Entrevista:O Estado inteligente

terça-feira, junho 02, 2009

Clipping de 02/05/2009


Primeira Página
Correio Braziliense
Edição 16816 Call center
DONA DA CHEVROLET NO BRASIL, GM PEDE CONCORDATA NOS EUA
Folha de S. Paulo
Edição 29280 AVIÃO COM 228 A BORDO SOME NO MAR NO TRAJETO RIO-PARIS
Governo dos EUA assume 60% das ações da GM após concordata
Navios e aviões vasculham área do Brasil à África
Jornal de Brasília
Edição 12148 Em busca dos 76.47% Aposentados vão à justiça para recuperar perdas acumuladas.
Jornal do Brasil
Edição 117786 A DOR DE QUEM FICA
O Estado de S. Paulo
Edição 42231 EM TRAGÉDIA INÉDITA, AIRBUS SOME NA ROTA RIO-PARIS COM 228 A BORDO
GM pede concordata e deve fechar 17 fábricas
Ibama abre sindicância sobre multa do Bertin
Juiz manda devolver menino ao pai nos EUA
O Globo
Edição 27693 Cota racial é rejeitada, diz pesquisa
TRAGÉDIA E MISTÉRIO NA ROTA RIO-PARIS
Valor Econômico
Edição 2270 ALTA DA BOLSA REABRE MERCADO PARA OFERTAS
Governo tenta acordo sobre obras com o TCU
Tragédia com Airbus na rota Rio-Paris
Notí­cias do Dia
Artigo
A empresa aérea é devedora (Jornal do Brasil)
A tentação de Lula (Correio Braziliense)
Cadê a Justiça Fiscal? (Jornal do Brasil)
Divórcio direto 30 anos depois (Folha de S. Paulo)
Estranha calmaria (Folha de S. Paulo)
Insegurança crescente (Jornal do Brasil)
Legalidade é essencial, mas não pode ser entrave à gestão pública (Valor Econômico)
Mundo sustentável (O Estado de S. Paulo)
O cadastro positivo e os juros (Correio Braziliense)
O querido líder (Correio Braziliense)
O serviço público brasileiro (Jornal do Brasil)
O TJ e as cotas raciais (O Globo)
Oportunidade (Folha de S. Paulo)
Oposição, "ricos", pobres e Lula (Folha de S. Paulo)
Pandemia de influenza: reflexões iniciais (Folha de S. Paulo)
Reagan provocou isso (O Estado de S. Paulo)
Se fosse um emergente (O Globo)
Se fosse um emergente (O Estado de S. Paulo)
Serra, serra, serrador (Folha de S. Paulo)
Silêncio no Alemão (Folha de S. Paulo)
Brasil
Aeronáutica confirma que piloto da TAM fez relato sobre pontos de incêndio no mar (Jornal de Brasília)
Airbus diz que só irá se manifestar após fim das investigações (Jornal de Brasília)
Anac divulga informe elevando para 57 número de brasileiros no avião da Air France (Jornal de Brasília)
Aumento da oferta de frutas na merenda é avanço de programa, diz coordenadora (Jornal de Brasília)
BNDES cria programa para reflorestamento da Mata Atlântica (Jornal de Brasília)
Cheia no Amazonas não deve superar a maior dos últimos 100 anos (Jornal de Brasília)
Depen estuda alternativas para baratear construção de presídios (Jornal de Brasília)
Detentos produzem mudas para reflorestamento da Mata Atlântica (Jornal de Brasília)
Diretor do Depen diz que sistema prisional é "vergonha para o país" (Jornal de Brasília)
Eletronuclear e prefeitura chegam a acordo sobre compensações para construção de Angra 3 (Jornal de Brasília)
Engenheiro de estaleiro do Nordeste embarcou no voo Air France 447 (Jornal de Brasília)
Equipe avalia impactos ambientais após ruptura de barragem no Piauí (Jornal de Brasília)
Governador de Rondônia tenta fechar acordo sobre usina de Jirau (Jornal de Brasília)
Governo alemão será o segundo a doar recursos para o Fundo Amazônia (Jornal de Brasília)
Lula compartilha a dor dos parentes de passageiros e tripulantes de voo da Air France (Jornal de Brasília)
Lula lamenta desaparecimento de voo da Air France (Jornal de Brasília)
MPF denuncia executivos da Camargo Corrêa por evasão de divisas e lavagem de dinheiro (Jornal de Brasília)
Multas em operação contra desmatamento de araucária somam R$ 4,1 milhões (Jornal de Brasília)
Novas medidas no plano de safra 2009/2010 vão ajudar agricultura familiar (Jornal de Brasília)
Para Camargo Corrêa, executivos não têm responsabilidade penal (Jornal de Brasília)
População está mais confiante no enfrentamento da crise financeira pelo governo, diz pesquisa (Jornal de Brasília)
Presídios em más condições comprometem segurança pública, diz diretor do Depen (Jornal de Brasília)
Sociedade civil cobra mais participação na criação do novo currículo do ensino médio (Jornal de Brasília)
Tribunal de Justiça derruba liminar e mantém sistema de cotas na Uerj este ano (Jornal de Brasília)
UFRJ confirma que dois professores estavam entre passageiros do voo AF 447 (Jornal de Brasília)
