| | |
| | |
| Oba, Zé Dirceu falou de mim! Mal, é claro. E sem citar o nome. É oblíquo, como sempre. É uma crítica clandestina, como tudo o que ele faz. Aliás, ele só foi cassado por causa de suas atividades clandestinas na Casa Civil, e não por aquilo que sabíamos. É um hábito deste velho lobo socialista... O fato lustra o meu currículo. Já fui processado (e ganhei) por Fernando Collor, Paulo Maluf e reputações maiores com pretensões menores. Dirceu fica bem no grupo dos que não gostam do que penso ou escrevo. Quando um deputado cassado por seus pares por quebra de decoro (e olhem que a Câmara não passaria fácil pelo Velho Testamento...) sai desqualificando alguém, a biografia do vivente logo se torna mais decorosa. Dirceu me faz melhor atacando-me. Se me elogiasse é que estaria somando massa negativa à minha reputação. Este senhor não é o ex-chefe funcional (ex?) de Waldomiro Diniz, aquele que foi pego batendo a carteira de um bicheiro? Não é o ex-chefe (ex?) político de Delúbio Soares, aquele dos mais de R$ 50 milhões (os assumidos...) "não contabilizados"? Não é também o pai de Zeca Dirceu, o ministro sem pasta, sem verbo, mas com verba? Se ele me ataca, então encontrei o caminho da virtude. É claro que fico um pouco preocupado. Espero não ter de deixar o país. À diferença de Roberto Jefferson, Dirceu não “desperta em mim os sentimentos mais primitivos”. Eu já os civilizei. Espero é não despertar os dele, os visivelmente incivilizados. O ataque foi desferido na coluna que ele passou a assinar no Jornal do Brasil, que vive a sua fase Nelson Tanure, conhecida figura do mundo da mídia e das idéias — um especialista mesmo! Assim como Dirceu é especialista em política, como provam as muitas faces de sua longa carreira. Uma sempre mais moral do que a outra. Os fortes se encontram na Terra do Marlboro ideológico. O ex-ministro tem alguns companheiros articulistas: Emir Sader e Leonardo Boff. Lamento a inexistência de um Tribunal Penal Internacional para assuntos de estilo. A troika teria de ser denunciada. Punição: ler. Qualquer coisa. Dirceu comenta reportagem publicada na Folha (clique aqui), no dia 15 de fevereiro, sobre a suposta emergência de uma nova direita no Brasil. Eu estava listado entre os expoentes desse grupo, ao lado de Nelson Ascher e Diogo Mainardi. Generosos, os autores do texto nos diziam “versões atualizadas de intelectuais como o decano Olavo de Carvalho ou de polemistas como José Guilherme Merquior e Paulo Francis”. Talvez isso possa valer para os meus amigos de folguedos direitistas. Tenho ambições menores. Se um dia eu assistir à derrocada do PT e vir alguns ladrões de casaca, que já usaram macacão, na cadeia, já está de bom tamanho. O ex-chefe da Casa Civil, ex-manda-chuva, ex-todo-poderoso, ex-manda-soltar-e-prender e ex-cacique Cobra Coral da tempestade socialista resolveu dar especial destaque à minha fala e, parece, à de Olavo de Carvalho. Para ser franco, preferiria que ele tivesse me citado quando estava em alta, não agora, quando está em franca decadência, e ninguém mais dá bola para o que ele diz, exceção feita a Fernando Morais — ou seja, ninguém. De certo modo, para a minha reputação de polemista, trata-se de um rebaixamento, de um downgrade. Mas fazer o quê? Vai que o Apedeuta seja reeleito, nunca se sabe... Dirceu pode ser reabilitado, no melhor estilo do sovietismo de vaudeville, e o ataque que me faz ganha importância. Com a sutileza que deve ter aprendido quando fazia treinamento militar em Cuba ou quando dava instruções a Waldomiro Diniz sobre a aplicação prática de Maquiavel, ele escreve que, “nesses tempos bicudos, eternos corruptos, conhecidos da sociedade e da mídia, são arautos da ética e da moralidade pública”. Entenderam? Com "bicudos", ele pretende fazer uma alusão aos tucanos. Não sei a quem ele se refere em particular, e ele também não tem a coragem de dizer. Mas o trecho sintetiza à perfeição a ética petista: porque já teria havido antes indecência no Brasil, estaríamos todos impedidos de apontar as do PT. O corolário é o seguinte: seu partido não foi eleito para extinguir a corrupção que denunciava, mas para se tornar um seu monopolista. Bingo! — se é que me entendem. Não resisto à tentação de comentar o artigo trecho a trecho. Meu leitor merece esse divertimento. Como já ficou claro na edição anterior, Primeira Leitura continua na mira do stalinismo bocó. Leiam o texto de uma certa Rosana, que se identifica como jornalista. Posso entender bem por quê. Essa gente sabe o que incomoda. Vamos lá. As palavras do preclaro seguem em itálico, interrompidas por comentários meus.
