Entrevista:O Estado inteligente

quinta-feira, julho 02, 2009

Clipping de 02/07/2009


Primeira Página
Correio Braziliense
Edição 16846 BOICOTE A PLANOS DE SAÚDE GANHA FORÇA
Planalto comanda operação fica Sarney
Viola para a glória de Deus
Folha de S. Paulo
Edição 29310 Conselho da Câmara rejeita a cassação de dono de castelo
Montadoras batem recorde de vendas no 1º semestre
SARNEY AMEAÇA GOVERNO COM RENUNCIA
Jornal do Brasil
Edição 117816 CLASSE MÉDIA PARA DE CRESCER
Sarney ameaça sair e Lula aperta o PT
O Estado de S. Paulo
Edição 42261 Em 2009, BB pode emprestar mais R$ 80 bi
Gaúchos terão hospitais para tratar gripe suína
Importações caem e Brasil tem recorde na balança
SARNEY AMEAÇA SAIR E LULA ENQUADRA O PT
O Globo
Edição 27723 Comércio exterior tem queda de 25%
Enquanto isso, na Câmara...
Sarney já admite sair e Lula acusa oposição de golpismo
Valor Econômico
Edição 2291 ACORDOS POUPAM MILHARES DE EMPREGOS NA INDÚSTRIA
Aeroporto é prioridade na Copa de 2014
PT aguarda Lula para dar apoio a Sarney
Notí cias do Dia
Artigo
15 anos de uma revolução (Folha de S. Paulo)
A luta pela alma do Paquistão (Valor Econômico)
A política das quadrilhas (O Estado de S. Paulo)
Além do nariz (O Globo)
Deus e o diabo na seleção de juízes (O Globo)
Deus e o diabo na seleção de juízes (O Estado de S. Paulo)
E o peronismo? (Correio Braziliense)
FHC e Lula (O Globo)
Juízes - por que só advogados? (O Estado de S. Paulo)
Madoff (Folha de S. Paulo)
O caminho da recuperação (Folha de S. Paulo)
O Congresso dos EUA e o Brasil (Folha de S. Paulo)
O IGP-M já era (Jornal do Brasil)
Os dois pesos da democracia na OEA (Jornal do Brasil)
Os limites da transparência (Correio Braziliense)
Paixão segundo Mateus (Folha de S. Paulo)
Pessimismos e pessimismos (Jornal do Brasil)
Pinotti: um ativista da saúde (Folha de S. Paulo)
Senadores de risco (Folha de S. Paulo)
Socialismo para ricos (O Globo)
Turismo da crise: Califórnia (Folha de S. Paulo)
É preciso salvar o "capital financeiro" (dele mesmo) (Valor Econômico)
Brasil
Aberta investigação para saber se empresas de TV por assinatura foram orientadas a cobrar ponto extra (Jornal de Brasília)
Aeroporto é prioridade na Copa de 2014 (Valor Econômico)
Anac autoriza criação de mais duas aéreas regionais (Valor Econômico)
Brasil confirma mais 14 casos de gripe suína (Jornal de Brasília)
Comitê de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes critica decisão do STJ (Jornal de Brasília)
Governo abre consulta pública para definir Plano de Outorga Florestal (Jornal de Brasília)
Governo deve retomar leilões de milho de Mato Grosso na próxima semana (Jornal de Brasília)
Jobim quer ampliar área de lançamento de satélites (Valor Econômico)
Prefeitura do Rio lança serviço itinerante para orientar sobre a gripe suína (Jornal de Brasília)
Senador apresenta PEC que prevê a exigência de diploma para jornalista (Jornal de Brasília)
Cidades
Cabral enfrentaria Gabeira, diz GPP (Jornal do Brasil)
Defesa Civil alerta para a baixa umidade em dois estados e no Distrito Federal (Jornal de Brasília)
Formalização de trabalhadores autônomos entra em vigor no Distrito Federal (Jornal de Brasília)
Gramado em frente à Biblioteca Central da UnB pega fo (Jornal de Brasília)
Hras precisa de doações de leite (Jornal de Brasília)
Jovem é morta com quatro tiros no Riacho Fundo I (Jornal de Brasília)
Juizados da Fazenda Pública e conflitos de competência são temas discutidos no XXV Fonaje (Jornal de Brasília)
Servidor do GDF é espancado após acusação de pedofilia (Jornal de Brasília)
Colunas
"(O PSDB) quer ganhar o Senado no tapetão" Presidente Lula, ao criticar a oposição no Senado, após os escândalos mais recentes (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
"Brasil e Argentina perdem com barreiras" (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
A tragédia e a farsa (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Auditor tem reajuste garantido (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Barraco capixaba (O Globo - Negócios & CIA)
Barreiras vieram para ficar (Valor Econômico - Brasil)