Cidades
Advogados protestam contra falta de estacionamento (Jornal de Brasília)
Congresso discute tecnologia na escola (Jornal de Brasília)
Cão ataca criança de dois anos (Jornal de Brasília)
Distrito Federal terá de pagar indenização a homem preso ilegalmente (Jornal de Brasília)
Escola da Natureza promove feira de tecnologias (Jornal de Brasília)
Polícia apreende 500 gramas de cocaína e maconha na Asa Sul (Jornal de Brasília)
Sedest entrega sétimo lote de Carteira de Idosos (Jornal de Brasília)
Você Repórter: Bezerrão não vai receber jogos das Copa de 2014 (Jornal de Brasília)
Você Repórter: escola do Gama sofre com estrutura deteriorada (Jornal de Brasília)
Águas Claras ganha escola de Educação Ambiental (Jornal de Brasília)
Colunas
"Eles estão de volta" (Valor Econômico)
"Ninguém pode nem achar bom e nem ruim" Dilma Rousseff, ao comentar a pesquisa que a coloca próxima do rival José Serra (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
A bruxa está solta nos céus do país (Jornal do Brasil - Informe JB)
A clareza da confusão (Folha de S. Paulo - Jânio de Freitas)
A enésima oportunidade (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
A popularidade do presidente (Valor Econômico - Política)
Abertura da Copa é a prioridade (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Adicional em debate (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Anistiados fazem ato (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Aversão cede e risco do Brasil cai 8,8% (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Brasil feliz (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Congresso sobre educação (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Consumir ou não consumir (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Dia difícil (O Globo - Panorama Econômico)
Dilma cresce muito e ajuda Aécio Neves (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Frente contra o crack (O Globo - Ancelmo Gois)
Greve na Embrapa hoje (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Loucos por dinheiro (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Lula faz a diferença (O Globo - Merval Pereira)
Na ausência dos oponentes (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
O futuro já não é o que era (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
O poder das palavras (Valor Econômico - Brasil)
PEC dos Precatórios terá primeira audiência pública (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Projeto Ciro SP (Folha de S. Paulo - Painel)
Sem acordo (O Globo - Panorama Político)
Servidores aprovam pauta (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Solução preguiçosa (O Globo - Luiz Garcia)
Tolmasquim propõe troca das termelétricas a óleo para gás (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Índice rumo aos 55 mil com melhora mundial (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Economia
'Gazeta' deixa de circular pela 1ª vez em 89 anos (Valor Econômico)
'Royalties': liminar susta repasse de Queimados (O Globo)
A queda de um ícone americano (O Estado de S. Paulo)
ALTA DA BOLSA REABRE MERCADO PARA OFERTAS (Valor Econômico)
Após alta de 45%, indicações se dispersam (Valor Econômico)
Arbitragem influencia no cálculo do indicador (Jornal do Brasil)
Benefícios especiais (O Dia)
Bens de capital caem 29,3% (O Estado de S. Paulo)
BNDES vai avaliar situação da GM para decidir sobre financiamento (Valor Econômico)
Bolsa tem maior nível em 9 meses (O Estado de S. Paulo)
Bolsas sobem com dados da indústria dos EUA e da China (Folha de S. Paulo)
Bovespa inicia semana acima dos 54 mil pontos (Jornal de Brasília)
Brasil fará contraproposta ao Paraguai (Valor Econômico)
Brasil não deve sofrer perdas (Correio Braziliense)
Brasil precisa provar que etanol é sustentável, diz Bill Clinton (O Estado de S. Paulo)
Brasileiros estão mais otimistas quanto à crise (Jornal do Brasil)
Brics buscam alternativa ao dólar como moeda de reserva (Valor Econômico)
BRICs buscam alternativas além do dólar para comércio internacional (Jornal de Brasília)
Bunge vê crédito ainda restrito na safra (Valor Econômico)
Call center (Correio Braziliense)
Cobre sobe em Londres em meio a dólar fraco (O Estado de S. Paulo)
Concordata não se estende à GM do Brasil (Folha de S. Paulo)
