17 minutos para salvar o mundo (Folha de S. Paulo)
Meta não vai ser cumprida em 2009, dizem, analistas (Valor Econômico)
México pretende pedir até US$ 40 bi ao FMI (Folha de S. Paulo)
Mínimo de SP passa a valer só em 1º de maio (Folha de S. Paulo)
O caminho do resseguro da Índia (Gazeta Mercantil)
PACOTE GLOBAL PARA COMÉRCIO TERÁ US$ 250 BI (Valor Econômico)
Pagamento de executivos entra na pauta do G-20 (Valor Econômico)
Petrobras negociará gás no mercado à vista (Gazeta Mercantil)
Peugeot demite 250 no Rio; governo irá analisar decisão (Folha de S. Paulo)
Peugeot demite e desafia Ministério da Fazenda (Correio Braziliense)
Peugeot ignora prorrogação do corte do IPI e demite 250 (O Estado de S. Paulo)
PF aponta elo entre doleiro e diretores da Camargo Corrêa (Folha de S. Paulo)
PF nega motivação política na operação Castelo de Areia (Gazeta Mercantil)
Piora do resultado vem do aumento de gastos (O Estado de S. Paulo)
Pitanguy dá dicas para servidores (Jornal de Brasília)
Planalto já cogita novo aumento de taxa sobre cigarro (Folha de S. Paulo)
QUEDA DE RECEITA E ALTA DE GASTOS DERRUBAM SUPERÁVIT (Folha de S. Paulo)
Queda na arrecadação reduz superávit primário em 54% (Gazeta Mercantil)
Reação virá só no 2º semestre (O Estado de S. Paulo)
Redecard e VisaNet são alvos do BC (Gazeta Mercantil)
Reforma tributária seria melhor que incentivos (Gazeta Mercantil)
Remuneração de executivos deverá ser aberta em 2010 (Folha de S. Paulo)
Rombo de R$ 2,5 bi no DPVAT (Correio Braziliense)
Siderurgia: Gerdau Açominas demite 300 desde fevereiro (Folha de S. Paulo)
SP já tem nova regra de ICMS de energia (Valor Econômico)
STF homologa acordo entre União e SP sobre dívida de R$ 15 bi (Valor Econômico)
Superávit primário cai 54% em fevereiro (Gazeta Mercantil)
Superávit primário tem queda de 54% em fevereiro (Valor Econômico)
Súmula 215 sem distinção (Jornal de Brasília)
Um dia após prorrogação de redução do IPI, Peugeot Citroën demite 250 (O Globo)
Um quarto dos empresários da indústria planeja demitir (Folha de S. Paulo)
Índice de Confiança da Indústria em alta (Jornal do Brasil)
Editorial
A incompetência consolidada (O Estado de S. Paulo)
A pedagogia da crise (Correio Braziliense)
As contas do governo (O Estado de S. Paulo)
Barreira fiscal (Folha de S. Paulo)
Consumo facilitado, crédito nem tanto (Jornal do Brasil)
Faltam os outros (O Globo)
Imprensa no STF (Folha de S. Paulo)
Lula menos popular, mas capaz de transferir votos (Valor Econômico)
O governo federal mantém déficit (O Estado de S. Paulo)
Pacto mundial (O Globo)
Receita caiu, mas situação fiscal sofre com maus gastos (Gazeta Mercantil)
Unificação dos vestibulares (O Estado de S. Paulo)
Especial
Brasil ajudará a GM nos EUA a produzir carro pequeno (Valor Econômico)
Fortalecida, China terá mais voz do que nunca (Valor Econômico)
Mesmo antes de recuperação, analistas já temem inflação (Valor Econômico)
Geral
Ensino religioso nas escolas gera polêmica entre parlamentares (Gazeta Mercantil)
Estados querem pacote da habitação para cidades menores (Valor Econômico)
Estudo revela descaso com saúde dos indígenas (Jornal do Brasil)
Internacional
Adversário de Chávez na clandestinidade (O Globo)
Argentina no 'board' da Petrobras Energia (Valor Econômico)
BID vê quadro sombrio na AL (Valor Econômico)
Chávez diz que Bachelet ameaça união (Jornal do Brasil)
Comensal indigesto (O Globo)
EUA acompanham de perto megacampos brasileiros (Valor Econômico)
Lula deixa almoço e evita líder sudanês (O Estado de S. Paulo)
Palestino quer que Brasil medeie processo de paz (Folha de S. Paulo)
Regulação deve ser "bússola" no G20, diz Lula (Folha de S. Paulo)
Um novo diálogo entre os EUA e a AL (Gazeta Mercantil)
Política
''Alerta verde'' reage a ''abril vermelho'' (O Estado de S. Paulo)
''Tem recibo de doação? Apresenta'' (O Estado de S. Paulo)
Acordo entre Brasil e Igreja Católica sob bombardeio (Jornal do Brasil)
Alencar faz exames no Sírio-Libanês (O Estado de S. Paulo)
Alencar pensa em vaga (Correio Braziliense)
ARRECADAÇÃO E GASTOS COM PESSOAL ESTOURAM CONTAS (O Globo)
Auditores apontam contradição do governo (Gazeta Mercantil)
Bloqueio no Orçamento afeta mais os investimentos (Folha de S. Paulo)
Confusão entre doações legais e ilegais provoca polêmica (O Estado de S. Paulo)