É sintomático que a mídia, recentemente, tenha levantado o debate sobre a chance de retorno da direita no Brasil. Lógico, uma nova direita, democrática, e, pasmem, defensora não apenas dos direitos humanos e da democracia, mas reformadora - mesmo que seja para efeitos eleitorais -, que quer mudanças na tão sagrada taxa de juros, já que, segundo essa nova direita, não é democrático mantê-la acima dos 10%. Dirceu pratica o esporte predileto de certa esquerda: mentir. É mentira que a reportagem da Folha aborde “a chance de retorno da direita no Brasil”. Aponta a existência de uma suposta “nova direita” no país, o que, infelizmente, não reconheço como fato. Quanto à taxa de juros, trata-se de uma referência explícita a uma declaração minha ao jornal: “Se quiserem que eu defenda juros reais de 13% ao ano, podem tirar o cavalo da chuva. Essa direita é o Lula”. Sábias palavras, não? Um mês depois, ficamos todos sabendo que os bancos lucraram, nos três anos de Lula, mais do que nos oito de FHC. Mas Lula é um honrado presidente dos pobres. Seria cômico, se não fosse trágico, essa nova pantomima que tentam nos impingir em tempos bicudos, onde eternos corruptos, conhecidos da sociedade e da mídia, são arautos da ética e da moralidade pública. Quero saber qual “eterno corrupto” do Brasil, hoje em dia, não é ou aliado de Lula ou integrante de um partido que está na base de apoio ao governo. Eu o desafio a citar nomes. O discurso é o de sempre. A esquerda não tem compromisso com a democracia, quer o poder para acabar com ela, e, além do mais, agora é corrupta, ou seja, subversão e corrupção - lembrem-se do golpe de 64 - são o DNA da esquerda no Brasil. Ela é intolerante e patrulha toda a manifestação da direita, ou os que a ela se opõem. O Catão de agora era um dos agitadores em favor de uma ditadura comunista. Seu texto e sua prática provam que os tempos mudaram. Também mudaram seus adversários, que hoje só aceitam o paradigma democrático. Mas ele não mudou. Exerce o autoritarismo possível numa democracia, com a qual não se conforma. Por isso, clandestinamente, tentou ir um pouco além. Dirceu, sabemos, é aquele que, diante das acusações, chegou a declarar que estava cada vez mais convencido da própria inocência... Deve ter feito uma assembléia, a que compareceram seus vários "eus", com suas muitas faces. Seu tribunal pessoal, o único que reconhece como legítimo, decidiu que "eles" todos são inocentes. Essa esquerda, insistem os arautos da nova direita, é mantida no meio cultural por recursos públicos da Petrobras (esse monopólio que não deixa o Brasil se desenvolver), domina a mídia, a universidade, o cinema e a cultura. E, na verdade, precisa ser eliminada, como afirmou um dos porta-vozes da nova direita. Não se trata de um deslize de linguagem. Quem o conhece sabe que manifestou uma solução de preferência, já que, para este porta-voz, a esquerda propaga uma doutrina totalitária, comunista e fascista. Nem eu nem Olavo de Carvalho falamos em “eliminar” a esquerda, nem como ato falho ou deslize. Falamos em combatê-la. Sim, senhor: extinguir o PT se for possível, mas pelas urnas, não pelas armas. Não estamos treinados, não temos tal face, para tentar tomar o poder de assalto. Menos ainda nos imiscuímos nas instituições para lhes mudar os códigos. A Petrobras, é verdade também, e fui eu a dizê-lo, financia boa parte da “produção cultural” brasileira, a maioria com “mensagens” de esquerda. E seus recursos, aparentemente infinitos, saem