Contratos futuros do ouro caem e da prata sobem em N.York (Jornal de Brasília)
Copa-14 já dá lucro, mas só para a Fifa (Folha de S. Paulo)
Cresce pressão chinesa para substituir dólar (Valor Econômico)
Crise reduz venda de defensivos agrícolas (Correio Braziliense)
Curta - Mais vitamina A (Valor Econômico)
Câmbio gera debate dentro do governo (Valor Econômico)
Dedini aposta em "usina sustentável" (Valor Econômico)
Despesa em construção nos EUA sobe 0,8% em abril (Jornal de Brasília)
Dia de louvor ao álcool de cana (Valor Econômico)
Do Opala ao Vectra, modelo europeu (O Globo)
DONA DA CHEVROLET NO BRASIL, GM PEDE CONCORDATA NOS EUA (Correio Braziliense)
Dólar cai a R$1,941, mas fecha em R$1,953, com queda de 0,86% (O Globo)
Dívida da ''Gazeta Mercantil'' pode superar R$ 1 bi (O Estado de S. Paulo)
Em 3 anos, Petrobras deve produzir etanol celulósico (Valor Econômico)
Em busca dos 76.47% Aposentados vão à justiça para recuperar perdas acumuladas. (Jornal de Brasília)
Empresas contribuem para devastação (Jornal do Brasil)
Empresas preveem cenário mais positivo (O Estado de S. Paulo)
EUA querem formar G2 com a China (Folha de S. Paulo)
Excesso de estoques inibe a recuperação da indústria (O Estado de S. Paulo)
Executivo de siderúrgica chegou no país há um ano (Valor Econômico)
Exploração do pré-sal: Governo diz que regras saem em duas semanas (Folha de S. Paulo)
Financiamento à pesquisa recebe injeção de recursos (Valor Econômico)
Foco: Elevar produção de álcool sem desmatar é desafio ao Brasil, afirma Bill Clinton (Folha de S. Paulo)
Fábrica da Selecta em MG começa a operar (Valor Econômico)
Fábrica de motores da GM ainda não saiu do papel (Valor Econômico)
Gafisa prepara oferta de ações de R$ 800 milhões (Valor Econômico)
General Motors e Citi saem do índice (O Estado de S. Paulo)
GM deixará de cotar na Bolsa de N.York (Jornal de Brasília)
GM do Brasil luta contra a incerteza (Jornal do Brasil)
GM pede concordata e deve fechar 17 fábricas (O Estado de S. Paulo)
GM, agora, é estatal (O Globo)
Governo define sócios no pré-sal (O Estado de S. Paulo)
Governo dos EUA assume 60% das ações da GM após concordata (Folha de S. Paulo)
Governo e empresas combatem "mitos" (Valor Econômico)
Governo licita em julho folha do INSS (Valor Econômico)
Governo quer acabar com o "gato" no campo (Folha de S. Paulo)
Ibovespa fecha em alta de 2,42% (Jornal de Brasília)
Indústria mundial reage e bolsas têm dia de alta (O Estado de S. Paulo)
Indústria registra leve recuperação (O Globo)
Indústria tem alta de 1,1% puxada por setor automotivo (O Estado de S. Paulo)
Indústria tem recuperação lenta afetada por exportações (Valor Econômico)
Justiça aprova venda da Chrysler para a Fiat (O Estado de S. Paulo)
Lobão afirma que Petrobras poderá explorar pré-sal sem entrar em leilão (Valor Econômico)
Lula destaca o etanol brasileiro como combustível limpo (Jornal de Brasília)
Meirelles alerta para "excesso de euforia" (Valor Econômico)
Meirelles diz que há euforia de estrangeiros (Folha de S. Paulo)
Mercado interno de novos cresce 5,36% em maio (Valor Econômico)
Mercado reabre para ofertas (Valor Econômico)
Mercado volta a projetar queda do PIB e do câmbio (Jornal do Brasil)
Minério de ferro derruba exportação (Folha de S. Paulo)
Montadora falará hoje sobre o seu futuro no Brasil (Valor Econômico)
Montadora não prevê ingerência do governo (O Estado de S. Paulo)
Montadoras sobreviventes serão menores (Folha de S. Paulo)
No País, números ainda são positivos (O Estado de S. Paulo)
Para Langoni, o pior passou e é preciso pensar no pós-crise (Valor Econômico)
Parceria de futuro (Valor Econômico)
Pesquisa mostra que Opep elevou sua oferta em maio (Valor Econômico)
Presidente da Michelin assumiu cargo em maio (Valor Econômico)
Produção industrial do país caiu 3,9% (Jornal do Brasil)
Produção industrial tem alta pelo quarto mês consecutivo (Jornal de Brasília)
Queda de 35% na venda de minério prejudica exportação em maio (Valor Econômico)
Redução da Selic contribui para equilíbrio da balança comercial, diz secretário (Jornal de Brasília)
Reposição de estoque ajuda a puxar preço dos metais e petróleo (Valor Econômico)
Risco-país em queda constante (Jornal do Brasil)
Saldo comercial despenca 28% (Correio Braziliense)
Seleção do HRSM sob incerteza (Correio Braziliense)