CPI dos Grampos manobra para confrontar Lacerda e Protógenes (O Estado de S. Paulo)
Curta - Alencar (Valor Econômico)
Câmara cumpre decisão contra deputado de MG (O Globo)
Câmara estabelece limites para uso da verba indenizatória de R$ 15 mil (O Globo)
Câmara limita uso de verba indenizatória (Valor Econômico)
Declarações causam protestos na instituição (O Estado de S. Paulo)
Deputado não poderá contratar sua empresa (O Estado de S. Paulo)
Dilma entra em campo (Correio Braziliense)
Dono de castelo será processado (O Estado de S. Paulo)
Dulci apoia Carvalho (Correio Braziliense)
Dulci apoia Carvalho para direção do PT (O Globo)
Dúvida: OAB-SP quer que CNJ esclareça status de departamentos jurídicos (Folha de S. Paulo)
Edmar responderá a processo no Conselho de Ética (Folha de S. Paulo)
Edmar: começa processo por quebra de decoro (O Globo)
Ensino de religião divide o Congresso (Jornal do Brasil)
Evento debate acesso público a informação (O Estado de S. Paulo)
Exército lembra golpe de 64 e enfrenta protesto (O Estado de S. Paulo)
Família de Jânio tenta repatriar "20 milhões" (Folha de S. Paulo)
Gabrielli acusa DEM de politizar apuração da PF (O Estado de S. Paulo)
Gabrielli critica critério usado por tribunal na análise de refinaria (Folha de S. Paulo)
Gilmar critica 'dicionário de abusos' (O Globo)
Herdeiros caçam ''fortuna'' de Jânio (O Estado de S. Paulo)
Juiz singular – Concepção anacrônica (Jornal do Brasil)
Lula culpa os países ricos pelos males da humanidade (O Estado de S. Paulo)
Mais rigor com a verba indenizatória (Correio Braziliense)
Medidas atenuam contexto (Jornal do Brasil)
MEDIDAS ÁGEIS PODEM SALVAR O PAÍS DA CRISE (Jornal do Brasil)
Militares homenageiam vítimas da guerrilha de esquerda na ditadura (Folha de S. Paulo)
Ministro do TCU autorizou verba adicional à Camargo Corrêa (Folha de S. Paulo)
Moreira no banco dos réus (Correio Braziliense)
MP reage a críticas do STF (O Globo)
Múcio rebate oposição e defende PF (O Estado de S. Paulo)
No Senado, economia de R$ 10 milhões (O Globo)
Oposição reage a exclusão do PT (Jornal do Brasil)
Para substituir vestibular, Enem deve ter 2 provas (O Globo)
Para TCU, empresa teria superfaturado Rodoanel (O Estado de S. Paulo)
PF acusa juiz por vazamento de doações (O Globo)
PF atribui publicidade da operação a juiz (Valor Econômico)
PF teve má-fé e poupou PT, diz oposição (Folha de S. Paulo)
PF: ação não tratava de caixa 2 (Correio Braziliense)
Planalto diz que não há ''inchaço'' em diretorias (O Estado de S. Paulo)
Plenário conclui votação da MP da Caixa Econômica (Valor Econômico)
Polícia comete "dicionário de abusos", diz Mendes (Folha de S. Paulo)
Polícia nega que operação tenha conotação política (Folha de S. Paulo)
Polêmica no aniversário do golpe militar de 1964 (Correio Braziliense)
Presidente do STF quer que Justiça fiscalize PF (O Estado de S. Paulo)
PSDB defende CPI no Senado (Correio Braziliense)
PSDB e DEM: PF é usada para acuar a oposição (O Globo)
PSDB fala em retaliar com CPI da Petrobrás (O Estado de S. Paulo)
PT e PF negam viés político. PSDB quer CPI da Petrobras (Jornal do Brasil)
Puxadinho de luxo para idosos na W3 Sul (Correio Braziliense)
Rigotto descarta aliança entre PMDB e PT no RS em 2010 (Valor Econômico)
Sabo Paes é novo presidente da Profis (Correio Braziliense)
Sai Juvenil, entra Silas (Correio Braziliense)
Sarney tratou da lista de investigações com líderes (O Estado de S. Paulo)
Selado acordo para repatriar US$ 5 mi (O Estado de S. Paulo)
Senado ameaça CPI para apurar denúncias de superfaturamento (Valor Econômico)
Senado vai acompanhar a decisão da Câmara (Gazeta Mercantil)
STF julga hoje futuro da Lei de Imprensa (Folha de S. Paulo)
Surpreendidos pelos cortes no Orçamento, ministros reclamam e refazem contas (Valor Econômico)
Tarso acha suposto caixa 2 ''questão secundária'' (O Estado de S. Paulo)
Temer decide esperar decisão final dos ministros do Supremo (Valor Econômico)
Terceirização está longe do fim no Legislativo (Correio Braziliense)
Tesourada maior em investimentos (O Globo)
TSE suspende multa a prefeito (O Estado de S. Paulo)
Uma ferida longe de cicatrizar (Jornal do Brasil)
Uma superestrutura no Palácio do Planalto (O Globo)
Validade da Lei de Imprensa será julgada hoje pelo STF (O Estado de S. Paulo)
Verba indenizatória terá restrições (Jornal do Brasil)