Contracheque vai mesmo para a internet (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Em busca de um nome (O Globo - Merval Pereira)
Excelente resultado (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Fora do governo Lula, Mangabeira avalia até concorrer com Dilma (Folha de S. Paulo - Eliane Cantanhede)
Indicadores externos ajudam o mercado (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Informação é a arma da burocracia (Valor Econômico - Política)
Lula liga e segura Sarney no cargo (Jornal do Brasil - Informe JB)
Nervos à flor da pele (Correio Braziliense - Brasília-DF)
O charme do humorismo (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O PT na vanguarda. Do atraso (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Os neogolpes (O Globo - Panorama Econômico)
PRECISOU A CORROSÃO (O Globo - Ancelmo Gois)
Progresso do espírito humano (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Recado do chefe (Jornal do Brasil)
Sabe com quem fala (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Samba do PT doido (O Globo - Panorama Político)
Santinho!!! (Folha de S. Paulo - Painel)
Sinais de retomada derrubam dólar (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Valorização do real é permanente (Valor Econômico)
Economia
1,6 milhão de brasileiros volta às classes D e E (O Globo)
ACORDOS POUPAM MILHARES DE EMPREGOS NA INDÚSTRIA (Valor Econômico)
Argentina não cumpre acordo com o Brasil (O Estado de S. Paulo)
Balança tem melhor resultado desde 2006 (Jornal do Brasil)
Bancos abrem mais espaço para linhas com créditos de carbono (Folha de S. Paulo)
Base de investidores pode triplicar e chegar a 550 mil (Valor Econômico)
BC divulga até 30 de setembro relatório final sobre setor de cartões de crédito e débito (Jornal de Brasília)
BNDES pune empresa acusada de "maquiar" equipamento chinês (Folha de S. Paulo)
BOICOTE A PLANOS DE SAÚDE GANHA FORÇA (Correio Braziliense)
Brasil tem déficit comercial de US$ 48 milhões com a Argentina no semestre (Valor Econômico)
Brasil tem mostrado recuperação no comércio exterior, de acordo com Welber Barral (Jornal de Brasília)
Brasil é citado pela isenção do IPI (O Estado de S. Paulo)
Centro-Oeste sofre menos (Correio Braziliense)
Cidade do Rio se prepara para receber siderúrgica chinesa (Valor Econômico)
CLASSE MÉDIA PARA DE CRESCER (Jornal do Brasil)
Classe média parou de crescer no ano passado, aponta pesquisa (O Estado de S. Paulo)
Com vendas em alta, indústria automobilística volta a contratar (O Estado de S. Paulo)
Comissão apresenta projetos e pede rolagem de dívidas (Valor Econômico)
Comércio exterior tem queda de 25% (O Globo)
Consumidor não leva desconto total (Jornal do Brasil)
Crise global faz crescer procura pelos papéis do Tesouro Direto (O Estado de S. Paulo)
Crise global interrompe a expansão da classe C no país (Folha de S. Paulo)
Curta - Cheques pré-datados (Valor Econômico)
Curtas - Rastreamento no Pará I (Valor Econômico)
Curtas - Ônibus fica mais caro (Valor Econômico)
CVM americana pode pagar por informações (Folha de S. Paulo)
Dados mostram recuperação lenta nos EUA (Folha de S. Paulo)
Desemprego atinge 67% dos jovens brasileiros (Valor Econômico)
Desemprego entre jovens cresceu 51% (O Globo)
Desvalorização do dólar no 2º tri é a maior desde 1999 (O Estado de S. Paulo)
DSM quer ser conhecida no país (Valor Econômico)
Dólar inicia o mês em queda e fecha a R$ 1,929 (Folha de S. Paulo)
Dólar volta a ter fluxo negativo (Valor Econômico)
Economia em alta puxa bolsas nos EUA (Valor Econômico)
Em 2009, BB pode emprestar mais R$ 80 bi (O Estado de S. Paulo)
Emissão da Petrobras deixa mercado tenso (O Estado de S. Paulo)
Empresa afirma desconhecer ação para deixar índice (Folha de S. Paulo)
Enquanto isso, na Câmara... (O Globo)
Estatal pode deixar índice sustentável de Bolsa dos EUA (Folha de S. Paulo)
Exportação vai cair ainda mais, prevê OMC (O Estado de S. Paulo)
FH defende inflação de 4% e critica Lula por meta fixada para ano eleitoral (O Globo)
Fim do mês reverte tendência (O Estado de S. Paulo)