do monopólio, sustentado pelo povaréu, que consome um dos combustíveis mais caros do mundo. Daqui a alguns dias, Lula vai se lambuzar de óleo, comemorando a auto-suficiência, como se fosse conquista do seu governo. Dirceu já está tirando uma casquinha antecipada. É uma indecência que uma empresa essencialmente estatal, sem concorrentes, invista em propaganda o que investe a Petrobras. Mas Dirceu sabe muito bem que ela se tornou a PDVSA de Lula. Ora, ora, senhores e senhoras, a direita domina e governa este país já faz muito tempo; no passado, na base do pau de arara e do garrote e, no presente, da defesa das forças de mercado, do capital financeiro e do escárnio das políticas sociais e distributivistas, empurradas para a vala comum do que chamam de populismo. Dirceu não gosta do pau-de-arara e do garrote da direita, mas, pelo visto, aprova os pelotões de fuzilamento de Cuba, onde passa férias. É asqueroso que uma autoridade, como ele era, vá se divertir num país que mata pessoas por delito de opinião. Compreendo: Fidel, afinal, simbolicamente, lhe cedeu duas das suas faces. Não chegam a 500 as vítimas fatais da ditadura de 1964 — e, com efeito, de forma ilegal, não deveria ter havido uma única morte. O socialismo de Dirceu matou 70 milhões na China, 35 milhões na ex-URSS, 3 milhões no Camboja, outros tantos milhões nas Américas Central e do Sul, África e Ásia. Chega-se facilmente perto dos 200 milhões. Tudo para o nosso bem, como sabemos. Para um bom stalinista, um cadáver preocupa. Alguns milhões viram estatística. A sua querida Cuba criou o primeiro campo de trabalhos forçados no continente americano. O regime de seu amigo Fidel Castro, proporcionalmente à população da ilha, matou e exilou mais do que todas as ditaduras militares latino-americanas juntas. Mas Dirceu, vê-se, execra a "direita". Há uma outra grande diferença entre nós: eu não tenho ditadores de estimação. Cuspo em todos eles: em Pinochet ou no Comandante. Ele tem os seus tiranos se algibeira. Quanto ao garrote das forças de mercado, Dirceu deveria cobrar a fatura de seu aliado Antonio Palocci, não da tal “nova direita”. Que vá perguntar a Henrique Meirelles por que o Brasil paga juros reais mais altos hoje do que em 2002, quando o país chegou à beira do abismo por causa do risco PT. De lá para cá, as exportações quase dobraram, passamos a ter superávit em conta corrente, reduzimos sensivelmente a dívida externa, e o risco Brasil despencou. Nada que explique, numa ordem racional, o cassino que aí está. Seria Palocci um agente da nova direita infiltrado num governo de esquerda? O homem fala ainda em política distributivista. Deve estar se referindo ao Bolsa Família. Nem o mais cínico dos "neoliberais" teria a coragem de chamar essa bandalheira de distributivismo. Quando muito, trata-se de uma política compensatória. Adaptada à moralidade de muitas faces do PT, fez-se, de fato, um programa populista. Pregar o contrário seria subestimar a inteligência nacional. Ou seja: a única forma de não subestimar a inteligência nacional é concordando com Dirceu. Com qualquer um deles. Democracia mesmo, no país - e, mesmo assim, sem direito de greve, sem liberdade para os comunistas e outras ''cositas mas'' -, só entre 46 e 64 e de 85 até hoje. Nas duas ocasiões, uma conquista do povo e da esquerda, e que custou muito sangue, suor e lágrimas. Ao povo, na redemocratização do país, se somaram os arrependidos, os apoiadores do golpe de 64 que tiveram seus interesses