Confraria do pau oco Dora Kramer

O ESTADO DE S. PAULO

De uma prática absolutamente usual, confessa, aceita e disseminada ao ponto de servir de justificativa para se instituir o financiamento público de campanhas eleitorais, o uso do caixa 2 nas doações aos partidos políticos passou, nos últimos dias, a ser algo nunca visto, jamais cometido, rechaçado e, quando muito, adotado de forma muito restrita.

Todos os partidos e políticos até agora citados no âmbito da Operação Castelo de Areia, que investiga entre outros crimes repasses "não contabilizados" da construtora Camargo Corrêa, alegaram que as transações quando, e se, ocorreram, estavam dentro dos conformes da legislação.

Alguns já apresentaram comprovantes, outros juram que o farão em breve, manifestando a indignação dos justos. Como se o uso do caixa 2 fosse a exceção e não a regra.

Um excelente serviço prestado pela Polícia Federal aos santos do pau oco que agitam seus recibos comprobatórios da face legal da relação de financiamento de partidos, certos de que da face ilegal a polícia não achará rastros. A expressão delubiana já diz, não são contabilizados, deles não há registro. Sem digital identificada ou confissão oficializada, vale o que pode ser escrito.

A PF alega ter baseado sua investigação na "suposição" de que os diálogos gravados entre funcionários da construtora e intermediários de partidos faziam referências a doações ilegais, notadamente por causa das expressões "por dentro" e "por fora" registradas nas transcrições.

Se for só esse o tipo de indício, é lamentável, mas a PF politizou a operação. Saem cheios de razão aqueles que desde o início denunciaram o "viés" político, apontando como evidência a exclusão do PT da lista dos receptores de doações.

Diz a polícia que PT, PTB e PV ficaram de fora porque as conversas não revelaram sinais suficientes de que esses partidos poderiam ter recebido dinheiro "por fora". Pois bem, e os outros cujos nomes foram incluídos e divulgados e que comprovaram a legalidade das doações? As referências, ao que se conhece do inquérito, eram também inconsistentes.