Setor quer qualificar cortador para exercer diversas funções (Folha de S. Paulo)
Setor sucroalcooleiro vê cenário melhor (Folha de S. Paulo)
Soja futura sobe com aquisição de fundos (O Estado de S. Paulo)
Usiminas investe em chapas para produção de tubos (Valor Econômico)
Valec desclassifica chineses e anula licitação de R$ 90 mi (Valor Econômico)
Venda da Chrysler para a Fiat é aprovada pela Justiça americana (Folha de S. Paulo)
Venda de carros em maio é novo recorde (O Estado de S. Paulo)
Venda de minério de ferro afeta balança (O Estado de S. Paulo)
Wall Street ignora pedido de concordata da GM e sobe 2,6% (Jornal de Brasília)
Índice de Preços ao Consumidor em declínio (Jornal do Brasil)
Editorial
A concordata da GM (O Estado de S. Paulo)
Dever de casa (O Globo)
Estado paralelo (O Globo)
GM vai à concordata e deixa espólios cobiçados (Valor Econômico)
Muito além do pontapé inicial (Jornal do Brasil)
O aturdimento do PSDB (O Estado de S. Paulo)
O fim da farra das licenças (O Estado de S. Paulo)
Propaganda enganosa (Folha de S. Paulo)
Prostituição infantil (Correio Braziliense)
Veto anacrônico (Folha de S. Paulo)
Especial
AVIÃO COM 228 A BORDO SOME NO MAR NO TRAJETO RIO-PARIS (Folha de S. Paulo)
Avião é montado em Toulouse (O Globo)
Concurso público, objetivo principal (Valor Econômico)
Manutenção foi feita em abril (O Globo)
Navios e aviões vasculham área do Brasil à África (Folha de S. Paulo)
TRAGÉDIA E MISTÉRIO NA ROTA RIO-PARIS (O Globo)
Tripulantes de vôo da TAM viram pontos de fogo no mar (O Globo)
Geral
58 brasileiros estavam no voo 447 (Valor Econômico)
A DOR DE QUEM FICA (Jornal do Brasil)
Acidente é o primeiro da Air France no Brasil (Valor Econômico)
Airbus A 330-200 virou um ícone da empresa (Valor Econômico)
Anac aumenta valor de seguro para acidente aéreo (Valor Econômico)
Brasil tem quatro novos casos suspeitos de gripe suína (Jornal de Brasília)
Ibama abre sindicância sobre multa do Bertin (O Estado de S. Paulo)
Justiça do trabalho sofre revés no STF (Valor Econômico)
Quatro cidades ainda estão isoladas no Piauí (O Globo)
Seguro para vítimas pode atingir US$ 750 milhões (Valor Econômico)
Sumiço é enigma para investigadores (Valor Econômico)
Tragédia com Airbus na rota Rio-Paris (Valor Econômico)
Internacional
'O presidente Lula é uma referência para Mauricio' (O Globo)
Aeronáutica vai continuar buscas por avião desaparecido no período da noite (Jornal de Brasília)
Análise: Alvo de Chávez é a própria OEA (Folha de S. Paulo)
Ataque de guerrilha comunista mata soldado no sul das Filipinas (Jornal de Brasília)
Confira a lista das 15 maiores tragédias da aviação mundial (Jornal de Brasília)
Cuba adota medidas de austeridade para enfrentar a crise (Valor Econômico)
Cônsul diz que Air France está com dificuldades para contactar parentes de passageiros (Jornal de Brasília)
El Salvador em estilo Obama (O Globo)
Em posse, salvadorenho diz se espelhar em Lula e Obama (Folha de S. Paulo)
Esquerda chega ao poder com Funes (Jornal do Brasil)
EUA confirmam que havia 2 americanos em voo da Air France (Jornal de Brasília)
Fim da crise depende dos EUA e da China (O Estado de S. Paulo)
Fracassa acordo sobre volta de Cuba à OEA; decisão passa a chanceleres (Jornal de Brasília)
Israel nega ajuda a missão da ONU que investiga ataque a Gaza (Jornal de Brasília)
Juiz autoriza entrega de US$ 15 bi em recursos para ajudar GM (Jornal de Brasília)
Juiz manda devolver menino ao pai nos EUA (O Estado de S. Paulo)
Lula e Sarkozy trocam condolências por caso de avião da Air France (Jornal de Brasília)
Menino Sean Goldman terá de voltar para o pai (Jornal do Brasil)
México expressa solidariedade por avião desaparecido (Jornal de Brasília)
Navio não encontra vestígios em local indicado por piloto da TAM (Jornal de Brasília)
Nicarágua reporta primeiro caso da gripe no país (Jornal de Brasília)
Novo presidente de El Salvador cita Obama e Lula (Valor Econômico)
Obama promete pressionar Israel para que aceite Estado palestino (Jornal de Brasília)
OEA discute readmissão de Havana (Valor Econômico)
OEA quer criar cultura da não-violência na América (Jornal de Brasília)
OEA se reúne com impasse sobre Cuba (Folha de S. Paulo)
Príncipes espanhóis expressam a Lula dor por desaparecimento de avião (Jornal de Brasília)
Reunião em Bonn abre fase final de negociação climática da ONU (Valor Econômico)