FMI vai emitir US$ 150 bi em títulos (Folha de S. Paulo)
Funcionários tentam parar a Embrapa hoje (Correio Braziliense)
Fundo de NY desiste de aplicar na Petrobras (Folha de S. Paulo)
Fundos de previdência de Estados e municípios terão regras flexibilizadas (O Estado de S. Paulo)
Governo abre processo contra a associação das TVs pagas (Folha de S. Paulo)
Governo estuda permitir preço diferente para pagamento à vista e com cartões (O Estado de S. Paulo)
Governo pode dar subsídios para desenvolver aviação regional (O Estado de S. Paulo)
Governo prepara mudança em regras de fundos de pensão (O Estado de S. Paulo)
Governo quer abertura maior (Valor Econômico)
Greenpeace não vai à audiência no Pará e alega falta de segurança (O Globo)
Grupo chinês se une à EBX em usina de US$ 4 bi (O Estado de S. Paulo)
Ibovespa fecha em leve alta de 0,15% (Jornal de Brasília)
Importações caem e Brasil tem recorde na balança (O Estado de S. Paulo)
Incentivos para voos à África (O Estado de S. Paulo)
IPC-S tem nova queda e chega a 0,12% (Valor Econômico)
IPCA sugere que substituição tributária não afeta o repasse da queda de IPI (Valor Econômico)
John Deere fecha acordo para avançar no mercado de cana (Valor Econômico)
Jovens encaram desemprego no Brasil (Jornal do Brasil)
Leite pressiona IPC-S (Correio Braziliense)
Lobão diz que leilão de Belo Monte sai este ano (Valor Econômico)
Líderes admitem dificuldade política para votar contra redução de jornada (O Globo)
Mabe adquire a BSH Continental por US$ 35 milhões (Folha de S. Paulo)
Mais de 90 vagas para professores (Correio Braziliense)
Manguinhos volta a produzir combustível (O Estado de S. Paulo)
Matrículas irregulares (O Dia)
Meirelles quer imposto baixo (Correio Braziliense)
Moagem de cana avança no Centro-Sul, apesar da chuva (Valor Econômico)
Montadoras batem recorde de vendas no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Nos EUA, montadoras têm o 20º mês seguido de retração (Folha de S. Paulo)
Notas - Melhora a percepção sobre o Brasil (Jornal do Brasil)
Para especialista, vizinhos deverão manter restrições (Valor Econômico)
Para Lula, G-8 perdeu a importância política (O Estado de S. Paulo)
País tem 1º déficit com Argentina em 6 anos (Folha de S. Paulo)
Perto do fracasso (Correio Braziliense)
Pessimismo embala o início da colheita de laranja em SP (Valor Econômico)
Petrobras obtém US$ 1,25 bi com papel no exterior (Valor Econômico)
Plano maior que os presidentes (Correio Braziliense)
Preços caem na segunda prévia de junho do IPC-S (Jornal do Brasil)
Procuradoria pede confisco de bens de Dantas (O Estado de S. Paulo)
Prosegur paga R$ 167,5 milhões pela Norsergel (Valor Econômico)
Queda mais forte nas importações leva a superávit de US$ 4,6 bi (Valor Econômico)
Redução da jornada deve sair, mas com desoneração da folha (Jornal do Brasil)
Relator da LDO vai propor corte de 30% no orçamento devido à queda na arrecadação (Jornal de Brasília)
Saldo com a China deve diminuir, dizem analistas (Folha de S. Paulo)
Saldo comercial cresce 25% no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Saldo comercial é o maior em 30 meses (O Estado de S. Paulo)
Saída de dólares do país é maior do que entrada em US$ 1,227 bilhão em junho (Jornal de Brasília)
SDE apura se ponto extra de TV está sendo cobrado (Valor Econômico)
Setor de usados ensaia volta à fase pré-crise (Folha de S. Paulo)
Stephanes discute com presidente do BNDES criação de fundo garantidor para agropecuária (Jornal de Brasília)
Superávit comercial brasileiro sobe 23,8% no 1º semestre (Jornal de Brasília)
Superávit comercial foi de US$ 4,625 bilhões em junho, o maior desde dezembro de 2006 (Jornal de Brasília)
Tesouro destina R$ 535 mi a cada um dos dois fundos garantidores (Valor Econômico)
Turismo internacional cai no Brasil com crise (Jornal de Brasília)
Vale vai demitir este mês de 200 a 300 empregados (O Estado de S. Paulo)
Venda de carros no Brasil é recorde em junho (O Globo)
Venda de veículos é recorde no semestre (Folha de S. Paulo)
Venda recorde (Correio Braziliense)