Tanto eram que a defesa da Camargo Corrêa, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos à frente, será toda baseada na apresentação de comprovantes dos repasses cotejados com a transcrição dos telefonemas.

A equipe de Thomaz Bastos está recolhendo os recibos, lendo o inquérito para tentar estabelecer a ligação entre as conversas e os documentos. "Vamos mostrar que as referências feitas nos telefonemas são todas relativas a atos perfeitamente legais", diz o advogado.

Se as coisas assim transcorrerem realmente, ficará o dito pelo não dito, os inocentes misturados aos culpados e a Polícia Federal, até prova em contrário, servindo como fiadora à candura contábil dos partidos.

Síndrome de diretoria

Aberto o nicho da proliferação de diretorias na administração pública, por ora já se descobriu que a criação de instâncias artificiais de comando para melhorar proventos e status de apaniguados é adotada no Senado, no Palácio do Planalto, na Assembleia Legislativa de São Paulo, na Câmara Municipal da cidade do Rio de Janeiro.

A adoção dessa modalidade de empreguismo é típica da noção de que dinheiro público não tem dono.

Na iniciativa privada alguém ocupa uma diretoria por promoção resultante do mérito profissional. Há critérios, pois são em menor número os funcionários que têm maiores responsabilidades e, por isso, ganham mais.

No setor público ocorre o oposto: primeiro criam-se as diretorias e depois se distribuem os cargos em função da necessidade, e não necessariamente da capacidade, de cada um dos favorecidos. O conceito de mérito é estilizado: a cada qual segundo suas melhores relações políticas, pessoais e, no limite, comerciais.

Melhor parte

No anúncio do pacote de habitação Lula deixou a regra clara: "Não quero ninguém me cobrando prazo."

Quer dizer, firmado o compromisso com o lançamento do projeto, carimbara a autoria e, garantido o bônus político decorrente, tudo o mais que se refira à promessa de construção de 1 milhão de casas populares - vale dizer, execução e conclusão do projeto - está fora da alçada do presidente.

Se algum dia for concluído, terá sido obra de Lula. Se ficar aquém do prometido ou não passar da fase das boas intenções, a responsabilidade será do governante da vez.

É mais ou menos a lógica aplicada à política econômica: enquanto o mundo cresceu e favoreceu o Brasil, a bonança interna era uma realização do homem que veio de baixo e fez o que "nunca antes neste país" havia sido feito. Quando a canoa virou, inverteu-se a relação de causa e efeito e espetou-se a conta nas costas da "gente branca e olhos azuis".

Lições esquecidas Miriam Leitão

O GLOBO

Há 45 anos, os militares tomaram o poder e golpearam as instituições democráticas. Hoje, o Senado ofende o país, a Câmara dos Deputados acumula escândalos, o Supremo toma uma decisão que, se cumprida, liberará criminosos da prisão, o Executivo usa a estrutura do governo para campanha política. O que o Brasil está fazendo com a democracia dolorosamente conquistada?

Não aprendemos as lições dolorosas do passado? Se a ideia é provar aos 83 milhões de brasileiros que nasceram após o último general deixar a Presidência pela porta dos fundos do Palácio do Planalto, que a democracia é cara, ineficiente e fonte de corrupção, as nossas autoridades estão no caminho certo.

Em declarações e atos nos últimos dias, os senadores levaram ao limite a paciência dos contribuintes: “todos aqui sabem como a Casa funciona”, lembrou a senadora Roseana Sarney, numa reunião de líderes. Mas o país não sabia tudo isso. O Senado não existe para ser essa coleção de privilégios, irregularidades e vergonhas aceitas como normais. Era para ser uma instituição madura, revisora das decisões da Câmara dos Deputados, representante, em equilíbrio paritário, dos estados da Federação.

O país já sabia que o Senado não funcionava exatamente como nos livros escolares.