Sarkozy: são mínimas as chances de que sobreviventes sejam encontrados (Jornal de Brasília)
Venezuela limita acesso a dólares (Valor Econômico)
Ícone americano, GM pede concordata e promete novo começo (Jornal de Brasília)
Política
''O dia vai ter mais de 24 horas agora'', diz Gabrielli (O Estado de S. Paulo)
Advogados rechaçam suspeitas (O Estado de S. Paulo)
Aprovação ao Congresso sobe entre os mais pobres (Folha de S. Paulo)
Aprovação ao governo e a Lula volta a subir (O Estado de S. Paulo)
Audiência discute oportunidades e desafios da internet no Brasil (Jornal de Brasília)
Avaliação de Lula e ascensão de Dilma pressionam Serra (Folha de S. Paulo)
Base aliada deve definir cargos de direção da CPI da Petrobras amanhã (Jornal de Brasília)
Base e oposição já têm requerimento para CPI (Folha de S. Paulo)
Ciro usou R$ 4,3 mil da cota para pagar viagem de chefe de cozinha (O Globo)
CNJ: gastos do Judiciário e volume de ações aumentaram em 2008 (O Globo)
Contas de 2004 do PT são reprovadas (O Estado de S. Paulo)
Cota racial é rejeitada, diz pesquisa (O Globo)
CPI começa hoje com divisão na base (O Globo)
CPI começa trabalhos com base dividida (Valor Econômico)
CPI da Petrobrás começa sob a influência de Renan (O Estado de S. Paulo)
CPI nem começa e já divide a base (Jornal do Brasil)
CRE analisa regras para controle de despesas sigilosas (Jornal de Brasília)
Cresce aprovação de Lula, assim como intenções de voto para Dilma (Jornal de Brasília)
Curta - Contas desaprovadas (Valor Econômico)
Cúpula de empreiteira é denunciada (O Estado de S. Paulo)
Dilma diz que pesquisa de opinião sobre eleições de 2010 é reflexo do momento (Jornal de Brasília)
Dilma reduz vantagem de Serra (O Estado de S. Paulo)
Em busca de mais poder (Correio Braziliense)
EM TRAGÉDIA INÉDITA, AIRBUS SOME NA ROTA RIO-PARIS COM 228 A BORDO (O Estado de S. Paulo)
Ex-diretores do Senado prestam depoimento amanhã (Jornal de Brasília)
Filiado ao PPS, Itamar é cotado para vice de tucano (Valor Econômico)
Garotinho troca PMDB pelo PR (O Estado de S. Paulo)
Governo dá verba para desmate, diz Greenpeace (O Estado de S. Paulo)
Governo tenta acordo sobre obras com o TCU (Valor Econômico)
Investimentos contra a CPI (Correio Braziliense)
Jobim antecipa volta ao Brasil para acompanhar investigações sobre voo da Air France (Jornal de Brasília)
Justiça amplia despesas (Correio Braziliense)
Liminar contra cotas só valerá em 2010 (O Estado de S. Paulo)
Minc estuda cortar recursos (O Estado de S. Paulo)
Minc irrita Lula com ataque a colegas, mas permanece no governo (Valor Econômico)
Ministro não quis comentar atraso para cobrança (O Estado de S. Paulo)
Ministério Público denuncia diretores da Camargo Corrêa (Folha de S. Paulo)
MP denuncia executivos da Camargo Corrêa (Jornal do Brasil)
MP indicia executivos de empreiteira (O Globo)
MP no encalço de empreiteira (Correio Braziliense)
MP processa 21 fazendas por desmatamento (O Globo)
Newtão é réu de novo no STJ (Jornal do Brasil)
Novo recorde na aprovação do presidente (Jornal do Brasil)
O trunfo eleitoral dos governistas (Correio Braziliense)
Pesquisa do Senado mostra rejeição a cotas raciais (O Globo)
Pesquisa espontânea traz empate entre Serra e Dilma (Valor Econômico)
Pesquisa: CNT/Sensus diz que Lula alcançou 81,5% de aprovação (Folha de S. Paulo)
Petrobras nega que vá anunciar duas reservas (Folha de S. Paulo)
Prazo para autuações é de até 40 dias (O Estado de S. Paulo)
Procuradoria pede indenização de pecuaristas por desmatamento (Folha de S. Paulo)
Pré-candidatos têm encontro cordial em SP (O Estado de S. Paulo)
Sarney deve pedir licença para cuidar da filha (Jornal do Brasil)
Sarney não estará no Senado hoje durante acareação (O Estado de S. Paulo)
Senado pagava auxílio-moradia a ministros (Folha de S. Paulo)
Senado realiza sessão, lança livro e exibe documentário para celebrar centenário do poeta Patativa do Assaré (Jornal de Brasília)
Sensus: cai diferença entre Serra e Dilma (O Globo)
Sequestrador já foi do MST, diz entidade (O Estado de S. Paulo)
Serra se diz satisfeito com pesquisa que o aponta como vencedor se eleições fossem hoje (Jornal de Brasília)
Serra venceria disputa para Presidência se eleições fossem hoje (Jornal de Brasília)
Temer apela a remendo de texto (Correio Braziliense)