Vendas brasileiras só crescem para a Ásia (O Estado de S. Paulo)
Washington confirma que deixará de financiar GM em 10 dias (Jornal de Brasília)
Índice de Preços da quarta semana de junho tem a menor taxa do ano para o período (Jornal de Brasília)
Editorial
Crianças no desamparo (Correio Braziliense)
Depois da greve (Folha de S. Paulo)
Meta de inflação (O Estado de S. Paulo)
O brasileiro e a injustiça tributária (Jornal do Brasil)
O ultimato a Honduras (O Estado de S. Paulo)
Punição de Madoff reforça debate sobre regulação (Valor Econômico)
Uma ameaça ao emprego (O Estado de S. Paulo)
Valorizar o professor (Folha de S. Paulo)
Única saída (O Globo)
Empresa e Tecnologia
ONG pede que G8 invista US$ 2 bi contra a mudança climática só este ano (Jornal de Brasília)
Especial
Após ajustes, setor siderúrgico prevê 2º semestre melhor (Valor Econômico)
Empresas que demitiram no auge da crise já começam a recontratar (Valor Econômico)
Negociações ainda continuam em fábricas no Paraná (Valor Econômico)
Volkswagen revê projeções após resultado do primeiro semestre (Valor Econômico)
Geral
Crise engole um quarto do comércio (O Estado de S. Paulo)
Gaúchos terão hospitais para tratar gripe suína (O Estado de S. Paulo)
Mais dois colégios afetados pela gripe suína no Rio (Jornal do Brasil)
MEC estuda mudar regras para professores (O Estado de S. Paulo)
Mulheres que não dormem o suficiente têm mais problemas de coração (Jornal de Brasília)
Roche anuncia programa para acelerar acesso ao Tamiflu (Jornal de Brasília)
Vacina contra HIV espera autorização para testes em humanos (Jornal de Brasília)
Vacina contra Tuberculose pode matar bebês soropositivos, diz estudo (Jornal de Brasília)
Viola para a glória de Deus (Correio Braziliense)
Internacional
Atividade industrial se estabiliza e sugere melhora na recessão global (Valor Econômico)
Diante de ditadores, Lula pede condenação a golpe (O Estado de S. Paulo)
Governo peruano confirma mais de 670 casos da gripe (Jornal de Brasília)
Irã e questão nuclear centrarão viagem de Obama a Europa e África (Jornal de Brasília)
Kirchnerismo volta a perder peça importante no Gabinete (Jornal de Brasília)
Lula pede que África repudie golpe em Tegucigalpa (O Estado de S. Paulo)
Na Líbia, Lula diz que futuro do Brasil está ligado ao da África (Jornal de Brasília)
O tempo corre a nosso favor, diz presidente de Honduras (Jornal de Brasília)
Obama e Chávez medem forças sobre crise (O Globo)
OEA dá prazo de 72 horas para restituição de Zelaya (Jornal do Brasil)
OEA dá ultimato a Honduras (O Estado de S. Paulo)
OEA dá ultimato a Honduras; novo presidente resiste (Valor Econômico)
Passageiro nu obriga avião a desviar rota nos EUA (Jornal de Brasília)
Perda em recursos do Brasil chegaria a US$ 310 milhões (O Globo)
Posição de Obama esvazia acusações de Chávez (O Estado de S. Paulo)
Protecionismo cresceu, mas de modo contido, diz a OMC (Valor Econômico)
União Africana inicia cúpula com Lula e sem líder do Irã (Jornal do Brasil)
Política
''Filtro'' diminui em 42% carga de trabalho no STF (O Estado de S. Paulo)
A sucessão de denúncias no Senado (O Globo)
Absolvição irrestrita (Correio Braziliense)
Absolvição reforça possível candidatura ao governo de SC (Valor Econômico)
Agaciel vai depor sobre fraude em nomeação (O Globo)
Aos 74, Pinotti morre de câncer em São Paulo (Valor Econômico)
Começa na próxima semana busca por ossadas no Araguaia (O Estado de S. Paulo)
Conselho da Câmara rejeita a cassação de dono de castelo (Folha de S. Paulo)
Conselho de Ética rejeita cassação de dono de castelo (O Estado de S. Paulo)
Crime mira vácuo da anistia a estrangeiros (Jornal do Brasil)
Crise acirra briga com procuradores (O Estado de S. Paulo)
Crise no Senado continuará com ou sem Sarney (Folha de S. Paulo)
Crise no Senado paralisa o CNMP (Correio Braziliense)
Curtas - Emendas (Valor Econômico)
Deputado do castelo escapa de cassação (O Globo)
Deputado do castelo se livra de cassação (Folha de S. Paulo)
Deputado Hugo Leal é novo relator do caso Edmar Moreira (Jornal de Brasília)
Diploma de jornalista pode voltar via PEC (O Estado de S. Paulo)