O país poderia até intuir nomeações de parentes, funcionários fantasmas, gastos excessivos, mas não tudo isso que está vendo nos últimos dias. Um clube com uma coleção de absurdos tão excessivos que pode levar os jovens brasileiros — os que não viram o peso do Congresso Nacional fechado — a se perguntarem: para que a instituição existe? Se a pergunta for feita, o risco é de que as respostas sejam que o Senado existe para que a casta dos senadores possa usar, como quiser, o dinheiro público, para que o exdiretorgeral Agaciel Maia tenha bens acima de suas posses e nem os declare, e que, em troca, permita a farra das contratações que levou a Casa a ter o exorbitante número de 10 mil funcionários, com direito a hora extra no descanso.

E que existe também para que os senadores nomeiem para a presidência da poderosa Comissão Mista do Orçamento o “Almeidinha”, aquele cuja qualificação foi ter sido o fiel escudeiro do senador Renan Calheiros, que usava uma empreiteira para pagar a amante.

Na Câmara dos Deputados, a cumplicidade dos pares em torno de irregularidades e desvios que já chocaram o país em várias ocasiões. Dos anões do Orçamento para cá foram tantos, que o país até já perdeu a conta.

O Executivo está em plena campanha política. No dia 18 de fevereiro, só para citar um evento, o Palácio do Planalto foi sede de uma reunião do Conselho Político sobre as chances da candidata declarada do presidente Lula à sucessão, quando se tomou a decisão que ela continuaria a “inaugurar” obras. Nem se dão ao trabalho de fazer a reunião fora do expediente, em outro local. Será assim nos próximos dois anos: o governo será usado para a campanha presidencial, com as explicações de sempre de que a gerente precisa acompanhar as obras. É o álibi pré-moldado.

Álibi que será usado pelos outros candidatos que exerçam cargo público.

Depois, bastará a Justiça Eleitoral punir um ou outro governador para dar a impressão de que está vigilante. A Justiça Eleitoral tem que prevenir, estabelecendo os princípios agora, para todos os governos, para todos os candidatos.

O Supremo Tribunal Federal entendeu que enquanto o réu puder recorrer, ele o fará em liberdade. A regra já valia para alguns privilegiados.

O assassino confesso Antônio Pimenta Neves, condenado em dois julgamentos, permanece solto.

Todas as evidências e até as confissões não valem, porque, na dúvida, a decisão é “a favor do réu”.

Bernard Madoff cometeu apenas um erro: não nasceu no Brasil. O ex-presidente da Nasdaq é autor da maior fraude financeira de que se tem notícia. Ficou em prisão domiciliar, confessou o crime e foi levado para a prisão, aonde vai esperar o julgamento. E, quando for condenado, ele poderá recorrer. Porém, o fará da prisão.

Se Madoff estivesse no Brasil, ele poderia pedir habeas corpus com grande chance de ser beneficiado por uma daquelas decisões idiossincráticas de que ele não ofereceria risco de fuga, ou o FBI teria se excedido na investigação, ou qualquer um dos argumentos que aparecem em algumas liminares, apenas para os notáveis.

O princípio do in dubio pro reo é do Direito universal, mas sua interpretação, aqui, criou uma esquisitice: antes do julgamento, dependendo do suspeito, ele pode ficar preso em diversas circunstâncias; depois do julgamento é que a dúvida se estabelece e, aí, o réu poderá recorrer em liberdade, até se esgotar o último recurso.

Quarenta e cinco anos depois de iniciado o segundo período ditatorial da República, o que se passa na cabeça dos donos dos poderes republicanos? Há uma desconfortável sensação de que eles não veem o perigo extremo que o país corre. Não de outro golpe militar, a história não se repetirá assim.

O risco maior é de os jovens — os donos do futuro — acharem que a democracia não vale o que custa.

Afinal, 44% dos brasileiros nasceram depois do fim da ditadura militar.

Mais de 100 milhões de brasileiros nasceram depois do fim do AI-5. Já são a maioria. Eles nada viram; podem não notar as virtudes que nós, os mais velhos, valorizamos na democracia.

Merval Pereira -

Divisão antecipada



O Globo - 01/04/2009

As pesquisas de opinião divulgadas nos últimos dias começaram a colocar em movimento mecanismos que normalmente só entram em ação cerca de um ano antes das eleições, lá por outubro: políticos já se posicionam na tentativa de marcar posição na chapa da presumível candidata oficial à sucessão de Lula, a ministra Dilma Rousseff. Passando de 13,5% em janeiro para 16,3% em março na pesquisa CNT/Sensus, Dilma mostrou-se uma candidata competitiva, confirmando o crescimento que já havia sido detectado tanto pelo Ibope como pelo Datafolha. Foi o próprio Lula quem antecipou a campanha, para tentar fixar a imagem da Dilma candidata, e agora vai ter que conter sua base aliada, embora dificilmente vá evitar um racha.