Editoriais

CLICAR

DO BLOG Democracia Política e novo Reformismo


Dia difícil Míriam Leitão


O GLOBO

A segunda-feira, primeiro dia de junho, começou com as notícias do desaparecimento de um avião e da maior concordata da história da indústria no mundo. Duas tragédias, uma delas anunciada. A crise econômica não produziu a quebra da General Motors, apenas a revelou. No voo, com passageiros do mundo inteiro, a dificuldade era contactar todas as famílias antes da lista final.

Uma segunda difícil, com tragédias humana e econômica. O presidente Barack Obama disse que será um "doloroso renascimento" para a GM. Mesmo sendo uma notícia com dia marcado, a concordata impressiona. A GM sempre foi um símbolo do capitalismo americano. De 1931 a 2007, foi a maior produtora de automóveis do mundo. Só no ano passado perdeu o posto para a Toyota.

No Brasil, comemorou-se o fato de que a produção industrial subiu 1,1% em abril, na comparação com março; mas o que espanta é a queda de 14,8% frente a abril do ano passado. O país produziu neste mês 15% menos do que em setembro de 2008.

Nos Estados Unidos, o que se falou oficialmente é que a concordata será uma grande oportunidade para a empresa se recuperar, e que todos - governo, agora dono, e setor privado - acham que será uma recuperação rápida. A verdade é diferente da esperança. Os processos de concordata são imprevisíveis, podem durar anos, a recuperação pode acontecer ou não. Afinal, o dinheiro do contribuinte não pode fazer tudo. As vendas da empresa precisam aumentar, e os consumidores têm várias opções de concorrentes, que, neste momento, estão fazendo de tudo para sobreviver à crise.

A GM, que fez parte da formação da elite operária americana, os blue-collars, vai demitir 20 mil trabalhadores. Mas isso não é tudo. Cada emprego no chão de fábrica representa vários outros empregos na cadeia movimentada pela indústria. Por isso, é que a especialista Tereza Fernandes, da MB Associados, calcula que pelo menos 60 mil pessoas podem perder o emprego nos Estados Unidos em função desse processo de concordata e que pelo menos 1.000 concessionárias fecharão as portas.

- Isso mexe com toda a cadeia produtiva, inclusive para trás. O setor de autopeças, por exemplo, perderá demanda de um grande comprador. Com a crise, o setor já está tendo dificuldades de antecipar recebíveis. Agora, ficará ainda mais difícil - afirmou.

Tereza nos disse aqui na coluna, há mais de um mês, que nem o super-homem teria poderes para impedir a concordata da GM. Obama jogou todo o poder que tem para mantê-la viva.

Depois dos US$20 bilhões que já foram postos na empresa, o governo fará novo aporte de US$30 bilhões. Da concordata, ela sairá "mais magra e mais forte", disse ele. Mais magra certamente; mais forte, só o futuro dirá.

Para o coordenador do Centro de Estudos Automotivos (CEA) Luiz Carlos Mello, a quebra da GM aconteceu por um problema de gestão. A empresa investiu tempo demais em carros caros e pouco econômicos, enquanto os europeus e japoneses já tinham visto que o mundo havia mudado:

- O que estamos vendo é resultado de uma certa arrogância que vinha de sua liderança incontestável desde o início do século passado. A empresa tinha muitas marcas, produtos que competiam entre si. Além disso, apostou em veículos caros e pouco econômicos. A Toyota já vendeu 1 milhão de carros híbridos nos EUA, que usam gasolina e energia elétrica.

A GM do Brasil faz parte da empresa boa, mesmo assim, enfrenta um problema: a tecnologia utilizada na fabricação dos carros brasileiros vinha da Opel, uma subsidiária da GM na Europa, e que foi vendida para a Magna. Na prática, é como se a GM do Brasil tivesse perdido sua fonte de tecnologia. Agora, as duas empresas terão que descobrir o futuro dessa parceria.

Inúmeros países do mundo são afetados pelo que acontece na GM. Luiz Carlos Mello acha que o Brasil está preparado para fornecer novos modelos, menores e mais econômicos. Para o professor José Goldemberg, da USP, Obama pode utilizar a GM para implementar um novo modelo de fabricação de carros, que tenham melhor desempenho e menor consumo. Uma das medidas que podem ser tomadas é aumentar a mistura de álcool na gasolina. Hoje, o mercado americano mistura cerca de 10%, enquanto o mercado brasileiro mistura 25%.

- Os produtores americanos não conseguirão atender à demanda. Isso pode significar uma abertura de mercado para o álcool brasileiro nos EUA - apontou.

Se houver brechas pelas quais possamos entrar, ótimo. Mas a concordata da GM vai derrubar um pouco mais o emprego, a renda, e a produção industrial americana. A Bolsa americana que subiu ontem, puxada por outros indicadores, perdeu dois símbolos no mesmo dia: a GM saiu do índice das 30 blue chips - na qual estava desde 1925 - e o Citibank deixou de constar do índice Dow Jones.

Por mais dura que seja a tragédia econômica, ela foi ao longo do dia sendo vista como a solução que evitou o pior, que seria a falência da GM. Já na tragédia do voo 447, a tênue esperança do começo do dia desapareceu do radar. Dia difícil.