contrariados. O fim do regime militar flagra o PT em momentos de vexame explícito. Expulsou três deputados que decidiram participar do Colégio Eleitoral. No fim da década anterior, seguissem as lideranças de então as orientações das esquerdas que formariam mais tarde o PT, nem mesmo a Lei da Anistia teria sido aprovada. Eis aí: é mentira! O fim das duas aludidas ditaduras foi obra do pensamento e da militância centrista e liberal, e não, como afirma o "neopensador", da "esquerda e do povo". Até porque se trata de antinomias: quando foi que se viram os dois juntos no Brasil ou em qualquer lugar do mundo? Povo e esquerda só se juntam em campos de reeducação: o primeiro levando o chicote no lombo, e a segunda lascando o chicote. Já naqueles dias, o PT estava ocupado com uma única coisa: um projeto de poder. E, para tanto, então, era preciso negar todas as coligações. Nem que isso implicasse a aliança objetiva, prática, com setores da ditadura. Fala-se aqui do partido que se negou a homologar a Constituição de 1988. Até 1930, vivíamos no império dos coronéis, das eleições no bico de pena e nos eternos estados de sítio, já que nossa juventude militar e civil vivia em armas contra as oligarquias da República Velha. Ou os senhores e senhoras já se esqueceram que seus avôs e avós eram guerrilheiros, revoltosos, como se falava. Hoje, seriam terroristas, na boca desses novos arautos da direita de sempre. Mas o que esse movimento tenta, na verdade, é levar o macartismo, que domina nossa cena política, para a cultura e a universidade. Na prática, a nova direita está se comportando como sempre acusou a esquerda que ela sataniza de se comportar - quer eliminá-la de toda a sociedade, e não apenas da política; quer silenciá-la, acuá-la ou cooptá-la. Esta é a verdade nua e crua. E o verdadeiro motivo dessa nova histeria da nossa tão pura e limpa direita democrática é o avanço da esquerda na América Latina, depois de 25 anos de governos conservadores, de ditaduras sangrentas e corruptas, defensoras, por coincidência, do mesmo discurso dessa nossa nova direita. E, também, submetidas aos mesmos senhores: o mercado, o livre comércio (que a direita não pratica) e a democracia liberal (que liquida quando seus interesses não são atendidos). Daí o ódio a Lula, Chávez e Evo Morales; daí as tentativas de caricaturá-los, principalmente a Chávez e, de tempo em tempo, a Kirchner. Cada um tem os aliados que escolhe, não é? Morales já deu um beiço nos interesses brasileiros na Bolívia, e Kirchner impôs cotas a produtos brasileiros. Dirceu está mesmo interessado é em defender Chávez, o mesmo que, segundo Lula, pratica “democracia até em excesso” na Venezuela. É verdade: o homem tem o que nem Saddam Hussein conseguiu: 100% do Parlamento. Um democrata sem igual. Um esquerdista abaixo de qualquer suspeita. No Brasil, a nova (?) direita está aí, ávida pela volta ao governo, porque o poder ela já tem. Ah, agora, sim. Eis o legítimo Dirceu. Para ele, o PT só chegou ao governo, mas ainda não ao poder. Que reste como advertência a todos aqueles que acreditam que o partido é tão democrático como qualquer outro. Suponho que um eventual segundo mandato de Lula servirá aos propósitos de levar essa gente toda ao "poder" — desta feita, "de verdade". Seja lá o que isso signifique. No texto, o ex-ministro demonstra inconformismo com a influência do setor financeiro. O que será que ele está planejando se o Apedeuta tiver mais quatro anos? Para tanto, faz tudo