Há informações de que o presidente do PMDB, Michel Temer, teria sondado companheiros de partido sobre essa possibilidade, ao mesmo tempo em que o deputado federal Ciro Gomes recomeçou uma investida, naquele seu estilo rude de fazer política, para se colocar como um complemento ou um oposicionista ao PT, e não a Lula.

Tanto Ciro como o governador de Minas, Aécio Neves, são os mais imediatamente atingidos pelo crescimento sustentado da ministra Dilma, o primeiro por encur tar seu espaço como uma alternativa governista, e o governador por perder, pelo menos momentaneamente, a capacidade de se impor dentro do PSDB.

O governador de Minas, no entanto, continua sendo peça-chave na definição da corrida presidencial, pois, embora não consiga até o momento firmar uma imagem nacional — e por isso quer fazer campanha pelas prévias partidárias viajando pelo país —, tem a adesão firme do eleitorado de Minas Gerais, o que pode decidir uma eleição.

O deputado Ciro Gomes foi prejudicado pela metodologia do Sensus, que, diferentemente dos outros institutos de pesquisa, não o colocou ao lado de Dilma como opção para os pesquisados, sugerindo que ele não concorrerá contra Dilma.

Provavelmente se Ciro aparecesse na lista teria mais votos que Dilma, como indicam as pesquisas do Ibope e do Datafolha. A entrevista que Ciro deu ontem mostra bem a dificuldade que vai haver numa composição com seu partido, o PSB.

Anteriormente, ele dissera que lutaria para que seu partido apoiasse o governador Aécio Neves, e ontem saiu atirando em Dilma, afirmando que ela não tem experiência nem projeto político.

Ou está se oferecendo para preencher essas lacunas, já que seu partido é da base aliada do governo, ou está acenando com uma ruptura com o PT para marcar sua campanha presidencial como um candidato a favor de Lula, mas contra o PT. Um malabarismo complicado, que parece ao alcance de um político polêmico como Ciro, mas não parece ser o objetivo do PSB.

A favor da candidatura de Dilma, dois fatos políticos surgiram nos últimos dias. O ministro do Supremo Joaquim Barbosa, que será o presidente do Tribunal Superior Eleitoral na época da eleição, já anunciou que o julgamento dos processos contra os acusados pelo mensalão só acontecerá em 2011, o que deixará o ex-ministro José Dirceu mais à vontade para continuar suas articulações regionais, e também dará tempo para o ex-tesoureiro Delúbio Soares voltar ao PT e tentar se eleger deputado federal.

A pesquisa Sensus, por outro lado, revelou um paradoxo que só será totalmente compreendido no decorrer da campanha presidencial.

Ao mesmo tempo em que perdia popularidade, Lula via crescer seu poder de influir na escolha do eleitorado.

A popularidade do presidente continua nas alturas em todas as três pesquisas, mas é incompreensível que sua influência aumente no mesmo momento em que perde cerca de 10% do índice de popularidade.

Segundo a pesquisa, 50,1% dos eleitores votariam no candidato apoiado por Lula.

Em dezembro, eram 44,5%.

Aliás, em matéria de incongruências, essa pesquisa do Instituto Sensus está cheia.

Embora tenha crescido o índice de críticos ao governo, cresceu também o número de pessoas que acreditam que o país sairá da crise mais forte do que entrou, justamente o mesmo sentido da catilinária governista.

O governador de São Paulo, José Serra, aparece nas três pesquisas como o francofavorito, e o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, ousou lembrar que, nas eleições de 2002 e 2006, o candidato que estava nessa posição nesse momento, que era Lula, acabou vencendo a eleição.

Montenegro, aliás, já deu entrevistas dizendo que 2010 é a vez de Serra se eleger presidente.

De fato, o governador tucano apresenta até mesmo crescimento da preferência dos pesquisados mesmo se recusando a antecipar a campanha presidencial, para desespero de muitos em seu partido.