"Eles estão de volta" Yoshiaki Nakano

VALOR ECONÔMICO

"Eles estão de volta" era a frase que expressava o terror que a volta dos espíritos causava no filme "Poltergeist". Esta expressão foi utilizada por Ricardo Caballero, ilustre professor de economia do MIT, para descrever as preocupações com o retorno do fluxo de capitais depois da crise da Ásia. Agora, em meio à pior crise dos últimos 50 anos, o fluxo de capitais está de volta, depois de ter se reduzido desde o segundo semestre de 2007, para desaparecer completamente do auge da crise, depois da quebra do Lehman Brothers. As suas consequências são previsíveis, com segurança: o real já apreciou e desencadeou um ciclo de apreciação que deverá terminar bruscamente, em algum momento, causando dramática reviravolta.

É surpreendente que o fluxo de capitais tenha voltado tão rapidamente, pois o pânico causado no mercado financeiro pela quebra do Lehman Brothers provocou uma contração generalizada de crédito e uma paralisia nos fluxos internacionais de capitais. E sabemos também que crises financeiras, que envolvem crise bancária, são mais graves e o retorno da confiança e do crédito podem demorar bastante. Esclareça-se de início que estes capitais não estão vindo para financiar investimentos produtivos, mas sim capitais financeiros especulativos de curto prazo. Os investimentos produtivos sofreram abrupta queda no último trimestre de 2008 em relação ao trimestre anterior, a uma taxa anualizada de 45%. Não existem ainda sinais de recuperação e o aumento generalizado de capacidade ociosa indica que a sua retomada deverá levar algum tempo.

Como sempre, há fatores, tanto de oferta como de demanda de capitais, atuando nesta nova onda de afluxo de capitais financeiros para o Brasil. Do lado da oferta, não há dúvida de que foi a rápida e forte reação do Fed, que injetou trilhões de dólares de liquidez no mercado financeiro não só para socorrer os bancos, seguradoras e instituições de crédito imobiliário, como o próprio setor não-bancário, a exemplo do setor automobilístico. A reação do Fed foi tal que a base monetária dos Estados Unidos chegou a expandir mais de 350% e a taxa de juros foi fixada entre 0,0% e 0,25%. Se aos diversos programas do Fed somarmos os gastos fiscais e demais socorros, a injeção total de recursos pelo governo americano atingiu, segundo estimativas do Deutsche Bank, a astronômica cifra de US$ 14,9 trilhões, portanto mais do que o PIB. Onde estão e para onde estão indo estes recursos? Uma parte evitou uma queda maior na demanda agregada. O crédito ainda está travado e as reservas bancárias ociosas atingiram quase U$ 800 bilhões e estão depositados no próprio Fed. Mas, com taxas de juros próximas a zero no mercado de moeda e de curto prazo, os bancos retomaram operações de mercado e uma parte está fluindo para países emergentes, gerando recuperação nas suas bolsas de valores. Assim, do lado da oferta, é a superabundância de moeda a taxas de juros próximos a zero que está empurrando recursos de curto prazo em busca de alternativas de retorno maior e risco menor do que nos EUA.

Do lado da demanda, particularmente, os fatores de atração no Brasil são inúmeros. Desta vez, diferentemente das crises financeiras internacionais anteriores, o contágio não está ocorrendo pela restrição da produção, consumo e investimento pelo corte de liquidez em dólar. O contágio chegou com os bancos travando as operações de crédito em real. Com a crise, o afluxo de recursos externos via mercado de capitais, e também através do sistema bancário, paralisou completamente, mas o Brasil possuía mais de US$ 200 bilhões de reserva em moeda estrangeira. Além disso, o Fed, como provedor de moeda em que se baseia o sistema internacional de pagamentos, estendeu uma linha de crédito US$ 30 bilhões para o Brasil.

Assim, com o gradual restabelecimento da liquidez em real se iniciou uma lenta recuperação da economia brasileira.

Neste quadro, o Banco Central do Brasil reagiu com cautela excessiva, olhando a inflação pelo retrovisor sem atentar que a contração de crédito bancário em real travaria o circuito econômico. Além disso, quando sinalizou que os juros seriam reduzidos em ritmo bastante lento, o diferencial entre os juros aumentou fortemente, já que os demais países reduziram suas taxas mais agressivamente. O aumento no diferencial da taxa de juros por si só foi um fator de forte atração, pois os bancos e outras instituições podem captar no mercado monetário de curto prazo a taxa de juros próxima a zero nos EUA.

Desta vez, o Brasil não representa um risco elevado, pois foi afetado de forma completamente diferente das crises financeiras anteriores. Os preços das commodities despencaram, mas logo encontraram um piso e até alguma recuperação com a demanda de estoques pela China, e ainda possui elevada reserva cambial.