Edmar Moreira é absolvido pelo Conselho de Ética (Valor Econômico)
Eleição terá intervalo de 28 dias entre os dois turnos (Valor Econômico)
Em pesquisa do Senado, parlamentares ganham nota 5,4 (Jornal do Brasil)
Entidades reagem à rejeição de procuradores (O Globo)
Escândalos derrubaram três presidentes desde 2001 (O Estado de S. Paulo)
Ex-ministro revela-se frustrado com ritmo de governo (Valor Econômico)
Executiva do PSDB aprova modelo de prévia presidencial (Folha de S. Paulo)
Garibaldi e Maciel já são cotados para chefiar Senado (O Estado de S. Paulo)
General faz relatório sobre tensões no MS (O Estado de S. Paulo)
GOVERNO E AGÊNCIA NEGAM IRREGULARIDADES NA COMPRA (Folha de S. Paulo)
Grevistas do INSS enfrentam PMs no Rio (O Globo)
Incapacidade de resolver crise no transporte público desgasta Dário (Valor Econômico)
Jobim se solidariza com presidente do Senado (O Estado de S. Paulo)
Lula acusa PSDB de tentar vencer no ''tapetão'' (O Estado de S. Paulo)
Lula arbitra disputa entre Vannuchi e Jobim (O Estado de S. Paulo)
Lula ataca mídia e chama Kadafi de ''amigo e irmão'' (O Estado de S. Paulo)
Lula quer reajuste do Bolsa-Família (O Estado de S. Paulo)
Lula sanciona amanhã ampla anistia a imigrantes (Jornal de Brasília)
Líder tucano promete devolver ao Senado verba usada para bancar funcionário no exterior (Jornal de Brasília)
Na internet, 'Fora Sarney' ganha espaço (O Globo)
Operação segura-Sarney (Correio Braziliense)
Oposição critica peemedebista e proposta do PT (Jornal do Brasil)
Oposição quer ganhar Senado 'no tapetão', diz Lula: 'Não faz parte do jogo democrático' (O Globo)
Paulo Bernardo autoriza nomeações na Marinha e volta de demitidos no governo Collor (Jornal de Brasília)
Pena alternativa mantém direito a voto e a verbas (O Globo)
Petistas afirmam que Sarney prefere renunciar a se afastar temporariamente (Jornal de Brasília)
PF conclui investigação sem identificar grampo no Supremo (Valor Econômico)
Planalto comanda operação fica Sarney (Correio Braziliense)
PMDB conta os votos (Correio Braziliense)
Primo do governador de PE será presidente da Embrapa (O Estado de S. Paulo)
Procuradoria questiona acordo sobre doação (Folha de S. Paulo)
Protestos contra Sarney custam a sair da internet (O Estado de S. Paulo)
Protestos organizados por meio do Twitter falham no mundo real (Folha de S. Paulo)
PSDB acolhe sugestões de Aécio para prévia (Valor Econômico)
PSDB quer ganhar no tapetão, diz Lula (Folha de S. Paulo)
PSDB quer levar Senado no 'tapetão', diz Lula (Valor Econômico)
PSDB regulamenta prévias para 2010 (O Estado de S. Paulo)
PT aguarda chegada de Lula para decidir se mantém apoio a Sarney (Jornal de Brasília)
PT aguarda Lula para dar apoio a Sarney (Valor Econômico)
PT mira em herança do DEM na Mesa Diretora (Correio Braziliense)
Redução da jornada divide base aliada (Valor Econômico)
Rejeição a nome de procurador pode ser revista (O Estado de S. Paulo)
SARNEY AMEAÇA GOVERNO COM RENUNCIA (Folha de S. Paulo)
Sarney ameaça sair e Lula aperta o PT (Jornal do Brasil)
SARNEY AMEAÇA SAIR E LULA ENQUADRA O PT (O Estado de S. Paulo)
Sarney cobra apoio do PT e tenta dividir a decisão com o governo (O Globo)
Sarney e Renan podem atrasar instalação de conselho (Folha de S. Paulo)
Sarney já admite sair e Lula acusa oposição de golpismo (O Globo)
Secretários do PA têm bens bloqueados (Folha de S. Paulo)
Sem acordo, PSDB se prepara para prévias (O Globo)
Sob críticas, Sarney volta a presidir sessão (Folha de S. Paulo)
STF comemora redução da carga de processos (Jornal do Brasil)
STF muda perfil, mostra balanço (Valor Econômico)
Supremo tem queda de 42% no número de processos recebidos (Folha de S. Paulo)
Temer e Jobim se somam a Renan na defesa de aliado (Jornal do Brasil)
TSE define calendário das eleições de 2010 (Jornal de Brasília)
TSE marca 1º turno para 3 de outubro de 2010 (Folha de S. Paulo)
Tucanato prepara as prévias (Correio Braziliense)
Vice-presidente do Senado é investigado no STF (O Estado de S. Paulo)
Virgílio diz que devolverá dinheiro ao Senado (O Globo)