e de tudo, finge que é honesta, democrática e controla-se para não se trair, como na iniciativa, abafada, de tentar derrubar o atual governo. Honesto e democrático, como sabemos, é o PT, com seus Waldomiros, Delúbios, Sílvios, Valérios, Josés e cuecões recheados de dólares. Agora, insistem vozes da nossa tão culta classe média conservadora, a direita precisa ter uma chance de governar o Brasil. Durma-se com um barulho desses, ou das balas perdidas de nossas grandes cidades, retrato da herança que os séculos de domínio da elite e da direita deixaram para que nós jamais nos esqueçamos de que precisamos de esquerda, volver. Beira-Mar, está provado, negociava com as Farc, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que fundem marxismo com narcotráfico. As Farc, se o senhor se lembra, são companheiras do PT no Fórum São Paulo, um organismo que reúne grupamentos de esquerda da América Latina, fundado, diga-se, por Luiz Inácio Lula da Silva. Assim, Dirceu, não perguntes por quem as balas pipocam. Elas pipocam por ti, "velho camarada"! [reinaldo@primeiraleitura.com.br] |
Entrevista:O Estado inteligente
- Índice atual:www.indicedeartigosetc.blogspot.com.br/
- INDICE ANTERIOR a Setembro 28, 2008
domingo, março 05, 2006
Oba! Dirceu falou mal de mim. Sinal de que estou certo Por Reinaldo Azevedo
PRIMEIRA LEITURA
Arquivo do blog
-
▼
2006
(6085)
-
▼
março
(569)
- Dá Lulla
- A saída única do beco VILLAS BÔAS CORRÊA
- A ordem saiu do Planalto
- O CORDEL DO MINISTRO
- CLÓVIS ROSSI De vis, boçais e cínicos
- ELIANE CANTANHÊDE Revolução
- NELSON MOTTA '"Dancin" Days'
- LUÍS NASSIF A qualidade total e a política econômica
- A economia sem Palocci LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS
- JANIO DE FREITAS O salto
- CELSO MING
- È arrivato il baritono?
- Iniqüidade penal
- Uma conta de chegar
- DORA KRAMER Oposição fecha cerco ao PT
- Só queria a Presidência, mas já gosta da idéia de ...
- "FHC acha que pode dar jeito no Brasil; eu tenho c...
- Odisséia no espaço João Mellão Neto
- Comentário da cientista política Lucia Hippolito n...
- Corrupção estatal
- Luiz Garcia Um buquê e tanto
- MERVAL PEREIRA Trapalhadas tucanas
- MIRIAM LEITÃO BC ajuda Lula
- AUGUSTO NUNES Toga vira escudo de amigo suspeito
- CORA RONAI Um país em queda livre
- CARLOS ALBERTO SARDENBERG Não mudará, já mudou
- Lucia Hippolito na CBN:CPI valeu
- CELSO MING Fazenda e Banco Central
- DORA KRAMER Garotinho, um vice em gestação
- MERVAL PEREIRA Técnico x político
- MIRIAM LEITÃO No hay futuro
- CLÓVIS ROSSI Além de pirata, com vírus
- ELIANE CANTANHÊDE Cobertor curto e imagem puída
- SERGIO COSTA Nos olhos dos outros
- DEMÉTRIO MAGNOLI Uma nação de corruptos?
- LUÍS NASSIF Bastos e a CPI do Fim do Mundo
- ‘O MENSALÃO FOI UMA REALIDADE’
- O mantra de Mantega
- Dada a partida
- Boa surpresa
- Lucia Hippolito na CBN:CPI valeu
- Lulinha está lá, sim
- IMPORTANTE !!!
- Lucia Hippolito na CBN:Lula fica só
- MIRIAM LEITÃO O dia seguinte
- MERVAL PEREIRA Crise potencial
- A MISSÃO DE MANTEGA
- CLÓVIS ROSSI Ópera-bufa na republiqueta
- FERNANDO RODRIGUES A história oficial
- PLÍNIO FRAGA A esperteza embute a mentira
- JANIO DE FREITAS Algumas sobras
- LUÍS NASSIF A economia sem Palocci
- De Antonio a Guido PAULO RABELLO DE CASTRO
- Truculência e desrespeito às leis
- DORA KRAMER Muito riso e pouco siso
- Usurpação entre Poderes
- Desafio para o novo ministro
- Uma crise de governo
- Celso Ming - O rei solitário
- A Posse de Mantega - Clima bom, hein?