Para o capital especulativo existe ainda outro fator que torna o real extremamente atraente. O nosso regime de "câmbio flutuante" é presa fácil de profecias que se autorrealizam, pois não há nenhuma sinalização firme de que o BC ou o governo não toleram a apreciação excessiva da moeda, estabelecendo um piso tacitamente. E cada ponto percentual de apreciação se soma ao diferencial da taxa de juros para compor o retorno do especulador. Apenas no mês de maio os especuladores ganharam 10,6%, pois apropriaram 9,7% de variação cambial mais 0,82% proveniente da Selic. Assim, o lento ritmo de queda na taxa de juros e a expectativa de apreciação tornaram o real uma aplicação com altíssimo retorno em meio a uma grande crise financeira. Quanto mais especuladores são atraídos, mais o real se aprecia e maior é seu retorno. Desta forma, a taxa de câmbio deverá se apreciar ainda mais de acordo com a convenção do mercado. No momento, aparentemente, a convenção é de que a taxa de câmbio vai cair para R$ 1,80. Ao chegarmos a esta taxa, novas quedas poderão ocorrer segundo uma nova convenção e, numa profecia que se autorrealiza, atrairá cada vez mais especuladores.

Poderiam o BC e o Tesouro nacional evitar esta apreciação? Com o regime de câmbio como o nosso, não. Mas com redução da taxa de juros, que é mais do que necessária para retomarmos o crescimento, para níveis próximos às taxas internacionais e sinalizando firmemente o mercado da sua determinação em evitar a apreciação, sem fixar taxa ou piso, é possível evitar a apreciação. Neste caso, o regime de taxa de câmbio deveria ser assimétrico, permitindo a depreciação, mas não a apreciação. O custo de carregar reservas também seria reduzido se a taxa de juros fosse próxima à internacional.

Oposição, "ricos", pobres e Lula Vinicius Torres Freire


 FOLHA DE S. PAULO

Prestígio da gestão Lula entre eleitores de maior renda cai desde o final de 2008, mas é recorde entre os mais pobres

UM NÚMERO curioso da pesquisa Datafolha publicada domingo é o aumento da discrepância de opinião entre as pessoas de maior e menor renda (aqueles com renda familiar inferior a dois salários mínimos e superior a dez mínimos). Não que exista alguma categoria do Datafolha em que o governo Lula apareça "mal na foto". O governo é ótimo/bom para 51% dos entrevistados de famílias com renda superior a dez mínimos, os menos satisfeitos com a gestão luliana. Nos anos FHC, as melhores avaliações do governo andavam por esse patamar. Entre os entrevistados de famílias com renda de até cinco mínimos, a aprovação está em 71%.

Mas a satisfação dos mais pobres cresce; a daqueles com renda maior cai desde novembro de 2008, quando o prestígio do governo era recorde. Se a distinção dos entrevistados é feita por anos de estudo, tal fenômeno não se repete, embora o prestígio do governo cresça mais entre os que estudaram até o ensino médio.

Houve mais desemprego na indústria e em empresas exportadoras, que costumam pagar mais. Porém, tais dados são muito imprecisos. De resto, nem sempre a insatisfação econômica é associada direta e absolutamente à economia.

A discrepância de opinião associada à renda já foi muito maior nos anos Lula. Mais "ricos" e mais pobres tiveram opinião bem parecida sobre o governo em 2003 (ano econômico muito ruim), 2004 (ano de recuperação) e na segunda metade de 2008, ano de muito bom crescimento econômico e auge dos benefícios sociais lulianos.

A divergência entre mais "ricos" e mais pobres deu um salto no mensalão e foi ao auge em 2006, ano de eleição. Desde 1989, pelo menos, a eleição de 2006 (Lula versus Geraldo Alckmin, do PSDB) foi a mais polarizada em termos "sociais" ou, ao menos, o voto estava muito associado à renda do eleitor e aos índices de qualidade de vida da região do voto.Considere-se um "índice de aprovação" do governo (porcentagem de ótimo/bom menos porcentagem de ruim/péssimo). A diferença de aprovação entre mais "ricos" e mais pobres andou em torno de 40 pontos em 2006.

Em 2005, ficou em torno de 26 pontos. Em 2003, andava em torno de 7 pontos. No pico da popularidade do governo Lula, em novembro de 2008, em 13 pontos; agora, em maio de 2009, a diferença subiu um tanto, para 20 pontos.2005 foi o ano do mensalão; 2006, de eleição. Os dois anos foram de mediocridade econômica e desemprego resistente. 2005 foi o ano em que a popularidade do governo foi ao fundo, com 28% de ótimo/bom no conjunto da população (e a 18% entre entrevistados com renda familiar superior a dez mínimos).

Os dados mais gerais sobre prestígio do governo e economia não sugerem, pois, associações simples; tampouco explicam a insatisfação relativamente mais alta entre os "mais ricos". Enfim, mesmo que, até agora, o impacto social da crise tenha sido pequeno, o prestígio do governo mal foi arranhado durante um mergulho para a recessão; logo voltou ao recorde. Embora também de modo nada peremptório, os números indicam que a política, sim, pode morder pontos do prestígio luliano. Mas política significa conflito, oposição. Oposição, porém, não há

Arquivo do blog