HONDURAS DERROTA O CHAVISMO APESAR DE BARACK HUSSEIN, NÃO POR CAUSA DELE

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BLOG REINALDO AZEVEDO


quarta-feira, julho 01, 2009

AUGUSTO NUNES Collor é o mesmo do século passado. O Brasil é que mudou para pior



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29 de junho de 2009


Quase 20 anos depois de instalar no Palácio do Planalto um Fernando Collor de mentira, quase 17 depois de livrar-se do Fernando Collor de verdade, o país vai engolindo sem engasgos o único chefe de governo expelido por um impeachment. Os brasileiros que votaram em 1989 no candidato a presidente fantasiado de caçador de marajás podem alegar que não sabiam o que estavam fazendo. Os alagoanos que votaram no candidato a senador em 2008 e pretendem recolocá-lo no governo do Estado em 2010 sabem perfeitamente o que fazem. Quem gosta da ideia de reprisar o pesadelo é um caso clínico. Quem assiste passivamente ao seu recomeço merece experimentá-lo de novo.

No restante do mundo, a História se repete como farsa. Num Brasil que se sente mais feliz de cócoras e aprecia o avesso das coisas, a farsa se repete como farsa e a História faz de conta que é outra história. O modelo Senador é o modelo Presidente  com o teto pintado de preto. Um Collor é um Collor, informaram o tom arrogante e o conteúdo afrontoso do discurso de estréia no Senado. Nunca muda em sua essência, reafirmaram neste junho anotações mais recentes no livro de ocorrências da Casa da Dinda.

Ali foram localizadas, no século passado, provas materiais de algumas das incontáveis delinquências promovidas por Paulo César Farias com o aval do chefe. Por exemplo, o Fiat Elba que PC incorporou à frota presidencial depois de adquiri-lo com um cheque de uma conta-fantasma ─ expediente reprisado pelo tesoureiro do reino para bancar a repaginação dos jardins de babilônia sertaneja. E ali foram encontradas, agora, evidências de que um Collor só muda de idade.

O senador financiou a montagem do esquema de segurança da Casa da Dinda com a a verba indenizatória de R$ 15 mil, destinada exclusivamente a atividades parlamentares. E é esse dinheiro que vem garantindo a comida dos empregados da propriedade particular que o patrão só frequenta nos fins de semana. E daí?, deu de ombros o sessentão reincidente. Se depois do muito que fez na Presidência foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal, não há por que se preocupar com o que anda fazendo. É o que todo mundo no Senado faz.

No discurso em que posou de vítima inocente de uma trama política, o pecador sem remorsos disse que as coisas tomariam outro rumo se tivesse sido mais generoso com aliados e inimigos. Em 1992, sacos de bondade talvez fossem insuficientes para evitar o impeachment. Ainda existia oposição, o PT atirava antes e perguntava depois, valores permanentes não haviam sido revogados. Hoje,  Collor certamente escaparia do castigo se soubesse trocar favores. Não é difícil fazer negócio com a turma da base alugada. Nem com as messalinas com himen complacente que se disfarçaram de vestais até o escândalo do mensalão.

Derrubado em 1945, Getúlio Vargas foi eleito, meses depois, senador por dois Estados e deputado federal por sete. Apareceu quatro ou cinco vezes no Congresso, constatou que seria alvejado por ataques diários e, sem ter subido à tribuna, retirou-se para São Borja. Collor reapareceu no Senado com cara de coroinha injuriado e acusou o Congresso de golpista. Ganhou de presente a presidência da comissão  incumbida de monitorar o PAC, virou destaque do cortejo governista e hoje é sócio remido do clube dos amigos do cara. Convidado pelo inimigo que qualificava de "analfabeto", visitou no Palácio do Planalto o presidente que o qualificava de "safado" quando líder do PT. Trocaram apertos de mão, sorrisos, afagos e elogios.

Os políticos brasileiros já não enxergam diferenças entre o convívio dos contrários e a promiscuidade malandra. Não distinguem a crítica áspera do insulto imperdoável, ou o ataque que fere da infâmia que exige a ruptura. Só quem perdeu a vergonha consegue achar na meia idade amigos de infância que nunca viu. Só quem demitiu o sentimento da honra celebra alianças tão indecorosas quanto acasalamentos em clubes de swing.

