| Desiste, Lula! Psitacismo não cura corrupção. |
RENOVO E REITERO, EM ÉPOCAS DE
MSTs E VANGUARDA DO ATRASO,
Estatuto da terra
I Em nenhum caso poderão ser desapropriadas terras com menos de 200 milhões de quilômetros quadrados, a fim de evitar o minifúndio, que seria fatalmente ocupado pelos diminutos japoneses que o Japão vem produzindo especialmente com esse fito.
II Serão totalmente desapropriadas as conversas terra-a-terra.
III Certas regiões especialmente ricas em minérios continuarão em poder de seus atuais donos multinacionais. Mas o povo brasileiro poderá considerá-las Terras Prometidas.
IV As terras indígenas ficarão apenas com aumentos progressivos dos impostos, proporcionais aos valores folclóricos das ditas Terras.
V Não pagarão impostos: a) a terra de Siena; b) a terra-mãe; c) a terra que se junta aos montes enormes nas obras públicas, demolições e deslizes dos morros; d) crises políticas aterradoras.
VI Os proprietários de terras aguadas e pantanosas estarão isentos de impostos sobre a terra, pagando-os apenas sobre a lama, cobras, sapos e lagartos.
VII Em nenhum caso o gravame impostal poderá exceder 3700 vezes o valor da terra. A avaliação será feita por pessoas de reconhecido gabarito moral e alto conhecimento técnico, como, por exemplo, advogados encarregados de aposentadorias, inspetores do Detran em causa própria e cassados por corrupção com seus direitos plenamente garantidos pela falta de provas.
VIII Os trabalhadores que ocultarem alguns quilômetros quadrados de terra, com o fim de iludir o Fisco e seus fiscais, serão considerados inidôneos para usufruir verbas da reforma agrária. O mesmo acontecerá aos que não souberem explicar o que é agrária.
IX Todas as terras devolutas serão distribuídas nos grandes centros urbanos, que é onde mais falta terra.
X Até a promulgação deste ato, não se aceitam aterros.