Enquanto a ministra Dilma Rousseff se beneficia da exposição de sua imagem na campanha das obras do PAC, em uma evidente burla do espírito da legislação eleitoral que não encontra na Justiça um freio, os demais candidatos não governistas, inclusive os aliados, permanecem à sombra.

Serra advoga esse recolhimento das armas para se dedicar a governar São Paulo em meio à crise econômica, o que pode lhe valer uma imagem de político sério, comprometido com seus deveres de governante, na hora da campanha. E, a pretexto de estar divulgando as ações do governo, já patrocinou anúncios nacionais da Sabesp, o que também foi uma maneira de burlar a lei eleitoral.

O fato é que as pesquisas de opinião vão firmando uma situação que dificilmente será revertida até o próximo ano, com a polarização entre os candidatos do PT e PSDB que poderá ser muito influenciada pelas consequências da crise econômica no bolso do cidadão.

Enquanto o governo insistir em prever um crescimento da economia maior do que poderá entregar no fim do ano, maior a chance de provocar uma frustração em seu próprio eleitorado.

Ajoelhou, tem de rezar Celso Ming -



O Estado de S. Paulo - 01/04/2009
A demissão do presidente da General Motors Corporation (GM), Rick Wagoner, não foi exigida nem pelos acionistas nem pelos credores. Foi exigida pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Tim Geithner, que agiu como interventor.

O argumento foi apresentado com a elegância que reina nos jardins do Palácio de Buckingham. Mas foi de uma dureza cruel: Wagoner não apresentou um plano suficientemente forte para garantir a recuperação da GM, portanto não serve para comandar a recuperação da montadora.

Os americanos têm horror a tudo o que cheire a estatização, mas, em certas circunstâncias, o Estado interfere e ataca com a violência da Swat. E muda o curso da empresa muito mais do que o acionista majoritário.

No Brasil, quando se trata de banco mal administrado, o Banco Central está autorizado a decretar intervenção, destituir a diretoria, nomear um interventor e abrir um processo de liquidação. Foi o que ocorreu nas décadas de 80 e 90, com instituições como o Banco Nacional, o Banco Econômico e o Bamerindus.

Na Europa, o modelo mais adotado é o da estatização. O governo assume o controle acionário do banco, trata de capitalizá-lo e nomeia seu administrador.

Nos Estados Unidos, a instituição continua com os acionistas, o Tesouro ou o banco central tratam de prover o socorro, mas, em contrapartida, exigem que a diretoria cumpra à risca um plano de resgate, na base do ajoelhou, tem de rezar. Não rezou, troca-se o comandante. Não foi apenas por não precisar de recursos públicos baratos para se reestruturar que a Ford os dispensou. Dispensou-os porque sabia que, uma vez assinado o contrato, teria de cumprir à risca o roteiro apresentado pela Casa Branca.

Na reunião de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais, realizada dia 14 pelo Grupo dos 20, o comunicado oficial consagrou o princípio de que banco importante não pode quebrar. Os termos exatos foram: "Deve ser dada prioridade a instituições que impõem risco significativo à estabilidade financeira."

Essa foi a primeira vez que autoridades peso pesado ratificaram formalmente um acordo sigiloso, vigente desde a crise de 2001, de que instituições financeiras grandes demais para quebrar não podem falir; têm de ser socorridas.

Esse acordo foi atropelado em meados de setembro, quando o então secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, deixou que o Lehman Brothers quebrasse, aparentemente para servir de exemplo. O rompimento desse compromisso não escrito deitou pânico nos bancos, que já não confiaram mais em ninguém, nem nos próprios bancos, e aprofundaram a crise de crédito.

Essa determinação de impedir que grandes bancos afundem deve ter sido um dos fatores que provocaram o desleixo geral com o cumprimento das regras de segurança bancária: se não quebram, por que teriam de abrir mão do lucro fácil pelo cumprimento das regras?

A partir do momento em que passaram a depender de socorro oficial, os grandes bancos americanos também tiveram de rezar.Quem manda no Citigroup hoje não são os acionistas. É Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (o banco central americano), que tem poder de nomear e desnomear, embora nada disso conste nos estatutos do banco.

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