Collor continua o mesmo. O que mudou para pior foi a paisagem política. O Brasil, cada vez mais, lembra uma grande Casa da Dinda


Neney, me espera que eu to chegando, cumpanhêro

Blog Prosa & Politica

Lula pediu a Sarney que não tome nenhuma decisão de se afastar ou não da presidência do senado, sem antes conversar com ele. O interlocutor foi o senador Luiz Octávio (PMDB).

Não sei o que me surpreendeu mais, se a mensagem ou o mensageiro. Mas...

Lula está em uma viagem de intercâmbio cultural na Líbia. Depois de conversar com Kadafi, Omar Al Bashir e Ahmadinejad, Lula deve voltar cheio de idéias para dar ao amigo Sarney.



Editado por Adriana Vandoni 

DORA KRAMER Pior é impossível

O ESTADO DE S PAULO

Se o senador José Sarney não resistir à gradativa perda de apoio no Senado, será o quarto presidente da Casa a sair de cena por conduta imprópria no período de oito anos. Se resistir, ainda assim continua integrando a estatística na condição de quarto presidente do Senado a ter sua conduta questionada publicamente em oito anos. Na média, o Senado produz um escândalo a cada dois anos com o presidente no papel de protagonista.

Não houvesse outro motivo, só os números já indicariam a necessidade de uma revisão urgente de procedimentos no Parlamento, mas também no Poder Executivo. Se a promíscua lógica de compra e venda que preside a relação do Congresso com os governantes não mudar, não adiantam cassações, renúncias, sindicâncias, demissões, reformas administrativas, porque a dinâmica do funcionamento será a mesma: o Legislativo ajoelhado diante do Executivo e ambos de costas para a sociedade.

Enquanto não se restabelecer a relação correta de hierarquia no sistema representativo, as maiorias parlamentares continuarão a considerar mais importante obedecer ao governo que lhes assegura benesses que se submeter aos ditames dos eleitores que lhes proporcionam o mandato.

Quem se lixa para a opinião pública é também quem não vê mal em ignorar as leis do país, normas éticas óbvias, regras de convivência adotadas em qualquer ambiente, para adotar um código próprio de comportamento, cujo principal parâmetro é o conforto de seus signatários.

Os desmandos, sejam eles os da Câmara ou do Senado, só acontecem porque todos, com raríssimas exceções, se consideram pessoas incomuns – naquele sentido consagrado recentemente pelo presidente Luiz Inácio da Silva – com direito a assento em classe especial. Não incorporam o conceito dos deveres impostos pela representação.

Isso fica claríssimo nas repetidas invocações ao passado do senador José Sarney e aos serviços já prestados por ele à nação. Manifestações que invertem a escala dos valores. É justamente o conjunto da obra extensa o que obriga Sarney a saber que não pode praticar nepotismo, que o neto com negócios no Senado significa tráfico de influência sim, que não pode usar funcionários do Senado para tomar conta de suas propriedades no Maranhão, enfim, quem pode o mais, pode o menos.

Quem não adota princípios básicos de correção, muito menos respeita regras mais elaboradas. Isso vale para José Sarney ou qualquer outro integrante dos Poderes da República. Deputado, senador, magistrado, ministro, presidente da República.

A compreensão e a mudança dessa realidade, no entanto, é processo que leva tempo. As crises de conduta se repetem, ora mordem os calcanhares do Legislativo, ora do Executivo, mais raramente do Judiciário.

A anterior não tem o efeito didático necessário para evitar a crise seguinte. Simplesmente porque ninguém se mexe de verdade para dar combate às causas, o que leva à suspeita de que a situação de alguma forma seja cômoda, causando desconforto apenas quando estouram as denúncias.

Nessa hora, a preocupação é com a administração dos efeitos do escândalo. Quando os ânimos de acalmam, tudo passa e fica esquecido até que a nova onda volte fortalecida pelo peso do entulho acumulado.

O exemplo mais evidente é a eleição de José Sarney para presidente do Senado sob a inspiração de um ex-presidente que havia sido há dois anos a causa de outra crise. Só uma instituição completamente alheia às consequências de seus atos pode encarar com a naturalidade que o Senado encarou o fato de Renan Calheiros patrocinar a eleição de Sarney com o explícito objetivo de retomar o poder perdido.

Quando aceitou essa regra do jogo o Senado – inclusive os opositores de Sarney na disputa, porque não expuseram o principal motivo da inadequação da candidatura – assumiu um risco alto. Expôs à opinião pública sua completa indiferença à imagem que se faria de uma Casa que aceitava a influência de alguém que fora obrigado a deixar a presidência porque o Senado se envergonhava de sua figura. Mas não se importava, viu-se logo depois, em conviver com seu poder desde que exercido às escondidas.