- IMPEACHMENT DE LULA JÁ!
- Pergunta que não quer calar
- A queda de Palocci
- PALOCCI SAI, A CRISE FICA EDITORIAL DA FOLHA
- PROTESTOS NA FRANÇA EDITORIAL DA FOLHA
- CLÓVIS ROSSI A nudez de Lula
- ELIANE CANTANHÊDE Fim de festa
- SERGIO COSTA Do circo ao cerco social
- É uma vergonha! BORIS CASOY
- Temor de crime de Estado motivou queda
- JANIO DE FREITAS No país indignado
- LUÍS NASSIFLUÍS NASSIF Um mestre do mimetismo
- AUGUSTO NUNES Lula tem culpa nesse cartório
- Febeapá rural:: Xico Graziano
- Desafio a Lula
- Apurar toda a verdade
- Míriam Leitão - Nova direção
- Merval Pereira - O aparelhamento
- Luiz Garcia - Fator Joaquim Levy
- Dora Kramer - Caso de Polícia
- Celso Ming - Tampão ou não tampão
- Fernando Henrique Cardoso: "Não vamos repetir os e...
- Lucia Hippolito na CBN:O fim do popstar
- Tão podre, tão cedo
- Reforma da gestão
- Serra: sair ou sair
- O que quer a esquerda
- Da dança ao lixão
- FHC diz que violação de conta o deixou 'perplexo'
- FH se diz cansado do governo Lula
- Pesquisas, marketing e jornalismo
- Já não podemos dizer nada! Sandra Cavalcanti
- Lucia Hippolito :Para coração forte
- Mastigar cana e assoviar CELSO MING
- À merda qualquer escrúpulo
- Vale a pena ler de novo
- Robert Samuelson Não precisamos de trabalhador con...
- Mailson da Nóbrega A ignorância de Stédile
- João Ubaldo Ribeiro Tem governo aí, não?
- daniel piza
- Gaudêncio Torquato A Novíssima República dos coronéis
- Paulo Renato Souza Governo ditatorial
- DORA KRAMER Segurança e democracia
- EDITORIAL DA FOLHA EFEITOS DA VERTICALIZAÇÃO
- CLÓVIS ROSSI Quando calar é pecado
- ELIANE CANTANHÊDE Além de tudo, burrice
- SERGIO COSTA Dança sem par
- JANIO DE FREITAS Estado de calamidade
- FERREIRA GULLAR Último ato
- República de “pelegos” FRANCISCO C. WEFFORT
- EDITORIAL DE O GLOBO Tradição negativa
- MIRIAM LEITÃO Entre riscos
- MERVAL PEREIRA O arco da oposição
- AUGUSTO NUNES Lula comanda o ataque ao caseiro
- Fronteiras com a República de Saló Fernando Gabeira
- Na casa de Francenildo
- A dançarina entende de impunidade
- veja Entrevista: Bob Iger
- Roberto Pompeu de Toledo O futuro – uma visão virt...
- MILLÔR
- Diogo Mainardi Marcelo Netto, Marcelo Netto
- André Petry O Estado policial
- Uma sucessão de escândalos banaliza a corrupção
- Como a crise moral na política afeta nosso dia-a-dia
- Auditoria comprova favorecimento à GDK
- PFL e Alckmin negociam o vice na chapa tucana
- Até o logotipo do dossiê era falso
- O que restará da floresta em 2050
-
▼
março
(569)
- Blog do Lampreia
- Caio Blinder
- Adriano Pires
- Democracia Politica e novo reformismo
- Blog do VILLA
- Augusto Nunes
- Reinaldo Azevedo
- Conteudo Livre
- Indice anterior a 4 dezembro de 2005
- Google News
- INDICE ATUALIZADO
- INDICE ATE4 DEZEMBRO 2005
- Blog Noblat
- e-agora
- CLIPPING DE NOTICIAS
- truthout
- BLOG JOSIAS DE SOUZA