Nas crises anteriores envolvendo presidentes, o Senado optou por resolver a conjuntura e manter intacta a estrutura. Desta vez, como as denúncias alcançaram exatamente a estrutura construída a poder dos mais variados vícios, apresenta-se a chance de se fazer a travessia.

Fica incompleta, se limitada ao Senado. Mas é preciso começar o serviço. O senador Arthur Virgílio deu o primeiro passo queimando suas caravelas da tribuna, mas não obteve respaldo. Seu partido, o PSDB, o DEM e os outros que pedem o afastamento de Sarney, adotaram a moderação típica de quem vê na saída conveniente lenitivo.

O PMDB se fecha na trincheira da defesa de um poder nessa altura inexistente, escorado no presidente da República, e o PT, tarefeiro do Planalto, discursa em prol da faxina e bate continência à sujeira.

Celso Ming Bondades no atacado


O Estado de S. Paulo - 01/07/2009
 

O governo Lula está vendendo o novo pacote de bondades anunciado segunda-feira como mais uma rodada de sua política anticíclica destinada a compensar ou a reduzir os estragos produzidos pela crise. Mas ele é apenas marginalmente isso.


Trata-se de uma tacada eleitoral que vai custar cerca de R$ 10 bilhões em renúncias tributárias e outras consequências.

Indica, em primeiro lugar, que o governo está desistindo da função eleitoral de duas outras bandeiras anteriormente hasteadas que a crise se encarregou de arriar. São elas o PAC e o pré-sal, que no ano passado estavam sendo preparados para o desfile de campanha. Assim, a pré-candidata Dilma Rousseff já não precisará mais ser apresentada como mãe do PAC. Nem precisa identificar-se com o Brasil do pré-sal, projeto ainda mais atrasado do que as obras do PAC, porque o governo vai adiando a aprovação das novas regras.

Indica, em segundo lugar, que o governo sentiu que precisou reforçar a reaceleração do setor produtivo porque teme alguma recaída na crise justamente às vésperas do processo eleitoral e não quer deixar janelas expostas a pedradas da oposição.

O conteúdo propriamente dito do pacote é questionável, por três principais razões.

Primeira, porque se baseia em subsídios, ou seja, na concessão de favores temporários e não na redução do custo Brasil. Subsídio é o tipo do combustível que em geral não garante sustentabilidade da empreitada. O que acontecerá com o mercado de veículos e de aparelhos domésticos quando acabarem as isenções ou a redução de IPI?

Além disso, a distribuição de subsídios tira argumento do presidente Lula quando ataca os países ricos por práticas desleais semelhantes de competição e de comércio.

Segunda, parte substancial do pacote elegeu o beneficiário errado. A indústria automobilística, por exemplo, comemora pelos jornais seu "melhor ano da história". Enquanto isso, o resto da indústria continua amargando feroz retração da produção. Ontem, o diretor da Fiesp Paulo Francini avisou que toda a indústria paulista vai afundar em queda da produção de 7,5% neste ano. Dá para imaginar o que vai acontecer no resto da indústria, numa paisagem em que as montadoras, o xodó da república sindicalista, vão batendo recordes. E fica a pergunta: se o setor está tinindo, por que presenteá-lo com mais redução de impostos?

Terceira, já há mais do que indícios de que o orçamento público começa a queimar óleo. O resultado das contas públicas de maio foi decepcionante. Apesar dos desmentidos do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o superávit primário, o instrumento pelo qual o governo vinha controlando a dívida pública, corre o risco de esvair-se. E a dívida pública voltou a empinar. Em 2008 havia caído a 36% do PIB, deve fechar este ano acima dos 40%, como apontam as últimas projeções do Banco Central.

Uma observação final: não há nada de errado em dar uma demão de tinta eleitoral a políticas econômicas. O povo tem de eleger seus dirigentes pelas opções que fazem e pelo que conseguem realizar em seu benefício. O perigo está em que elas decaiam para o populismo e para alguma forma de vale-tudo. 

Entenda

Deu o esperado - A decisão de repetir em 2011 a meta de inflação de 2009 e 2010 (4,5%) já havia sido cantada pelo governo. Como os juros mostram resultado só em prazos de seis a nove meses, é a partir de meados de 2010 que o Banco Central terá de buscar o resultado de 2011. 

A opção do governo foi reduzir a probabilidade de que o Banco Central tenha de puxar uma alta dos juros num ano eleitoral.

Explica-se: se a meta ficasse mais apertada, em caso de alta de inflação (é o que se teme globalmente), o Banco Central teria de apertar a política de juros.

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